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Medium 9788582711675

Capítulo 7 - Construção do conhecimento sobre a CIPE® no Brasil, 1995-2013

Telma Ribeiro Garcia Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Construção do conhecimento sobre a CIPE no Brasil, 1995-2013

®

TÂNIA COUTO MACHADO CHIANCA

PATRÍCIA DE OLIVEIRA SALGADO

INTRODUÇÃO

Na atualidade, há um aumento constante na troca de informações, com grande evolução tecnológica e que tem caracterizado o fenômeno da globalização. A enfermagem tem procurado acompanhar esse desenvolvimento, aprimorando-se e buscando desenvolver estudos que colaborem com a padronização da linguagem que utiliza, por meio de formas de registro e documentação de suas ações, além da organização de bancos de dados que forneçam informações e conhecimento relevantes1.

Nesse sentido, têm sido desenvolvidos, desde a década de 1970, sistemas estruturados de classificação dos elementos que identificam a prática de enfermagem. Estes são instrumentos de trabalho que envolvem uma linguagem comum e que podem contribuir para a avaliação da qualidade da assistência prestada, além de descrever a prática de enfermagem. Observa-se que existem vários sistemas de classificação disponíveis, alguns relacionados a uma e outros a duas ou três fases do processo de enfermagem. Entre eles, citam-se: Taxonomia de Diagnósticos de Enfermagem da NANDA-I, NIC, NOC,

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Medium 9788527717175

11 A MULHER GRÁVIDA EM SITUAÇÃO CRÍTICA

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen PDF Criptografado

11

A Mulher Grávida em Situação Crítica

Cathleen R. Maiolatesi

Alterações Fisiológicas na Gravidez

Alterações Cardiovasculares

Alterações Respiratórias

Alterações Renais

Alterações Gastrointestinais e Metabólicas

Alterações Hematológicas

Considerações do Desenvolvimento Fetal e Placentário

Condições Relacionadas aos Cuidados Críticos na Gravidez

Pré-eclâmpsia Grave

Síndrome HELLP

Coagulação Intravascular Disseminada

Embolia por Líquido Amniótico

Síndrome de Angústia Respiratória Aguda

Trauma

Cuidado de Suporte Emocional

1

Resumir as alterações fisiológicas normais que ocorrem nos sistemas cardiovascular, respiratório, renal e hematológico durante a gravidez.

2

Diferenciar os sinais e sintomas da pré-eclâmpsia e préeclâmpsia grave.

3

Explicar a fisiopatologia da pré-eclâmpsia grave.

4

Descrever os parâmetros de avaliação de enfermagem de uma paciente com pré-eclâmpsia grave em uso de sulfato de magnésio intravenoso.

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Medium 9788527734264

21 - Questões Ético-Legais na Pesquisa em Enfermagem

OGUISSO, Taka; SCHMIDT, Maria José Grupo Gen PDF Criptografado

21

Questões Ético-Legais na

Pesquisa em Enfermagem

Taka Oguisso, Maria José Schmidt e Genival Fernandes de Freitas

Introdução

Não há dúvida de que foi a pesquisa que, ao mesmo tempo em que produziu conhecimentos, desencadeou os grandes progressos na Enfermagem e possibilitou aos enfermeiros galgarem todos os degraus acadêmicos da vida universitária. Sem ela não teriam ocorrido as conquistas sociais, científicas, intelectuais, técnicas e profissionais da Enfermagem. Se promover a pesquisa para ampliar e aprofundar conhecimentos específicos constitui responsabilidade moral de qualquer profissão, com mais razão isso deveria ser cobrado dos enfermeiros, que lidam com vidas humanas e têm o dever de utilizar a pesquisa para buscar novos meios científicos e métodos mais racionais para melhorar a prática assistencial da Enfermagem e a qualidade de vida do homem.

Embora enfermeiros docentes, em geral, estivessem convencidos há mais tempo dessa realidade, outros enfermeiros, sobretudo os do campo clínico e da prática profissional, demoraram a reconhecer essa necessidade e importância.

