278 capítulos
Medium 9788582714072

Capítulo 19 - Neoplasia do corpo uterino

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

19

Neoplasia do corpo uterino

Márcia L. Appel

Valentino Magno

Heleusa Monego

Tiago Selbach Garcia

Razyane Audibert Silveira

Hiperplasia endometrial

A hiperplasia endometrial (HE) é uma condição histológica caracterizada pela proliferação das glândulas endometriais que exibem tamanho e formato variados, aumento da relação glândula-estroma e presença ou não de atipias epiteliais. Do ponto de vista clínico, a HE está associada a sangramento uterino anormal

(SUA) perimenopáusico ou pós-menopáusico.

A HE resulta do estímulo estrogênico persistente e prolongado, sem a habitual oposição cíclica da progesterona e, portanto, é quase invariavelmente encontrada em mulheres anovulatórias perimenopáusicas. Na mulher pós-menopáusica, os estrogênios exógenos utilizados de maneira contínua, sob forma de terapia hormonal (TH), sem oposição da progesterona, ou os estrogênios endógenos, obtidos a partir da conversão periférica (no tecido adiposo) de androstenediona em estrona (estrogênio), podem expor o endométrio ao estímulo prolongado, levando à hiperplasia e, às vezes, ao câncer. De fato, alguns tipos de hiperplasia representam estados pré-malignos. Em 1985, Kurman e colabora-

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714072

Capítulo 25 - Puberdade precoce

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

25

Puberdade precoce

Solange Garcia Accetta

Jaqueline Neves Lubianca

Cristiano Caetano Salazar

Alberto Mantovani Abeche

Fernando Freitas

As modificações biológicas que acontecem na adolescência são conhecidas como puberdade, sendo as mais evidentes o crescimento em estatura e o desenvolvimento de caracteres sexuais secundários. A puberdade normal inicia entre 8 e 13 anos (média de 10,5 anos) de idade para meninas e entre 9 e 14 anos para meninos.1 A definição do desenvolvimento puberal normal é baseada nos achados de

95% da população, ou até 2 desvios-padrão

(DPs) da média do início das transformações puberais. Apesar de ocorrerem pequenas variações individuais, tanto na época de início quanto na sequência da maturação sexual, o processo costuma durar em média 3 a 4 anos em ambos os sexos. Meninas afrodescendentes tendem a finalizar o processo em idade mais precoce do que as meninas brancas.

Nas meninas, o primeiro sinal da puberdade costuma ser o aparecimento do botão ou broto mamário (telarca), seguido do surgimento dos pelos terminais (pubarca), do estirão de crescimento linear e, por último, da primeira menstruação (menarca). O botão mamário pode ser inicialmente unilateral, não caracterizando anormalidade. O intervalo de tempo entre a telarca e a pubarca costu-

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714072

Capítulo 34 - Infertilidade

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

34

Infertilidade

Eduardo Pandolfi Passos

Deborah Beltrami Gomez

Ivan Sereno Montenegro

Elizabeth Cirne-Lima

Fernando Freitas

A infertilidade ou subfertilidade é definida como incapacidade de conseguir uma gravidez bem-sucedida após 12 meses ou mais de adequada exposição ao coito, em um casal sexualmente ativo e sem uso de métodos anticoncepcionais.1-3

Com base nessa definição, é indicada a avaliação do casal com infertilidade. Em mulheres com mais de 35 anos de idade, devido à possibilidade de diminuição da fertilidade relacionada

à idade, deve-se esperar 6 meses para iniciar a investigação. Em casos nos quais o casal já apresente uma suspeita ou um problema de saúde relacionado à fertilidade, ou em mulheres com mais de 40 anos, a investigação deve ser iniciada logo no primeiro atendimento ao casal.4

A infertilidade deve ser considerada como um grave problema de saúde pública, já que, por mudança no comportamento da população, há decréscimo significativo na taxa de natalidade no mundo todo. Apesar de não ser um agravo de saúde que ameace a vida do indivíduo, está relacionado com a diminuição da qualidade de vida, com problemas sociais, psíquicos e mentais.5

Ver todos os capítulos
Medium 9788527732550

4 - Admissão do Recém-Nascido de Alto Risco

TAMEZ, Raquel Nascimento Grupo Gen PDF Criptografado

4

Admissão do

Recém-Nascido de

Alto Risco

Critérios para admissão, 36

��

Material necessário, 36

��

Classificação do recém-nascido e avaliação da idade gestacional, 37

��

Exame físico, 39

��

Protocolo de toque mínimo | Primeiras 96 horas, 42

��

Bibliografia, 47

��

Tamez - 04.indd 35

29/06/2017 11:31:35

36

Enfermagem na UTI Neonatal

Critérios para admissão

Material necessário

Os critérios recomendados para admissão do recém-nascido (Figura 4.1) na UTI neonatal poderão variar de um hospital para outro. Mas sempre se deve levar em conta condições que possam levar a uma transição não ótima da vida intrauterina, que requiram observação e cuidado mais especializado. Fatores tanto pré-natais quanto pós-parto que levem ao risco de uma transição problemática da vida intrauterina para a extrauterina indicam a necessidade de admissão desse neonato na UTI neonatal. Tais fatores são:

Ver todos os capítulos
Medium 9788527727198

Capítulo 17 | Transição do Recém Nascido

RICCI, Susan Scott Grupo Gen PDF Criptografado

17

Palavras‑chave

Ambiente térmico neutro (ATN)

Estresse pelo frio

Icterícia

Mecônio

Perío­do neonatal

Reflexo

Respiração perió­dica

Resposta neurocomportamental

Surfactante

Termorregulação

Transição do Recém‑Nascido

Objetivos da aprendizagem

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir as principais palavras‑chave utilizadas neste capítulo.

2. Examinar as principais alterações fisiológicas que ocorrem durante a transição do recém‑nascido para a vida extrauterina.

3. Determinar os principais desafios enfrentados pelo recém‑nascido durante a transição para a vida extrauterina.

4. Diferenciar os três padrões de comportamento pelos quais o recém‑nascido evolui após o nascimento.

5. Avaliar as cinco respostas comportamentais típicas do recém‑nascido desen­ca­dea­das por estímulos externos.

A enfermeira domiciliar da empresa Healthy Start revisou o prontuá­rio da cliente enquanto estava no carro antes de sair para o atendimento: primípara de 18 anos, 1 semana de pós‑parto de recém‑nascida a termo com 3.180 kg de peso.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos