323 capítulos
Medium 9788527728188

66 Manejo de Clientes com Disfunção Neurológica

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

66

Manejo de Clientes com

Disfunção Neurológica

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Descrever as causas, as manifestações clínicas e o manejo clínico de várias disfunções neurológicas.

2 Usar o processo de enfermagem como referencial para o cuidado das múltiplas necessidades do cliente com nível de consciência alterado.

3 Identificar as manifestações clínicas iniciais e tardias da pressão intracraniana elevada.

4 Usar o processo de enfermagem como referencial para o cuidado ao cliente com elevação da pressão intracraniana.

5 Descrever as indicações para cirurgia intracraniana ou transesfenoidal.

6 Usar o processo de enfermagem como referencial para cuidado ao cliente que se submete a uma cirurgia intracraniana ou transesfenoidal.

7 Identificar os vários tipos e causas de convulsões.

8 Usar o processo de enfermagem para elaborar um plano de cuidado ao cliente que sofre convulsões.

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Medium 9788527728188

45 Modalidades Terapêuticas para o Sistema Digestório

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

45

Modalidades Terapêuticas para o Sistema Digestório

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Descrever as finalidades e os tipos de dispositivos de acesso de nutrição enteral e parenteral.

2 Identificar as finalidades, as indicações e as técnicas de administração das fórmulas de nutrição enteral e parenteral.

3 Discutir o manejo de enfermagem do cliente que apresenta um tubo de alimentação inserido

por via nasal, um tubo ostomal ou um cateter intravenoso.

4 Aplicar o processo de enfermagem como referencial para os cuidados de clientes que recebem suporte com nutrição enteral ou parenteral.

5 Descrever as medidas de enfermagem utilizadas para prevenir complicações decorrentes do suporte com nutrição enteral e parenteral.

Glossário alimentação cíclica: infusão periódica de alimentações administradas ao longo de 8 a 18 h aspiração: remoção de substâncias por meio de sucção ou a inalação de líquidos ou alimentos para a traqueia e a árvore brônquica bolus: solução nutricional infundida no estômago em grandes volumes e em intervalos designados cateter central de inserção periférica (CCIP): dispositivo inserido em uma veia periférica e projetado e utilizado para a administração de soluções estéreis, fórmulas de nutrição e medicamentos dentro de veias centrais descompressão (gástrica/intestinal): remoção de conteúdo gástrico ou intestinal para prevenir a distensão por gás e líquido dispositivo de acesso enteral: dispositivo inserido no sistema digestório para fins de descompressão e drenagem, ou para a infusão de fórmulas de nutrição, líquidos e medicamentos dispositivo de acesso venoso central (DAVC): dispositivo projetado e utilizado para a administração de soluções estéreis, fórmulas de nutrição e medicamentos dentro das veias centrais duodeno: primeira parte do intestino delgado, que tem origem no piloro do estômago e que se estende até o jejuno emulsão gordurosa intravenosa (EGIV): emulsão óleo em

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Medium 9788527728188

51 Avaliação e Manejo de Clientes com Diabetes Melito

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

51

Avaliação e Manejo de Clientes com Diabetes Melito

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Explicar a diferença entre diabetes melito do tipo 1 e do tipo 2.

2 Descrever os fatores etiológicos associados ao diabetes melito.

3 Relacionar as manifestações clínicas do diabetes melito com as alterações fisiopatológicas associadas.

4 Identificar a importância diagnóstica e clínica dos resultados da glicemia.

5 Explicar as modificações nutricionais utilizadas no manejo de indivíduos com diabetes melito.

6 Descrever as relações entre dieta, atividade física e medicamentos (i. e., insulina ou hipoglicemiantes orais) para diabéticos.

7 Elaborar um plano de orientação para o automanejo com insulina.

8 Identificar a função dos agentes antidiabéticos orais no tratamento de clientes com diabetes melito.

9 Usar o processo de enfermagem como referencial para o cuidado a clientes que apresentam hiperglicemia com cetoacidose diabética ou síndrome hiperosmolar hiperglicêmica.

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Medium 9788527728072

1 Conceitos de Saúde e Doença

GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol Mattson Grupo Gen PDF Criptografado

Conceitos de Saú­de e Doença

1

Sheila C. Grossman

O termo fisiopatologia, que é o foco deste livro, pode ser definido como a fisiologia da saú­de alterada. O termo combina as palavras patologia e fisiologia. Patologia (do grego pathos, que significa “doen­ça”) é a disciplina relacionada com o estudo das alterações estruturais e funcionais nas células, nos tecidos e nos órgãos do organismo que causam ou são causadas por doen­ça. Fisiologia é a disciplina que lida com as funções do corpo humano. Assim, fisiopatologia não aborda só as alterações em células e órgãos que ocorrem com a manifestação da doen­ça, mas também os efeitos dessas mudanças sobre a função total do corpo (Figura 1.1). Exemplos de atrofia do cérebro (Figura 1.1 A) e de hipertrofia do miocárdio (Figura 1.1

B) ilustram as alterações fisiopatológicas decorrentes de um acidente ­vascular cerebral por longo tempo de hipertensão não gerenciada e a maneira como isso afeta o miocárdio. A fisiopatologia também estuda os mecanismos patológicos subjacentes e fornece informações para auxiliar no planejamento preventivo, bem como procedimentos e práticas terapêuticas de saú­de, tais como seguir uma dieta saudável, fazer exercícios e aderir aos medicamentos prescritos. Este capítulo se destina a orientar o leitor sobre os conceitos de saú­de e doen­

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Medium 9788527734691

I

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

O impetigo é uma infecção superficial da pele causada por estafilococos, estreptococos ou múltiplas bactérias. As áreas expostas do corpo, como a face, as mãos, o pescoço e os membros, são mais frequentemente acometidas. O impetigo é contagioso e pode espalhar-se para outras partes da pele; além disso, pode disseminar-se para outros membros da família que entrem em contato físico com o paciente ou que usem toalhas ou pentes contaminados com exsudato das lesões. O impetigo é observado em indivíduos de todas as raças e idades. É particularmente comum em crianças que vivem em condições precárias de higiene. Problemas de saúde crônicos, higiene deficiente e desnutrição podem predispor os adultos ao impetigo. É mais prevalente em climas quentes e úmidos (i. e., mais comum no sudeste dos EUA do que em climas do norte).

A ruptura da integridade da pele possibilita a colonização de bactérias abaixo da superfície cutânea. Os sintomas resultantes consistem em manifestações da infecção bacteriana. As bactérias podem disseminar-se na pele por autoinoculação (por arranhadura da própria pessoa e disseminação das bactérias da lesão original para uma área diferente). Os fatores de risco incluem imunossupressão (em consequência do uso de medicamentos ou presença de doença sistêmica), traumatismo, picadas de insetos ou qualquer circunstância que cause ruptura da integridade da pele.

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