115 capítulos
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Capítulo 40 - Pacientes agudos crônicos na UTI

Renata Andréa Pietro Pereira Viana, Iveth Yamaguchi Whitaker, Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

Fabiola Mika Tanabe

Gisele Mussato da Silva

Suely Sueko Viski Zanei

O paciente crítico, devido à sua complexidade fisiopatológica, demanda tratamento intensivo e necessita de uma equipe de saúde multiprofissional eficaz e, na maioria das vezes, de tecnologias avançadas para o seu cuidado.¹ A evolução do conhecimento relacionada a doenças agudas complexas e abordagens terapêuticas – incluindo novos fármacos, procedimentos cirúrgicos e recursos tecnológicos, como uso da ventilação pulmonar mecânica (VPM), monitoramento hemodinâmico e terapia renal substitutiva (TRS) – aumentou as possibilidades de sobrevida, diminuindo a mortalidade dessa população em comparação às primeiras décadas de desenvolvimento das unidades de terapia intensiva (UTIs).²

Pacientes em situações clínicas extremamente graves que sobrevivem à condição crítica inicial, alternando períodos de melhora e piora no que diz respeito às disfunções orgânicas, ficam longos períodos internados na UTI, e o resultado, nem sempre satisfatório, origina custos elevados e altas taxas de mortalidade. Essa população desenvolve, em sua maioria, incapacidades orgânicas que ocasionam dependência de uso de dispositivos, como traqueostomia ou sonda para alimentação, maior demanda de recursos terapêuticos/tecnológicos, e experimenta um sofrimento intenso (incluindo familiares), sendo caracterizados como portadores de doença crítica crônica (DCC).1,3

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Capítulo 23. Mobilidade

Charlotte Eliopoulos Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

23

Mobilidade

VISÃO GERAL

Efeitos do envelhecimento na função musculoesquelética

Promoção da saúde musculoesquelética

Promoção do exercício físico em todas as faixas etárias

Programas de exercício adaptados para idosos

A conexão mente-corpo

Prevenção do sedentarismo

Nutrição

Problemas musculoesqueléticos

Fraturas

Osteoartrite

Artrite reumatoide

Osteoporose

Gota

Problemas podiátricos

Considerações gerais de enfermagem para problemas musculoesqueléticos

Manejo da dor

Prevenção de lesão

Promoção da independência

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

A leitura deste capítulo possibilitará a você:

1. Descrever os efeitos do envelhecimento na função musculoesquelética.

2. Listar os benefícios da atividade.

3. Descrever as adaptações eventualmente necessárias nos programas de exercício na fase tardia da vida.

4. Discutir os desafios que os idosos podem enfrentar para manter um estado ativo.

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Capítulo 20. Digestão e eliminação intestinal

Charlotte Eliopoulos Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

20

Digestão e eliminação intestinal

VISÃO GERAL

Efeitos do envelhecimento na saúde do sistema gastrintestinal

Promoção da saúde gastrintestinal

Considerações gerais de enfermagem relativas a problemas gastrintestinais

Boca seca (xerostomia)

Problemas dentários

Disfagia

Hérnia de hiato

Câncer de estômago

Doença diverticular

Câncer colorretal

Constipação crônica

Flatulência

Obstrução intestinal

Impactação fecal

Incontinência fecal

Apendicite aguda

Câncer de pâncreas

Doença do trato biliar

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

A leitura deste capítulo possibilitará a você:

1. Descrever como o envelhecimento afeta a saúde do sistema gastrintestinal.

2. Discutir medidas para promover a saúde do sistema gastrintestinal em indivíduos idosos.

3. Listar os sintomas e o controle de problemas gastrintestinais que acometem idosos.

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Capítulo 23 - Transporte intra-hospitalar do paciente crítico

Renata Andréa Pietro Pereira Viana, Iveth Yamaguchi Whitaker, Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

Satomi Mori Hasegawa

Jane Cristina Dias Alves

Vanessa Yukie Kita

A mobilização de pacientes críticos para a realização do transporte intra-hospitalar (TIH) pode favorecer a ocorrência de instabilidade orgânica relacionada às condições clínicas e à utilização de equipamentos complexos para a manutenção das funções vitais. Devido a essas características, o procedimento pode se tornar trabalhoso, complicado e contribuir para maior morbidade e mortalidade do paciente crítico.1-4

Portanto, é necessário que a equipe multiprofissional que presta assistência ao paciente conheça os riscos relacionados ao TIH e realize a tomada de decisão para o transporte dos pacientes com base na avaliação dos benefícios e riscos obtidos pelo procedimento indicado. O seu planejamento deve ser feito de maneira cuidadosa e integrada, a fim de aperfeiçoar os procedimentos e os recursos utilizados para contemplar, com segurança, todo o processo de TIH.4 Além disso, a existência de uma comunicação efetiva entre os profissionais e os serviços envolvidos no processo do TIH é fundamental.2 Ressalta-se também a necessidade da documentação organizada e completa do processo de transporte do paciente. Este deve englobar o registro das condições de saída do paciente, dos materiais e equipamentos utilizados, bem como as informações referentes ao procedimento e chegada à unidade de origem.2,5,6 Recomenda-se ainda a adoção de um roteiro de checagem e de registro próprio para a documentação do TIH amparando a equipe durante todo o processo, a fim de gerenciar com eficiência os riscos envolvidos, bem como a padronização dos cuidados realizados.6,7

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Capítulo 2. Teorias do envelhecimento

Charlotte Eliopoulos Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Teorias do envelhecimento

VISÃO GERAL

Teorias biológicas do envelhecimento

Teorias estocásticas

Teorias não estocásticas

Teorias sociológicas do envelhecimento

Teoria do desengajamento

Teoria da atividade

Teoria da continuidade

Teoria da subcultura

Teoria da estratificação etária

Teorias psicológicas do envelhecimento

Etapas do desenvolvimento

Transcendência gerontológica

Teorias de enfermagem relativas ao envelhecimento

Teoria das consequências funcionais

Teoria do florescimento

Teoria do envelhecimento de sucesso

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

A leitura deste capítulo possibilitará a você:

1 Discutir a mudança de foco em relação à aprendizagem dos fatores que influenciam o envelhecimento.

2 Listar as principais teorias biológicas do envelhecimento.

3 Descrever as principais teorias psicossociais do envelhecimento.

4 Identificar os fatores que promovem um processo saudável de envelhecimento.

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