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Capítulo 19 - Hepatite alcoólica

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

�� A abordagem terapêutica deve considerar, entre outros, IOT e VM, se EH graus III ou IV, HDAV volumosa (com ou sem uso de BSB), agitação motora refratária, insuficiência respiratória ou choque; avaliação neurológica detalhada; toque retal para pesquisa de melena; rastreamento precoce e sistemático de infecções; avaliação de exames complementares anteriores à descompensação atual, etc.

■■ LEITURAS SUGERIDAS

Angeli P, Ginès P, Wong F, Bernardi M, Boyer TD, Gerbes A, et al. Diagnosis and management of acute kidney injury in patients with cirrhosis: revised consensus recommendations of the International Club of Ascites. J Hepatol.

2015;62(4):968-74.

D’Amico G, Garcia-Tsao G, Pagliaro L. Natural history and prognostic indicators of survival in cirrhosis: a systematic review of 118 studies. J Hepatol.

2006;44(1):217-31. de Franchis R; Baveno VI Faculty. Expanding consensus in portal hypertension:

Report of the Baveno VI Consensus Workshop: Stratifying risk and individualizing care for portal hypertension. J Hepatol. 2015;63(3):743-52.

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Capítulo 17 - Insuficiência hepática aguda

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

O tratamento segue o mesmo protocolo de anticoagulação de qualquer paciente, mesmo sem doença intestinal, não havendo contraindicação, inclusive naqueles com sangramento ativo pelo processo inflamatório. Ao gastrenterologista cabe reconhecer precocemente este tipo de complicação, preveni-la com doses profiláticas de anticoagulante, principalmente em pacientes graves que ficarão hospitalizados e acamados por muito tempo e solicitar acompanhamento por cirurgião vascular.5,6

Hepatobiliares.  Uma parcela de pacientes com DII, especialmente aqueles com RCU, associam uma doença hepatobiliar representada pela colangite esclerosante. A estase da bile, nos ductos intra e extra-hepáticos, promovida pelo seu estreitamento favorece a infecção e a formação de cálculos. A colangite aguda se manifesta clinicamente, com icterícia, podendo acompanhar dor abdominal no quadrante superior direito, febre e calafrios. Laboratorialmente, observa-se aumento nas taxas das bilirrubinas e das enzimas colestáticas, assim como das hepatocelulares. Obrigatoriamente o diagnóstico deve ser confirmado pela colangiografia por RM, para avaliação dos níveis anatômicos de obstrução biliar. Se ela se localizar nos canais extra-hepáticos, necessita ser abordada por colangiografia endoscópica, para remoção de cálculo, se houver, ou no caso de estenose do hepatocolédoco, manobra de dilatação, se possível.

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Medium 9788536702704

Capítulo 136 - Cólica renal

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

136

CÓLICA RENAL

■■ GUSTAVO FRESCHI

■■ NELSON GATTÁS

■■ EPIDEMIOLOGIA

A cólica renal ou cólica nefrética é um quadro de grande importância clínica em razão do impacto que traz para o paciente, uma vez que pode ser considerada uma das mais intensas e incapacitantes dores descritas. O problema torna-se ainda mais relevante se considerarmos sua alta prevalência. Estima-se que nos departamentos de emergência dos Estados

Unidos mais de 2 milhões de consultas sejam relacionadas a esse sintoma anualmente.1

Apesar de existirem muitas doenças capazes de causar cólica renal, a principal etiologia relacionada ao evento é a calculose urinária. Estima-se que cerca de 12% dos homens e 5% das mulheres apresentarão sintomas relacionados a cálculos renais durante a vida2 e que, dos pacientes que apresentaram um episódio de cólica renal, cerca de 50% podem apresentar outro episódio nos próximos 10 anos.3

■■ FISIOPATOLOGIA

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Medium 9788536527383

8.1 Monitores cardíaco e de multiparâmetros

Elisangela Oliveira de Freitas Editora Saraiva PDF Criptografado

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Monitorização

Hemodinâmica

Para começar

Neste capítulo, estudaremos os aspectos relacionados à monitorização hemodinâmica. Veremos os equipamentos e materiais usados para monitorizar o paciente (monitores cardíaco e de multiparâmetros, os modelos de cateter de Swan-Ganz, oxímetros de pulso e balão intra-aórtico) e as técnicas utilizadas na UTI

(capnografia e mensuração de PVC e PAI).

8.1 Monitores cardíaco e de multiparâmetros

O monitor cardíaco tem como função a apresentação da frequência cardíaca e o traçado de eletro no monitor. É muito usado em transporte de paciente de um setor a outro e na realização de exame de eletrocardiograma.

Já a monitorização de multiparâmetros é feita com um monitor mais amplo, que mostra em tempo real a frequência cardíaca com traçado de eletrocardiograma, saturação de O2, capnografia, pressão arterial (não invasiva ou invasiva) e temperatura em tempo real (dependendo da marca do monitor). Poderá também ser configurado para PVC em tempo real, além da frequência respiratória do paciente em tempo real. Sendo assim, o monitor de multiparâmetros pode fornecer muito mais informações do que o monitor cardíaco.

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Medium 9788527733175

39 Avaliação do Paciente | Sistema Digestório

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Explicar o papel da enfermeira na avaliação do estado gastrintestinal no paciente em cuidados intensivos.

2. Discutir os componentes importantes da história de saúde que fornecem informações sobre as condições do sistema digestório.

3. Descrever uma conduta sistemática para realizar um exame físico completo do sistema digestório.

4. Discutir a importância dos padrões de dor em um exame abdominal.

5. Diferenciar os achados normais dos anormais detectados no exame físico do sistema digestório.

6. Identificar os dados que norteiam o julgamento clínico sobre o estado nutricional e o metabolismo em um paciente em cuidados intensivos.

7. Discutir os exames e procedimentos apropriados utilizados para diagnosticar os distúrbios gastrintestinais e as implicações de enfermagem.

O sistema digestório é um tubo longo (9 m) com glândulas e órgãos acessórios (glândulas salivares, fígado, vesícula biliar e pâncreas). O tubo gastrintestinal começa na boca, estende-se por faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, cólon e reto, e termina no ânus. É um sistema não estéril cheio de bactérias e outra flora. Esses organismos podem provocar superinfecção se adquirirem resistência em decorrência de antibioticoterapia, e podem infectar outros sistemas quando um órgão do tubo gastrintestinal se rompe. Mau funcionamento ao longo do tubo gastrintestinal pode produzir diversos efeitos metabólicos.

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