264 capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 33. Dispeneia

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

164

Seção 3

ApresentAções comuns do pAciente

Os exames diagnósticos úteis incluem eletrocardiograma (se os sintomas estiverem presentes no momento do registro), teste de esforço (se o exercício, em geral, precipitar a sensação de palpitação ou se houver suspeita de DAC subjacente) e ecocardiografia (se houver suspeita de doença cardíaca estrutural). Se os sintomas forem episódicos, o monitoramento eletrocardiográfico ambulatorial pode ser diagnóstico, incluindo o uso de um monitor Holter (24 a 48 h de monitoramento), monitor de eventos (por 2 a 4 semanas) ou monitor implantável (por 1 a 2 anos).

Os exames laboratoriais úteis podem incluir testes para hipopotassemia, hipomagnesemia e/ou hipertireoidismo.

Para pacientes com extrassístoles atriais ou ventriculares, na ausência de doença cardíaca estrutural, as estratégias terapêuticas incluem a redução da ingesta de etanol e cafeína, a tranquilização e a consideração de terapia com betabloqueadores para a supressão dos sintomas. O tratamento de arritmias mais graves é apresentado nos Capítulos 122 e 123.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527712378

7 - Citometria de Fluxo em Hematologia - Imunofenotipagem nas Doenças Malignas do Sistema Hematopoético

Lorenzi, Therezinha F. Grupo Gen PDF Criptografado

Color profile: Disabled

Composite 133 lpi at 45 degrees

100

95

75

25

7

100

95

75

Citometria de Fluxo em

Hematologia

5

0

25

5

Imunofenotipagem nas Doenças

Malignas do Sistema Hematopoético

0

Valeria Buccheri

INTRODUÇÃO

A citometria de fluxo é uma técnica que permite a análise multiparamétrica das células sangüíneas, individualmente. Esta técnica, introduzida na metade do século passado, era utilizada apenas na contagem de células e na análise do tamanho celular. Posteriormente,

Fulwyler (1965) idealizou o primeiro aparelho que visava à seleção de células específicas

(cell sorter). Esses instrumentos foram aperfeiçoados na década de 1970, com a combinação de sondas fluorescentes e a separação de células específicas. Iniciava-se então a era da separação de células ativadas por fluorescência (fluorescence activated cell sorting –

FACS), a princípio restrita à área de pesquisa. Nas últimas duas décadas, a análise celular tornou-se o principal objetivo da citometria de fluxo, sendo hoje uma técnica de uso rotineiro, tanto em pesquisa quanto na área clínica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 100. Infecções por citomegalovírus e vírus Epstein-Barr

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Infecções por citomegalovírus e vírus Epstein-Barr

100

CAPÍTULo 100

627

Infecções por citomegalovírus e vírus epstein-Barr

CITOMEGALOVÍRUS

MICROBIOLOGIA

O CMV é um herpes-vírus que tem DNA de dupla fita e faz as células infectadas terem 2 a 4 vezes o tamanho das células circundantes. Essas células citomegálicas contêm uma inclusão intranuclear de localização excêntrica, circundada por um halo claro, conferindo-lhe um aspecto de “olho de coruja”.

EPIDEMIOLOGIA

A doença por CMV possui distribuição mundial. Em muitas regiões, a grande maioria dos adultos é soropositiva, da mesma forma que ~50% dos adultos nos Estados

Unidos e Canadá. São comuns as infecções perinatais e no começo da infância; nos

EUA, aproximadamente 1% dos recém-nascidos é infectado.

• O vírus pode disseminar-se no leite materno, saliva, fezes e urina.

• A transmissão requer contato repetido ou prolongado, diferente do contato casual. Nos adolescentes e adultos, a transmissão sexual é comum, sendo o CMV identificado no sêmen e secreções cervicais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 186. Distúrbios do sistema nervoso autônomo

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Distúrbios do sistema nervoso autônomo

CAPÍTULo 186

1169

• O suporte ventilatório pode ser necessário para manter a vida. Para pacientes que decidem não ser submetidos à ventilação a longo prazo por traqueostomia, a ventilação com pressão positiva pela boca ou pelo nariz pode fornecer alívio transitório (várias semanas) da hipercapnia e da hipoxia. Também são úteis outros dispositivos ventilatórios capazes de induzir tosse artificial; eles ajudam a limpar as vias respiratórias e prevenir pneumonia por aspiração.

• Quando a doença bulbar compromete a mastigação e a deglutição, a gastrostomia é essencial para restaurar a nutrição normal e a hidratação.

• Sintetizadores de voz melhoram a fala quando há paralisia bulbar avançada.

• Informações na internet sobre a ELA são oferecidas pela Amyotrophic Lateral Sclerosis Association (www.alsa.org).

Para uma discussão mais detalhada, ver Brown RH Jr.: Esclerose lateral amiotrófica e outras doenças do neurônio motor, Cap. 452, p.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 139. Doença renal crônica e uremia

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Doença renal crônica e uremia

139

CAPÍTULo 139

897

Doença renal crônica e uremia

EPIDEMIOLOGIA

A prevalência da doença renal crônica (DRC), em geral definida como comprometimento prolongado e irreversível da função renal, é substancialmente maior que o número de pacientes com doença renal em estágio terminal (DRET), que hoje atinge

500.000 pessoas ou mais nos EUA. Existe um espectro de doenças relacionadas com uma redução da função renal; os problemas clínicos e terapêuticos diferem acentuadamente, dependendo se a redução da TFG é moderada (DRC de estágio 3, 30 a 59 mL/ min/1,73 m2) (ver Quadro 46.1), grave (DRC de estágio 4, 15 a 29 mL/min/1,73 m2) ou “doença renal em estágio terminal” (DRC de estágio 5, < 15 mL/min/1,73 m2).

Em geral, há necessidade de diálise com uma TFG < 10 mL/min/1,73 m2. As causas comuns de DRC estão listadas no Quadro 139.1.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

A primeira etapa no diagnóstico diferencial da DRC consiste em estabelecer sua cronicidade, isto é, excluir um componente agudo significativo. As duas maneiras mais comuns de determinar a cronicidade de uma doença são a anamnese e os dados laboratoriais precedentes (quando disponíveis), e a ultrassonografia renal, que é usada para medir o tamanho dos rins. Em geral, os rins com tamanho reduzido (< 10 a 11,5 cm, dependendo do tamanho corporal) têm mais tendência a ser acometidos por doença crônica. Apesar de sua razoável especificidade (com poucos resultados falso-positivos), o tamanho reduzido dos rins é um marcador apenas moderadamente sensível de

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos