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Parte III - Pediatria geral

Paulo José Cauduro Marostica, Manoela Chitolina Villetti, Régis Schander Ferrelli, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

PEDIATRIA GERAL

SEÇÃO 1

Cardiologia

CAPÍTULO 18

SOPRO CARDÍACO

NA INFÂNCIA

CARLO BENATTI PILLA

REBECA SMARZARO WACHHOLZ

LÍVIA DA ROSA PAULETTO

CARLA ABRAHÃO PEREIRA

DEFINIÇÃO ► Sopros são ruídos produzidos por fluxo turbulento e que causam atividade vibratória em estruturas cardíacas e/ou vasculares de intensidade suficiente para ser transmitida para a parede torácica. São as alterações de ausculta cardíaca mais comuns na infância.

Sopros são descritos por sua intensidade (graus 1-6), frequência (baixa

– média – alta), momento do ciclo cardíaco em que ocorrem (sistólico – diastólico – contínuo) e localização.

CLASSIFICAÇÃO ► Ao serem detectados no exame físico, pode-se estar diante de uma situação de normalidade (sopro “inocente”), de uma patologia que esteja causando a geração temporária ou definitiva de sopro, ou mesmo de uma cardiopatia ainda não diagnosticada.

Durante a avaliação clínica, deve-se atentar para sinais e sintomas que, em conjunto com o sopro, possam indicar a necessidade de investigação adicional. Entre eles, destacam-se:

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Parte I - Atenção primária e puericultura

Paulo José Cauduro Marostica, Manoela Chitolina Villetti, Régis Schander Ferrelli, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

ATENÇÃO PRIMÁRIA

E PUERICULTURA

ATENÇÃO PRIMÁRIA E PUERICULTURA

CAPÍTULO 1

A CONSULTA PEDIÁTRICA

E DE PUERICULTURA

JOANA MARINS

PAULA XAVIER PICON

DANILO BLANK

A PUERICULTURA NO CONTEXTO DA CONSULTA PEDIÁTRICA ►

A consulta médica pediátrica é a etapa do processo de atenção integral à saúde da criança que envolve procedimentos técnicos, particularmente diagnósticos e terapêuticos, associados a um conjunto de ações comportamentais, cognitivas e humanas, bem como a atitudes e interações que compõem a relação médico-paciente-família. Ela é composta por diversas ações, em especial:

• o acompanhamento do processo de crescimento e desenvolvimento.

• a identificação de situações de risco às quais as crianças estão submetidas.

• a identificação, o diagnóstico e o encaminhamento terapêutico de processos mórbidos.

• o estabelecimento de condutas gerais de acompanhamento de saúde da criança, incluindo a orientação antecipatória.

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Apêndices

Paulo José Cauduro Marostica, Manoela Chitolina Villetti, Régis Schander Ferrelli, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICES

APÊNDICE 1

APÊNDICE 1

MEDICAMENTOS MAIS

USADOS EM PEDIATRIA*

REGIS SCHANDER FERRELLI

MANOELA CHITOLINA VILLETTI

ACECLOFENACO (ANTI-INFLAMATÓRIO NÃO ESTEROIDE [AINE], ANÁLOGO DO DICLOFEACO) ►

NOMES COMERCIAIS ► Proflam®, Cecoflan®, Febupen®

APRESENTAÇÃO ► comprimido de 100 mg

DOSES ►

• Adultos e adolescentes: 100 mg de 12/12h.

• Pacientes com insuficiência hepática: dose máxima de 150 mg/dia.

EFEITOS ADVERSOS ► não recomendado na segunda metade da gestação, aler-

gia. Avaliar riscos em casos de doenças inflamatórias ou ulcerativas do trato gastrointestinal. Risco de sangramento e gastrite.

ACETILCISTEÍNA (MUCOLÍTICO, ANTÍDOTO DO PARACETAMOL) ►

NOMES COMERCIAIS ►

Fluimicil, Aires, Bromuc, Cetiplex, Flucistein, Fluteina,

Pneumocil

APRESENTAÇÃO ► via oral (VO), xarope pediátrico 2% (20 mg/mL), xarope 4%

(40 mg/mL). Pó 100 mg/envelope com 5 g, 200 mg/envelope com 5 mg e

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Parte II - Neonatologia

Paulo José Cauduro Marostica, Manoela Chitolina Villetti, Régis Schander Ferrelli, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PARTE II

NEONATOLOGIA

NEONATOLOGIA

CAPÍTULO 8

ALOJAMENTO CONJUNTO

E CUIDADOS COM O

RECÉM-NASCIDO NORMAL

LUCIANA FRIEDRICH

FABIANA COSTA MENEZES

LAURA VARGAS DORNELLES

Alojamento conjunto é a unidade hospitalar onde o recém-nascido (RN) sadio, após o nascimento, permanece com a mãe até a alta. Em alguns hospitais, além de RNs sadios, são internados bebês com comorbidades (p. ex., sífilis congênita, icterícia), desde que tais doenças possam ser tratadas e acompanhadas de maneira adequada. Sempre que possível, o alojamento conjunto deve ser indicado para os RNs, salvo em situações que requerem maior cuidado. Inúmeras são as vantagens de manter o RN em alojamento conjunto com sua mãe, entre elas o fortalecimento do vínculo entre pais e bebê e a promoção e o incentivo do aleitamento materno.

ROTINA DE INTERNAÇÃO DO RECÉM-NASCIDO SADIO ► O RN sadio deve per-

manecer na sala de parto junto com a mãe o maior tempo possível, de maneira que possa se iniciar a amamentação e o vínculo mãe-bebê o quanto antes. Algumas medidas são realizadas logo após o nascimento do bebê:

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