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Medium 9788580551495

Capítulo 7. O antebraço, o punho e a mão

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

O antebraço, o punho e a mão

Visão geral

Embora o ombro, o cotovelo e o punho sirvam para posicionar a mão, apenas esta é capaz de produzir um nível notável de destreza e precisão.

Pérola clínica

A mão é responsável por cerca de 90% do funcionamento do membro su­perior.1

O polegar, envolvido em cerca de 40 a 50% do funcionamento da mão, é o dedo mais importante funcionalmente.1

O indicador, envolvido em cerca de 20% do funcionamento da mão, é o segundo mais importante, e o anular é o menos essencial.

O dedo médio, responsável por cerca de 20% de todo o funcionamento da mão, é o dedo mais forte, sendo importante em funções tanto de precisão quanto de potência.1

Anatomia

Para compreender o antebraço, o punho e a mão, é preciso conhecer bem seus ossos, articulações, tecidos moles e nervos, além de saber em detalhes como eles funcionam individual e coletivamente.

As posições com e sem atrito articular e os padrões capsulares do punho e da mão estão listados na Tabela 7.1.

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Medium 9788520439265

6. Propriedades do muco brônquico

Denise Cardoso Ribeiro, Tathiana Santana Shiguemoto Editora Manole PDF Criptografado

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PROPRIEDADES DO MUCO BRÔNQUICO

L E O N I C E B ö ck

INTRODUÇÃO

O sistema respiratório tem a importante função de proteger o ser humano do contato com microrganismos, bactérias e partículas existentes no ar ambiente, além de participar das trocas gasosas e do metabolismo. Para isso, as vias aéreas inferiores contam com o sistema mucociliar, que é constituído de cílios, líquido periciliar e muco.44,49

A superfície das vias aéreas são expostas, no mínimo, a 10.000 L de ar por dia. Além de ar, também são inalados poeira, gases tóxicos e microrganismos, e muitos destes são depositados nas vias aéreas inferiores.41

O sistema mucociliar tem três funções principais:

• Barreira mecânica: ele captura partículas na superfície líquida que cobre o epitélio da via aérea e leva-as ao longo da árvore brônquica, pela ação ciliar.

• Proteção química: o muco da via aérea tem propriedades antioxidantes.

• Barreira biológica: ocorre através da interação com microrganismos e células inflamatórias, prevenindo, assim, sua aderência e migração através do epitélio.45

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Medium 9788580550771

26. Outras Condições Médicas Gerais

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

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Outras Condições Médicas Gerais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Analisar o papel do sistema imunológico na prevenção de doenças.

• Distinguir as diferentes infecções virais que podem afetar o paciente.

• Identificar sinais e sintomas de infecções respiratórias.

• Categorizar distúrbios do sistema muscular.

• Examinar distúrbios associados ao sistema nervoso.

• Reconhecer distúrbios dos sistemas vascular e linfático.

• Explicar o diabetes melito e contrastar o coma diabético e o choque insulínico.

■ Sumário

• Indicar as causas da epilepsia e explicar como proceder corretamente quando acontece uma convulsão.

• Explicar o que causa a hipertensão e como ela pode ser controlada.

• Descrever os sinais e sintomas clássicos do câncer.

• Comparar e contrastar os sinais e sintomas das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns.

• Explicar as irregularidades menstruais e o seu efeito.

• Rever a reprodução feminina e a gravidez.

■ Palavras-chave

O papel do sistema imunológico 888

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Medium 9788536322711

Capítulo 21 - A Artéria Vertebral

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 21

A ARTÉRIA VERTEBRAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia e a distribuição da artéria vertebral.

2. Descrever as quatro porções comumente reconhecidas da artéria vertebral.

3. Resumir as causas de oclusão ou de comprometimento da artéria vertebral.

4. Reconhecer as características de oclusão ou de comprometimento da artéria vertebral.

5. Descrever os vários testes especiais para a avaliação da permeabilidade do sistema vertebrobasilar.

VISÃO GERAL

A circulação principal da fossa craniana posterior origina-se a partir do sistema da artéria vertebrobasilar (AVB). Os primeiros estudos sobre a artéria vertebral (AV) foram registrados nos idos de 1844.1 Em 1962, Williams e Wilson2 apresentaram uma descrição detalhada do comprometimento da AVB, indicando que os sintomas reversíveis estavam relacionados à ineficácia do sistema basilar.

Desde aquela época, o reconhecimento da importância da AV continuou crescendo, sendo que, atualmente, ela é discutida pelos fisioterapeutas com mais detalhes do que qualquer outra artéria. Por essa razão, foi contemplada com seu próprio capítulo. Para compreender totalmente seu significado, faremos a revisão de sua anatomia e função.

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Medium 9788563308658

1 Introdução

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

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Introdução

A farmacologia pode ser definida como o estudo das substâncias que interagem com os sistemas vivos através de processos químicos, especialmente pela ligação a moléculas reguladoras e ativando ou inibindo processos normais do corpo. Nesse livro, tais substâncias são chamadas de fármacos, os quais são administrados para obter um efeito terapêutico benéfico em alguns processos no paciente ou seus efeitos tóxicos nos processos reguladores em organismos que infectam o paciente.

Tais aplicações terapêuticas deliberadas podem ser consideradas o principal papel da farmacoterapêutica, frequentemente definida como farmacologia médica (ou seja, os fármacos usados para prevenir, diagnosticar e tratar doenças). Além disso, farmacoterapêutica pode ser subdividida em farmacodinâmica e farmacocinética. A farmacodinâmica avalia o efeito da substância nos processos biológicos, sendo discutida no Cap. 2. A farmacocinética estuda a absorção, distribuição e eliminação das substâncias, sendo discutida no Cap. 3. A toxicologia é o ramo da farmacologia que lida com os efeitos indesejáveis dos produtos químicos nos sistemas vivos, desde células a ecossistemas complexos.

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