169 capítulos
Medium 9788527733175

53 Queimaduras e Distúrbios Tegumentares Comuns

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen ePub Criptografado

Louis R. Stout

Objetivos de aprendizagem

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Discutir a classificação das queimaduras.

2. Descrever a fisiopatologia de uma queimadura.

3. Revisar as alterações fisiológicas associadas a cada sistema orgânico em relação a queimaduras.

4. Discutir as prioridades nos cuidados de um paciente com queimadura.

5. Formular um plano de cuidados para um paciente com queimadura.

6. Discutir outros tipos de ferimentos que são atendidos na unidade de queimados.

O número de ferimentos, hospitalizações e mortes por queimaduras nos EUA tem diminuído constantemente. O número total de queimaduras era de mais de 2 milhões por ano no final da década de 1950 e início da década de 1960. Em comparação, em 2016, estima-se que 486.000 casos de queimaduras nos EUA exigiam tratamento médico, com aproximadamente 40.000 pacientes precisando de hospitalização1 e 60% deles sendo admitidos em centros de tratamento de queimados.

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13 Paciente no Período Pós-Anestesia

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Listar as técnicas anestésicas utilizadas para procedimentos cirúrgicos e intervencionistas.

2. Descrever as estratégias de avaliação e intervenções de enfermagem para o paciente que está se recuperando da anestesia.

3. Explicar as complicações comuns encontradas no período pós-anestésico imediato e as intervenções de enfermagem necessárias.

4. Comparar a sedação moderada IV e a anestesia geral.

O período imediato após a cirurgia é o momento mais importante na recuperação do paciente que recebeu anestesia. O paciente é levado para a unidade de recuperação pós-anestésica (URPA), para receber cuidados de enfermagem de uma enfermeira da URPA, ou diretamente para a unidade de terapia intensiva (UTI) para receber cuidados de enfermagem de uma enfermeira da UTI. Este capítulo descreve as técnicas anestésicas usadas durante a cirurgia e as complicações que podem ocorrer durante o pós-operatório imediato, para ajudar a enfermeira de cuidados intensivos a compreender melhor as necessidades de cuidados de enfermagem do paciente no período imediatamento após a anestesia. Os termos clínicos comuns relacionados à aplicação de anestesia estão listados no Quadro 13.1.

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Medium 9788527733175

38 Anatomia e Fisiologia do Sistema Digestório

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Descrever os processos de ingestão, motilidade, digestão, absorção e eliminação.

2. Definir as funções das principais estruturas do sistema digestório.

3. Explicar a digestão e a absorção dos carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais.

4. Descrever a produção, a secreção e a excreção da bile.

5. Discutir os processos envolvidos no vômito e na defecação.

O sistema digestório consiste no tubo gastrintestinal e nos órgãos glandulares acessórios, que liberam seu conteúdo no tubo gastrintestinal. As principais estruturas do tubo gastrintestinal são a boca, a faringe, o esôfago, o estômago, o intestino delgado (duodeno, jejuno, íleo) e o intestino grosso (cólon, reto, ânus). Os órgãos glandulares acessórios incluem as glândulas salivares, o fígado, a vesícula biliar e o pâncreas.

As principais funções fisiológicas do sistema digestório consistem em fornecer nutrientes para a manutenção e o crescimento das células e eliminar os resíduos. A manutenção e o crescimento celulares são efetuados pelos processos de ingestão (ingerir o alimento), motilidade (misturar e impulsionar o alimento pelo tubo gastrintestinal), digestão (clivar o alimento) e absorção (movimento das partículas do alimento para a corrente sanguínea). A eliminação é o processo pelo qual o resíduo é eliminado do corpo.

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Medium 9788582715710

Capítulo 12. Preparo do corpo pós-morte

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

12

Rosali Isabel Barduchi Ohl

Suzel Regina Ribeiro Chavaglia

Introdução

É sempre um grande desafio para toda a equipe de saúde, e principalmente para a de enfermagem, lidar com situações de morte, pois cabe a ela proporcionar cuidados ao corpo falecido e conforto e atenção à família nesse momento de dor.1

É por meio das ações de cuidado do corpo que os profissionais de enfermagem desenvolvem suas funções no sentido de proporcionar conforto e melhor qualidade de vida aos seus pacientes.2 No entanto, ao se deparar com situações de morte, em que o corpo já não acolhe uma vida, esse cuidado vai exigir dos profissionais uma maior sensibilidade, maior envolvimento, empatia e, sobretudo, conhecimento. Esses valores são necessários para que o profissional possa prestar um cuidado eficiente e humano diante da situação de morte.3

Os cuidados pós-morte deverão ser prestados de forma digna, com sensibilidade e respeito, levando-se em consideração as crenças culturais e religiosas do paciente e de seus familiares.2,3 Tornam-se necessários a compreensão, a reflexão e os questionamentos sobre o ritual de passagem da vida para a morte, por ela ser uma experiência que faz parte da existência de todos os seres vivos e dos seres humanos.1,2

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Medium 9788527734691

B

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

A bronquiectasia refere-se à dilatação crônica e irreversível dos brônquios e bronquíolos, sendo considerada como processo mórbido distinto da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O resultado consiste em retenção das secreções, obstrução e, por fim, colapso alveolar. A bronquiectasia pode ser causada por inúmeras condições, incluindo: obstrução das vias respiratórias; lesão difusa das vias respiratórias; infecções pulmonares e obstrução do brônquio ou complicações de infecções pulmonares a longo prazo; distúrbios genéticos (p. ex., fibrose cística); defesa anormal do hospedeiro (p. ex., discinesia ciliar ou imunodeficiência humoral); e causas idiopáticas. Em geral, a bronquiectasia é localizada, acometendo um segmento ou lobo de um pulmão, mais frequentemente os lobos inferiores. Os indivíduos podem ser predispostos à bronquiectasia em consequência de infecções respiratórias recorrentes no início da infância, sarampo, influenza, tuberculose ou distúrbios de imunodeficiência.

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