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Capítulo 27 - Tratamento da cardiopatia isquêmica

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

27

Tratamento da cardiopatia isquêmica

Thomas Eschenhagen

Fisiopatologia da cardiopatia isquêmica

Fisiopatologia da angina de peito

Farmacoterapia da cardiopatia isquêmica

��Nitratos orgânicos

2+

��Bloqueadores dos canais de Ca

��β-bloqueadores

Estratégias terapêuticas

��Doença arterial coronariana estável

��Síndromes coronarianas agudas

��Claudicação e doença vascular periférica

Terapia mecanofarmacológica: stents endovasculares eluidores de fármacos

��Agentes antiplaquetários, anti-integrina e antitrombóticos

��Outros agentes antianginosos

Fisiopatologia da cardiopatia isquêmica

A interpretação fisiopatológica da cardiopatia isquêmica passou por grandes mudanças no decorrer das últimas duas décadas – desde um conceito de calcificação localizada, responsável por isquemia, constrição progressiva das artérias coronárias e angina de peito induzida por exercício, até a doença inflamatória sistêmica das artérias, incluindo as coronárias (daí o nome de DAC).

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Medium 9788580555967

59. Farmacologia perinatal e pediátrica

Bertram G. Katzung; Anthony J. Trevor Grupo A PDF Criptografado

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Tópicos especiais

59

C A P Í T U L O

Farmacologia perinatal e pediátrica

Gideon Koren, MD *

Os efeitos dos fármacos sobre fetos e lactentes recém-nascidos têm como base os princípios gerais descritos nos Capítulos 1 a 4. Entretanto, os contextos fisiológicos nos quais as leis farmacológicas operam são diferentes em gestantes e em lactentes em rápido desenvolvimento. No presente, os fatores farmacocinéticos específicos que operam nesses pacientes começam a ser compreendidos, ao passo que as informações acerca de diferenças farmacodinâmicas (p. ex., características e respostas de receptores) ainda são incompletas.

fArmAcoterAPiA nA grAVidez

Farmacocinética

A maioria dos fármacos administrados em gestantes atravessa a barreira placentária e expõe embrião e feto a seus efeitos farmacológicos e eventualmente teratogênicos. Entre os fatores mais importantes que afetam a transferência placentária e o efeito de fármacos sobre o feto estão: (1) as propriedades físico-químicas do fármaco; (2) a velocidade com que o fármaco atravessa a barreira placentária e a quantidade que chega ao feto; (3) a duração da exposição ao fármaco; (4) as características de distribuição nos diferentes tecidos fetais; (5) o estágio do desenvolvimento placentário e fetal no momento da exposição ao fármaco, e

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Medium 9788580555967

26. Anestésicos locais

Bertram G. Katzung; Anthony J. Trevor Grupo A PDF Criptografado

26

C A P Í T U L O

Anestésicos locais

Kenneth Drasner, MD *

esTuDo De CAso

Uma mulher de 67 anos está agendada para uma artroplastia eletiva do joelho. Quais seriam os anestésicos locais mais apropriados se a anestesia cirúrgica utilizasse uma técnica espinal ou epidural, e quais seriam as complicações

Em termos simples, a anestesia local refere-se à perda de sensação em uma região limitada do corpo. É obtida pela interrupção do fluxo neural aferente por meio da inibição da geração ou propagação de impulsos. Esse bloqueio pode produzir outras alterações fisiológicas, como paralisia muscular e supressão dos reflexos somáticos ou viscerais, e esses efeitos podem ser desejáveis ou indesejáveis, dependendo das circunstâncias específicas. Todavia, na maioria dos casos, o principal objetivo é a perda de sensação ou, pelo menos, a obtenção de analgesia localizada.

Embora os anestésicos locais com frequência sejam usados como analgésicos, a sua característica diferencial consiste na capacidade de produzir uma perda completa de todas as modalidades sensoriais. O contraste com a anestesia geral deve ser

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Medium 9788580556148

Capítulo 10 - Agentes anticolinesterásicos

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

Agentes anticolinesterásicos

Palmer Taylor

Acetilcolinesterase

Usos terapêuticos dos inibidores da AChE

��Estrutura da acetilcolinesterase

��Agentes terapêuticos disponíveis

��A AChE é essencial?

��Íleo paralítico e atonia da bexiga

Inibidores da acetilcolinesterase

��Mecanismo de ação molecular dos inibidores da AChE

��Química e relações entre estrutura e atividade

��Base dos efeitos farmacológicos dos inibidores de ChE

��Efeitos nos sistemas fisiológicos

��Glaucoma e outras indicações oftalmológicas

��Miastenia gravis

��Doença de Alzheimer

��Profilaxia na intoxicação por inibidores da colinesterase

��Intoxicação por fármacos anticolinérgicos

��ADME

��Toxicologia

Acetilcolinesterase

A atividade hidrolítica da AChE termina a ação da ACh nas junções das várias terminações nervosas colinérgicas com seus

órgãos efetores ou locais pós-sinápticos (Cap. 8). Os fármacos que inibem a AChE são denominados anti-ChE, pois inibem tanto a AChE quanto a BChE. A BChE não é encontrada nas sinapses dos terminais nervosos, mas no fígado e no plasma, onde metaboliza os ésteres circulantes. Os inibidores da AChE provocam o acúmulo de ACh nas proximidades das terminações nervosas colinérgicas e, assim, são potencialmente capazes de exercer efeitos equivalentes à estimulação excessiva dos receptores colinérgicos em todo o SNC e no sistema nervoso periférico. Tendo em vista a ampla distribuição dos neurônios colinérgicos através das espécies animais, não é surpreendente que os agentes anti-ChE tenham sido objeto de extensa aplicação como agentes tóxicos, na forma de inseticidas e pesticidas na agricultura, ou como potentes “gases de nervos” na guerra química. Além disso, vários compostos dessa classe são utilizados como agentes terapêuticos; outros que atravessam a barreira hematencefálica foram aprovados ou estão em fase de estudos clínicos para o tratamento da doença de Alzheimer.

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Medium 9788582712610

Letra A

Mayde S. Torriani, Luciana dos Santos, Isabel Cristina Echer, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

A

ABACAVIR (ABC)

Grupo farmacológico. Antirretroviral; inibidor da transcriptase reversa análogo aos nucleosídeos (ITRAN).

Nome comercial.

►► Referência. Ziagenavir (GlaxoSmithKline)

Apresentações. Cpr de 300 mg; sol oral de 20 mg/mL com 240 mL.

Receituário. Receituário do Programa DST/aids (SICLON) + Receituário de

Controle Especial, em duas vias (branco).

Espectro. Ativo contra o HIV tipos 1 e 2.

Uso. Tratamento da infecção pelo HIV.

Contraindicações. IH moderada a grave, amamentação.

Posologia.

■■ Adultos: 300 mg, VO, de 12/12 h, ou dose única diária de 600 mg; combinação com 3TC – dose única diária.

Modo de administração.

Via oral: os cpr revestidos e a sol oral podem ser administrados com ou sem a presença de alimentos, com água (200 mL). Para pediatria, a sol oral é acompanhada de seringa dosadora.

Via sonda: administrar a sol oral via sonda e em separado da dieta enteral.

Interações medicamentosas.

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