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Medium 9788527732550

22 - Cuidados Pré- e Pós-Operatórios - no Período Neonatal

TAMEZ, Raquel Nascimento Grupo Gen PDF Criptografado

22

Cuidados Pré- e

Pós-Operatórios no

Período Neonatal

Introdução, 332

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Preparo pré-operatório, 332

��

Período pós-operatório, 332

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Bibliografia, 335

��

Tamez - 22.indd 331

09/05/2017 21:04:10

332 Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

O cuidado do paciente neonato que necessita de procedimento cirúrgico apresenta muitos desafios que devem ser vencidos com o trabalho integrado de uma equipe multiprofissional envolvida nos períodos pré-, trans- e pós-operatório. O objetivo principal desse atendimento é reduzir os índices de mortalidade e morbidade do paciente submetido a cirurgia, consequência do manejo nessas três etapas, promovendo uma recuperação satisfatória.

A população neonatal é muito suscetível aos fatores estressantes decorrentes do procedimento cirúrgico, que podem não só afetar o desenvolvimento neurológico, como também causar alterações fisiológicas. Fatores como hipotermia, dor, desequilíbrio hidreletrolítico, hipoxemia, alterações no equilíbrio acidobásico e prematuridade agravam e comprometem o restabelecimento do paciente. No período pré-operatório, anomalias e defeitos congênitos, bem como condições que requerem intervenção cirúrgica, podem resultar em desequilíbrio acidobásico e na oxigenação, nos eletrólitos, no balanço hídrico e na glicemia, entre outros, que devem ser avaliados por meio de intervenções que visem à estabilidade fisiológica do paciente enquanto aguarda pelo processo cirúrgico, reduzindo-se, assim, possíveis complicações.

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Medium 9788580556148

Capítulo 2 - Farmacocinética: a dinâmica da absorção, distribuição, metabolismo e eliminação dos fármacos

Laurence L. Brunton PhD; Randa Hilal-Dandan PhD; Björn C. Knollmann, MD, PhD Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Farmacocinética: a dinâmica da absorção, distribuição, metabolismo e eliminação dos fármacos

Iain L. O. Buxton

Passagem dos fármacos através das barreiras das membranas

��Alguns princípios do metabolismo e da eliminação

��A membrana plasmática é seletivamente permeável

��Profármacos; farmacogenômica

��Modelos de permeação e transporte

Absorção, biodisponibilidade e vias de administração dos fármacos

��Absorção e biodisponibilidade

��Vias de administração

��Métodos novos de liberação dos fármacos

Metabolismo dos fármacos

Excreção dos fármacos

��Excreção renal

��Excreções biliar e fecal

��Excreção por outras vias

Farmacocinética clínica

��Depuração (clearance)

Bioequivalência

��Distribuição

Distribuição dos fármacos

��Meia-vida

��Nem todos os tecidos são iguais

��Ligação a proteínas plasmáticas

��Ligação aos tecidos

��Concentração no estado de equilíbrio

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Medium 9788536317724

Capítulo 37. Catabolismo de aminoácidos II

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Catabolismo de aminoácidos II

37

Alanina. A alanina está em equilíbrio com o piruvato, o qual é oxidativamente decarboxilado a CO2 e acetil-CoA. Esta pode ser oxidada no ciclo de Krebs.

Mapa 37.1 (página ao lado)

Catabolismo de aminoácidos.

Serina. Quando é necessária para combustível respiratório, a serina sofre deaminação pela serina deidratase para formar piruvato, conforme o Mapa 37.1.

Glicina. Embora existam várias rotas possíveis para o catabolismo da glicina,

é provável que o “sistema de clivagem da glicina” mitocondrial seja o mais importante nos mamíferos. Esse complexo enzimático está ligado à membrana interna mitocondrial e tem várias similaridades com o complexo piruvato deidrogenase. Ele decarboxila a glicina a CO2 e N5, N10-metileno-tetraidrofolato

(N5, N10-THF) de forma oxidativa.

Treonina. A rota mais importante para o catabolismo da treonina nos mamíferos é a “via aminoacetona”. A treonina deidrogenase forma um intermediário instável, a α-amino-β-cetobutirato, que é decarboxilado de maneira espontânea a aminoacetona para facilitar o catabolismo a piruvato. É possível que a treonina também seja deaminada pela serina deidratase e por uma treonina deidratase específica para formar α-cetobutirato. Este poderia ser, então, metabolizado a succinil-CoA, como foi delineado para o metabolismo da metionina.

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Medium 9788527717175

4 EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO PACIENTE E DA FAMÍLIA NO AMBIENTE DE CUIDADOS CRÍTICOS

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen PDF Criptografado

Educação em Saúde do Paciente e da

Família no Ambiente de Cuidados Críticos

5

4

Mary O. Palazzo

Barreiras à Aprendizagem

Doença Grave e Estresse

Doença Prolongada e Estresse

Estresse Ambiental

Barreiras Culturais e de Idioma

Barreiras Sensoriais

Educação e Aprendizagem

Três Domínios de Aprendizagem

Princípios da Aprendizagem do Adulto

O Processo de Educação em Saúde do Adulto

Avaliação das Necessidades de Aprendizagem em

Momentos de Crise

Intervenção: Estratégias de Ensino Efetivas nos Cuidados Críticos

Avaliação do Processo de Aprendizagem

Padrões de Educação em Saúde do Paciente e da Família

Objetivos

Baseado no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

o ambiente de cuidados críticos, é sempre um desafio atender às necessidades educacionais do paciente e da família por causa da natureza de risco de vida da doença grave. A educação em saúde do paciente e da família é um componente vital do cuidado de enfermagem. A enfermeira deve lidar com a ansiedade e o medo que estão associados ao diagnóstico da doença grave, enquanto tenta ensinar conceitos difíceis em um ambiente que não é preparado para desenvolver o ensino.

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Medium 9788520448342

27. Condutas em final de vida

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Mariana Torre Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 27

Condutas em final de vida

Oscar Cabrera Avendaño

INTRODUÇÃO

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que anualmente 40 milhões de pessoas necessitam de cuidados paliativos e somente 14% delas recebem a assistência necessária. A falta de formação e de consciência sobre os cuidados paliativos por parte da equipe multidisciplinar de saúde tem gerado um obstáculo transcendental na implementação de programas de melhora nesse âmbito.1

Segundo um estudo de 234 países, territórios e regiões realizado em 2011, os serviços de assistência paliativa só estavam adequadamente integrados em 20 países; 42% dos países careciam desse tipo de serviços, e 32% adicionais contavam apenas com serviços isolados de assistência paliativa.

É imprescindível ressaltar que em virtude do aumento das doenças não transmissíveis

(p. ex., câncer e doenças crônico-degenerativas), do processo de envelhecimento da população, dos estilos de vida não saudáveis e da falta de consciência da população para reafirmar a vida, a necessidade de cuidados paliativos continuará a aumentar, em contraste com a falta de profissionais que atendam às necessidades desse segmento da população.

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