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Capítulo 37 - Paciente gestante

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Paciente gestante

Richard D. Zane e Cheryl Lynn Horton

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C apítulo 37  Paciente gestante     415

DESAFIO CLÍNICO

As alterações fisiológicas e anatômicas associadas com a gestação podem dificultar todas as facetas do manejo da via aérea, incluindo oxigenação, ventilação e segurança da via aérea. Junto com muitas alterações fisiológicas, a fase final da gestação também representa dificuldades únicas relacionadas à via aérea. Na verdade, as complicações relacionadas com o manejo da via aérea na paciente parturiente são a causa mais significativa de mortalidade materna relacionada à anestesia. A gestação altera a anatomia e a fisiologia da paciente de várias maneiras distintas:

• Reserva e depleção de oxigênio: Há uma redução de aproximadamente 20% no volume de reserva expiratório, no volume residual e na capacidade residual funcional (CRF) e um aumento na taxa metabólica basal materna e na demanda de oxigênio pelo feto. Essas alterações levam a uma queda mais rápida da saturação durante a apneia (cerca de três minutos em comparação com 6 a 8 minutos no adulto normal sem gestação) e isso é ainda exacerbado nas gestantes obesas.

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Capítulo 1 - Decisão de intubar

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Decisão de intubar

1

C apítulo 1  Decisão de intubar     3

Calvin A. Brown III e Ron M. Walls

INTRODUÇÃO

O manejo da via aérea está em constante evolução. O surgimento de novas tecnologias, principalmente os diversos métodos de videolaringoscopia, nossa compreensão sobre os fatores que contribuem para a dificuldade de intubação e um foco renovado na oxigenação e na estabilidade cardiovascular durante o manejo da via aérea estão mudando nossa tomada de decisão básica a fim de maximizar a segurança e os resultados para o paciente. Porém, o que não mudou é a importância fundamental de determinar se um paciente necessita de intubação e, se for o caso, qual a urgência. A decisão de intubar é a primeira etapa no manejo da via aérea na emergência e inicia uma série complexa de ações que o médico precisa realizar antes da intubação propriamente dita:

• Avaliar rapidamente a necessidade de intubar o paciente e a urgência da situação.

• Determinar o melhor método de manejo da via aérea com base na avaliação da fisiopatologia e da dificuldade prevista no paciente.

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1. Sistema de atenção às urgências e emergências em saúde

WHITAKER, Iveth Yamaguchi; GATTO, Maria Alice Fortes Editora Manole PDF Criptografado

1

SISTEMA DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS

E EMERGÊNCIAS EM SAÚDE

M aria A lice F ortes G atto

V alterli C onceição S anches G onçalves

Pontos

a aprender

1. �Configuração da rede de atenção integral às urgências e emergências em saúde no Brasil, segundo a Política Nacional de Atenção às Urgências.

2. �Organização dos componentes: pré-hospitalar fixo, pré-hospitalar móvel, hospitalar e pós-hospitalar.

3. �Implantação das centrais de regulação médica das urgências.

4. �Educação em urgências.

5. �Avaliação da rede de atenção integral às urgências e emergências em saúde.

Palavras-chave

Sistema de saúde, emergências, socorro, busca e salvamento, atenção à saúde, serviços médicos de emergência, enfermagem em emergências.

Estrutura

dos tópicos

Introdução. A rede de atenção a urgências e emergências. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu 192. Unidades móveis. Central de regulação médica das urgências – Central 192. Força Nacional do SUS. Unidade de pronto atendimento (UPA 24 horas). Componente hospitalar. Componente da atenção domiciliar e reabilitação. Educação em urgências. Processo de acompanhamento e avaliação das ações. Considerações finais. Resumo.

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Capítulo 15 - Dispositivos ópticos e guiados por luz

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Dispositivos ópticos e guiados por luz

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C apítulo 15  Dispositivos ópticos e guiados por luz     175

Julie A. Slick

INTRODUÇÃO­

Os laringoscópios tradicionais exigem que o operador obtenha uma linha de visão direta até a glote alinhando os eixos oral, faríngeo e laríngeo (Cap. 13). Os videolaringoscópios tiram proveito de uma câmera de vídeo, a qual é acoplada em uma lâmina rígida para que não haja a necessidade de uma linha direta de visão, oferecendo visualizações melhores da glote e do espaço ao redor (Cap. 14). Os dispositivos ópticos são aqueles laringoscópios que permitem que o operador visualize a glote sem criar uma linha reta de visão, mas sem o uso de vídeo ou de tecnologia de fibra óptica. A visualização

óptica é obtida com o uso de instrumentos ópticos menos caros que consistem em uma combinação de prismas, espelhos e lentes. O custo relativamente pequeno da tecnologia é um dos principais benefícios desses dispositivos em comparação com aqueles mais caros de fibra óptica ou vídeo. Muitos desses dispositivos também oferecem capacidades de vídeo por meio de câmeras de vídeo acopláveis. A adição de capacidades de vídeo oferece uma visualização melhor da glote e melhora o recurso de ensino ao permitir que outros profissionais visualizem o que o operador da via aérea está observando. Há apenas dois dispositivos verdadeiramente ópticos relevantes no manejo da via aérea de emergência, o Airtraq e o Truview.

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2. Planejamento físico e fluxos internos do serviço de emergência hospitalar

WHITAKER, Iveth Yamaguchi; GATTO, Maria Alice Fortes Editora Manole PDF Criptografado

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PLANEJAMENTO FÍSICO E FLUXOS INTERNOS

DO SERVIÇO DE EMERGÊNCIA HOSPITALAR

M aria A lice F ortes G atto

A udry E lizabeth dos S antos

M arcia B oessio dos S antos

P atricia da S ilva P ires

P ontos

a aprender

1. �Definição e classificação do serviço de emergência hospitalar (SEH).

2. �Legislação sanitária aplicada ao planejamento físico do SEH.

3. D

� istribuição espacial e interação do SEH às outras unidades do hospital.

4. �Fluxos internos de pacientes conforme a classificação de risco.

4. �Características arquitetônicas e ambiência do SEH.

P alavras - chave

Acolhimento, ambiente de instituições de saúde, arquitetura hospitalar, enfermagem em emergência, serviço hospitalar de emergência, medição de risco.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Legislação. Atribuições. Localização e interação das unidades funcionais. Ambientes e distribuição espacial. Fluxo de pacientes. Am­biên­ cia. Considerações finais. Resumo. Pontos a revisar. Propostas para estudo.

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