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Capítulo 19. Inserção e cuidados com sonda nasoentérica e nasogástrica

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

19

19.1

Vânia Lopes Pinto

Tânia A. Moreira Domingues

Ana Cristina Tripoloni

Introdução

Em algumas situações, o atendimento das necessidades nutricionais pela ingestão por via oral de uma dieta adequada pode estar prejudicado e, nessas circunstâncias, pode ser necessária a utilização de outro método de alimentação. Neste capítulo, vamos apresentar a definição das sondas normalmente utilizadas na drenagem gástrica e na administração de dieta enteral, além dos aspectos legais que envolvem o emprego desses dispositivos, assim como os materiais e o passo a passo necessário para a sua inserção.

Inserção de sonda oro e nasogástrica

Definição

É a passagem de uma sonda através da boca ou do nariz, posicionando-a próximo à parte distal do estômago (gástrica ou pré-pilórica).1,2

Indicação

Drenar o conteúdo gástrico para descompressão, realizar lavagem gástrica e administração de medicamentos e/ou dieta, alimentação, hidratação, administração de medicamentos em pacientes com dificuldade ou impossibilidade de se alimentar, descompressão gástrica, remoção parcial ou total do conteúdo gástrico e proteção contra broncoaspiração.

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Capítulo 14. Coleta de sangue venoso

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

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Eliana Cavalari Teraoka

Introdução

A punção venosa é o método mais comum para obtenção de amostra de sangue venoso e envolve a perfuração de uma veia com agulha estéril.1,2

A coleta de sangue é amplamente praticada e continua sendo de inestimável valor para o diagnóstico e tratamento de vários processos patológicos. A sistematização do processo de coleta evita uma série de erros, retrabalhos e desperdícios de amostras e de reagentes, evitando danos aos pacientes e à imagem da instituição e custos maiores e desnecessários.3 A escolha de materiais deve oferecer segurança ao profissional que manuseia o produto, reduzindo riscos de acidentes de trabalho, proporcionando segurança no atendimento ao paciente e aumentando a confiança do exercício da função, ofertando um resultado laboratorial confiável.3

Quando há erro na coleta de uma amostra de sangue, os resultados são inexatos e enganosos para o clínico e podem ocasionar ao paciente o incômodo da repetição do teste. As três principais questões decorrentes de erros na coleta de uma amostra de sangue são hemólise, contaminação e erro de rotulagem.4

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Capítulo 7. Sinais vitais

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

7

7.1

Cassiane Dezoti da Fonseca

Juliana de Lima Lopes

Eduesley Santana Santos

Introdução

A temperatura corporal central de uma pessoa saudável é mantida pelo centro de termorregulação do hipotálamo. Mensagens de receptores térmicos de frio e calor, localizados em todo o corpo, são enviadas para o centro termorregulador com o objetivo de manter a temperatura entre 36ºC e 37,5ºC, sendo esse um estado de homeotermia.1,2 Vários fatores podem interferir na manutenção da temperatura corporal. Os ritmos circadianos identificam diferenças na temperatura ao longo de 24 horas. A temperatura corporal está 0,6ºC mais baixa no período da manhã em comparação com a noite.3,4 Crianças e bebês são sensíveis às diferenças das temperaturas ambientais.5 Idosos são mais suscetíveis aos extremos de temperatura por perderem parte do controle termorregulador.6 Mulheres durante a ovulação apresentam um aumento de temperatura corporal de 0,5ºC a 1ºC.7 A temperatura ambiental pode levar à hipotermia (baixa da temperatura corporal), quando há exposição ao frio intenso, e à hipertermia (temperatura corporal elevada), quando há exposição ao calor por longos períodos.5,8

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Capítulo 15. Prevenção e curativos de lesões

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

15

15.1

Rosali Isabel Barduchi Ohl

Suzel Regina Ribeiro Chavaglia

Introdução

A longa permanência em hospitais traz como uma de suas consequências mais frequentes o aparecimento de lesões de pele. A combinação de internações prolongadas com outros fatores de risco, como idade avançada, imobilidade e restrição ao leito, aumenta ainda mais a incidência dessas lesões.1

Para a manutenção da integridade da pele de pacientes restritos ao leito e a prevenção do desenvolvimento de lesões tanto de pessoas internadas como daquelas com mobilidade prejudicada em domicílio, deve-se ter como base o conhecimento e a aplicação de medidas de cuidado que possam ser aplicadas na prevenção de lesões de pele em geral e, mais especificamente, nas lesões por pressão (LPP).2

As LPP são eventos adversos que ocasionam prejuízos significativos aos pacientes, dificultando o processo de reabilitação funcional, frequentemente em decorrência de dor e do desenvolvimento de infecções graves, tendo sido associadas a internações prolongadas, sepse e mortalidade. Nesse sentido, as LPP se configuram como um grande desafio para o paciente, para a sua família e para os profissionais de saúde, especialmente os de enfermagem. Essas lesões ocorrem em pacientes em risco no início do processo de hospitalização ou de admissão em instituições de longa permanência. Os enfermeiros geralmente são responsáveis pela avaliação do risco de LPP desses pacientes e pela implantação de estratégias de prevenção adequadas.3

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Capítulo 11. Higiene do paciente

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

11

11.1

Juliana de Lima Lopes

Dalmo Machado

Monyque Evelyn dos Santos Silva

Viviane de Moraes Sptiz

Lídia Santiago Guandalini

Introdução

A higiene oral auxilia a manter o estado sadio da boca, dos dentes, das gengivas e dos lábios, removendo a placa bacteriana e o tártaro, massageando as gengivas e aliviando o desconforto causado por sabores e odores desagradáveis.1 Atua também na prevenção de infecções do aparelho respiratório,1 reduzindo a colonização da orofaringe por patógenos responsáveis pela pneumonia nosocomial, principalmente a associada à ventilação mecânica.2 A falta de higienização favorece o aparecimento e a manutenção das bactérias Gram-negativas na cavidade oral;3 assim, a higiene oral deve ser incentivada e realizada adequadamente, de forma comprometida e técnico-científica, garantindo a segurança do paciente.4

Para a realização da higiene oral, o enfermeiro deve conhecer e adotar técnicas e produtos para a execução do procedimento, que deverá ser compartilhado com toda a equipe de enfermagem. Além do mais, os enfermeiros devem elaborar protocolos exequíveis e promover treinamento para todos da equipe.5 Para pacientes em ventilação mecânica, o produto que deve ser indicado para a realização da higiene oral é o gliconato de clorexidina a 0,12%, 3 a 4 vezes ao dia. Ele reduz a ocorrência de pneumonias em 50% e é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).3,6

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