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Capítulo 3. Conceitos básicos de epidemiologia

Vivian Treichel Giesel, Daiane Toigo Trentin Grupo A PDF Criptografado

Samanta Winck Madruga

CAPÍTULO 3

Conceitos básicos de epidemiologia

A epidemiologia surgiu como um método para investigar doenças infectocontagiosas, em que agentes isolados atuavam de forma única e geralmente em curtos períodos de tempo. Contudo, com as alterações demográficas, epidemiológicas e nutricionais pelas quais a sociedade vem passando nas últimas décadas, o foco do método epidemiológico mudou. Atualmente, o olhar da epidemiologia está voltado aos inúmeros fatores que estão associados e determinando uma série de hábitos e comportamentos das pessoas e que têm como desfecho doenças que acometem a vida das populações por longos períodos de tempo, em sua maioria, afetando negativamente a qualidade de vida ao longo dos anos.

Neste capítulo, serão apresentados alguns aspectos importantes para o estudo da epidemiologia, como a definição, o histórico, os princípios básicos e a utilização na saúde. Além disso, serão abordadas as principais medidas e delineamentos utilizados no método epidemiológico.

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Capítulo 11. Higiene do paciente

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

11

11.1

Juliana de Lima Lopes

Dalmo Machado

Monyque Evelyn dos Santos Silva

Viviane de Moraes Sptiz

Lídia Santiago Guandalini

Introdução

A higiene oral auxilia a manter o estado sadio da boca, dos dentes, das gengivas e dos lábios, removendo a placa bacteriana e o tártaro, massageando as gengivas e aliviando o desconforto causado por sabores e odores desagradáveis.1 Atua também na prevenção de infecções do aparelho respiratório,1 reduzindo a colonização da orofaringe por patógenos responsáveis pela pneumonia nosocomial, principalmente a associada à ventilação mecânica.2 A falta de higienização favorece o aparecimento e a manutenção das bactérias Gram-negativas na cavidade oral;3 assim, a higiene oral deve ser incentivada e realizada adequadamente, de forma comprometida e técnico-científica, garantindo a segurança do paciente.4

Para a realização da higiene oral, o enfermeiro deve conhecer e adotar técnicas e produtos para a execução do procedimento, que deverá ser compartilhado com toda a equipe de enfermagem. Além do mais, os enfermeiros devem elaborar protocolos exequíveis e promover treinamento para todos da equipe.5 Para pacientes em ventilação mecânica, o produto que deve ser indicado para a realização da higiene oral é o gliconato de clorexidina a 0,12%, 3 a 4 vezes ao dia. Ele reduz a ocorrência de pneumonias em 50% e é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).3,6

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Capítulo 17. Oxigenoterapia

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Graciana Maria de Moraes Coutinho

Ana Laura Oliveira Guedes

Introdução

O sistema respiratório compreende desde o nariz até os alvéolos pulmonares e visa garantir a realização das trocas gasosas em condições adequadas, em face da inalação constante de impurezas e de microrganismos presentes no meio ambiente.1

A prescrição de oxigênio deve respeitar indicações definidas e incluir especificações de dose, forma de administração, duração da terapia e monitoração da saturação.2

Definição

A oxigenoterapia é definida como a administração de oxigênio com finalidade terapêutica, em casos em que o paciente apresenta respiração ruidosa, taquipneia, ortopneia, cianose, batimentos das asas do nariz, queda da saturação de oxigênio, entre outros.3 As formas mais convencionais de administração de oxigênio dependem de máscaras faciais ou cânulas e dispositivos nasais.4

Consiste na oferta adequada de oxigênio (O2) complementar ao paciente com a finalidade de impedir ou tratar deficiência de oxigênio ou hipóxia. A American Association for Respiratory Care (AARC) cita como principais indicações de oxigenoterapia pacientes com pressão arterial de oxigênio (PaO2) menor do que 60 mmHg ou saturação periférica de oxigênio (SpO2) menor do que 90% em ar ambiente, ou SpO2 menor do que 88% durante a deambulação, exercícios ou sono em portadores de doença cardiorrespiratória.5

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Capítulo 19. Inserção e cuidados com sonda nasoentérica e nasogástrica

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

19

19.1

Vânia Lopes Pinto

Tânia A. Moreira Domingues

Ana Cristina Tripoloni

Introdução

Em algumas situações, o atendimento das necessidades nutricionais pela ingestão por via oral de uma dieta adequada pode estar prejudicado e, nessas circunstâncias, pode ser necessária a utilização de outro método de alimentação. Neste capítulo, vamos apresentar a definição das sondas normalmente utilizadas na drenagem gástrica e na administração de dieta enteral, além dos aspectos legais que envolvem o emprego desses dispositivos, assim como os materiais e o passo a passo necessário para a sua inserção.

Inserção de sonda oro e nasogástrica

Definição

É a passagem de uma sonda através da boca ou do nariz, posicionando-a próximo à parte distal do estômago (gástrica ou pré-pilórica).1,2

Indicação

Drenar o conteúdo gástrico para descompressão, realizar lavagem gástrica e administração de medicamentos e/ou dieta, alimentação, hidratação, administração de medicamentos em pacientes com dificuldade ou impossibilidade de se alimentar, descompressão gástrica, remoção parcial ou total do conteúdo gástrico e proteção contra broncoaspiração.

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Capítulo 6. Medidas em saúde

Vivian Treichel Giesel, Daiane Toigo Trentin Grupo A PDF Criptografado

Ricardo Rodrigo Rech

Tiago José Frank

CAPÍTULO 6

Medidas em saúde

Neste capítulo, serão abordados temas que afetam a saúde de crianças e adolescentes em idade escolar, como a obesidade, a imagem corporal (IC), os transtornos alimentares e o bullying. Será perceptível que os índices desses problemas variam conforme o país, ou região, avaliado. Serão apresentados instrumentos de avaliação para cada um desses itens.

Além disso, será discutido o importante papel das atividades e dos exercícios físicos na prevenção do sobrepeso e da obesidade, ressaltando a relevância do combate ao sedentarismo.

Objetivos de aprendizagem

Classificar o estado nutricional das crianças e adolescentes.

Identificar o grau de insatisfação com a IC.

Reconhecer os possíveis sintomas para os transtornos alimentares.

Identificar vítimas e agressores de bullying.

Discutir sobre a importância dos exercícios físicos para a saúde.

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