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Capítulo 3. Enfermagem baseada em evidências

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Dulce Aparecida Barbosa

Mônica Taminato

A tecnologia e o acesso a informações evoluem de forma muito acelerada, e a formação do profissional enfermeiro deve acompanhar esse desenvolvimento. Para isso, muitos desafios devem ser superados, e diversas competências e habilidades são necessárias para transpor as novas demandas do mercado de trabalho, que a academia e a sociedade propõem a esse profissional.

Outro grande desafio é formar profissionais com capacidade de divulgar em literatura indexada e avaliar o impacto das intervenções de enfermagem que contribuam de maneira preventiva, com redução da morbimortalidade e melhoria da qualidade de vida dos pacientes, dos familiares e dos sistemas de saúde.1

Profissionais da saúde, consumidores, pesquisadores e formuladores de políticas têm acesso à quantidade crescente de informação científica disponível. É improvável, contudo, que todos terão tempo e recursos para identificar e avaliar essas evidências e incorporá-las às decisões em saúde.2

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Capítulo 17. Oxigenoterapia

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Graciana Maria de Moraes Coutinho

Ana Laura Oliveira Guedes

Introdução

O sistema respiratório compreende desde o nariz até os alvéolos pulmonares e visa garantir a realização das trocas gasosas em condições adequadas, em face da inalação constante de impurezas e de microrganismos presentes no meio ambiente.1

A prescrição de oxigênio deve respeitar indicações definidas e incluir especificações de dose, forma de administração, duração da terapia e monitoração da saturação.2

Definição

A oxigenoterapia é definida como a administração de oxigênio com finalidade terapêutica, em casos em que o paciente apresenta respiração ruidosa, taquipneia, ortopneia, cianose, batimentos das asas do nariz, queda da saturação de oxigênio, entre outros.3 As formas mais convencionais de administração de oxigênio dependem de máscaras faciais ou cânulas e dispositivos nasais.4

Consiste na oferta adequada de oxigênio (O2) complementar ao paciente com a finalidade de impedir ou tratar deficiência de oxigênio ou hipóxia. A American Association for Respiratory Care (AARC) cita como principais indicações de oxigenoterapia pacientes com pressão arterial de oxigênio (PaO2) menor do que 60 mmHg ou saturação periférica de oxigênio (SpO2) menor do que 90% em ar ambiente, ou SpO2 menor do que 88% durante a deambulação, exercícios ou sono em portadores de doença cardiorrespiratória.5

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Capítulo 19. Inserção e cuidados com sonda nasoentérica e nasogástrica

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

19

19.1

Vânia Lopes Pinto

Tânia A. Moreira Domingues

Ana Cristina Tripoloni

Introdução

Em algumas situações, o atendimento das necessidades nutricionais pela ingestão por via oral de uma dieta adequada pode estar prejudicado e, nessas circunstâncias, pode ser necessária a utilização de outro método de alimentação. Neste capítulo, vamos apresentar a definição das sondas normalmente utilizadas na drenagem gástrica e na administração de dieta enteral, além dos aspectos legais que envolvem o emprego desses dispositivos, assim como os materiais e o passo a passo necessário para a sua inserção.

Inserção de sonda oro e nasogástrica

Definição

É a passagem de uma sonda através da boca ou do nariz, posicionando-a próximo à parte distal do estômago (gástrica ou pré-pilórica).1,2

Indicação

Drenar o conteúdo gástrico para descompressão, realizar lavagem gástrica e administração de medicamentos e/ou dieta, alimentação, hidratação, administração de medicamentos em pacientes com dificuldade ou impossibilidade de se alimentar, descompressão gástrica, remoção parcial ou total do conteúdo gástrico e proteção contra broncoaspiração.

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Capítulo 5. Segurança do paciente

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Andréia Cascaes Cruz

Cintia Monteiro Lustosa

Sheilla Siedler Tavares

Mavilde L. G. Pedreira

A segurança do paciente constitui umas das mais atuais e desafiantes áreas de intervenção em sistemas de saúde. Diz respeito ao estudo das interações que ocorrem no sistema de saúde e que podem resultar em erros e eventos adversos. A segurança do paciente tem sido considerada prioridade nas políticas públicas de países desenvolvidos. No Brasil, destaca-se a implantação do Programa Nacional de Segurança do Paciente pelo Ministério da Saúde em 2013, que considera necessário “desenvolver estratégias, produtos e ações direcionadas aos gestores, profissionais e usuários da saúde sobre segurança do paciente, que possibilitem a promoção da mitigação da ocorrência de evento adverso na atenção à saúde”.1

O estudo do erro humano pressupõe que as medidas de promoção de mudanças contínuas para a criação de barreiras direcionadas à sua prevenção têm como fundamento uma visão sistêmica, ou seja, são as alterações ou o redesenho do sistema que proporcionam condições para que seres humanos desempenhem sua capacidade cognitiva e pessoal de modo pleno, de modo a alcançarem os melhores resultados possíveis. Esse é um processo contínuo e dinâmico, que resulta em avanços e evolução dos sistemas para a busca contínua de qualidade.

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Capítulo 8. Preparo de medicamentos

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

8

8.1

Ana Paula Dias de Oliveira

Dayana Souza Fram

Introdução

Erros de medicação têm recebido destaque a partir de publicações que divulgaram a elevada mortalidade,1 o aumento dos custos e a repercussão para o paciente, para as instituições de saúde e para a sociedade.2,3 Além disso, incidentes desse tipo podem resultar em processos e ações ético-moral-legais.4

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, erros de medicação são definidos como falhas no processo do tratamento medicamentoso que podem conduzir ou que têm potencial para conduzir a danos ao paciente.5

Erros de medicação podem ocorrer em qualquer etapa do sistema, sendo classificados em: erros de prescrição, erros de dispensação e erros de administração.6

Apesar de se tratar de eventos preveníveis e previsíveis, estudos revelam números expressivos de erros de medicação na etapa de administração.7-9

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