214 capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 32. Palpitações

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

palpitações

CAPÍTULo 32

163

ABordAGem Ao pAciente:

Dor torácica

Uma anamnese meticulosa, esclarecendo o comportamento da dor, o que a precipita e o que a alivia, auxilia no diagnóstico da dor torácica recorrente. A Figura

31.2 apresenta pistas para o diagnóstico e uma rotina para a investigação da dor torácica aguda potencialmente fatal.

O ECG é fundamental na avaliação inicial para distinguir rapidamente os pacientes com infarto do miocárdio com elevação aguda do segmento ST, os quais devem ser submetidos imediatamente a terapias de reperfusão (Cap. 119).

Para uma discussão mais detalhada, ver Morrow DA: Dor torácica,

Cap. 19, p. 95, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH

Editora.

32

Palpitações

As palpitações representam uma percepção intermitente ou sustentada do batimento cardíaco, em geral descrita pelo paciente como uma sensação de batida, soco, ou tremor no tórax. O sintoma pode refletir uma etiologia cardíaca, uma causa extracardíaca (p. ex., hipertireoidismo, uso de estimulantes [p. ex., cafeína, cocaína]), ou um estado de níveis elevados de catecolaminas (p. ex., exercícios, ansiedade, feocromocitoma). As arritmias cardíacas incluem extrassístoles atriais ou ventriculares e, quando sustentadas e regulares, taquiarritmias supraventriculares ou ventriculares (Cap. 123). Palpitações sustentadas irregulares costumam ser causadas por fibrilação atrial. Pode ser útil pedir que o paciente

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 65. Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

CAPÍTULo 65

333

Para uma discussão mais detalhada, ver Konkle BA: Sangramento e trombose, Cap. 78, p. 400; Konkle BA: Distúrbios das plaquetas e da parede vascular, Cap. 140, p. 725; Arruda VR, High KA: Distúrbios da coagulação, Cap. 141, p. 732; Freedman JE, Loscalzo J:

Trombose arterial e venosa, Cap. 142, p. 740; e Weitz JI: Agentes antiplaquetários, anticoagulantes e fibrinolíticos, Cap. 143, p. 745, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

65

Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

LEUCEMIA MIELOCÍTICA AGUDA (LMA)

A LMA é uma neoplasia maligna clonal dos precursores mieloides da medula óssea, na qual ocorre acúmulo de células pouco diferenciadas na medula óssea e na circulação.

Ocorrem sinais e sintomas devido à ausência de células maduras normalmente produzidas pela medula óssea, incluindo granulócitos (suscetibilidade à infecção) e plaquetas (suscetibilidade ao sangramento). Além disso, se um grande número de mieloblastos malignos imaturos circularem, podem invadir os órgãos e, raras vezes, causar disfunção. Existem subtipos morfológicos distintos (Quadro 65.1) que apresentam manifestações clínicas largamente superpostas. Convém ressaltar a propensão dos pacientes com leucemia promielocítica aguda (LPA) (FAB M3) a desenvolver sangramento e coagulacão intravascular disseminada (CIVD), sobremaneira durante a quimioterapia de indução, devido à liberação de pró-coagulantes de seus grânulos citoplasmáticos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 14. Síndrome da angústia respiratória aguda

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

síndrome da angústia respiratória aguda

CAPÍTULo 14

81

d. Morfina 2 a 4 mg IV; avaliar com frequência a possível presença de hipotensão ou depressão respiratória; deve-se dispor de naloxona para reverter os efeitos da morfina, se necessário. e. Considerar um inibidor da ECA se o paciente estiver hipertenso ou, em casos de IAM, com insuficiência cardíaca. f. Considerar nesiritida (bolus de 2 μg/kg IV seguido de 0,01 μg/kg/min) para sintomas refratários – não usar em IAM ou choque cardiogênico.

3. Agentes inotrópicos estão indicados em edema pulmonar cardiogênico e disfunção grave do VE: dopamina, dobutamina, milrinona (Cap. 11).

4. A causa desencadeante do edema pulmonar cardiogênico (Quadro 13.1) deve ser procurada e tratada, particularmente arritmias agudas ou infecção. No edema pulmonar refratário associado a isquemia cardíaca persistente, a revascularização coronariana precoce pode salvar a vida do paciente. Para o edema pulmonar não cardiogênico, deve-se identificar e tratar/remover a causa (Quadro 13.2).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 10. Colapso cardiovascular e morte súbita

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 2

10

eMeRGÊNCIAS MÉDICAS

Colapso cardiovascular e morte súbita

O colapso cardiovascular e a morte inesperados resultam mais frequentemente de fibrilação ventricular em pacientes com doença coronariana aterosclerótica aguda ou crônica. Outras etiologias comuns estão listadas no Quadro 10.1. As causas arrítmicas podem ser provocadas por distúrbios eletrolíticos (sobretudo hipopotassemia), hipoxemia, acidose ou descarga simpática maciça, como pode ocorrer na lesão do

SNC. É necessária a adoção da reanimação cardiopulmonar (RCP), seguida por medidas de suporte avançado de vida (ver adiante). A fibrilação ventricular, ou assistolia, sem a adoção da RCP em 4 a 6 min costuma ser fatal.

TRATAMENTO DA PARADA CARDÍACA

O suporte básico de vida (SBV) deve começar imediatamente (Fig. 10.1):

1. Telefonar para 192 (ou linha de emergência); obter um desfibrilador externo automático (DEA), se estiver rapidamente disponível.

2. Se houver estridor respiratório, pensar em aspiração de corpo estranho e realizar a manobra de Heimlich.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 202. Prevenção de doenças cardiovasculares

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

1284

Seção 16

prevenção de doenças e manutenção da saúde

QUADRo 201.2 SeRVIçoS CLÍNICoS De PReVeNção PARA ADULToS CoM RISCo NoRMAL

ReCoMeNDADoS PeLA U.S. PReVeNTIVe SeRVICeS TASK FoRCe

(CONTINUAÇÃO)

Teste ou distúrbio

População,a anos

Frequência

Osteoporose

Mulheres > 65 anos; > 60 anos com risco

Desconhecida

Visão, audição

> 65

Periodicamente

a

O rastreamento é feito mais precocemente e com maior frequência quando existe um histórico familiar significativo. Ensaios controlados e randomizados documentaram que o exame para sangue oculto nas fezes confere uma redução de 15 a 30% na mortalidade por câncer de cólon.

Apesar de não terem sido feitos ensaios randomizados para a sigmoidoscopia ou colonoscopia, estudos de caso-controle bem elaborados sugerem uma eficácia semelhante, ou até maior, à do exame para sangue oculto nas fezes. b

Se houver equipe disponível. c

No futuro, a frequência na realização do esfregaço de Papanicolau poderá ser influenciada pelos testes para o HPV e pela vacina contra o HPV.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos