117 capítulos
Medium 9788527735483

15 Adaptações Pós-Parto

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Apego

Atonia uterina

Fase dependente

Fase dependenteindependente

Fase interdependente

Ingurgitamento

Interação genitor-filho

Involução

Lactação

Lóquios

Puerpério

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Examinar as alterações fisiológicas sistêmicas que ocorrem na puérpera após o parto.

2. Determinar as alterações psicológicas que ocorrem na puérpera após o parto.

3. Correlacionar as medidas de autocuidado materno a serem implementadas no período pós-parto.

4. Integrar as dimensões dos cuidados pós-parto à família multicultural.

5. Planejar os cuidados de enfermagem pós-parto de modo a fomentar a ligação da mãe com o recém-nascido.

6. Avaliar as fases de ajuste ao papel de mãe e os comportamentos associados.

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Medium 9788527735483

6 Distúrbios das Mamas

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Alterações fibrocísticas da mama

Aumento das mamas

Autoexame da mama (AEM)

Câncer de mama

Carcinoma

Cirurgia com preservação da mama

Doença benigna da mama

Ectasia ductal

Fibroadenomas

Hormonoterapia (terapia endócrina)

Implantes mamários

Mamografia

Mastectomia radical modificada

Mastectomia simples

Mastite

Quimioterapia

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Identificar a incidência, os fatores de risco, os métodos de rastreamento e as modalidades de tratamento para condições benignas da mama.

2. Avaliar os motivos de realizar aumento das mamas, inclusive os benefícios e riscos potenciais.

3. Delinear estratégias de prevenção do câncer de mama por meio de mudanças de estilo de vida e rastreamento de saúde.

4. Analisar a incidência, os fatores de risco, as modalidades de tratamento e as considerações de enfermagem relacionadas com o câncer de mama.

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Medium 9788582714096

Capítulo 41 - Doenças cardiovasculares na gestação

Sérgio H. Martins-Costa, José Geraldo Lopes Ramos, José Antônio Magalhães, Eduardo Pandolfi Passos, Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

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Doenças cardiovasculares na gestação

Nadine Clausell

Daniela Vanessa Vettori

Edimárlei Gonsales Valério

A gestação e o puerpério são acompanhados de importantes mudanças no sistema cardiocirculatório que podem levar à deterioração do quadro clínico de mulheres com cardiopatias prévias ou, ainda, desmascarar uma cardiopatia silenciosa subjacente. Embora a doença cardíaca ocorra em apenas 0,5 a 1% das gestantes, é uma causa importante de morbimortalidade materna e influencia de forma significativa os desfechos perinatais. As principais cardiopatias presentes na gestação são as cardiopatias congênitas, as doenças valvares, as miocardiopatias e a doença de Chagas. No passado, a doença reumática era a forma mais comum de cardiopatia nas gestantes nos Estados Unidos.

Atualmente, naquele país, predomina a doença cardíaca congênita, em parte devido aos avanços no seu tratamento, os quais possibilitaram que as crianças afetadas alcancem a idade adulta e engravidem. A doença reumática ainda prevalece como causa frequente de cardiopatia na gestação, nos países em desenvolvimento. A síndrome de Marfan (SM) e a coronariopatia (mais especificamente, o infarto agudo do miocárdio [IAM]) têm importância, apesar de incomuns, tendo em vista a gravidade do quadro clínico nas gestantes.

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Medium 9788582714096

Capítulo 26 - Parto vaginal instrumentado

Sérgio H. Martins-Costa, José Geraldo Lopes Ramos, José Antônio Magalhães, Eduardo Pandolfi Passos, Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

26

Parto vaginal instrumentado

Fernando Freitas

Sérgio H. Martins-Costa

José Geraldo Lopes Ramos

Ana Selma Bertelli Picoloto

Teresinha Zanella

O parto vaginal instrumentado (também denominado parto vaginal operatório) é aquele no qual o obstetra utiliza-se de instrumentos

(fórcipe, vácuo-extrator ou dispositivo de

Odón) para auxiliar o nascimento por via vaginal. A decisão sobre a utilização do parto vaginal instrumentado deve levar em conta o impacto materno e fetal do uso desses instrumentos contra as alternativas de manter conduta expectante ou optar pela cesariana.

Prevalência

A prevalência do parto vaginal instrumentado varia em diferentes regiões, indo de 1 a 23% dos partos vaginais. Nos Estados Unidos, em

2014, 3,2% dos partos foram instrumentados, sendo 0,57% com uso de fórcipe e 2,64% com uso de vácuo-extrator.1 No Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), em 2007, ocorreram 4,59% partos instrumentados, enquanto, em 2015, 2,64% dos partos vaginais foram instrumentados. Isso demonstra uma nítida diminuição do uso de fórcipe no nosso meio, o que pode ter implicações no treinamento deste importante instrumento obstétrico.

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9 Violência e Maus-Tratos

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Abuso de menor

Abuso sexual

Ciclo de violência

Estupro

Estupro em encontro (date rape)

Estupro por pessoa conhecida

Incesto

Mutilação genital feminina (MGF)

Síndrome da mulher espancada

Tráfico de pessoas

Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

Violência por parceiro íntimo (VPI)

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Examinar a incidência de violência contra mulheres.

2. Caracterizar o ciclo de violência e as intervenções adequadas.

3. Avaliar os vários mitos e fatos relacionados com a violência.

4. Analisar a dinâmica do estupro e do abuso sexual.

5. Selecionar os recursos disponíveis para as mulheres vítimas de maus-tratos.

6. Delinear o papel do profissional de enfermagem que cuida de mulheres vítimas de maus-tratos.

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