316 capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 194. Miastenia gravis

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

1238

Seção 14

neurologia

Para uma discussão mais detalhada, ver Amato AA, Barohn RJ:

Neuropatia periférica, Cap. 459, p. 2674; e Hauser SL, Amato AA:

Síndrome de Guillain-Barré e outras neuropatias imunomediadas, Cap. 460, p. 2694, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição,

AMGH Editora.

194

Miastenia gravis

Distúrbio neuromuscular autoimune que resulta em fraqueza e fatigabilidade dos músculos esqueléticos, geralmente devido à presença de autoanticorpos dirigidos contra os receptores de acetilcolina (AChR) na junção neuromuscular (JNM).

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS

Pode ocorrer em qualquer idade. Os sintomas flutuam ao longo do dia e são provocados pelo esforço. Distribuição típica: músculos cranianos (pálpebras, músculos extraoculares, fraqueza facial, fala anasalada ou ininteligível, disfagia); em 85% dos casos, envolvimento (geralmente proximal e assimétrico) dos músculos dos membros. Reflexos e sensibilidade normais. Os sintomas podem limitar-se apenas aos músculos extraoculares. Complicações: pneumonia por aspiração (fraqueza dos músculos bulbares), insuficiência respiratória (fraqueza dos músculos da parede torácica) e exacerbação da miastenia devido à administração de agentes com efeito bloqueador da JNM (quinolonas, macrolídeos, aminoglicosídeos, procainamida, propranolol, miorrelaxantes não despolarizantes).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 56. Distúrbios do sono

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

280

Seção 3

ApresentAções comuns do pAciente

• Quando a lesão tiver sido causada por um AVE, a recuperação da linguagem geralmente atingirá o máximo no prazo de 2 a 6 meses, após os quais a melhora evolutiva é limitada.

Para uma discussão mais detalhada, ver Mesulam M-M: Afasia, perda de memória e outros distúrbios cerebrais focais, Cap. 36, p. 176 do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

56

Distúrbios do sono

Os distúrbios do sono estão entre os problemas mais comuns vistos pelos médicos.

Mais de 50% dos adultos apresentam distúrbios do sono ao menos intermitentes e 50 a 70 milhões de norte-americanos sofrem de algum distúrbio crônico do sono, o qual pode afetar o funcionamento diário e a saúde física e mental.

ABordAGem Ao pAciente:

Distúrbios do sono

Os pacientes podem se queixar de (1) dificuldade de iniciar e manter o sono à noite (insônia); (2) sonolência diurna excessiva ou cansaço durante o dia; (3) fenômenos comportamentais incomuns que ocorrem durante o sono (parassonias); ou (4) distúrbios no ritmo circadiano associados a mudanças no fuso horário

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 2. Exames de imagem em medicina interna

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

exames de imagem em medicina interna

CAPÍTULo 2

25

DISTÚRBIOS “MISTOS”

Em muitas circunstâncias, existe mais do que apenas um distúrbio acidobásico. São exemplos: as acidoses metabólica e respiratória combinadas no choque cardiogênico; a alcalose metabólica e acidose com anion gap em pacientes com vômitos e cetoacidose diabética; e a acidose metabólica com anion gap com alcalose respiratória nos pacientes com intoxicação por salicilato. O diagnóstico pode ser clinicamente evidente e/ ou sugerido pelas relações entre a Pco2 e a [HCO3–] que divergem das encontradas nos distúrbios simples. Por exemplo, a Pco2 em paciente com acidose metabólica e alcalose respiratória é consideravelmente menor que a prevista a partir da [HCO3–] e pela fórmula de Winter [Paco2 = (1,5 × [HCO3–]) + 8 + 2].

Na acidose com anion gap “simples”, o anion gap aumenta em proporção à queda na [HCO3–]. Uma queda menor na [HCO3–] sérica que no anion gap sugere alcalose metabólica coexistente. Em contrapartida, uma queda proporcionalmente maior na

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 82. Diarreias infecciosas

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Diarreias infecciosas

TRATAMeNTo

CAPÍTULo 82

455

ABSCeSSoS PeRINeFRÉTICoS e ReNAIS

A drenagem e a administração de antibióticos ativos contra os microrganismos isolados são fundamentais. A drenagem percutânea costuma ser bem-sucedida nos abscessos perinefréticos.

Para uma discussão mais detalhada, ver Barshak MB, Kasper DL:

Infecções e abscessos intra-abdominais, Cap. 159, p. 845, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

82

Diarreias infecciosas

As diarreias agudas, associadas a cerca de 1,4 milhões de mortes ao ano, são a segunda causa infecciosa mais comum de morte mundialmente (após infecção do trato respiratório inferior) entre crianças com < 5 anos. A ampla variedade de manifestações clínicas combina com a grande variedade dos agentes infecciosos envolvidos ((Quadro 82.1). Na

Figura 82.1, é apresentada uma abordagem para os pacientes com diarreia infecciosa.

DIARREIA NÃO INFLAMATÓRIA

INTOXICAÇÃO ALIMENTAR BACTERIANA

Ver todos os capítulos
Medium 9788527732895

43 - Prevenção da Doença Renal Crônica

RIELLA, Miguel Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

43

Prevenção da

Doença Renal Crônica

Marcus G. Bastos

INTRODUÇÃO

A nova definição da doença renal crônica (DRC), proposta pelo

KDOQI no início da década passada e recentemente referendada pelo KDIGO, que leva em consideração alterações estrutural

(p. ex., a ocorrência de albuminúria e/ou hematúria glomerular) e funcional (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) renais, presentes por um período mínimo de 3 meses, facilitou em muito o diagnóstico da doença e possibilitou determinar a sua prevalência em cerca 10%, 2% e 1% em grupos com risco moderado, alto e muito alto, respectivamente, em diferentes países (ver Capítulo 52).1-3 Em virtude das múltiplas funções dos rins, o curso clínico da DRC é frequentemente acompanhado de complicações que afetam não somente os próprios rins, mas também outros órgãos. Por exemplo, pacientes com DRC têm mais chances de óbitos por complicações cardiovasculares em comparação àqueles que apresentam diabetes melito (DM)

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos