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Medium 9788582713808

Capítulo 41 - Doenças oculares

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

346

41.1 Glaucoma

41 DOENÇAS OCULARES

Tratamento farmacológico local do glaucoma

Entende-se por glaucoma uma doença do nervo óptico que cursa com a morte de células nervosas e atrofia do nervo óptico, causando a diminuição do campo visual.

Na maioria dos casos, o paciente só percebe tardiamente, pois primeiramente é atingida a periferia e somente depois o campo visual central.

Estatisticamente, são fatores de risco o avanço da idade, a pele escura, a herança familiar e o aumento da pressão intraocular (o normal em adultos é de 10 a 21 mmHg). Deve ser observado que o aumento da pressão intraocular (PIO)

é um fator de risco, mas não é uma condição necessária para o glaucoma, pois ele pode ocorrer também em condição de PIO normal. É claro que, entre os fatores de risco supracitados, somente a PIO pode ser alterada.

Para diminuir a pressão intraocular, dispõe-se de diversos mecanismos de ação medicamentosos. A PIO resulta da relação entre a produção e a drenagem do humor aquoso. O humor aquoso é secretado pelas células epiteliais do corpo ciliar e flui, após ultrapassar o labirinto trabecular, pelo canal de Schlemm (setas azuis

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Medium 9788527722865

8 - Avaliação Nutricional

Sharon Jensen Grupo Gen PDF Criptografado

8

Avaliação Nutricional

O b j e t i v o s

d o

a p r e n d i z a d o

1 Discutir o papel dos nutrientes na manutenção da saú­de

2 Apresentar diretrizes dietéticas com base na pirâmide alimentar

3 Discutir fatores do desenvolvimento, sociais, culturais e religiosos que influenciam o estado nutricional do cliente

4 Descrever o papel da enfermeira na avaliação nutricional

5 Avaliar os efeitos potenciais dos medicamentos e dos suplementos

nutricionais na ingesta, absorção, utilização e excreção de nutrientes

A

na Rita, de 15 anos e 47,5 kg, recebeu alta recentemente do hospital com diagnóstico de anorexia nervosa. Essa internação foi a mais recente de três no último ano. A mãe da jovem, uma dona de casa em horário integral, refere estar muito envolvida nas atividades escolares e sociais de Ana Rita.

A família recebeu em seu domicílio uma enfermeira da clínica da família para uma avaliação de acompanhamento. O papel da enfermeira nessa visita é avaliar o estado nutricional de Ana Rita e sua capacidade de autocuidado no domicílio.

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Medium 9788527724227

44 - Monitoramento Hemodinâmico: Pressão Arterial Média

Vicky R. Bowden, Cindy Smith Greenberg Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

44

Monitoramento Hemodinâmico:

Pressão Arterial Média

Diretrizes clínicas

• O monitoramento da pressão arterial média (PAM) é prescrito pelo médico com o objetivo de avaliar uma criança criticamente enferma por meio do fornecimento de informação sobre a pressão sanguí­nea arterial

• A enfermeira responsável pelos cuidados com a criança deve ter conhecimento sobre:

° Princípios do monitoramento da pressão sanguí­nea arterial

° Anatomia e fisiologia cardía­cas

° Fisiologia do equilíbrio e desequilíbrio hidreletrolítico

° Fisiopatologia de doen­ças cardía­cas e alterações hemodinâmicas esperadas após intervenções ou cirurgia cardía­ca

• A enfermeira responsável pelos cuidados com a criança deve ter competência para preparar e operar o equipamento de monitoramento intra-arterial, avaliar os tipos de onda e seus dados e tomar decisões clínicas relacionadas com as alterações na terapia administrada à criança

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Medium 9788527729581

40 - Crescimento e Desenvolvimento Pediátricos

Sandra M. Nettina Grupo Gen PDF Criptografado

Unidade

13

Considerações

Práticas Gerais

40

Crescimento e

Desenvolvimento Pediá­tricos

Crescimento e desenvolvimento, 1338

Crescimento e desenvolvimento da lactância à adolescência, 1338

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO

Crescimento e desenvolvimento da lactância à adolescência

O crescimento e o desenvolvimento começam com o nascimento. À medida que lactentes e crianças crescem e amadurecem, passam por estágios previsíveis de desenvolvimento. O conhecimento e a avalia­

ção do crescimento e do desenvolvimento ajudam a enfermeira a rea­ li­zar triagem para detectar problemas físicos e emocionais; a oferecer orientações antecipadas aos pais e aos cuidadores; a estabelecer com a criança um relacionamento de confiança e afinidade emocional, para facilitar a prestação dos cuidados de saú­de; e a fornecer instruções pa­ ra que a família desenvolva um estilo de vida saudável no futuro. So­ bre avaliação do recém-nascido, ver Capítulo 38, p. 1274. O presente capítulo inclui o perío­do que se estende do início da infância (1 mês de vida) até a adolescência (12 a 14 anos de idade). Ver Tabela 40.1.

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Medium 9788527723169

Apêndice G - Exemplos de Planos de Ensino ao Cliente

Townsend, Mary C. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice G

Exemplos de Planos de Ensino ao Cliente

᭿

Benzodiazepínicos

᭿

Folha de instrução sobre a medicação para o paciente

Nome do paciente __________ Medicamento prescrito __________

Instruções para uso __________________________________________

᭿

᭿

Antes de usar este medicamento, não deixe de informar ao seu médico se você:

᭿

᭿

for alérgico a algum medicamento tiver glaucoma estiver grávida, planejando engravidar ou amamentando estiver tomando algum outro medicamento.

᭿

Efeitos colaterais deste medicamento

᭿

᭿

Outras orientações ao tomar esta medicação

᭿

Tome este medicamento apenas como seu médico orientou. Não tome uma dose mais alta nem mais frequentemente do que o prescrito. Se forem tomadas doses grandes por um período prolongado, pode-se criar o hábito

Se estiver tomando este medicamento várias vezes por dia e se esquecer de uma dose, se não houver passado muito mais do que 1 h da dose perdida, vá em frente e tome-o. De outro modo, aguarde e tome a dose seguinte no horário regular. Não dobre a dose se esquecer de alguma. Continue tomando a dose prescrita

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Medium 9788527722865

26 - Gestantes

Sharon Jensen Grupo Gen PDF Criptografado

Gestantes

26

B

eatriz foi à consulta na unidade de saú­de após um teste positivo para gravidez feito em casa. Ela tem 21 anos de idade e está acompanhada de seu parceiro e do filho deles de 1 ano e 10 meses. Beatriz, 1,62 m, está preocupada porque ainda não perdeu a totalidade do peso que ganhou na primeira gravidez e está começando a gravidez atual com 93 kg. Ela relata que parou de fumar na

última gravidez, mas que voltou a fumar meio maço por dia após o bebê nascer para aliviar o alto estresse de ser mãe pela primeira vez. Ela acha que a data da sua última menstruação

(DUM) foi há 6 semanas e relata que o fluxo menstrual foi menor do que o usual.

• Que informações adicionais de Beatriz a enfermeira precisa reunir hoje?

• Que dados da avaliação física a enfermeira é

O b j e t i v o s

d o

a p r e n d i z a d o

1 Descrever como condições preexistentes influenciam e são influenciadas pela gravidez

2 Criar estratégias para minimizar as complicações físicas e psicossociais da gravidez

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Medium 9788520437148

10. Saúde da população indígena

Sônia Barros; Paulo Fernando de Souza Campos; João José Santos Fernandes Editora Manole PDF Criptografado

10

Saúde da população indígena

István van Deursen Varga

Rosana Lima Viana

Palavras-chave  Demografia da população indígena; saúde da população indígena; Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai); Distritos Sanitários

Especiais Indígenas (DSEIs); Sistemas Locais de Saúde (Silos).