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Medium 9788520423479

2. Aspectos conceituais e microbiológicos relacionados ao processamento de materiais utilizados na assistência à saúde

Graziano, Kazuko Uchikawa; Silva, Arlete; Psaltikidis, Eliane Molina Editora Manole PDF Criptografado

2

Aspectos conceituais e microbiológicos relacionados ao processamento de materiais utilizados na assistência à saúde

M aria C lara P adoveze

K azuko U chikawa G raziano

P on ­t os

a apren ­d er

1. Compreensão dos aspectos microbiológicos relacionados ao processamento de materiais.

2. Identificação dos principais conceitos referentes a limpeza, desinfecção e esterilização de materiais.

3. �

Correlação dos conceitos apresentados com a prática em Centro de

Material e Esterilização (CME).

P alavras - chave

Enfermagem em Centro de Material e Esterilização, conceitos, microbiologia, limpeza, desinfecção, esterilização.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Conceitos microbiológicos relacionados ao processamento. Conceitos referentes a limpeza, desinfecção e esterilização. Resumo. Resumo esquemático. Pontos a revisar. Propostas para estudo. Atividade sugerida.

Referências bibliográficas. Para saber mais.

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Medium 9788527728188

63 Avaliação e Manejo de Clientes com Distúrbios Oculares e Visuais

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

63

Avaliação e Manejo de

Clientes com Distúrbios

Oculares e Visuais

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Identificar as estruturas oculares significativas e descrever as suas funções.

2 Especificar a avaliação e os achados diagnósticos utilizados na avaliação dos distúrbios oculares.

3 Descrever as estratégias de avaliação e manejo para clientes com déficit visual e cegueira.

4 Identificar as ações farmacológicas e o manejo de enfermagem dos medicamentos oftálmicos comuns.

5 Discutir as características clínicas, a avaliação e os achados diagnósticos, e o manejo clínico ou cirúrgico de glaucoma, catarata e outros distúrbios oculares.

6 Descrever o manejo de enfermagem dos clientes com glaucoma, catarata e traumatismo ocular.

7 Discutir as orientações gerais da alta para os clientes após cirurgia ocular.

Glossário acomodação: processo por meio do qual o cristalino do olho se ajusta ao comprimento focal para focalizar uma imagem clara na retina astigmatismo: erro de refração em virtude de irregularidade na curvatura da córnea câmara anterior: espaço no olho que contém humor aquoso, entre a córnea posterior (endotelial) e a íris anterior e a pupila cegueira: incapacidade de ver, definida como a acuidade visual corrigida de 20/400 ou menos, ou um campo visual de não mais do que 20° no olho melhor ceratocone: deformidade da córnea em formato de cone ceratopatia bolhosa: edema corneano com bolhas dolorosas no epitélio, em virtude de disfunção endotelial corneana diplopia: visualização de um objeto como dois; visão dupla ectrópio: curvatura da pálpebra inferior para fora emetropia: condição de refração normal, que resulta em foco claro na retina; ausência de defeitos ópticos endoftalmite: infecção intraocular entrópio: curvatura na pálpebra inferior para dentro enucleação: remoção do globo ocular e de parte do nervo

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Medium 9788520442081

17. Riscos ergonômicos e psicossociais em Centro Cirúrgico

CARVALHO, Rachel de; BIANCHI, Estela Regina Ferraz Editora Manole PDF Criptografado

17

Riscos ergonômicos e psicossociais em Centro Cirúrgico

Jeane Aparecida Gonzalez Bronzatti

Estela Regina Ferraz Bianchi

PONTOS A APRENDER

1. Definir ergonomia.

2. Discutir as condições de trabalho, quanto à ergonomia, no Centro

Cirúrgico (CC).

3. Reconhecer os riscos ergonômicos presentes no CC e na

Recuperação Pós-Anestésica (RPA).

4. Relatar os estressores vividos pelo enfermeiro de CC.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem de Centro Cirúrgico; estresse; ergonomia; trabalho.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Riscos ergonômicos. Estresse do enfermeiro de CC.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências.

RESUMO

O trabalho do enfermeiro em Centro Cirúrgico (CC) requer conhecimento científico e também a análise de sua condição de trabalho. A sobrecarga física e emocional pode afetar o desempenho do profissional na coordenação do processo de cuidar e da gerência da unidade. A discussão dos riscos ergonômicos e emocionais faz parte da competência do enfermeiro em prol de recursos para a prestação da assistência e da funcionalidade da unidade, proporcionando um ambiente de trabalho adequado para a atuação da equipe de enfermagem.

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Medium 9788527728188

53 Avaliação das Funções Renal e Urinária

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

53

Avaliação das Funções

Renal e Urinária

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Descrever a anatomia e a fisiologia dos sistemas renal e urinário.

2 Discutir o papel dos rins na regulação do equilíbrio hidreletrolítico, do equilíbrio acidobásico e da pressão arterial.

3 Descrever as considerações gerontológicas relacionadas com a função das vias urinárias superiores e inferiores.

4 Descrever os exames complementares utilizados para determinar a função das vias urinárias superiores e inferiores.

5 Identificar os parâmetros de avaliação usados para determinar o estado da função das vias urinárias superiores e inferiores.

6 Iniciar a orientação e a preparação dos clientes que se submetem a uma avaliação do sistema urinário.

Glossário aldosterona: hormônio sintetizado e liberado pelo córtex das glândulas suprarrenais; promove a reabsorção de sódio pelos rins anúria: diminuição do débito urinário para menos de 50 m em 24 h bacteriúria: existência de bactérias na urina creatinina: escória endógena do metabolismo energético do músculo densidade: expressão do grau de concentração da urina depuração renal: capacidade dos rins de eliminar solutos do plasma disúria: micção dolorosa ou difícil diurese: aumento do volume de urina glicosúria renal: excreção de glicose na urina glomérulo: tufo de capilares que formam parte do néfron, através do qual ocorre a filtração

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Medium 9788527728188

5 Avaliação de Saúde e Nutricional do Adulto

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Avaliação de Saúde e

Nutricional do Adulto

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Identificar as considerações éticas necessárias para proteger os direitos do cliente relacionados com os dados coletados no histórico de saúde e no exame físico.

2 Descrever os componentes do histórico de saúde holístico.

3 Explorar o conceito de espiritualidade e a avaliação das necessidades espirituais dos clientes.

4 Aplicar habilidades e técnicas de entrevista culturalmente sensíveis para conduzir com sucesso a avaliação do histórico de saúde, o exame físico e a avaliação nutricional do cliente.

5 Identificar os aspectos genéticos que a enfermeira deve incorporar ao exame físico.

6 Identificar as modificações necessárias para coletar o histórico de saúde e realizar o exame físico do cliente com incapacidade funcional.

7 Descrever as técnicas de inspeção, palpação, percussão e ausculta para realizar um exame físico básico.

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Medium 9788527733175

8 Questões Legais Relacionadas à Enfermagem em Cuidados Críticos

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Descrever as principais áreas do direito que afetam a prática da enfermagem em cuidados críticos.

2. Definir os quatro elementos da imperícia (negligência profissional).

3. Delinear as alegações comumente feitas contra as enfermeiras de cuidados críticos.

4. Explicar os tipos de delegação de responsabilidade.

5. Aplicar o conhecimento sobre consentimento informado e diretrizes antecipadas nas situações de cuidado ao paciente em estado crítico.

Como a sociedade dos EUA* parece estar mais litigiosa que nunca, as questões legais envolvendo o cuidado crítico constituem uma preocupação crescente. Pesquisas contemporâneas indicam que aproximadamente 210.000 mortes ocorrem todos os anos como resultado de danos preveníveis nos hospitais.1**

Este capítulo começa com uma visão geral sobre as principais áreas jurídicas das organizações governamentais e sobre as principais áreas jurídicas que geram impacto sobre a prática da enfermagem. Em seguida, os princípios legais de negligência, delegação da responsabilidade e autonomia do paciente são revistos, com exemplos de casos de cuidados críticos pertinentes. O capítulo então segue no sentido da identificação de questões legais atuais selecionadas que são mais aplicáveis à prática da enfermagem em cuidados críticos.

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Medium 9788527721165

15 - Parkinsonismo

NUNES, Maria Inês; SANTOS, Mariza dos; FERRETI, Renata Eloah de Lucena Grupo Gen PDF Criptografado

15

Parkinsonismo

Carla Maria Maluf Ferrari

Luciane Vasconcelos Barreto de Carvalho

Introdução, 138

CCDoença de Parkinson, 138

CCDiagnóstico, 140

CCTratamento, 140

CCManejo não farmacológico, 141

CCAssistência de enfermagem, 141

CCConsiderações finais, 142

CCBibliografia, 143

CC

Nunes 15.indd 137

05.04.12 12:09:10

138

Enfermagem Geriátrica e Gerontológica

Introdução

��

As disfunções dos gânglios de base são: parkinsonismo, coreia, balismo, distonia e atetose conhecidos como síndromes extrapiramidais

Os distúrbios do movimento são disfunções neurológicas relacionadas com patologias dos gânglios da base, com atividade motora involuntária e lentidão (hipocinecisa) ou aumento (hipercinecia) dos movimentos voluntários com ausência de paralisia ou paresia (Barbosa e Gonçalves,

2005; Pinheiro, 2006). Entre os distúrbios do movimento vinculados

às disfunções dos gânglios da base, destacam-se o parkinsonismo, a coreia, o balismo, a distonia e a atetose. Estes são agrupados como síndromes extrapiramidais.

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Medium 9788520428818

23. Cuidados ao paciente com alterações psíquicas nos serviços de emergência hospitalar

WHITAKER, Iveth Yamaguchi; GATTO, Maria Alice Fortes Editora Manole PDF Criptografado

23

23

CUIDADOS AO PACIENTE COM ALTERAÇÕES

PSÍQUICAS NOS SERVIÇOS DE

EMERGÊNCIA HOSPITALAR

J oão F ernando M arcolan

P ontos

a aprender

1. �Definição de emergência comportamental.

2. Interação terapêutica com o usuário.

3. Riscos envolvidos na emergência.

4. O quadro de alteração de consciência.

5. Atuação em relação à emergência comportamental.

P alavras - chave

Assistência psiquiátrica, enfermagem psiquiátrica, emergência psiquiátrica.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Interação com o usuário. Crise e surto. Principais situações em emergências comportamentais e conduta de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Pontos a revisar. Propostas para estudo. Referências. Para saber mais.

INTRODUÇÃO

A emergência psiquiátrica está relacionada ao comportamento de risco para o paciente ou profissionais que o atendem ou o meio em que está inserido ou para todos.

As alterações psíquicas levam a comportamentos de risco e podem ser provocadas por causas orgânicas ou por causas que não tenham fundo biológico, relacionadas ao estresse, ao trauma psi514

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Medium 9788527730662

16 - Lesão por Pressão na Pessoa Idosa

PEDREIRA, Larissa Chaves; PRASERES, Beatriz Mergulhão Ribeiro Grupo Gen PDF Criptografado

16

Lesão por Pressão na Pessoa Idosa

Iris Soeiro de Jesus Limeira, Celimar Souza dos Santos

Bittencourt, Mariana Pinheiro Santos, Mavy Batista

Dourado e Normaci Avelina Teodora

Introdução

As lesões por pressão (LPP) constituem problemas frequentes associados ao comprometimento da mobilidade e com ocorrências em diversas modalidades de assistência, afetando principalmente as pessoas idosas. Durante muito tempo foram denominadas

úlcera por pressão. Contudo, em abril de 2016, a National Pressure Ulcer Advisory

Panel (NPUAP) publicou a alteração na terminologia, considerando que a expressão atual descreve de maneira mais precisa esse tipo de lesão, tanto na pele intacta como na pele ulcerada. Além disso, a NPUAP atualizou a nomenclatura dos estágios do sistema de classificação.1

A LPP é definida como um dano localizado na pele e/ou nos tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato, como resultado da pressão intensa e/ou prolongada em combinação com o cisalhamento.2 A tolerância do tecido mole para a pressão e o cisalhamento também pode ser afetada pelo microclima, pela nutrição, por perfusão, por doenças associadas e pela condição desse tecido.

