287 capítulos
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45. Hormônios da tireoide e taxa metabólica

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

45 Hormônios da tireoide e taxa metabólica

(a)

Estruturas da tri-iodotironina (T3) e da tiroxina (T4)

Tri-iodotironina T3

(c)

Tiroxina T4

Hipotálamo

TRH

(pos.)

I

I

HO

O

HO

I

O

I

I

T1

CH2

T2

CH

H2N

Sinais metabólicos e de termorreceptores

Vasos porta

I

Tireotrofos da hipófise anterior

I

Tecidos

Efeitos celulares:

• Síntese proteica

• Produção de calor

CH2

CH

H2N

COOH

(b)

Eixo hipotálamo-tireoide

Circulação sistêmica

COOH

Produção e liberação dos hormônios da tireoide

Hormônio tireoestimulante

Feedback hormonal

(negativo)

Glândula tireoide

T3, T4

TSH+

Efeitos corporais

• Taxa metabólica

• Lipólise

• Débito cardíaco

Coloide

Na+

Célula folicular

Simportador de Na-I

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Medium 9788527722858

Capítulo 9 - Sistema Nervoso Autônomo e Exercício Físico

Pithon Curi Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Sistema Nervoso Autônomo e Exercício Físico

Kátia de Angelis Lobo d’Avila

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 09.indd 89

Introdução, 90

Sistema nervoso autônomo, 90

Resumo, 99

Bibliografia, 100

20.03.13 21:14:28

90

CC

Introdução

O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central e sistema nervoso periférico, sendo este último subdividido em sistema nervoso somático (somat = corpo) e sistema nervoso autônomo (auto = o próprio; nomic = lei).

O sistema nervoso central (SNC), por intermédio do sistema nervoso autônomo (SNA), mantém a homeostasia do organismo em repouso e durante o exercício físico. Essa regulação homeostática é alcançada com ajustes cardiorrespiratórios, metabólicos e termorregulatórios produzidos pela atividade das duas subdivisões do SNA, o parassimpático e o simpático. Os efeitos do SNA durante o exercício físico dependem da atividade dos nervos autônomos e das respostas dos tecidos a essa estimulação. Neste capítulo, serão abordados aspectos morfofuncionais do SNA, ajustes desse sistema em resposta a uma sessão de exercício físico, além de suas adaptações ao treinamento físico.

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Medium 9788527724821

Capítulo 4 - Metabolismo Anaeróbico Durante o Exercício

PLOWMAN, Sharon A.; SMITH, Denise L. Grupo Gen PDF Criptografado

Metabolismo Anaeróbico Durante o Exercício

81

Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 4

Metabolismo Anaeróbico

Durante o Exercício

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Descrever o continuum de energia no que se relaciona com durações variáveis do exercício sustentável máximo.

• Dar exemplos de esportes ou eventos dentro dos esportes nos quais o sistema ATP-PC, láctico ou do oxigênio predomina.

• Enumerar as principais variáveis que são medidas tipicamente para descrever a resposta anaeróbica ao exercício e, quando apropriado, o próprio teste real com exercícios.

• Explicar as razões fisiológicas pelas quais o lactato pode acumular-se no sangue.

004plon.indd 81

• Estabelecer a diferença entre a potência e a capacidade dos sistemas ATP-PC, láctico e do oxigênio.

• Identificar o déficit de oxigênio e o consumo excessivo de oxigênio após o exercício, e explicar as causas de cada um deles.

• Descrever as mudanças no ATP e na PC que ocorrem durante um exercício intenso de carga constante com duração de 3 min ou menos.

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Medium 9788520436318

48. Controle do cálcio plasmático

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

48 Controle do cálcio plasmático

(a)

Controle do cálcio plasmático

Ingestão alimentar

Hormônio das paratireoides

Tireoide

1,25-di-hidroxicolecalciferol

Intestino

Calcitonina

+

2+

Ca

de rção

o

Abs

Filt

raç

ã

+

Rea

bso

Ca2+

od

rçã

eC

od

Mineralização

Reabsorção óssea

++

Vitamina D

Ca2+ plasmático

+

Ca2+

+

a 2+

+

+

eC

a 2+

Ca2+

Rim

Excreção

Osteólise

Ossos

Paratireoides

(b)

Biossíntese de 1,25-di-hidroxicolecalciferol

7-deidrocolesterol (provitamina D)

21

12 18

1 19

2

HO

3

11

9

10

4

5

6

13

8

14

22

20

17

23

16

15

Colecalciferol (vitamina D3)

24

27

25

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42. Controle endócrino

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

42 Controle endócrino

Os organismos multicelulares precisam coordenar as diversas atividades de suas células, muitas vezes a longas distâncias. Nos animais, essa coordenação é possível por meio dos sistemas nervoso e endócrino; o primeiro exerce um controle rápido, preciso, porém de curta duração, e o segundo envia sinais geralmente mais lentos, porém mais sustentados. Os dois sistemas são intimamente integrados e, em alguns locais, de difícil diferenciação. O controle endócrino é mediado por hormônios, moléculas sinalizadoras em geral secretadas em baixas concentrações (10-12–10-7M) na corrente sanguínea, de onde podem chegar a todas as partes do corpo. Outros tipos de comunicação química são mediados a distâncias mais curtas. Os sinais químicos podem agir localmente, nas células vizinhas (sinais parácrinos) ou na mesma célula que produziu o sinal (sinais autócrinos); a comunicação justácrina requer contato físico direto entre os sinais químicos da superfície de uma célula e as moléculas de receptores na superfície da célula vizinha. Muitos hormônios são secretados por glândulas específicas (Tab. 42), enquanto outros se originam de tecidos que têm outras funções primárias. Por exemplo, várias das citocinas liberadas pelas células imunes (Cap. 10) atuam a certa distância do seu sítio de liberação e podem muito bem ser consideradas hormônios.

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