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4. Síndrome da veia cava superior/síndrome mediastinal superior

LA TORRE, Fabíola Peixoto Ferreira; CARVALHO FILHO, Neviçolino Pereira de; ALMEIDA, Flávia Jacquelin Editora Manole PDF Criptografado

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Síndrome da veia cava superior/síndrome mediastinal superior

N e v iç o lin o P e r e ir a de C ar val ho Fi l ho

DEFINIÇÃO E ETIOLOGIA

A síndrome da veia cava superior (SVCS) foi descrita pela primeira vez em 1757 pelo médico escocês William Hunter. Ela tem como manifestação clínica os sinais e os sintomas resultantes da compressão da veia cava superior (VCS) por etiologias diversas e que vêm mudando ao longo dos séculos: de infecções, como tuberculose e aneurisma aórtico sifilítico, até causas neoplásicas.¹

Denomina-se síndrome mediastinal superior (SMS) o quadro clínico de SVCS associado à compressão traqueal.

Em pacientes pediátricos, a principal causa primária de SVCS é o câncer.

Os tumores de mediastino anterior e superior são os principais responsáveis pela SVCS. Linfomas não Hodgkin (LNH), linfomas de Hodgkin (LH), leucemias linfoides agudas T (LLA-T) e tumores de células germinativas

(TCG) são os tumores mais frequentemente associados à SVCS em pediatria.² A obstrução VCS ocorre diretamente pela massa tumoral adjacente e/ou por trombo tumoral.³ Mais recentemente, com o advento do uso de cateteres centrais, a chance de obstrução da VCS por trombo também tem emergido como importante causa não neoplásica da SVCS.⁴,⁵ Na Tabela 1, estão listadas as causas mais comuns de SVCS.

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Capítulo 11. Choque

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

choque

CAPÍTULo 11

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ACOMPANHAMENTO

Se a parada cardíaca resultou de fibrilação ventricular nas primeiras horas após um

IAM, o acompanhamento é igual ao dos cuidados padronizados pós-IAM (Cap. 119).

Para outros sobreviventes de parada por fibrilação ventricular, recomenda-se com frequência uma avaliação adicional, que inclua o exame da anatomia coronariana e a função ventricular esquerda. Na ausência de causa transitória ou reversível, é indicada habitualmente a colocação de desfibrilador-cardioversor implantável.

Para uma discussão mais detalhada, ver Myerburg RJ e Castellanos A: Colapso cardiovascular, parada cardíaca e morte súbita cardíaca, Cap. 327, p. 1764, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

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Choque

DEFINIÇÃO

Condição de acentuada deterioração da perfusão tecidual que resulta em lesão e disfunção celulares. O reconhecimento e o tratamento rápidos são essenciais para prevenir dano orgânico irreversível e morte. As etiologias comuns estão listadas no Quadro 11.1.

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Capítulo 172. Obesidade

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 13

ENDOCRINOLOGIA E METABOLISMO

com neoplasia extrassuprarrenal conhecida, existe uma probabilidade de 30 a 50% de que o incidentaloma seja metástase. A avaliação hormonal adicional deve incluir urina de 24 horas para cortisol urinário livre ou um teste de supressão noturna com 1 mg de dexametasona, razão da atividade da renina plasmática/aldosterona em pacientes hipertensos, sulfato de desidroepiandrosterona (DHEAS) nas mulheres com sinais de excesso de androgênio e estradiol em homens com feminização. A aspiração por agulha fina raras vezes está indicada, e é uma contraindicação absoluta na suspeita de feocromocitoma. O câncer adrenocortical é sugerido pelo seu grande tamanho (> 4 a 6 cm), margens irregulares, falta de homogeneidade, calcificações do tecido mole e altos valores de atenuação da TC sem realce (> 10 UH).

Para uma discussão mais detalhada, ver Arlt W: Distúrbios do córtex suprarrenal, Cap. 406, p. 2309, do Medicina Interna de Harrison,

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6. Distúrbios hematológicos

LA TORRE, Fabíola Peixoto Ferreira; CARVALHO FILHO, Neviçolino Pereira de; ALMEIDA, Flávia Jacquelin Editora Manole PDF Criptografado

6

Distúrbios hematológicos

Thal i t a G r ossm an

F a b ío la P e ix o t o Fer r ei r a La Tor r e

HEMOTERAPIA

O uso de hemoderivados em unidade de terapia intensiva (UTI) é frequente e tem fundamental importância no tratamento dos pacientes oncológicos.

Devem-se observar algumas normas para a administração dos hemocomponentes: não acrescentar nenhuma medicação ou solução às bolsas, infundir em, no máximo, 4 horas para não aumentar a chance de proliferação bacteriana e utilizar equipos apropriados. A febre não é restrição absoluta à transfusão.

Concentrado de hemácias

O nível recomendado para transfusão de hemácias vem diminuindo recentemente, principalmente após a publicação dos estudos TRICC (Transfusion

Requeriments in Critical Care) de 1999, PINT (Premature Infants in Need of Transfusion) de 2006 e TRIPPICU (Transfusion Strategies for Patients in

Pediatric Intensive Care Units) de 2007, que mostraram que uma estratégia mais restritiva de transfusão (hemoglobina – Hb 7 g/dL nos estudos com população pediátrica e adulta) pode ser aplicada com segurança em pacientes estáveis, sem piora do prognóstico.

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Capítulo 200. Uso abusivo de narcóticos

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 15

Psiquiatria e abuso de substâncias

• Uma segunda medicação, acamprosato (2 g/dia, divididos em três doses orais), um inibidor do receptor de N-metil-D-aspartato, pode ser utilizada, apresentando eficácia supostamente semelhante à da naltrexona.

• Uma combinação de naltrexona e acamprosato pode ser superior a cada um dos fármacos de forma isolada, embora nem todos os estudos concordem sobre isso.

• Dissulfiram (250 mg/dia), um inibidor da aldeído-desidrogenase, produz uma reação desagradável e potencialmente perigosa na presença de álcool.

Para uma discussão mais detalhada, ver Schuckit MA: Álcool e alcoolismo, Cap. 467, p. 2723, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

200

Uso abusivo de narcóticos

Os narcóticos, ou opiáceos, ligam-se aos receptores opioides específicos no SNC e em outras partes do corpo. Esses receptores medeiam os efeitos opiáceos de analgesia, euforia, depressão respiratória e constipação. Os peptídeos opiáceos endógenos (encefalinas e endorfinas) são ligantes naturais dos receptores opioides, desempenhando um papel na analgesia, memória, aprendizagem, recompensa, regulação do humor e tolerância ao estresse.

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