302 capítulos
Medium 9788527724227

70 - Administração de Medicamentos: Sublinguais e de Mucosa Oral

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

70

Administração de Medicamentos:

Sublinguais e de Mucosa Oral

Diretrizes clínicas

• A prescrição deve ser feita por um médico

• As medicações sublingual (debaixo da língua) e de mucosa oral (entre a bochecha e a gengiva) devem ser administradas por uma enfermeira, técnica de enfermagem, médico, criança ou um dos pais que tenha conhecimento das técnicas de admi­nistração de medicação por via transmucosa a uma criança, bem como da medicação que está sendo utilizada e seus possíveis efeitos sobre a saú­de da criança

• Devem ser seguidos os princípios do tratamento farmacológico (veja o Capítulo 4)

• As medicações administradas por via sublingual e de mucosa oral são absorvidas pela mucosa oral, que apresenta um vasto suprimento ­vascular, além de não ter o extrato córneo da epiderme; por isso, a absorção é conseguida rapidamente. Medicamentos administrados por essa via podem ser detectados na corrente sanguí­nea após um intervalo de 1 min e o pico de concentração em geral é alcançado entre 10 e 15 min após a administração

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Medium 9788527724227

53 - Terapia Intravascular: Dispositivos VasculaŁres Implantáveis (DVI)

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

53

Terapia Intravascular: Dispositivos

Vascula­res Implantáveis (DVI)

Diretrizes clínicas

• Cateteres venosos centrais de uso prolongado são colocados para reduzir o traumatismo da punção venosa repetida. Este capítulo concentra-se nos dispositivos vascula­res implantáveis (DVI), que são inseridos e removidos cirurgicamente pelo médico, em condições estéreis. Estes cateteres são utilizados para a administração direta de líquidos intravenosos

(IV); para uso intermitente com medicações, quimioterapia, sangue e hemoderivados e nutrição parenteral; ou para coleta de sangue venoso para análise laboratorial. Eles podem ser usados no ambiente doméstico para as terapias parenterais, melhorando, assim, a qualidade de vida da criança

• O acesso, os cuidados e a infusão dos DVI podem ser rea­li­ zados por um profissional de saú­de habilitado ou pela criança ou os pais adequadamente treinados

• Existem dois tipos de dispositivos de acesso venoso de uso prolongado: os cateteres totalmente implantáveis e os semiimplantáveis. Exemplos de marcas de DVI são Port-a-Cath

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Medium 9788527727198

Capítulo 5 | Doenças/Infecções Sexualmente Transmissíveis

Susan Scott Ricci Grupo Gen PDF Criptografado

5

Palavras‑chave

Candidía­se genital/ vulvovaginal

Doença inflamatória pélvica (DIP)

Doença/Infecção sexualmente transmissível

(DST/IST)

Gonorreia

Sífilis

Tricomonía­se

Vaginose bacteriana

Doenças/Infecções

Sexualmente Transmissíveis

Objetivos da aprendizagem

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir os principais termos utilizados neste capítulo.

2. Avaliar a disseminação e o controle das doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis.

3. Identificar os fatores de risco e delinear as orientações apropriadas à cliente necessárias nas doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis mais comuns.

4. Descrever como os contraceptivos podem atuar na prevenção de doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis.

5. Analisar os aspectos fisiológicos e psicológicos das doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis.

6. Delinear a conduta de enfermagem necessária para mulheres com infecções sexualmente transmissíveis.

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Medium 9788527724227

103 - Coleta e Análise de Fezes

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

103

Coleta e Análise de Fezes

Diretrizes clínicas

• Um pedido médico é necessário para a obtenção de uma amostra de fezes para teste no leito ou análise laboratorial

• Uma enfermeira, técnica de enfermagem ou membro de equipe de apoio que tenha demonstrado competência pode obter uma amostra de fezes para análise

• A criança deve ser isolada na suspeita de gastrenterite infecciosa aguda, apesar de crianças com sintomas semelhantes poderem ser avaliadas, se necessário.

Equipamento

Se estiver obtendo uma amostra de fezes para análise laboratorial:

• Espátula

• Luvas de procedimento

• Comadre ou recipiente para vaso sanitário, conforme a necessidade

• Frasco para urina, se necessário

• Frasco para a amostra com tampa ou swab e tubo para cultura para espécimes laboratoriais

• Rótulo adesivo

• Formulário de solicitação do exame laboratorial

• Saco plástico para risco biológico com vedação própria.

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Medium 9788527732550

6 - Considerações Especiais no Cuidado da Pele - do Neonato

TAMEZ, Raquel Nascimento Grupo Gen PDF Criptografado

6

Considerações

Especiais no Cuidado da Pele do Neonato

Introdução, 62

��

Composição da pele, 62

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Funções da pele, 62

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Recém-nascidos prematuros, 63

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Higiene corporal, 64

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Bibliografia, 69

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62

Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

O exame da pele pode indicar a idade gestacional do neonato e seu estado nutricional e hídrico, bem como detectar lesões cutâneas e sistêmicas.

Por sua constituição, a pele do recém-nascido, principalmente dos prematuros, pode facilmente sofrer lesões. A pele lesionada contribui para aumentar a perda de água e calor, sendo mais um fator de desequilíbrio hidreletrolítico e térmico, bem como aumenta o risco de infecções pelo fato de a barreira protetora não estar intacta, transformando-se em porta de entrada para bactérias e fungos. Finalmente, a pele lesionada tem consumo calórico elevado devido ao esforço do organismo para reparar o tecido lesionado.

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