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100 - Sedação

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

100

Sedação

Diretrizes clínicas

• A sedação é administrada sob prescrição médica. A medicação para atingir a sedação é selecionada de acordo com o tipo de procedimento, duração, condição clínica da criança, idade e peso ou ­área de superfície corporal, expectativa de dor e necessidade de amnésia

• O médico, a enfermeira ou técnica de enfermagem podem administrar os medicamentos para sedação. Profissionais que cuidam de crianças que recebem sedação moderada devem ter conhecimento fundamentado em competência com a administração de medicamentos e a avaliação da criança antes, durante e após a sedação. Os profissionais devem ter as habilidades para controlar as vias respiratórias comprometidas e promover oxigenação e ventilação adequadas, caso seja necessário

• A sedação moderada é empregada para procedimentos diagnósticos e terapêuticos que tenham a possibilidade de ser dolorosos ou para os quais a criança precise permanecer imóvel.

A sedação moderada é uma depressão da consciên­cia induzida por medicamentos; a criança ainda consegue responder a comandos, manter as vias respiratórias permeá­veis e a ventilação espontânea adequada. Um ponto-chave a ser considerado é que o processo de sedação para anestesia é um contínuo.

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38 - Alimentação Enteral

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

38

Alimentação Enteral

Diretrizes clínicas

• A alimentação enteral pode ser administrada por uma enfermeira, uma técnica de enfermagem, o médico ou a criança ou um dos pais adequadamente treinado

• O médico deve prescrever a alimentação enteral por sonda

• A alimentação enteral pode ser administrada por várias vias, incluindo a colocação de sonda nasogástrica ou orogástrica, sonda de gastrostomia, GEP, dispositivos de sonda G no nível da superfície cutâ­nea (p. ex., MIC-Key, BARD button), sonda jejunal ou sondas transpilóricas (sonda G-J, sonda G-J no nível da superfície cutâ­nea)

• As alimentações enterais são indicadas para crianças que não são capazes de ingerir uma quantidade adequada de nutrição por via oral. Isso pode incluir as crianças que estejam inconscientes, em uso de ventilação mecânica, em transição de nutrição parenteral, que não sejam capazes de deglutir ou que tenham broncoaspiração primária

• Crianças em coma, crianças neurologicamente atrasadas ou, ao contrário, que tenham reflexos de tosse e vômito reduzidos, apresentam maior risco de broncoaspiração com sondas de alimentação e devem receber alimentação transpilórica

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112 - Cateterização Vesical: Autocateterismo Intermitente

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

112

Cateterização Vesical: Autocateterismo

Intermitente

Diretrizes clínicas

• É necessária a prescrição médica para a rea­li­zação de autocateterismo

• O procedimento pode ser ensinado à criança/família por um médico, enfermeira ou técnica de enfermagem. O procedimento deve ser rea­li­zado pela própria criança ou pelos pais que tenham recebido instruções e treinamento para rea­li­zar o autocateterismo

• O autocateterismo intermitente pode ser necessário por diversas razões que incluem o seguinte, mas não estão limitadas a elas:

° A criança tem bexiga neurogênica

° A criança é incapaz de urinar es­pon­ta­nea­men­te

° A criança apresenta uma incapacidade que não possibilita o esvaziamento adequado da bexiga

° A criança não tem controle sobre a perda de urina

° A criança necessita de treinamento para a bexiga

• O objetivo do autocateterismo intermitente é a prevenção de infecções do trato urinário enquanto proporciona o esvaziamento total da bexiga

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83 - Tratamento de Pediculose e Escabiose

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

83

Tratamento de Pediculose e Escabiose

Diretrizes clínicas

• A enfermeira, a técnica de enfermagem ou o profissional auxiliar não licenciado pode intervir para aliviar piolhos e sarnas

• Implemente precauções padrão para a criança com infestação suspeita ou conhecida por piolhos e sarnas

• Trate os contatos sexuais da criança ou adolescente quando for descoberta a presença de piolhos ou sarna pubianos. Pode ser necessário encaminhamento ao Conselho Tutelar se houver suspeita de abuso sexual

• Quando houver detecção de piolhos, pode ser aconselhável tratar simultaneamente a criança, a família e quaisquer outros contatos de acordo com a solicitação do médico

• Após a detecção de sarna, a criança e todos os membros da família e qualquer outro contato próximo serão tratados simultaneamente de acordo com a solicitação do médico

• Nenhuma criança saudável deve ser proibida ou deixar de ir

à escola por ter pediculose. Políticas “sem lêndeas” para o retorno à escola devem ser desencorajadas (AAP, 2010).

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102 - Cuidados com o Local de Inserção do Pino Esquelético

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

102

Cuidados com o Local de Inserção do

Pino Esquelético

Diretrizes clínicas

• Os cuidados com o local de inserção do pino podem ser feitos por uma enfermeira, uma técnica de enfermagem ou um médico

• O local de inserção do pino deve ser avaliado a cada plantão

• Os curativos no local de inserção dos pinos são trocados a cada 24 a 72 h após o procedimento, de acordo com as orientações do médico e conforme a drenagem observada

• Após as primeiras 48 a 72 h, os cuidados no local de inserção do pino são feitos diá­ria ou semanalmente para locais com interfaces osso-pino mecanicamente estáveis

• A lavagem com degermante bactericida e a secagem do local de inserção do pino com uma toalha ou secador de cabelos são permitidas 5 a 10 dias após a inserção.

Equipamento

Luvas estéreis

Aplicadores estéreis

Recipiente estéril

Solução de clorexidina 2 g/m

Quadro 102.1

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