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Medium 9788581141138

Caso clínico 41: Abortamento

CARVALHO, Luiz Fernando Pina de; KORKES, Henri Augusto; SASS, Nelson; ABRÃO, Maurício Simões Grupo Gen PDF Criptografado

Caso clínico

41

HISTÓRICO

H

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G

Gestante,

31 anos, primigesta, com idade gestacional de 7 semanas e 2 dias pela DUM, procura o pronto-atendimento ansiosa por ter apresentado sangramento na noite anterior. No exame físico geral e abdominal, nenhuma alteração foi encontrada. No exame especular, discreto sangramento e, ao toque, colo amolecido, entreaberto e útero discretamente aumentado.

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QUESTÕES

1) Qual a importância da ultrassonografia (US) para os casos de sangramento nesse período?

Para um quadro de sangramento gestacional de primeiro trimestre sem um exame físico conclusivo (como presença de restos ovulares e dilatação de colo uterino), o exame ultrassonográfico tem um papel importante na diferenciação etiológica entre as 3 principais causas de sangramento nesse período: abortamento, prenhez ectópica e doença trofoblástica gestacional.

Com o diagnóstico de abortamento firmado, a US quantifica a espessura do ecoendometrial, que será importante em relação à conduta a ser tomada.

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Medium 9788582714072

Capítulo 4 - Imagem em ginecologia

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

4

Imagem em ginecologia

José Antônio Magalhães

Daniela Vanessa Vettori

Ana Lúcia Letti Müller

Maria Teresa Pedrazzi Chaves

Os exames de imagem são solicitados pelos ginecologistas para auxiliar no diagnóstico e na definição de conduta a ser adotada na prática diária. A ultrassonografia (US) é uma das técnicas auxiliares de diagnóstico mais utilizadas em ginecologia. Neste capítulo, o exame ginecológico é sistematizado e o estudo ultrassonográfico é descrito, complementado pela possibilidade de técnicas diagnósticas adicionais. Em todo exame de imagem, devem constar o nome da paciente, a data de realização, o número de registro e o médico solicitante. Os médicos executores devem ser informados sobre o motivo da solicitação do exame e os resultados anteriores relacionados.

Aspectos técnicos do exame ultrassonográfico e indicações

A US ginecológica deve iniciar por via transabdominal, com a bexiga cheia até uma capacidade cômoda, o que permite investigar a pelve superior e o abdome, as grandes massas

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Medium 9788527732390

28 - Puberdade Precoce

LASMAR, Ricardo Bassil Grupo Gen PDF Criptografado

28

Puberdade Precoce

Jaime Kulak Junior | Kadija Rahal Chrisostomo

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Introdução, 322

Definição ou conceituação, 323

Etiologia e fatores de risco, 323

Propedêutica, 324

Tratamento, 324

Considerações finais, 325

INTRODUÇÃO

Puberdade é o período de transição entre a infância e a idade adulta, durante o qual ocorre uma série complexa de alterações endócrinas e psicológicas, resultando na maturidade sexual e no desenvolvimento do sistema genital.1,2 Nesse período, observam-se o aparecimento dos caracteres sexuais secundários, a produção dos gametas e o estirão do crescimento.

No período pós-natal, há uma importante secreção de hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) de origem hipotalâmica.

Em seguida, há uma quiescência hormonal até o início da puberdade, quando ocorre reativação da secreção de GnRH em pulsos, ativando o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal.3

Os pulsos de GnRH estimulam a produção de gonadotrofinas, hormônio luteinizante (LH) e hormônio foliculoestimulante (FSH) pela adeno-hipófise, promovendo a produção dos gametas maduros e a síntese de esteroides sexuais pelas gônadas (testosterona pelas células de Leydig testiculares e estradiol pelos folículos ovarianos). Não estão totalmente esclarecidos os mecanismos envolvidos na fase de quiescência hormonal.

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Medium 9788580553109

SEÇÃO 5 - Aspectos da Cirurgia Ginecológica

Barbara L. Hoffman, MD, John O. Schorge, MD, Joseph I. Schaffer, MD, Lisa M. Halvorson, MD, Karen D. Bradshaw, MD, F. Gary Cunningham, MD Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 5

ASPECTOS DA CIRURGIA GINECOLÓGICA

Hoffman_38.indd 917

08/10/13 17:42

CAPÍTULO 38

Anatomia

PAREDE ABDOMINAL ANTERIOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 918

ANATOMIA PÉLVICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

PELVE ÓSSEA E ARTICULAÇÕES PÉLVICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

elas estão orientadas primariamente em direção transversal

(Fig. 38-1). Como resultado, as incisões cutâneas verticais suportam mais tensão lateral e, em geral, evoluem com cicatrizes mais largas, em comparação com as transversais.

ABERTURAS DA PELVE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

LIGAMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922

MÚSCULOS E FÁSCIA DA PAREDE PÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 923

SOALHO PÉLVICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 925

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Medium 9788580556124

Capítulo 26 - Histerectomia periparto

Edward R. Yeomans, Barbara L. Hoffman, Larry C. Gilstrap III, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 26

Histerectomia periparto

HISTÓRICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 419

INCIDÊNCIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420

CLASSIFICAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420

FATORES DE RISCO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421

INDICAÇÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421

PROCEDIMENTO CIRÚRGICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 423

TÉCNICA CIRÚRGICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 424

COMPLICAÇÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430

RESUMO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 433

O termo histerectomia periparto refere-se à remoção cirúrgica do útero grávido ou recentemente grávido. A maioria dos procedimentos ocorre após o parto e é motivada por complicações da gestação. No entanto, o termo também inclui a histerectomia com a gestação in situ, que é feita com uma frequência bem menor. Um exemplo é a histerectomia radical no início do primeiro trimestre gestacional decorrente de câncer cervical.

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