137 capítulos
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Apêndice D2 - Crítica do estudo de Sawyer e colaboradores (2010)

Denise F. Polit, Cheryl Tatano Beck Grupo A PDF Criptografado

Crítica do estudo de Sawyer e colaboradores

(2010): “Diferenças nas percepções de diagnóstico e tratamento da apneia obstrutiva do sono e da terapia de pressão positiva contínua nas vias aéreas entre os indivíduos que aderiram ao tratamento e os que não aderiram”

RESUMO GERAL

Este é um relato bem-redigido e interessante de um estudo de um tópico significativo. A abordagem de métodos mistos QUAL + quan que foi utilizada era ideal para combinar ricos dados de entrevista narrativa com medidas objetivas e quantitativas de adesão do tratamento por pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP, do inglês continuous positive airway pressure). O uso de um modelo longitudinal permitiu que os pesquisadores tivessem perspectivas sobre as mudanças nas percepções dos pacientes do diagnóstico ao tratamento. O delineamento de estudo e os métodos foram descritos em detalhes, e os próprios métodos eram de alta qualidade. Os autores forneceram uma considerável informação sobre como a confiabilidade do estudo foi incrementada. Os resultados foram muito bem elaborados, e os pesquisadores incorporaram vários trechos das entrevistas. Esta foi, em termos gerais, uma excelente publicação descrevendo um robusto estudo.

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Medium 9788582714812

Capítulo 30. Delirium e demência

Charlotte Eliopoulos Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

30

Delirium e demência

VISÃO GERAL

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Delirium

A leitura deste capítulo possibilitará a você:

Demência

Doença de Alzheimer

Outras demências

Cuidados de pacientes com demência

1 Diferenciar delirium de demência.

2 Identificar os fatores causadores de delirium nos idosos.

3 Descrever as características, os sintomas e o controle da doença de Alzheimer.

4 Listar outras causas de demência em idosos que não a doença de Alzheimer.

5 Delinear as considerações de enfermagem para idosos com demência.

TERMOS PARA CONHECER

Delírium: confusão aguda, normalmente reversível

Demência: prejuízo irreversível e progressivo na função cognitiva

Prejuízo cognitivo leve: estágio transitório entre envelhecimento cognitivo normal e demência, em que a pessoa tem prejuízo mnemônico de curto prazo e desafios com funções cognitivas complexas

Síndrome do pôr-do-sol: confusão noturna

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Medium 9788582715888

Capítulo 48 - Síndrome pós-UTI

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Iveth Yamaguchi Whitaker; Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

Carla Roberta Monteiro

Suely Sueko Viski Zanei

Em 2010, a Society of Critical Care Medicine iniciou diversos encontros entre associações de saúde americanas[RT] para discussões sobre as consequências da doença crítica, buscando subsídios para iniciar melhorias na assistência em todo o continuum de cuidados para os sobreviventes das terapias intensivas e suas famílias. Nessa época, já se evidenciava uma tendência de decréscimo da mortalidade nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e, ao mesmo tempo, maior demanda por leitos em unidades críticas como resultado do envelhecimento da população.1 Além disso, ao longo dos anos, houve uma melhoria gradual e contínua nos processos de atendimento, que culminaram em resultados mais favoráveis para os pacientes.2

Um estudo3 multicêntrico mundial com 10.069 pacientes de UTIs, a maioria deles provenientes de países da Europa (54,1% da amostra), da Ásia e das Américas (37%) e cerca de 10% de pacientes da Oceania, do Oriente Médio e da África, revelou que a mortalidade média nas UTIs foi de 16,2%, ao passo que a mortalidade hospitalar foi de 22,4%. Isso significa que a maior parte dos pacientes admitidos em unidades críticas sobrevive, mesmo que tais resultados não sejam os melhores ou os ideais. Em outras palavras, mais de três quartos dos pacientes críticos sobrevivem em grande parte das UTIs.

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Capítulo 5 - Indicadores de qualidade assistencial em cuidados intensivos

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Iveth Yamaguchi Whitaker; Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

Neide Marcela Lucinio

Sergio Dias Martuchi

Indicadores em saúde estão presentes em muitas instituições por todo o mundo; no Brasil não é diferente, porém ainda são usados de maneira tímida frente a um potencial enorme a ser explorado.

Um estudo publicado em 2010 sobre qualidade assistencial em saúde suplementar, no Brasil, mostrou que, dos 3.799 hospitais pesquisados, 84,4% utilizavam a taxa de ocupação de leitos, 86,4%, a taxa de tempo médio de internação, 80,5%, as taxas de infecção, e 70,7%, a taxa de mortalidade; apenas 27,2% deles usavam indicadores como controle de reinternação pelo mesmo motivo ou controle de eventos adversos, cujos dados não refletiam a qualidade assistencial.1 Ressaltando a importância dos indicadores de qualidade assistencial em unidades de terapia intensiva (UTI), uma publicação de 2013, na Revista brasileira de terapia Intensiva, sobre readmissões e óbitos após a alta de UTIs, mostrou que a mortalidade entre os readmitidos em duas UTIs estudadas foi de 69,7 e 48,5%, respectivamente.2

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Capítulo 15 - Distúrbios do equilíbrio hidreletrolítico e acidobásico: implicações práticas

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Iveth Yamaguchi Whitaker; Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

Virginia de Araújo Pôrto

Adriana Montenegro de Albuquerque

Valdicléia da Silva Ferreira Torres

As funções orgânicas humanas dependem de um rigoroso equilíbrio nas quantidades e concentrações de líquidos, eletrólitos, ácidos e bases. Os fluidos são responsáveis pelo transporte de gases, nutrientes e excretas; os eletrólitos garantem as reações celulares; e os ácidos e bases atuam nas reações químicas essenciais à vida. O desequilíbrio de qualquer um desses elementos inicia reações de compensação nos outros, comprometendo todas as funções vitais do indivíduo.

A ocorrência desses distúrbios nas unidades de terapia intensiva (UTIs) é constante, tanto pela gravidade das patologias quanto pelos procedimentos terapêuticos instituídos. Mudanças mínimas nas concentrações normais, se não reconhecidas e tratadas, podem trazer sérios prejuízos ao paciente, como arritmias, edema cerebral, convulsões, entre outros, interferindo diretamente nos índices de morbimortalidade.

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