277 capítulos
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77 - Cuidado com a Cavidade Oral

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

77

Cuidado com a Cavidade Oral

Diretrizes clínicas

• O cuidado com a cavidade oral de lactentes e crianças de pouca idade pode ser feito por uma enfermeira, uma técnica de enfermagem ou um cuidador devidamente treinado

• A higiene oral é introduzida durante a lactância, antes da erupção do primeiro dente, e à medida que a criança cresce deve-se incentivar a independência para promover bons hábitos

• Monitore as práticas de higiene oral (escovação e uso de fio dental) até que a criança tenha destreza manual e a prática esteja firmemente estabelecida, frequentemente até 8 ou 9 anos de idade. Assegure-se de que a criança não engula creme dental

• Certifique-se de que o atendimento odontológico preventivo inclui o seguinte:

° A primeira consulta a um odontopediatra se dá entre 6 e

12  meses de idade, quando ocorre a erupção do primeiro dente, para determinar os fatores de risco e avaliar as necessidades de flúo­r antes da erupção dos dentes permanentes da criança. Além disso, a American Academy of Pediatric

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65 - Administração de Medicamentos: Oftálmicos

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

65

Administração de Medicamentos:

Oftálmicos

Diretrizes clínicas

• Os medicamentos oftálmicos são administrados por uma enfermeira, técnica de enfermagem, médico, ou os pais desde que conheçam o medicamento e as técnicas de administração dos medicamentos oftálmicos a uma criança

• O médico prescreve os medicamentos

• Os medicamentos são administrados dentro do perío­do de uma hora do tempo prescrito

• São seguidos os princípios do tratamento farmacológico (veja o Capítulo 4).

Equipamento

Medicamento correto

Conta-gotas

Algodão em bola/gaze 2 × 2

Lenços de papel

Luvas de procedimento.

1 23

Avaliação e preparação da criança e da família

• Pesquise as experiências prévias da criança em receber medicamentos oftálmicos

• Avalie o entendimento da criança e dos pais sobre a necessidade do uso dos medicamentos oftálmicos que serão administrados

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Capítulo 41 - Doenças cardiovasculares na gestação

Sérgio H. Martins-Costa; ; José Geraldo Lopes Ramos; ; José Antônio Magalhães; Eduardo Pandolfi Passos; Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

41

Doenças cardiovasculares na gestação

Nadine Clausell

Daniela Vanessa Vettori

Edimárlei Gonsales Valério

A gestação e o puerpério são acompanhados de importantes mudanças no sistema cardiocirculatório que podem levar à deterioração do quadro clínico de mulheres com cardiopatias prévias ou, ainda, desmascarar uma cardiopatia silenciosa subjacente. Embora a doença cardíaca ocorra em apenas 0,5 a 1% das gestantes, é uma causa importante de morbimortalidade materna e influencia de forma significativa os desfechos perinatais. As principais cardiopatias presentes na gestação são as cardiopatias congênitas, as doenças valvares, as miocardiopatias e a doença de Chagas. No passado, a doença reumática era a forma mais comum de cardiopatia nas gestantes nos Estados Unidos.

Atualmente, naquele país, predomina a doença cardíaca congênita, em parte devido aos avanços no seu tratamento, os quais possibilitaram que as crianças afetadas alcancem a idade adulta e engravidem. A doença reumática ainda prevalece como causa frequente de cardiopatia na gestação, nos países em desenvolvimento. A síndrome de Marfan (SM) e a coronariopatia (mais especificamente, o infarto agudo do miocárdio [IAM]) têm importância, apesar de incomuns, tendo em vista a gravidade do quadro clínico nas gestantes.

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Capítulo 21 - Assistência ao parto

Sérgio H. Martins-Costa; ; José Geraldo Lopes Ramos; ; José Antônio Magalhães; Eduardo Pandolfi Passos; Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

21

Assistência ao parto

Sérgio H. Martins-Costa

Sabrina Soraia Schroeder

Gislaine Krolow Casanova

José Geraldo Lopes Ramos

A parturição de um novo ser humano representa a essência da transmissão e da continuidade da vida entre as gerações. Pode ser tanto um processo naturalmente fisiológico como profundamente complexo e disfuncional. Por isso, é essencial fornecer tudo o que for necessário para assegurar que a mãe e o recém-nascido (RN) recebam os cuidados mais seguros e humanizados possíveis.

Em 2015, ocorreram 303 mil mortes maternas ao redor do mundo, a maioria destas em decorrência de causas evitáveis e ligadas ao processo do nascimento.1 Portanto, o trabalho de parto (TP), o parto e o puerpério são períodos nos quais a atenção médica e de enfermagem qualificada pode ser decisiva para o bom desfecho da gestação. Neste contexto, os partos ocorridos dentro dos hospitais, quando comparados com os partos ocorridos em outros locais (domicílios, casas de parto e centros de partos normais) estão acompanhados de mais intervenções e menos morbimortalidade perinatal.2,3

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12 - Escolha do Berço e da Cama

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

12

Escolha do Berço e da Cama

Diretrizes clínicas

• Às crianças são destinados incubadora, berço ou cama apropriada à sua idade cronológica, idade de desenvolvimento e/ou condição clínica

• Crianças que apresentem parâmetros de crescimento e desenvolvimento considerados normais para sua idade cronológica e que não apresentem alterações no estado mental ou no nível de consciên­cia podem ser colocadas nos seguintes tipos de acomodações:

° Prematuros e recém-nascidos: incubadora ou leito com aquecedor de luz radiante

° Lactentes: berço aberto

° Primeira infância (1 a 4 anos): berço com cúpula

° Média infância e adolescência: leito hospitalar

• As rodas são travadas quando a incubadora, o berço ou o leito estiverem ocupados

• As grades laterais são mantidas na posição mais alta possível quando a criança ocupa a incubadora, o berço ou o leito. As grades laterais do leito hospitalar podem ser abaixadas para uma criança mais velha com ambulação, para facilitar a subida e a descida da cama e para evitar que ela tenha que escalar por cima das grades

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