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2. Planejamento físico do Centro Cirúrgico

Tamara Cianciarullo, Rachel de Carvalho, Estela Regina Ferraz Bianchi Editora Manole PDF Criptografado

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Planejamento físico do Centro Cirúrgico

Estela Regina Ferraz Bianchi

Ruth Natalia Teresa Turrini

Dulcilene Pereira Jardim

PONTOS A APRENDER

1. Descrever a legislação pertinente para o planejamento de um Centro

Cirúrgico (CC).

2. Citar os componentes essenciais do CC e a função de cada um deles.

3. Relacionar os requisitos para o acabamento dos elementos que compõem a estrutura física de um CC.

4. Descrever aspectos da bioengenharia do CC.

5. Reconhecer o papel do enfermeiro no planejamento de um CC e necessidade da correta utilização desse ambiente para o sucesso do procedimento anestésico-cirúrgico.

PALAVRAS-CHAVE

Centro cirúrgico hospitalar; enfermagem; cirurgia; planejamento hospitalar.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Configuração do Centro Cirúrgico. Componentes do Centro Cirúrgico. Características arquitetônicas. Bioengenharia.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

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D

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A dermatite de contato (também denominada eczema) é uma reação inflamatória da pele a agentes físicos, químicos ou biológicos; pode ser alérgica ou provocada por irritante primário. A epiderme é lesionada por irritações físicas e químicas repetidas. As causas comuns de dermatite por irritante incluem sabões, detergentes, compostos abrasivos e substâncias químicas industriais. Os fatores predisponentes consistem em extremos de calor e de frio, uso frequente de sabão e água e doença cutânea preexistente. As mulheres tendem a ser afetadas mais comumente que os homens.

• As erupções ocorrem quando o agente etiológico entra em contato com a pele

• O prurido, a sensação de ardência e o eritema são seguidos de edema, pápulas, vesículas e exsudato ou transudato como reações iniciais

• Na fase subaguda, as alterações vesiculares são menos pronunciadas e alternam-se com a formação de crostas, ressecamento, formação de fissuras e descamação

• Quando ocorrem reações repetidas, ou se o paciente arranhar continuamente a pele, observa-se o aparecimento de liquenificação e pigmentação; em seguida, pode ocorrer invasão bacteriana secundária.

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4. Recursos humanos em Centro Cirúrgico

Tamara Cianciarullo, Rachel de Carvalho, Estela Regina Ferraz Bianchi Editora Manole PDF Criptografado

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Recursos humanos em Centro Cirúrgico

Rachel de Carvalho

Raquel Machado Cavalca Coutinho

Ana Lucia Siqueira Costa

PONTOS A APRENDER

1. Descrever os recursos humanos que atuam no Centro Cirúrgico (CC).

2. Enumerar as atribuições dos profissionais de saúde que atuam no CC: cirurgiões, anestesiologistas, auxiliar de anestesia, instrumentador, auxiliar administrativo.

3. Destacar as atividades do enfermeiro coordenador e do enfermeiro assistencial que atuam no CC.

4. Reconhecer as atribuições do técnico e/ou do auxiliar de enfermagem atuando como circulante de sala.

5. Discutir os aspectos referentes ao dimensionamento de pessoal e à capacitação da equipe cirúrgica.

PALAVRAS-CHAVE

Recursos humanos; equipe de assistência ao paciente; equipe de enfermagem; enfermagem de centro cirúrgico.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Atribuições dos profissionais que atuam no Centro

Cirúrgico. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

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5. Gestão de enfermagem em Centro Cirúrgico

Tamara Cianciarullo, Rachel de Carvalho, Estela Regina Ferraz Bianchi Editora Manole PDF Criptografado

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Gestão de enfermagem em Centro Cirúrgico

Regiane Baptista Martins Porfírio

Maria do Carmo Querido Avelar

Rachel de Carvalho

Estela Regina Ferraz Bianchi

Sarah Munhoz

Márcia Galluci Pinter

PONTOS A APRENDER

1. Descrever os fatores-chave do perfil profissional do enfermeiro de

Centro Cirúrgico (CC).

2. Compreender o uso de ferramentas administrativas na gestão da unidade de CC.

3. Reconhecer aspectos da gestão do enfermeiro de CC, em relação a liderança, mudança, trabalho sob pressão, conflito e negociação.

4. Identificar os princípios norteadores da elaboração do regimento e dos principais manuais de enfermagem.

5. Citar as áreas de atuação do enfermeiro de CC.

6. Discorrer sobre a importância do papel do enfermeiro no Bloco

Cirúrgico.

7. Reconhecer as perspectivas da atuação do enfermeiro no CC.

8. Entender os fatores que interferem no dimensionamento de pessoal em

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17. Riscos ergonômicos e psicossociais em Centro Cirúrgico

Tamara Cianciarullo, Rachel de Carvalho, Estela Regina Ferraz Bianchi Editora Manole PDF Criptografado

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Riscos ergonômicos e psicossociais em Centro Cirúrgico

Jeane Aparecida Gonzalez Bronzatti

Estela Regina Ferraz Bianchi

PONTOS A APRENDER

1. Definir ergonomia.

2. Discutir as condições de trabalho, quanto à ergonomia, no Centro

Cirúrgico (CC).

3. Reconhecer os riscos ergonômicos presentes no CC e na

Recuperação Pós-Anestésica (RPA).

4. Relatar os estressores vividos pelo enfermeiro de CC.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem de Centro Cirúrgico; estresse; ergonomia; trabalho.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Riscos ergonômicos. Estresse do enfermeiro de CC.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

RESUMO

O trabalho do enfermeiro em Centro Cirúrgico (CC) requer conhecimento científico e também a análise de sua condição de trabalho. A sobrecarga física e emocional pode afetar o desempenho do profissional na coordenação do processo de cuidar e da gerência da unidade. A discussão dos riscos ergonômicos e emocionais faz parte da competência do enfermeiro em prol de recursos para a prestação da assistência e da funcionalidade da unidade, proporcionando um ambiente de trabalho adequado para a atuação da equipe de enfermagem.

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