81 capítulos
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12 - SAE como Base para a Atuação Interdisciplinar do Enfermeiro

CHANES, Marcelo Grupo Gen PDF Criptografado

12

Modelo de Prática

Clínica Bifocal *

Lynda Juall Carpenito, RN, MSN, CRFP, FNI

Introdução

Em 1973, foi realizada em St. Louis, Missoury, EUA, a primeira conferência sobre Diagnóstico de Enfermagem (DE), a fim de identificar o novo conhecimento da área e estabelecer um sistema de classificação adequado para os meios eletrônicos. A partir dessa conferência, foi criado o Grupo Nacional para a Classificação dos Diagnósticos de

Enfermagem.

A autora começou uma relação com o DE na conferência seguinte, em 1975. Na quinta conferência nacional nos EUA, a organização mudou o nome para North American Nursing Diagnostic Association; depois, ela foi denominada North American Nursing Diagnostic Association – International (NANDA-I). A classificação das atividades na

NANDA-I foi instrumental ao definir o conjunto exclusivo de conhecimento de Enfermagem.

Sem uma terminologia padrão, é difícil:

• Definir as responsabilidades da profissão

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Medium 9788527732666

6 - Diagnose e Diagnósticos de Enfermagem

CHANES, Marcelo Grupo Gen PDF Criptografado

6

Diagnose e Diagnósticos de Enfermagem

Marcelo Chanes

Objetivos deste capítulo

• Conceituar Diagnóstico de Enfermagem

• Conhecer os elementos que compõem os Diagnósticos de Enfermagem e seu uso

• Compreender como o Diagnóstico de Enfermagem serve de base para o plano de cuidados.

Palavras-chave: diagnose, agrupamento de dados, Diagnóstico de Enfermagem, características definidoras, fatores relacionados, fatores de risco, população de risco, condições associadas, plano de cuidado.

Diagnose, etapa do PE: 3.

Diagnósticos de Enfermagem, etapa do PE: 4.

Diagnósticos de Enfermagem, etapa da SAE: 3.

Definição

A coleta de dados é um processo sistemático para obter dados relevantes das condições do papel complementar. Após a obtenção desses dados, é possível iniciar a diagnose, que permite uma visão ampla dos

Diagnósticos de Enfermagem (DE), para, então, seguir para a priorização do DE.

DE são julgamentos clínicos feitos pelo enfermeiro acerca das respostas da pessoa complementar sobre seus problemas de saú­de atuais ou de risco, bem como sobre os processos do ciclo vital, uma vez que o enfermeiro é responsável por detectar, planejar e executar o cuidado, alcançando o resultado esperado. Entre os vários DE encontrados na coleta de dados (refletidos na diagnose), o enfermeiro deve escolher aqueles que contarão com pessoas, tempo, métodos e insumos para atingir as metas.

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Medium 9788520423332

3. Sistematização da assistência de enfermagem ao idoso hospitalizado

Lucia Hisako Takase Gonçalves; Francis Solange Vieira Tourinho Editora Manole PDF Criptografado

3

Sistematização da assistência de enfermagem ao idoso hospitalizado

M aria M iriam L ima da N óbrega

M aria das G raças M elo F ernandes

K átia N êyla de F reitas M acêdo C osta

P on ­t os

a apren ­d er

1. O

� s aspectos conceituais e legais da sistematização da assistência de enfermagem.

2. �Sistematização da assistência de enfermagem e processo de enfermagem.

3. �As etapas do processo de enfermagem.

4. �A fundamentação para o estabelecimento do processo de enfermagem ao idoso hospitalizado.

5. �As condições necessárias para aplicar o processo de enfermagem ao idoso hospitalizado.

P alavras - chave

Enfermagem, processo de enfermagem, cuidados de enfermagem, idoso, hospitalização.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Importância da assistência de enfermagem gerontogeriátrica.

Aspectos conceituais e legais da sistematização da assistência de enfermagem. Assistência de enfermagem ao idoso hospitalizado. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Medium 9788527721165

19 - Aspectos Cirúrgicos

NUNES, Maria Inês; SANTOS, Mariza dos; FERRETI, Renata Eloah de Lucena Grupo Gen PDF Criptografado

19

Aspectos Cirúrgicos

Luciane Vasconcelos. B de Carvalho

Carla Maria M. Ferrari

Introdução, 180

CCAvaliação de enfermagem, 180

CCAspectos cognitivos, 181

CCAspectos neuropsicológicos, 181

CCAspectos cardiovasculares, 181

CCAspectos pulmonares, 184

CCAspectos renais e metabólicos, 184

CCAspectos nutricionais, 185

CCAspectos tegumentares, 185

CCAspectos anestésicos, 186

CCConsiderações finais, 186

CCBibliografia, 187

CC

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Enfermagem Geriátrica e Gerontológica

Intervenções cirúrgicas em idosos são mais comuns e menos invasivas

A idade isoladamente não constitui fator de risco, pois devemos levar em conta não apenas a idade cronológica, mas também a biológica do indivíduo.

Introdução

��

Durante muitos anos, as intervenções cirúrgicas rea­li­zadas em idosos eram vistas com pessimismo pela equipe de saú­de. No entanto, com o avanço dos conhecimentos relacionados com as cirurgias, a evolução dos recursos tecnológicos, com procedimentos menos invasivos e mais eficientes, bem como o aprimoramento da equipe multiprofissional, observa-se, cada vez mais, um maior número de intervenções cirúrgicas sendo rea­li­zadas na população idosa.

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Medium 9788527733656

Capítulo 3 - Condições de Saúde, Problemas do Cliente e Diagnósticos de Enfermagem Relacionados

DOENGES, Marilynn E.; MOORHOUSE, Mary Frances; MURR, Alice C. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Condições de Saúde,

Problemas do Cliente e Diagnósticos de

Enfermagem Relacionados

Nota sobre diagnósticos de risco assinalados com asterisco (*) no decorrer do texto: o diagnóstico de risco não se evidencia por sinais e sintomas porque o problema não ocorreu e as intervenções de enfermagem estão voltadas para a prevenção.

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A

Diagnósticos de Enfermagem

Este capítulo descreve mais de 450  distúrbios, problemas de saú­de e situações de vida que refletem todas as ­áreas de especialização, com os diagnósticos de enfermagem pertinentes descritos na forma de problemas ou necessidades do cliente, que incluem as expressões “relacionado com” e “evidenciado por”.

Esta seção facilita e ajuda a validar as etapas de avaliação e diagnóstico do processo de enfermagem. Como o processo de enfermagem é permanente e contínuo, outros diagnósticos de enfermagem podem ser indicados com base nas alterações das condições do in­di­ví­duo. Por essa razão, o enfermeiro deve con­ti­nuamente avaliar, identificar e validar as necessidades recentes do cliente e reavaliar os cuidados prestados implementados. Depois de selecionar os diagnósticos de enfermagem apropriados com base neste capítulo, o leitor pode consultar o Capítulo 2, que descreve os 235 diagnósticos da

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