Estrutura dos tópicos  Introdução. Demografia e epidemiologia. Modelo de gestão e controle social: ainda os maiores problemas. IV Conferência Nacional de

Saúde Indígena: falência do modelo Funasa/Desai. Secretaria Especial de Saúde

Indígena (Sesai). Considerações finais. Referências. Bibliografia.

Introdução

Os povos e comunidades indígenas no Brasil foram todos, sem exceção, diretamente vitimados pela sociedade nacional em formação.

Além das guerras de conquista, das expedições de captura de mão de obra escrava e das chamadas “guerras justas” (que de

258

10  Saúde da população indígena  259

“justas” nada tinham) do período colonial e o século XIX, seus territórios, mesmo os já demarcados, vêm sendo continuamente assaltados por projetos desenvolvimentistas, até nossos dias.

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Medium 9788520423332

7. Cuidados de enfermagem relacionados às necessidades sensoriais do idoso

Lucia Hisako Takase Gonçalves; Francis Solange Vieira Tourinho Editora Manole PDF Criptografado

7

Cuidados de enfermagem relacionados

às necessidades sensoriais do idoso

J uliana V ieira de A raujo S andri

E lizandra F aria de A ndrade

S imone R egina G rando

P on ­t os

a apren ­d er

1. A

� s modificações funcionais do sistema sensorial.

2. �Os sinais de comprometimento sensorial que podem afetar as atividades da vida diária dos idosos.

3. �Relação das intervenções de enfermagem para os déficits sensoriais, segundo os diagnósticos de enfermagem.

P alavras - chave

Idoso, cuidados de enfermagem, função sensorial, hospitalização.

E strutura

dos tópicos

Introdução. O sistema sensorial e seu processo fisiológico de envelhecimento.

Incapacidades impostas nas atividades da vida diária e hipóteses diagnósticas de enfermagem para os déficits sensoriais. Diagnósticos e intervenções de enfermagem para o idoso com déficits sensitivos. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

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Medium 9788580555967

59. Farmacologia perinatal e pediátrica

Bertram G. Katzung, Anthony J. Trevor Grupo A PDF Criptografado

S

E

Ç

Ã

X

O

Tópicos especiais

59

C A P Í T U L O

Farmacologia perinatal e pediátrica

Gideon Koren, MD *

Os efeitos dos fármacos sobre fetos e lactentes recém-nascidos têm como base os princípios gerais descritos nos Capítulos 1 a 4. Entretanto, os contextos fisiológicos nos quais as leis farmacológicas operam são diferentes em gestantes e em lactentes em rápido desenvolvimento. No presente, os fatores farmacocinéticos específicos que operam nesses pacientes começam a ser compreendidos, ao passo que as informações acerca de diferenças farmacodinâmicas (p. ex., características e respostas de receptores) ainda são incompletas.

fArmAcoterAPiA nA grAVidez

Farmacocinética

A maioria dos fármacos administrados em gestantes atravessa a barreira placentária e expõe embrião e feto a seus efeitos farmacológicos e eventualmente teratogênicos. Entre os fatores mais importantes que afetam a transferência placentária e o efeito de fármacos sobre o feto estão: (1) as propriedades físico-químicas do fármaco; (2) a velocidade com que o fármaco atravessa a barreira placentária e a quantidade que chega ao feto; (3) a duração da exposição ao fármaco; (4) as características de distribuição nos diferentes tecidos fetais; (5) o estágio do desenvolvimento placentário e fetal no momento da exposição ao fármaco, e

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Medium 9788527726689

22 - Manejo de Enfermagem | Distúrbios Orais e Esofágicos e Clientes com Intubação Gastrintestinal e Nutrição Parenteral e Enteral

Linda Honan Pellico Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Zachary R. Krom

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever o manejo de enfermagem de clientes com distúrbios na cavidade oral

