288 capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 142. Doenças glomerulares

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

906

Seção 10

NEFROLOGIA

QUADRo 141.3 INFeCçÕeS oPoRTUNISTAS MAIS CoMUNS eM ReCePToReS De

TRANSPLANTe ReNAL

Peritransplantes (< 1 mês)

Tardias (> 6 meses)

Infecções de ferida

Aspergillus

Herpes-vírus

Nocardia

Candidíase oral

Vírus BK (polioma)

Infecção do trato urinário

Herpes-zóster

Precoces (1 a 6 meses)

Hepatite B

Pneumocystis carinii

Hepatite C

Citomegalovírus

Legionella

Listeria

Hepatite B

Hepatite C

Para uma discussão mais detalhada, ver Azzi J, Milford EL, Sayegh

MH, Chandraker A: Transplante no tratamento da insuficiência renal, Cap. 337, p. 1825, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

142

Doenças glomerulares

GLOMERULONEFRITE (GN) AGUDA

É frequentemente denominada “síndrome nefrítica”. Caracteriza-se pelo desenvolvimento, no decorrer de vários dias, de azotemia, hipertensão, edema, hematúria, proteinúria e, algumas vezes, oligúria. A retenção de sal e de água deve-se a uma redução da TFG e pode resultar em congestão circulatória. O diagnóstico é confirmado pela presença de cilindros hemáticos no exame de urina. Em geral, a proteinúria é

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 73. Cânceres gineológicos

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

398

Seção 6

Hematologia e oncologia

(100 mg/m2 nos dias 1 a 5) e bleomicina (30 U nos dias 2, 9 e 16) com 4 ciclos a cada 21 dias é a terapia-padrão. Se os marcadores tumorais se tornarem negativos, eventuais massas residuais deverão ser removidas. Na maioria dos casos, serão restos necróticos ou teratomas. A terapia de resgate obtém resultados em 25% daqueles não curados com o tratamento primário.

Para uma discussão mais detalhada, ver Scher HI, Rosenberg JE,

Motzer RJ: Carcinomas de bexiga e de células renais, Cap. 114, p.

575; e Motzer RJ, Fedlman DR, Bosl GJ: Câncer de testículo, Cap.

116, p. 588, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH

Editora.

73

Cânceres ginecológicos

CÂNCER DE OVÁRIO

INCIDÊNCIA E EPIDEMIOLOGIA

Anualmente, nos EUA, cerca de 21.290 novos casos são diagnosticados e 14.180 mulheres morrem de câncer de ovário. A incidência começa a aumentar na quinta década de vida, com pico na oitava década. O risco é maior nas nulíparas e reduzido pelas gravidezes (redução de cerca de 10% a cada gestação) e pelo uso de contraceptivos orais. Cerca de 5% dos casos têm origem familiar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 17. Acidente vascular encefálico

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

acidente vascular encefálico

17

CAPÍTULo 17

95

Acidente vascular encefálico

Ocorrência súbita de déficit neurológico devido a um mecanismo vascular: cerca de

85% são isquêmicos e 15% hemorragias primárias (subaracnóidea [[Cap. 18] e intraparenquimatosa). Um déficit isquêmico que melhora rapidamente sem evidência radiológica de um infarto é chamado de ataque isquêmico transitório (AIT); 24 horas

é um limite comumente usado para diferenciar entre AIT e AVE, embora a maioria dos AITs dure entre 5 e 15 minutos. O AVE é a principal causa de incapacidade neurológica em adultos, causando 200.000 mortes anualmente nos EUA. Pode-se fazer muito para diminuir a morbidade e mortalidade mediante prevenção e intervenção imediata.

FISIOPATOLOGIA

O AVE isquêmico pode ocorrer por oclusão embólica dos grandes vasos cerebrais; as fontes de êmbolos podem ser o coração, o arco aórtico ou outras artérias, como as artérias carótidas internas. As lesões isquêmicas pequenas e profundas estão, com maior frequência, relacionadas com a doença intrínseca dos pequenos vasos (AVEs lacunares). Os AVEs com baixo fluxo são algumas vezes verificados nos casos de estenose proximal grave e artérias colaterais inadequadas, desafiadas por episódios de hipotensão sistêmica. As hemorragias resultam com mais frequência da ruptura de aneurismas ou de pequenos vasos no tecido cerebral. A variabilidade na recuperação do AVE é influenciada pelos vasos colaterais, PA e local específico e mecanismos da oclusão vascular; se o fluxo sanguíneo for restaurado antes de ocorrer morte celular significativa, o paciente poderá apresentar apenas sintomas transitórios, isto

Ver todos os capítulos
Medium 9788560549924

Capítulo 15 - Tratamento da Tuberculose com Resistência

CONDE, Marcus; FITERMAN, Jussara; LIMA, Marina Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Tratamento da Tuberculose com Resistência

Eliana Dias Matos

Virgílio Tonietto

Margareth Maria Pretti Dalcolmo

I n t r o duç ão

A emergência de tuberculose (TB) farmacorresistente é frequentemente atribuída à falência de implantação de adequados programas de controle da TB e correto manejo de casos da doença. Portanto, as resistências em TB são um fiel reflexo da má qualidade dos programas de controle e consequência direta das más práticas terapêuticas de utilização de medicamentos anti-TB.

Apesar dos esforços e de alguns avanços no controle da TB no mundo, a TB farmacorresistente constitui atualmente um importante problema de Saúde Pública.

Nas últimas 2 décadas, os relatos da Organização Mundial de Saúde (OMS) têm sinalizado um significativo incremento da TB multirresistente (TBMR), seguida por

TB extensivamente resistente (TBXDR), representando um sério obstáculo para o controle da doença, especialmente em áreas onde suas prevalências são altas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 65. Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

CAPÍTULo 65

333

Para uma discussão mais detalhada, ver Konkle BA: Sangramento e trombose, Cap. 78, p. 400; Konkle BA: Distúrbios das plaquetas e da parede vascular, Cap. 140, p. 725; Arruda VR, High KA: Distúrbios da coagulação, Cap. 141, p. 732; Freedman JE, Loscalzo J:

Trombose arterial e venosa, Cap. 142, p. 740; e Weitz JI: Agentes antiplaquetários, anticoagulantes e fibrinolíticos, Cap. 143, p. 745, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

65

Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

LEUCEMIA MIELOCÍTICA AGUDA (LMA)

A LMA é uma neoplasia maligna clonal dos precursores mieloides da medula óssea, na qual ocorre acúmulo de células pouco diferenciadas na medula óssea e na circulação.

Ocorrem sinais e sintomas devido à ausência de células maduras normalmente produzidas pela medula óssea, incluindo granulócitos (suscetibilidade à infecção) e plaquetas (suscetibilidade ao sangramento). Além disso, se um grande número de mieloblastos malignos imaturos circularem, podem invadir os órgãos e, raras vezes, causar disfunção. Existem subtipos morfológicos distintos (Quadro 65.1) que apresentam manifestações clínicas largamente superpostas. Convém ressaltar a propensão dos pacientes com leucemia promielocítica aguda (LPA) (FAB M3) a desenvolver sangramento e coagulacão intravascular disseminada (CIVD), sobremaneira durante a quimioterapia de indução, devido à liberação de pró-coagulantes de seus grânulos citoplasmáticos.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos