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Medium 9788580554526

Caso 23

Eugene C. Toy, David S. Loose, Shelley A. Tischkau, Anush S. Pillai Grupo A PDF Criptografado

CASO 23

Um homem de 50 anos de idade foi admitido no hospital com apendicite aguda. Ele não tem nenhuma história médica significativa, não toma medicamentos, não fuma e toma bebida alcoólica “às vezes, com os amigos.”

Ele foi submetido a uma apendicectomia não complicada. No segundo dia de internação, você encontra-o bastante agitado e suado. Sua temperatura, frequência cardíaca e pressão arterial estão elevadas. Pouco tempo depois, ele tem uma convulsão de grande mal. Você suspeita que ele está tendo sintomas de abstinência de abuso crônico de álcool e administra lorazepam por via IV para controle imediato das convulsões e planeja o início de clordiazepóxido oral quando ele estiver mais estável.

Quais são os efeitos farmacológicos agudos do etanol?

Quais são os efeitos farmacológicos crônicos do etanol?

 Como o álcool é biotransformado?

 Qual é a base farmacológica para uso de benzodiazepínicos para gerenciar a retirada do álcool?

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Medium 9788536512136

7. Controle de Temperatura e Umidade

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Controle de

Temperatura e Umidade

7

Para começar

Os fatores extrínsecos, como temperatura e umidade, são de grande importância para a manu­ tenção da estabilidade física e química da maioria das substâncias utilizadas na fabricação de produtos farmacêuticos e na manipulação de fórmulas magistrais e oficinais. O controle desses dois fatores deve existir em todos os ambientes de produção, e principalmente nos locais de armazenamento das substâncias utilizadas nos processos produtivos.

Além das matérias-primas e dos produtos acabados, a temperatura e a umidade também influenciam na saúde das pessoas envolvidas no trabalho, mantendo o ambiente em condições saudáveis.

Veremos ainda neste capítulo os equipamentos utilizados para medição da temperatura e para o controle da umidade do ar.

7.1 Considerações gerais

Todas as substâncias devem ser conservadas sob condições de temperatura e umidade que mantenham suas características e evitem sua contaminação ou deterioração. As condições de conservação das substâncias utilizadas nos processos farmacotécnicos são encontradas nas suas respectivas monografias farmacopeicas, nas fichas de especificação do estabelecimento e/ou ainda nos certi­fi­ cados de análise enviados pelo fornecedor.

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Medium 9788580556148

Capítulo 62 - Agentes antivirais (não retrovirais)

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

62

Agentes antivirais (não retrovirais)

Edward P. Acosta

Replicação viral e alvos dos fármacos

Agentes anti-herpes-vírus

��Aciclovir e valaciclovir

��Cidofovir

��Fanciclovir e penciclovir

��Ganciclovir e valganciclovir

��Foscarnete

��Fomivirseno

��Docosanol

A maioria dos antivirais atualmente disponível nos Estados

Unidos foi desenvolvida e aprovada nos últimos 25 anos. Essa onda de atividade foi impulsionada por sucessos no design racional dos fármacos e na aprovação que começaram com o análogo nucleosídeo anti-herpes-vírus aciclovir (Elion, 1986), cuja descoberta e desenvolvimento resultaram em um Prêmio Nobel para Gertrude Elion e George Hitchings, em 1988. Como os vírus são microrganismos intracelulares obrigatórios e dependem do mecanismo biossintético do hospedeiro para se reproduzir, havia dúvidas sobre a possibilidade do desenvolvimento de fármacos antivirais com toxicidade seletiva, porém tais questões foram há muito dirimidas. Os vírus são hoje alvos óbvios para a quimioterapia antimicrobiana eficaz, e está comprovado que o número de agentes disponíveis nessa categoria continuará a aumentar. De fato, o desenvolvimento recente de agentes que visam a proteína viral NS5A revolucionou o tratamento das infecções por HBV e HCV, e esses agentes agora são alocados em um capítulo próprio, o Capítulo 63. O Capítulo 64 descreve a quimioterapia para os retrovírus. Este capítulo abrange os agentes antivirais para infecções não retrovirais diferentes de

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Medium 9788580555585

Capítulo 68. Transtorno depresivo maior

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

68

CAPÍTULO

Transtorno depressivo maior

•• A característica essencial do transtorno depressivo maior consiste em uma evolução clínica que se

caracteriza por um ou mais episódios depressivos maiores, sem história de episódios maníacos ou hipomaníacos.

FISIOPATOLOGIA

•• Hipótese monoaminérgica: a depressão pode ser causada por níveis cerebrais diminuídos dos neurotransmissores norepinefrina, serotonina (5-HT) e dopamina.

•• Alterações pós-sinápticas na sensibilidade dos receptores: os estudos realizados demonstraram que

a dessensibilização ou infrarregulação dos receptores de norepinefrina ou de 5-HT1A podem estar relacionadas com o início dos efeitos antidepressivos.

•• Hipótese da desregulação: essa teoria ressalta uma falha na regulação homeostática dos sistemas neurotransmissores, em lugar de aumentos ou diminuições absolutos nas suas atividades. Os antidepressivos efetivos podem restaurar a regulação eficiente.

•• Hipótese da ligação 5-HT/norepinefrina: essa teoria sugere que as atividades da 5-HT e da norepinefrina estão ligadas, de modo que ambos os sistemas, serotoninérgico e noradrenérgico, estão envolvidos na resposta aos antidepressivos.

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Medium 9788527731317

21 - Doenças Inflamatórias e Autoimunes

Flávio Danni Fuchs, Lenita Wannmacher Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 2

CAPÍTULO

Tratamento da

Inflamação e da Alergia

21

Doenças Inflamatórias e Autoimunes

Lenita Wannmacher

``

Introdução

Esta denominação abriga número expressivo de doen­ças com caráter inflamatório e autoimune, não órgão-específicas e órgão-específicas, de origem desconhecida ou associadas a outras patologias, e que apresentam índices elevados de morbidade e mortalidade, se não tratadas precoce e adequadamente.

No Quadro 21.1, apresenta-se uma das tantas classificações destas doen­ças.

Pelas características deste capítulo (abrangência e interesse terapêutico), serão abordadas as doen­ças difusas do tecido conjuntivo, de comprometimento crônico sistêmico (acometimento do estado geral e de vários órgãos) e relacionadas a distúrbios do sistema imunológico (processo inflamatório, com ativação de células e produção de autoanticorpos). Dentre os fármacos indicados no tratamento dessas doen­ças, selecionaram-se os de uso prevalente, existentes no Brasil e com sólidas evidências de benefício clínico.

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