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Capítulo 16. Termoterapia e crioterapia

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Rosali Isabel Barduchi Ohl

Suzel Regina Ribeiro Chavaglia

Graciana Maria de Moraes Coutinho

Termoterapia

Introdução

A termoterapia surgiu a partir do momento em que o homem primitivo percebeu que, expondo-se ao sol, obtinha benefícios – o calor era reconfortante e os efeitos, vitalizantes. Sem nenhum tipo de conhecimento, apenas com a capacidade de observação, o homem, intuitivamente, banhou um ferimento em água para curar e friccionou o músculo contundido para aliviar a dor. Hoje ela é uma ferramenta terapêutica utilizada em muitos traumas e no reumatismo, sendo um de seus principais efeitos imediatos, o alívio da dor.1,2

Definição

Medida terapêutica e/ou de conforto que consiste no uso de calor de origem química, elétrica, magnética ou mecânica, em aplicação cutânea, para auxiliar nas funções fisiológicas – vasodilatação e terapêuticas –, aumentando o metabolismo celular.3

Indicação1-3

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Capítulo 9. Administração de dieta parenteral

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Ana Cristina Tripoloni 

Tânia A. Moreira Domingues

Introdução

A nutrição parenteral é a administração de uma solução de nutrientes, hipertônica (nutrição parenteral total [NPT]) ou isotônica (nutrição parenteral periférica [NPP]), composta de proteínas, carboidratos e vitaminas, além de eletrólitos, aminoácidos e micronutrientes, sendo que sua formulação é feita de acordo com as necessidades do paciente.1

Definição

A terapia nutricional parenteral (TNP) consiste na oferta de nutrição por via parenteral (endovenosa), podendo ser administrada através de acesso central ou periférico, conforme a osmolaridade da solução (deve ser menor que 900 mOsmol/L; valores superiores devem ser administrados em via central). Está indicada quando o trato gastrintestinal está indisponível ou quando a necessidade nutricional não pode ser atendida de forma integral pelo trato gastrintestinal através das vias oral ou enteral.2

Indicações

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Capítulo 14. Coleta de sangue venoso

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Eliana Cavalari Teraoka

Introdução

A punção venosa é o método mais comum para obtenção de amostra de sangue venoso e envolve a perfuração de uma veia com agulha estéril.1,2

A coleta de sangue é amplamente praticada e continua sendo de inestimável valor para o diagnóstico e tratamento de vários processos patológicos. A sistematização do processo de coleta evita uma série de erros, retrabalhos e desperdícios de amostras e de reagentes, evitando danos aos pacientes e à imagem da instituição e custos maiores e desnecessários.3 A escolha de materiais deve oferecer segurança ao profissional que manuseia o produto, reduzindo riscos de acidentes de trabalho, proporcionando segurança no atendimento ao paciente e aumentando a confiança do exercício da função, ofertando um resultado laboratorial confiável.3

Quando há erro na coleta de uma amostra de sangue, os resultados são inexatos e enganosos para o clínico e podem ocasionar ao paciente o incômodo da repetição do teste. As três principais questões decorrentes de erros na coleta de uma amostra de sangue são hemólise, contaminação e erro de rotulagem.4

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Capítulo 13. Inserção e curativos de cateteres

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

13

13.1

Ariane Ferreira Machado Avelar

Kelly Cristina Sbampato Calado Orsi

Introdução

A inserção de cateteres endovenosos periféricos constitui um dos procedimentos mais realizados no ambiente hospitalar e é, muitas vezes, considerado simples pelos profissionais. No entanto, compreende diversas etapas que devem ser seguidas, desde a avaliação do material disponível, da rede venosa do paciente até a obtenção do acesso propriamente dito.

O cumprimento das etapas por todos os profissionais que desempenham esse procedimento minimiza a possibilidade de eventos relacionados à punção, seja de origem física ou emocional, o que contribui para a segurança do paciente.

Definição

A inserção de um cateter endovenoso periférico, também denominada punção venosa periférica, refere-se à introdução de um cateter no lúmen de uma veia periférica.1-3

Indicação

A inserção do cateter endovenoso periférico é indicada para administração de medicamentos, soluções, componentes sanguíneos e nutricionais, além da coleta de amostras de sangue para análise laboratorial.4

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Capítulo 6. Precauções-padrão e específicas

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Julia Yaeko Kawagoe

Mônica Taminato

A infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS), anteriormente denominada infecção hospitalar, é definida como uma infecção que se desenvolve em um serviço de saúde (SS) onde se presta assistência à saúde – hospital, instituição de longa permanência, ambulatório, centro de diálise, unidades clínicas e cirúrgicas, unidade de pronto atendimento e assistência domiciliar – e que não está presente nem em incubação na admissão do paciente. Também inclui as infecções ocupacionais adquiridas pelos profissionais de saúde (PS) durante suas atividades laborais.1

As IRAS constituem um dos maiores e mais graves problemas relacionados à segurança por atingirem um número expressivo de pacientes em todo o mundo, tendo como causa vários fatores relacionados aos sistemas e processos de prestação de cuidados, assim como o comportamento dos PS e pacientes. É um dos eventos adversos mais frequentes que acometem pacientes de países desenvolvidos e em especial de países em desenvolvimento, onde se estima que o risco de adquirir IRAS é 2 a 20 vezes maior quando comparado a países desenvolvidos, sendo que a proporção de pacientes infectados pode exceder 25%.2

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