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Medium 9788527727198

Capítulo 19 | Conduta de Enfermagem na Gravidez de Risco | Complicações Relacionadas com a Gestação

RICCI, Susan Scott Grupo Gen PDF Criptografado

19

Palavras‑chave

Aborto

Descolamento prematuro da placenta

Doença trofoblástica gestacional (DTG)

Gravidez de alto risco

Gestação múltipla

Gravidez ectópica

Hiperêmese gravídica

Hipertensão gestacional

Oligo‑hidrâmnio

Placenta acreta

Placenta prévia

Poli‑hidrâmnio

Ruptura prematura de membranas fetais

(RPMF)

Ruptura prematura pré‑termo de membranas fetais

(RPPMF)

Conduta de Enfermagem na Gravidez de Risco |

Complicações Relacionadas com a Gestação

Objetivos da aprendizagem

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Avaliar o termo “gravidez de alto risco”.

2. Determinar os fatores comuns que podem impor um alto risco à gestação.

3. Detectar as causas de sangramento vaginal durante o início e o final da gestação.

4. Delinear a avaliação e a conduta de enfermagem para a gestante com sangramento vaginal.

5. Desenvolver um plano de cuidados para a gestante que apresenta pré‑eclâmpsia, eclâmpsia e síndrome HELLP.

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Medium 9788527724227

105 - Traqueostomia: Cuidados e Manejo da Ostomia

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

105

Traqueostomia: Cuidados e

Manejo da Ostomia

Diretrizes clínicas

• A enfermeira, a técnica de enfermagem, o fisioterapeuta, os pais ou cuidadores executam os cuidados com a traqueostomia, inclusive aspiração, troca da fixação e cuidados com a ostomia conforme a necessidade para gerar um manejo efetivo das vias respiratórias

• Um assistente sempre está presente durante os cuidados com a traqueostomia

• Um abrangente programa de higiene oral (de acordo com as normas do hospital) é feito diariamente para a criança com traqueostomia

• Os cuidados com a ostomia são feitos a cada troca de plantão e mais frequentemente com base na avaliação clínica e características in­di­vi­duais da criança, inclusive:

° Idade

° Estado ­muscular e neurológico

° Nível de atividade

° Habilidade para gerar uma tosse efetiva

° Viscosidade e quantidade de muco

° Maturidade da ostomia

• A limpeza de uma ostomia recente deve ser feita a cada 8 h ou mais frequentemente se indicado pelo acúmu­lo de secreções

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Medium 9788527732550

1 - Estrutura e Organização da UTI Neonatal

TAMEZ, Raquel Nascimento Grupo Gen PDF Criptografado

1

Estrutura e Organização da UTI Neonatal

Introdução, 2

��

Planejamento da área física, 2

��

Recursos humanos, 9

��

Modelo de enfermagem principal (primary nursing), 12

��

Bibliografia, 14

��

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2

Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

Ao serem planejadas a estrutura e a organização da UTI neonatal, devem ser levados em conta os avanços tecnológicos disponíveis para o cuidado do recém-nascido prematuro e a termo enfermo, isto é, de alto risco. O enfoque do cuidado do neonato na UTI neonatal há muitos anos tem sido voltado para intervenções que promovam a estabilização fisiológica do recém-nascido, sem considerar o desenvolvimento cerebral que ainda está em processo, principalmente nos prematuros extremos. O ruído constante e súbito, bem como a iluminação intensa do ambiente, os procedimentos dolorosos e o estresse, entre outros fatores, não favorecem o desenvolvimento cerebral, ocular e auditivo desses neonatos.

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Medium 9788527724227

98 - Medidas de Segurança

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

98

Medidas de Segurança

Diretrizes clínicas

Equipamento

• Todos os membros da equipe de saú­de incorporam as medidas de segurança aos cuidados da criança e da família

• Para que essas medidas sejam corretamente empregadas, têm de ser seguidas as instruções descritas nos seguintes capítulos:

° Capítulo 12: A escolha do berço e da cama

° Capítulo 39: Alimentação do lactente: leite materno e fórmula de alimentação

° Capítulo 48: Controle de infecções e precauções padrão

° Capítulo 81: Identificação do paciente

° Capítulos 58 a 71: Administração de medicamentos

° Capítulo 97: Medidas de restrição e isolamento

° Capítulo 104: Brinquedos: distribuição, limpeza e armazenagem

° Capítulo 109: Controle de transporte: transferência e alta hospitalar da criança

° Capítulo 121: Identificação e controle das visitas

• A criança e a família recebem informações relacionadas com as medidas de segurança adotadas pela instituição hospi­ talar

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Medium 9788582714096

Capítulo 23 - Apresentação pélvica

Sérgio H. Martins-Costa; ; José Geraldo Lopes Ramos; ; José Antônio Magalhães; Eduardo Pandolfi Passos; Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

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Apresentação pélvica

Fernando Freitas

Alíssia Cardoso da Silva

João Sabino Cunha Filho

Sérgio H. Martins-Costa

José Geraldo Lopes Ramos

A apresentação pélvica ocorre quando o feto entra com as nádegas ou os membros inferiores na pelve materna, apresentando-os ao canal de parto.1

A prevalência de fetos com apresentação pélvica é inversamente proporcional à idade gestacional, reduzindo à medida que se aproxima do termo, já que a versão espontânea para a apresentação cefálica é frequente. O formato piriforme do útero favorece o posicionamento do feto na cavidade uterina e explica a predominância das apresentações cefálicas nos fetos a termo, tentando acomodar o polo pélvico, mais volumoso e móvel, no fundo uterino, que

é mais amplo. Nos prematuros, a frequência da apresentação pélvica aumenta, pois nesse período o polo cefálico é maior.

Aproximadamente 30% dos fetos com menos de 28 semanas são pélvicos, reduzindo para 16% com 32 semanas de gestação e para

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