207 capítulos
Medium 9788536702704

Capítulo 71 - Abdome agudo

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

436

ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

■■ LEITURAS SUGERIDAS

Arora NK, Ganguly S, Mathur P, Ahuja A, Patwari A. Upper gastrointestinal bleeding: etiology and management. Indian J Pediatr. 2002;69(2):155-68.

Bhatia V, Lodha R. Upper gastrointestinal bleeding. Indian J Pediatr. 2011;

78(2):227-33.

Cury EK. Manual de cirurgia pediátrica. São Paulo: Sarvier; 2006. p. 339-46.

Silber G. Lower gastrointestinal bleeding. Pediatr Rev. 1990;12(3):85-93.

Stites T, Lund DP. Common anorectal problems. Semin Pediatr Surg. 2007;

16(1):71-8.

Wandono H. Diagnosis and treatment of hematochezia: guideline for clinical practice. Acta Med Indones. 2007;39(4):202-6.

Yachha SK, Khanduri A, Sharma BC, Kumar M. Gastrointestinal bleeding in children. J Gastroenterol Hepatol. 1996;11(10):903-7.

FIGURA 70.15  ■  Hemorroidas.

71

ABDOME AGUDO

REVISÃO

�� No sangramento do tubo digestivo, as condutas diagnóstica e terapêutica devem ser estabelecidas imediatamente, pois a vida do paciente pode estar em risco.

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Capítulo 70 - Hemorragia digestiva

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

430

ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

Cury EK. Manual de cirurgia pediátrica. São Paulo: Sarvier; 2006. p. 339-46.

Murphy FL, Fletcher L, Pease P. Early scrotal exploration in all cases is the investigation and intervention of choice in the acute paediatric scrotum.

Pediatr Surg Int. 2006;22(5):413-6.

Sidler D, Brown RA, Millar AJ, Rode H, Cywes S. A 25-year review of the acute scrotum in children. S Afr Med J. 1997;87(12):1696-8.

Tarc E, Crişcov IG, Savu B, Aprodu SG. The acute scrotum in children. Rev Med

Chir Soc Med Nat Iasi. 2016;120(1):90-9.

70

HEMORRAGIA DIGESTIVA

A forma mais rápida e econômica de se classificar a hemorragia digestiva é avaliando as repercussões clínicas que ela determinou:

�� Hemorragia leve: perda sanguínea assintomática;

�� Hemorragia moderada: o paciente apresenta fraqueza, tontura, sudorese fria, palidez cutânea (reação adrenérgica), porém sem perda de consciência;

�� Hemorragia grave: perda de consciência resultante de hipovolemia e hipofluxo cerebral.

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Medium 9788520428818

20. Cuidados ao paciente com dor aguda

WHITAKER, Iveth Yamaguchi; GATTO, Maria Alice Fortes Editora Manole PDF Criptografado

20

20

CUIDADOS AO PACIENTE COM DOR AGUDA

M arcia B oessio dos S antos

C ibele V alva V enditti

P ontos

a aprender

1. �Fisiopatologia da dor.

2. �Avaliação da dor.

3. �Tratamento da dor nos serviços de emergência.

4. �Assistência de enfermagem na admissão e na continuidade do tratamento de pacientes com dor.

P alavras - chave

Dor aguda, serviço de emergência, enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Fisiopatologia da dor. Classificação e descrição da dor. Avaliação e tratamento do paciente com dor no serviço de emergência. Assistência de enfermagem para pacientes com dor aguda no serviço de emergência.

Considerações finais. Resumo. Pontos a revisar. Propostas para estudo.

Referências. Para saber mais.

INTRODUÇÃO

A dor é essencial para a sobrevivência humana, pois sua principal função é alertar, apresentando características como reflexo, proteção e defesa.1

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Medium 9788582715611

Capítulo 27 - Corpo estranho na via aérea pediátrica

Calvin A. Brown III, John C. Sakles, Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Corpo estranho na via aérea pediátrica

27

C apítulo 27  Corpo estranho na via aérea pediátrica     323

Robert C. Luten e Joshua Nagler

VISÃO GERAL

A aspiração de corpo estranho (ACE) é uma causa comum de morbidade e mortalidade em crianças. Milhares de crianças são atendidas em departamentos de emergência (DEs) todos os anos por episódios relacionados a sufocação, e essa é a principal causa de morte nas crianças menores. A faixa etária de maior risco é entre 1 e 3 anos de idade. Essas crianças podem sofrer sufocação por alimentos devido a dentição incompleta, coordenação de deglutição imatura e tendência para a distração durante as refeições. Além disso, lactentes e crianças menores recém começaram a andar e têm a tendência a colocar tudo na boca, o que aumenta o risco de eventos de aspiração não testemunhada. As crianças maiores mais comumente aspiram objetos pequenos, como tampas de caneta, que tenham colocado na boca.

APRESENTAÇÃO

As crianças com aspiração de material estranho podem se apresentar agudamente após um evento testemunhado ou relatado. Os familiares costumam relatar um episódio de sufocação ou engasgo. Tal evento, seguido pelo início súbito de tosse com sibilos unilaterais ou redução da aeração, representam a clássica tríade diagnóstica da ACE no brônquio principal ou inferior. Quando o corpo estranho fica alojado mais proximalmente, a obstrução parcial da via aérea superior pode causar rouquidão ou estridor. A obstrução completa da traqueia ou da laringe pode ocorrer por bloqueio mecânico ou por indução de laringospasmo.

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Medium 9788520456798

1. Qual o valor do Mestrado e Doutorado profissionais em cirurgia?

Edivaldo M. Utiyam; Samir Rasslan; Dario Birolini Editora Manole PDF Criptografado

1

Qual o valor do Mestrado e Doutorado profissionais em cirurgia?

Lydia Masako Ferreira

Professora Titular da Disciplina de Cirurgia Plástica da Escola Paulista de Medicina da

Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp). Coordenadora de área – Medicina III –

Capes. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – nível 1A.

Jorge Eduardo F. Matias

Médico Cirurgião do Aparelho Digestivo. Professor Associado IV do Departamento de

Cirurgia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Coordenador Adjunto – Mestrado

Profissional – Medicina III – Capes.

INTRODUÇÃO

Ao longo do tempo, a evolução e os avanços conquistados pela ciência e tecnologia naturalmente formaram uma demanda consistente por saber e pesquisa que transcendessem as barreiras e fronteiras impostas pelas disciplinas e seus

“universos estanques” de atuação e inovação. Tornava-se cada vez mais imperativo unir estes universos, por meio da multidisciplinaridade e interdisciplinaridade, para alcançar objetivos desafiadores voltados ao desenvolvimento de processos e produtos que se tornassem verdadeiras ferramentas de ação para o progresso de setores do mundo produtivo, como serviços de saúde, setor privado e terceiro setor1,2. Foi nesta conjuntura única que surgiu inicialmente o Mestrado profissional como o fomentador da interação entre universidade, empresa e governo, visando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de novos conhecimentos, desta vez, que fossem capazes de contribuir e transformar as vidas de cidadãos e sociedades3.

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