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Medium 9788536317724

Capítulo 9. 2,3-bifosfoglicerato (2,3-BPG) e os eritrócitos

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

2,3-bifosfoglicerato (2,3-BPG) e os eritrócitos

9

2,3-BPG auxilia a descarregar oxigênio da hemoglobina

A hemoglobina, proteína carreadora de oxigênio encontrada nos eritrócitos, tem alta afinidade com o oxigênio e, por isso, pode transportar oxigênio para os tecidos que o necessitam. O problema é que, na chegada aos tecidos, a hemoglobina deve ser persuadida a liberar sua carga. Sabe-se desde o início de 1900 que a presença de íons H+ nos músculos esqueléticos descarrega o oxigênio da hemoglobina. Isso é conhecido como “efeito de Bohr”. Entretanto, apenas a partir de 1977 tornou-se conhecido outro fator, o 2,3-BPG (2,3-bifosfoglicerato) – também conhecido como 2,3-DPG (2,3-difosfoglicerato) em medicina

–, o qual é um efetor alostérico que se liga à deoxi-hemoglobina, dessa forma diminuindo a afinidade da hemoglobina com o oxigênio.

Enquanto a resposta aos íons H+ é muito rápida, o 2,3-BPG opera períodos mais longos, permitindo adaptações graduais às variações do oxigênio.

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Medium 9788582714898

Capítulo 10. Amostragem e coleta de dados em estudos quantitativos

Denise F. Polit, Cheryl Tatano Beck Grupo A PDF Criptografado

10

Amostragem e coleta de dados em estudos quantitativos

Objetivos de aprendizagem

Depois de estudar este capítulo, o leitor será capaz de:

• Distinguir entre amostras de não probabilidade e de probabilidade e comparar suas vantagens e desvantagens

• Identificar e descrever vários tipos de modelos de amostragem em estudos quantitativos

• Avaliar em que medida o método de amostragem e o tamanho da amostra são apropriados ao estudo

• Identificar os fenômenos que se prestam ao autorrelato, à observação ou às medidas fisiológicas

• Descrever várias abordagens para coletar dados de autorrelatos (p. ex., entrevistas, questionários, escalas compostas)

• Descrever métodos de coleta e de registro de dados observacionais

• Descrever os principais aspectos e as vantagens das medidas biofisiológicas

• Criticar as decisões do pesquisador em relação ao plano de coleta de dados

• Descrever abordagens para avaliar a confiança e a validade das medidas

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Medium 9788520448342

28. O saber e o fazer na assistência paliativa

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Mariana Torre Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 28

O saber e o fazer na assistência paliativa

Jandra Cibele Rodrigues de Abrantes Pereira Leite

INTRODUÇÃO

No século XX, a medicina passou por profundas transformações no mundo todo. A tecnologia e os avanços na prática médica e no controle ou na eliminação de doenças trouxeram melhorias significativas na área da saúde. No entanto, tudo isso traz à tona decisões éticas acerca das condutas e atitudes da equipe de saúde.

É notável também o envelhecimento progressivo da população, permitindo que muitas doenças mortais se tornem crônicas, o que propicia longevidade a seus portadores.

Todavia, a morte ainda é uma certeza e ameaça o ideal de cura e de preservação da vida para o qual os profissionais da saúde são treinados.

Inseridas nesse contexto de avanço da tecnologia médica, as unidades de terapia intensiva (UTI) têm crescido de forma substancial, ampliando as perspectivas terapêuticas nas mais diversas situações clínicas. Entretanto, todo esse progresso aumenta a possibilidade de prolongamento da vida a qualquer custo, o que implica, muitas vezes, tratamentos fúteis (ou seja, intervenções que não atendam ou que sejam incoerentes com os objetivos propostos no tratamento de um determinado doente) ou inúteis. Em relação a isso, certamente não se está aqui colocando em dúvida os benefícios promovidos pelos avanços tecnológicos, desde que sejam bem indicados e utilizados.

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