212 capítulos
Medium 9788582712610

Letra Q

Mayde Seadi Torriani; Luciana dos Santos; Isabel Cristina Echer, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

Q

QUETIAPINA

Grupo farmacológico. Antipsicótico atípico; bloqueia os recep­tores 5-HT2 da serotonina e D2 da dopamina.

Nomes comerciais.

►► Referência. Seroquel (AstraZeneca); Seroquel XRO (AstraZeneca)

►► Genérico. Fumarato de quetiapina, quetiapina.

►► Similar. Queropax (Sigma Pharma); Querok (Legrand); Fumarato de

Quetiapina equivalente a Quetiapina

Apresentações. Cpr de 25, 100, 200 e 300 mg; cpr de liberação prolongada de 50, 200 e 300 mg.

Receituário. Receituário de Controle Especial C, em duas vias (branco).

Usos. Esquizofrenia, episódios maníacos e depressivos asso­ ciados ao transtorno afetivo bipolar.

Contraindicações. Depressão grave do SNC e coma, supres­são de medula

óssea, discrasias sanguíneas, disfunção hepá­tica grave.

Posologia.

■■ Adultos: iniciar com 25 mg, 2x/dia. Aumentar 25-50 mg, a cada 2 dias, até doses em torno de 400 mg/dia, administrados em 2 tomadas. Dose usual de manutenção: 150-800 mg/dia. Em idosos, a dose de manutenção deve ser menor.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582712610

Letra F

Mayde Seadi Torriani; Luciana dos Santos; Isabel Cristina Echer, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

F

FAMOTIDINA

Grupo farmacológico. Inibidor dos receptores H2. Antiúlcera.

Nomes comerciais.

►► Referência. Famox (Aché)

►► Similar. Famotid (Neo Química); Famoxil (Hebron)

Apresentações. Cpr de 20 e 40 mg.

Usos. Tratamento de úlcera gástrica, úlcera duodenal, DRGE, estados hipersecretores.

Contraindicações. Hipersensibilidade à substância ou a outros antagonistas H2.

Posologia.

■■ Adultos: VO: Úlcera duodenal e gástrica: 40 mg/dia, dose única à noite por

4-8 semanas. DRGE sem esofagite: 20 mg, 2x/dia, por 6 semanas. DRGE com esofagite erosiva: 20 ou 40 mg, 2x/dia, por 12 semanas. Estados hipersecretores: dose inicial de 20 mg, a cada 6 h – incrementos da dose podem ser feitos até 160 mg a cada 6 h. IV: 20 mg, 12/12 h.

Modo de administração.

■■ Via oral: administrar com os alimentos.

■■ Via sonda: para a administração via sonda, pode­‑se preparar a susp oral a partir dos cpr ou dispersá­‑los em água (uso imediato). Administrar separadamente da dieta enteral.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713808

Capítulo 31 - Antimicóticos

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

282

31.1 Fármacos para tratamento de infecções por fungos

31 ANTIMICÓTICOS

Fármacos para tratamento de infecções por fungos

As infecções por fungos, em geral, são confinadas à pele ou às membranas mucosas: micoses locais. Contudo, em condição de imunodeficiência, os órgãos internos também podem ser atingidos: micose sistêmica.

Mais comumente, as micoses são decorrentes de dermatófitos, que afetam a pele, pelos e unhas em consequência de contaminação externa. A Candida albicans é uma levedura que, em geral, já se encontra na superfície do organismo e que pode causar infecção das membranas mucosas, menos frequentemente da pele ou de órgãos internos quando as defesas naturais estão debilitadas (imunossupressão ou eliminação da flora bacteriana intestinal pelos antibióticos de amplo espectro).

Os derivados imidazólicos inibem a síntese de ergosterol, um constituinte essencial das membranas das células dos fungos e equivalente ao colesterol dos pacientes. Os fungos param de crescer (efeito fungistático) ou morrem (efeito fungicida). O espectro dos fungos atingidos é muito amplo. Como são pouco absorvidos e mal tolerados sistemicamente, a maioria dos imidazóis apenas é adequada para uso tópico (clotrimazol, econazol, oxiconazol e sertaconazol).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556148

Capítulo 11 - Nicotina e agentes que atuam na junção neuromuscular e nos gânglios autônomos

Laurence L. Brunton PhD; Randa Hilal-Dandan PhD; Björn C. Knollmann, MD, PhD Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

Nicotina e agentes que atuam na junção neuromuscular e nos gânglios autônomos

Ryan E. Hibbs e Alexander C. Zambon

Receptor nicotínico de acetilcolina

Neurotransmissão ganglionar

��Perspectiva

��O receptor nicotínico neural e os potenciais pós-sinápticos

��Estrutura dos receptores nicotínicos

��Fármacos estimulantes ganglionares

Transmissão na junção neuromuscular

��Fármacos bloqueadores ganglionares

��Fármacos bloqueadores neuromusculares

Adição à nicotina e cessação do tabagismo

��Farmacologia clínica

��Terapia de reposição de nicotina

��Vareniclina

��Citisina

Receptor nicotínico de acetilcolina

O receptor nicotínico de ACh medeia a neurotransmissão pós-sináptica na junção neuromuscular e nos gânglios autônomos periféricos; no SNC, esse receptor modula em grande parte a liberação dos neurotransmissores pelas estruturas pré-sinápticas. O receptor é denominado receptor nicotínico de ACh porque pode ser estimulado pelo alcaloide nicotina e pelo neurotransmissor

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555967

61. Farmacologia dermatológica

Bertram G. Katzung; Anthony J. Trevor Grupo A PDF Criptografado

61

C A P Í T U L O

Farmacologia dermatológica

Dirk B. Robertson, MD, e Howard I. Maibach, MD

esTuDo De CAso

Uma paciente de 22 anos apresenta queixa de agravamento de psoríase. Ela tem uma forte história familiar da doença e apresenta lesões no couro cabeludo e nos cotovelos há vários anos. Recentemente, notou novas lesões surgidas nos joelhos e nas solas dos pés. Ela vem usando

As doenças cutâneas representam oportunidades especiais para o médico clínico. Em particular, a administração por via tópica,

é apropriada para as doenças de pele, embora alguns quadros dermatológicos respondam bem ou melhor à administração sistêmica.

Os princípios farmacocinéticos gerais que norteiam o uso de fármacos aplicados à pele são os mesmos envolvidos com as outras vias de administração (ver Capítulos 1 e 3). Embora com frequência seja descrita como uma estrutura simples em três camadas, a pele forma uma série complexa de barreiras à difusão (Figura 61-1). A quantificação do fluxo de fármacos e seus veículos por essas barreiras constituem a base da análise farmacocinética que interessa à terapêutica dermatológica, e as técnicas para essas medições vêm se desenvolvendo com rapidez em número e em sensibilidade.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos