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Medium 9788527724227

81 - Identificação do Paciente

Vicky R. Bowden, Cindy Smith Greenberg Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

81

Identificação do Paciente

Diretrizes clínicas

• Todos os profissionais dedicados ao tratamento de pacientes pediá­tricos devem identificar adequadamente a criança, utili­ zando dois identificadores diferentes

• As formas aceitáveis de identificação (ID) incluem:

° Nome, conforme informado pela criança/pais

° Número da identidade hospitalar

° Número do telefone

° Data de nascimento

° Endereço

° Número do seguro social

° Identidade fotográfica gerada pelo hospital

° Código de barras de acordo com a política do hospital

• As fontes para a identificação do paciente incluem os pais, o responsável legal e outros membros da família. A criança não pode ser a única fonte verbal para sua identificação, ou de um membro familiar.

Cuidados com a criança  Peça a um dos pais/responsável legal que confirme o nome da criança na pulseira de identificação dizendo o nome e a data de nascimento da criança; peça à criança que faça o mesmo.

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Medium 9788582714072

Capítulo 25 - Puberdade precoce

Eduardo Pandolfi Passos, José Geraldo Lopes Ramos, Sérgio H. Martins-Costa, José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke, Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

25

Puberdade precoce

Solange Garcia Accetta

Jaqueline Neves Lubianca

Cristiano Caetano Salazar

Alberto Mantovani Abeche

Fernando Freitas

As modificações biológicas que acontecem na adolescência são conhecidas como puberdade, sendo as mais evidentes o crescimento em estatura e o desenvolvimento de caracteres sexuais secundários. A puberdade normal inicia entre 8 e 13 anos (média de 10,5 anos) de idade para meninas e entre 9 e 14 anos para meninos.1 A definição do desenvolvimento puberal normal é baseada nos achados de

95% da população, ou até 2 desvios-padrão

(DPs) da média do início das transformações puberais. Apesar de ocorrerem pequenas variações individuais, tanto na época de início quanto na sequência da maturação sexual, o processo costuma durar em média 3 a 4 anos em ambos os sexos. Meninas afrodescendentes tendem a finalizar o processo em idade mais precoce do que as meninas brancas.

Nas meninas, o primeiro sinal da puberdade costuma ser o aparecimento do botão ou broto mamário (telarca), seguido do surgimento dos pelos terminais (pubarca), do estirão de crescimento linear e, por último, da primeira menstruação (menarca). O botão mamário pode ser inicialmente unilateral, não caracterizando anormalidade. O intervalo de tempo entre a telarca e a pubarca costu-

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Medium 9788536527383

15.6 Punção venosa

Elisangela Oliveira de Freitas Editora Saraiva PDF Criptografado

cateter de aspiração, estetoscópio neonatal, luva estéril, seringa de 1 mL, ampola de soro fisiológico

0,9% e borracha de extensão com orifício na extremidade.

A seguir, destacamos as etapas deste procedimento. a) Lavar as mãos. b) Verificar os parâmetros do respirador antes de iniciar a aspiração. O aumento da FiO2 em cerca de 10% pode ser necessário em RN críticos. c) Realizar a ausculta pulmonar bilateral. d) Selecionar o cateter segundo com a cânula. e) Conectar o cateter à borracha de extensão do aspirador. f) Ajustar a pressão do vácuo. g) Calçar as luvas estéreis. h) Mensurar o cateter de aspiração. i) Desconectar o ventilador do RN e instilar 0,25 mL a 0,5 mL de soro fisiológico e conectar novamente ao ventilador. j) Introduzir o cateter de aspiração sem sucção até o local previamente marcado (SPENCE;

GILLIES; WATERWORTH, 2003). Deve-se utilizar a pressão negativa determinada pelo peso do RN, podendo variar de –60 a –100 mmHg. k) Remover o cateter com movimentos rotatórios, delicados e rápidos. l) Retornar o RN à ventilação mecânica. m) Avaliar a tolerância do procedimento executado. n) Realizar ausculta pulmonar bilateral. o) Repetir o procedimento, quando necessário. p) Realizar a aspiração das vias aéreas superiores. q) Manter o RN confortável e bem posicionado. r) Retornar os parâmetros antes do início do procedimento. s) Lavar a borracha extensora de aspiração e deixar a extremidade protegida. t) Lavar as mãos e anotar na evolução de enfermagem o aspecto da secreção, a quantidade e a coloração e referir possíveis alterações da estabilidade quanto à saturação de oxigênio.

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Medium 9788520430187

6. Epidemiologia e saúde coletiva

Tamara Cianciarullo, Cassia Baldini Soares, Celia Maria Sivalli Campos Editora Manole PDF Criptografado

6

EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE COLETIVA

E lizabeth F ujimori

A na L uiza V ilela B orges

A na P aula S ayuri S ato

C arla A ndrea T rapé

T atiana Y onekura

P on ­t os

a apren ­d er

1.

2.

3.

4.

Definir os conceitos fundamentais da epidemiologia.

Identificar as principais diferenças entre epidemiologia clássica e crítica.

Conhecer os principais indicadores utilizados na epidemiologia.

Reconhecer características para identificar grupos sociais em uma determinada população.

5. Conhecer as principais aplicações da epidemiologia no campo da saúde coletiva.

6. Conhecer os principais Sistemas de Informação em Saúde utilizados no

Brasil.

P alavras - chave

Epidemiologia, perfis epidemiológicos, indicadores de saúde, Sistemas de

Informação em Saúde, epidemiologia nos serviços de saúde.

E strutura

dos tópicos

Introdução: epidemiologia clássica e epidemiologia crítica. Aplicação da epidemiologia na saúde coletiva. Sistemas de Informação em Saúde. Sistema de

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Medium 9788536529813

2.7 SISTEMA MUSCULAR

Nívea Cristina Moreira Santos Editora Saraiva PDF Criptografado

responsável por um movimento específico e de acordo com o grau de liberdade de cada articulação: a) articulação sacrilíaca;

d) articulação do joelho;

b) articulação interpúbica;

e) articulações tibiofibulares;

c) articulação do quadril;

f) articulações dos pés.

2.7

SISTEMA

MUSCULAR

Os músculos são órgãos ativos quando se fala do movimento do corpo humano. São formados por fibras que operam de maneira elástica e contrátil, e estão ligados aos ossos e às articulações pelos tendões.

Quando se contraem, os músculos exercem pressão sobre os tendões, que por sua vez agem sobre os ossos e articulações, resultando em movimentação do esqueleto.

O sistema muscular nada mais é do que a estrutura muscular do ser humano, responsável por uma série de movimentos que permitem que o esqueleto humano tome vida e realize suas funções.

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Lembre-se de que miologia é a parte da anatomia que estuda os músculos

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