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3 - Aspectos Básicos da Farmacoterapia

GUARESCHI, Ana Paula Dias França; CARVALHO, Luciane Vasconcelos Barreto de; SALATI, Maria Inês Grupo Gen PDF Criptografado

3

Aspectos Básicos da

Farmacoterapia

Maria Inês Salati

Introdução

A farmacoterapia ocorre por meio de processos não muito simples, capazes de prevenir ou tratar uma doen­ça. A terapia por meio de fármacos desenvolveu-se a partir de conhecimentos populares, leigos, empíricos, com vié­s de magia e também da observação de aspectos clínicos no processo de melhora. Historicamente, houve mudanças no conhecimento médico quanto ao diagnóstico e à compreensão das patologias, o que, em paralelo, incentivou o avanço da farmacologia básica e clínica a fim de melhorar a compreensão dos alvos farmacológicos, com o intuito de criar fármacos mais eficazes, específicos e com menos efeitos colaterais, tornando, assim, a farmacoterapia mais apropriada e segura, para que seu efeito farmacológico seja o mais próximo possível do desejado, diante de boa especificidade.

Segundo a Organização Mundial da Saú­de (OMS), o conceito de droga restringe-se

às substâncias usadas no ser humano para diagnóstico, prevenção e tratamento das doen­ças. Já o conceito de medicamento é mais limitado, pois diz respeito a drogas de ação preventiva, paliativa ou curativa no organismo doente. Contudo, habitualmente, os termos “droga”, “fármaco” e “medicamento” são usados como sinônimos.

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Capítulo 12 - Sistema nervoso simpático

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

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12.1 Funções do sistema nervoso simpático

12 SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO

Sistema nervoso simpático

No decorrer da evolução, foi necessário desenvolver um sistema de controle eficiente para coordenar entre si as funções dos órgãos individuais nas formas de vida de complexidade crescente e permitir uma rápida adaptação às condições ambientais em constante mudança.

Esse sistema coordenador consiste no sistema nervoso central (SNC) com o encéfalo e a medula espinal, bem como duas vias independentes para comunicação com os órgãos periféricos, compreendendo os sistemas nervosos somático e autônomo. O sistema nervoso somático compreende os nervos da sensibilidade superficial e profunda, dos órgãos sensoriais e dos músculos esqueléticos e serve para perceber a situação do ambiente externo e adotar reações corporais apropriadas (se há uma ameaça → reação: luta ou fuga). O sistema nervoso vegetativo, juntamente com o sistema endócrino, controla o meio interno. Eles ajustam as funções dos órgãos internos às necessidades instantâneas do organismo. O controle neural permite adaptação rápida, enquanto o sistema endócrino provê uma adaptação de longo prazo. A atividade do sistema nervoso vegetativo acontece, em grande parte, sem controle voluntário, isto é, funciona de modo independente (por isso também é denominado sistema nervoso autônomo, SNA).

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Medium 9788580556148

Capítulo 57 - Penicilinas, cefalosporinas e outros antibióticos β-lactâmicos

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

57

Penicilinas, cefalosporinas e outros antibióticos β-lactâmicos

Conan MacDougall

Mecanismo de ação: inibição da síntese de peptidoglicanos

Mecanismos da resistência bacteriana às penicilinas e às cefalosporinas

Penicilinas

��Classificação das penicilinas e resumo de suas propriedades

farmacológicas

��Penicilina G e penicilina V

��Penicilinas resistentes à penicilinase

��Aminopenicilinas: ampicilina e amoxicilina

Cefalosporinas

��Mecanismo de ação

��Classificação

��Mecanismos da resistência bacteriana

��Farmacologia geral

��Agentes específicos

��Reações adversas

��Usos terapêuticos

Outros antibióticos β-lactâmicos

��Carbapenêmicos

��Monobactâmicos

��Penicilinas anti-Pseudomonas: carboxipenicilinas e ureidopenicilinas

Inibidores da β-lactamase

Os antibióticos β-lactâmicos – penicilinas, cefalosporinas, carbanêmicos e monobactâmicos – compartilham uma estrutura (anel

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Capítulo 3 - Vias de administração de fármacos

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

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3.1 Formas farmacêuticas para uso oral

3 VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE FÁRMACOS

Formas farmacêuticas para uso oral

As drágeas são comprimidos revestidos.

O núcleo da drágea (ou comprimido) é revestido, por exemplo, com uma camada de cera que serve para (1) proteger fármacos perecíveis da decomposição, (2) mascarar gosto ou odor desagradáveis, (3) facilitar a deglutição ou (4) permitir codificação por coloração. As cápsulas, na maioria das vezes, são formadas por um invólucro oblongo – na maioria das vezes, feito de gelatina – que contém, em seu interior, o fármaco em forma de pó, granulado ou, mais raramente, líquido.

No comprimido tipo matriz, o fármaco é incorporado a uma malha, da qual se difunde para o meio circunvizinho depois de umedecido.

Diferentemente das soluções, que permitem a absorção direta do fármaco (► Fig. 3.1A, terceira coluna), o uso de formas sólidas requer que os comprimidos inicialmente se desagreguem ou que as cápsulas se abram (desintegração) antes que o fármaco possa se dissolver (dissolução) e, assim, atravessar a mucosa gastrintestinal e alcançar a corrente sanguínea (absorção). Como a desintegração do comprimido e a dissolução do fármaco consomem um determinado tempo, a absorção ocorre principalmente no intestino (► Fig. 3.1A, segunda coluna). No caso de uma solução, a absorção já inicia no estômago

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Capítulo 40 - Farmacologia pulmonar

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

40

Farmacologia pulmonar

Peter J. Barnes

Mecanismos da asma

Mecanismos da DPOC

Vias de fornecimento de fármacos aos pulmões

��Via inalatória

��Via oral

��Via parenteral

Broncodilatadores

��Agonistas β2‑adrenérgicos

��Metilxantinas

��Antagonistas colinérgicos muscarínicos

��Novas classes de broncodilatadores

Corticosteroides

Antagonistas mediadores

��Anti‑histamínicos

��Antileucotrienos

Terapias imunomoduladoras

��Terapia imunossupressora

��Terapia com antirreceptor de IgE

��Imunoterapia específica

Novos fármacos em desenvolvimento para doenças das vias respiratórias

��Novos antagonistas mediadores

��Inibidores da protease

��Novos fármacos anti‑inflamatórios

��Mucorreguladores

��Mucolíticos

��Expectorantes

��Mecanismo de ação

Antitussígenos

��Efeitos anti‑inflamatórios na asma

��Opiáceos

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