2. Usar o processo de enfermagem para o cuidado de clientes submetidos à dissecção do pescoço

3. Discorrer sobre as várias condições do esôfago, suas manifestações clínicas e seu manejo

4. Relatar os objetivos e os tipos de intubação gastrintestinal

5. Discutir o manejo de enfermagem do cliente com tubo nasogástrico ou nasoenteral

6. Identificar os propósitos e usos da nutrição parenteral.

Manejo de Enfermagem |

Distúrbios Orais e Esofágicos e

Clientes com Intubação Gastrintestinal e Nutrição Parenteral e Enteral

A digestão começa na boca; a nutrição adequada está relacionada com a boa saú­de bucal e com a condição da cavidade oral. Qualquer desconforto ou condição adversa na cavidade oral pode afetar o estado nutricional de uma pessoa, influenciando o tipo e a quantidade de alimento ingerido, bem como o grau ao qual as partículas de alimentos são expostas às enzimas salivares. Devido à correlação entre a ingestão nutricional adequada e as estruturas do trato gastrintestinal (GI) superior (lábios, boca, dentes, faringe, esôfago), justificam-se a avaliação da enfermagem e as orientações de saú­de relativas à ingestão alimentar e hídrica, à saú­de nutricional geral, à fala e à autoimagem. Em alguns clientes, determinadas patologias impedem a função do sistema GI, havendo necessidade de inserção de dispositivos artificiais para auxiliar a ingestão nutricional. É importante que a enfermeira esteja familiarizada com os procedimentos de inserção, com sua função e com as complicações associadas ao cuidado de clientes que recebem nutrição parenteral ou enteral suplementar.

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Medium 9788582715710

Capítulo 1. Processo de enfermagem

Alba Lucia Bottura Leite de Barros, Juliana de Lima Lopes, Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

1

Agueda Mª Ruiz Zimmer Cavalcante

Alba Lucia Bottura Leite de Barros

Nos últimos anos, a enfermagem tem vivenciado um importante desenvolvimento, que pode ser observado pelo aumento na quantidade de cursos de pós-graduação, pela abrangência na atuação em diferentes áreas, pelo aumento do número de pesquisadores e de publicações, pela criação de linguagens padronizadas, entre outras conquistas. O propósito desse crescimento é alcançar uma assistência de enfermagem pautada na excelência e que ofereça promoção, manutenção, recuperação e reabilitação da saúde.1

No planejamento da assistência, o enfermeiro sistematiza as diferentes ações da sua prática de forma lógica, executando, gerenciando, avaliando e documentando-as. Esse processo de sistematização pode envolver protocolos e rotinas específicos de cada instituição. Entretanto, no contexto da sistematização da assistência de enfermagem, destaca-se o processo de enfermagem (PE), definido por Barros e colaboradores2 como uma ferramenta intelectual de trabalho do enfermeiro que norteia o processo de raciocínio clínico e a tomada de decisão diagnóstica, de resultados e de intervenções.

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Medium 9788582713990

Capítulo 7 - Transtornos depressivos

Laura Weiss Roberts, Alan K. Louie Artmed PDF Criptografado

7

Transtornos depressivos

Bruce A. Arnow, Ph.D.

Tonita E. Wroolie, Ph.D.

Sanno E. Zack, Ph.D.

“Nada vai melhorar. Por que tentar?”

“Ele nem sorri mais para nosso neto.”

O grupo dos transtornos depressivos inclui transtorno depressivo maior, transtorno depressivo persistente (distimia), transtorno disfórico pré-menstrual, transtorno disruptivo da desregulação do humor, que é específico para crianças com menos de 12 anos de idade, transtorno depressivo induzido por substância/medicamento, transtorno depressivo devido a outra condição médica, outro transtorno depressivo especificado e transtorno depressivo não especificado.

Os sintomas principais de transtorno depressivo maior, o mais comum desses transtornos, são humor triste e/ou anedonia. Outros possíveis sintomas de transtorno depressivo maior incluem perda de peso significativa ou mudança no apetite, insônia ou hipersonia, agitação ou retardo psicomotor, fadiga ou perda de energia, sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva, prejuízo na concentração ou indecisão e pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida ou tentativa ou plano de suicídio. Os sintomas devem estar presentes durante a maior parte do dia, quase todos os dias, durante um período mínimo de duas semanas. Os critérios do DSM-5 para transtorno depressivo maior exigem pelo menos cinco sintomas, sendo que um deles deve ser humor deprimido ou anedonia. Indivíduos que satisfazem os critérios para transtorno depressivo maior nunca devem ter vivenciado um episódio maníaco ou hipomaníaco (a menos que a mania ou hipomania tenha sido induzida por substância ou possa ser atribuída aos efeitos fisiológicos de outra condição clínica).

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Medium 9788527723169

Capítulo 22 - Terapias Complementares

Townsend, Mary C. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

22

Terapias Complementares

JJ Tópicos

do capítulo

Objetivos

Exercícios

Semelhanças e diferenças

Tipos de terapias complementares

Resumo e pontos fundamentais

Questões de revisão

Conceitos fundamentais

Medicina alternativa

Medicina complementar

JJ Termos-chave

Acupontos

Acupressão

Acupuntura

Medicina alopática

Medicina quiroprática

Meridianos

Qi

Subluxação

Ioga

JJ Objetivos

Ao término da leitura deste capítulo, o leitor será capaz de:

1. Comparar e estabelecer diferenças entre diversos tipos de terapias convencionais e alternativas.

2. Descrever a filosofia que dá suporte a diferentes terapias complementares, o que inclui fitoterápicos, acupressão e acupuntura, dieta e nutrição, quiropraxia, toque terapêutico e massagem, ioga e terapia assistida por animais.

3. Discutir a origem histórica de diferentes terapias complementares.

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Medium 9788520440049

5. Biossegurança e exposição a fluidos biológicos

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

5

Biossegurança e exposição a fluidos biológicos

Leila Maria Mansano Sarquis

Fernanda Moura D’Almeida Miranda

Paula Muniz do Amaral

Palavras-chave  Enfermagem; saúde do trabalhador; acidentes ocupacionais; biossegurança; exposição a agentes biológicos; riscos ocupacionais.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Riscos biológicos. Classificação dos agentes biológicos. Exposição a fluidos biológicos. Aspectos legais. Recomendações para a biossegurança. Considerações finais. Referências. Sites complementares.

INTRODUÇÃO

A biossegurança é uma temática abrangente que não se restringe à área de saúde humana. É definida como “uma condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal, vegetal e o ambiente”, conforme a Lei n. 11.105, de 24 de março de 2005.

Segundo Costa e Costa,1 a biossegurança no Brasil tem duas vertentes, ou seja, a legal, que trata das questões envolvendo a

86

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Medium 9788527724227

92 - Cuidados pré-operatórios

Vicky R. Bowden, Cindy Smith Greenberg Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

92

Cuidados pré-operatórios

Diretrizes clínicas

• O preparo pré-operatório da criança é feito pelos pais, por um psicólogo, enfermeira ou técnica de enfermagem

• Uma enfermeira ou técnica de enfermagem completam a lista de verificação (checklist) do preparo pré-operatório antes que a criança seja levada para a cirurgia

• Na frente do prontuá­rio da criança deve constar o termo de consentimento cirúrgico assinado pelos pais. O local e a lateralidade (direita, esquerda, medial ou bilateral) de todos os procedimentos são descritos em sua totalidade no termo de consentimento

• Os pais acompanham a criança até a entrada do centro cirúrgico.

Equipamento

Pulseira de identificação para a criança

Vestimenta cirúrgica para a criança

Estetoscópio

Termômetro

Monitor de pressão arterial

Monitor de oximetria de pulso

Balança

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