514 capítulos
Medium 9788536327341

23 | Doenças sexualmente transmissíveis

Rosana Maria dos Reis, Flávia Raquel Rosa Junqueira, Ana Carolina Japur de Sá Rosa-e-Silva Grupo A PDF Criptografado

23 capítulo

Doenças sexualmente transmissíveis

Maria Célia Mendes

Marta Edna Holanda Diógenes Yazlle

Introdução

329

Abordagem sindrômica

330

Considerações finais

350

� INTRODUÇÃO

Em 2009, o Ministério da Saúde apresentou os resultados da

Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População

Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP-2008) sobre o comportamento sexual dos brasileiros, realizada nas cinco regiões do país. Nesse estudo foram observadas as principais diferenças no comportamento sexual entre os dois sexos. A porcentagem de mulheres que tiveram mais de cinco parceiros casuais no ano anterior foi três vezes menor que os homens, sendo relatados por

13,2% homens e 4,1% das mulheres. A vida sexual foi iniciada antes dos 15 anos no sexo masculino em 36,9% e no sexo feminino em 17%.1

A iniciação precoce da atividade sexual entre os adolescentes provoca o aumento da incidência de doenças sexualmente transmissíveis (DST) nesta camada da população brasileira.

Além disso, os adolescentes são mais vulneráveis às DST, porque, frequentemente, têm relações desprotegidas; têm relacionamento sexual, geralmente, de duração limitada; são biologicamente mais suscetíveis à infecção e enfrentam múltiplos obstáculos para usar o sistema de saúde. Esses aspectos são preocupantes no atendimento desses pacientes.2

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Medium 9788520427125

13. Tumores do Trofoblasto

Sebastião Piato Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13

Tumores do Trofoblasto

Sebastião Piato

Os elementos celulares que compõem o tecido trofoblástico podem originar tumor benigno, que é a mola hidatiforme, ou neoplasias malignas constituídas pela mola invasiva e pelo coriocarcinoma. Por fim, deve-se assinalar a possibilidade do aparecimento do tumor trofoblástico do sítio placentário, que se origina a partir do trofoblasto extraviloso do leito da placenta.

MOLA HIDATIFORME

Esse tumor, também denominado doença trofoblástica gestacional (DTG), consiste em neoplasia benigna caracterizada por quadro histológico de hiperplasia atípica difusa do epitélio trofoblástico1. Por tal motivo é classificada entre as lesões trofoblásticas, segundo nomenclatura proposta pela Sociedade Internacional dos Patologistas Ginecológicos2. A mola hidatiforme apresenta-se sob as formas completa ou total, quando a massa tumoral é formada, exclusivamente, por tecido trofoblástico hiperplásico, e incompleta ou parcial, quando existem tecidos fetais associados ao tumor.

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Medium 9788536327341

14 | A síndrome dos ovários policísticos e a adolescência

Rosana Maria dos Reis, Flávia Raquel Rosa Junqueira, Ana Carolina Japur de Sá Rosa-e-Silva Grupo A PDF Criptografado

194

Reis § Junqueira § Silva

¶¶ disfunção adrenal durante o processo puberal (adrenarca);

¶¶ resistência à insulina, com consequente hiperinsulinemia e estímulo das células da teca ovariana, causando aumento na produção de androgênios;

¶¶ obesidade, visto o adipócito ser fonte importante de androgênios.

Os androgênios em excesso são convertidos em estrona nos tecidos periféricos. A estrona inibe a dopamina hipotalâmica e, consequentemente, há aumento dos pulsos de GnRH, elevando a produção de hormônio luteinizante (LH) e estimulando as células da teca ovariana a produzir androgênio. A redução da dopamina hipotalâmica pode levar, em alguns casos, ao aumento de prolactina (~20%), que por sua vez estimula a adrenal a produzir mais androgênios. Este ciclo vicioso quebra completamente o ritmo natural dos mecanismos de retrocontrole (feedback) levando à anovulação crônica, o que causa distúrbio menstrual e infertilidade.

Os androgênios em excesso inibem o desenvolvimento de folículos, gerando os microcistos ricos em inibina, que inibem a produção de hormônio folículo-estimu­ lante (FSH). Como consequência há aumento na relação LH/FSH circulante, que é patognomônica deste tipo de anovulação. A resistência à insulina causa também um distúrbio no metabolismo dos carboidratos, com maior risco de desenvolvimento de diabetes melito, além de dislipidemia, hipertensão arterial e doença cardiovascular.

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Medium 9788527732574

44 - Distocias do Trajeto, Desproporção Cefalopélvica e Distocia de Ombros

Carlos Antonio Barbosa Montenegro, Jorge de Rezende Filho Grupo Gen PDF Criptografado

44

Distocias do Trajeto,

Desproporção

Cefalopélvica e

Distocia de Ombros jj

jj

Distocias do Trajeto, 719 jj Distocias do trajeto mole, 719 jj Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos), 721

Desproporção Cefalopélvica, 721

Avaliação clínica da insinuação da cabeça fetal, 722 jj Diagnóstico, 722 jj Tratamento, 723 jj

jj

Distocia de Ombros, 723

Predição e prevenção, 723 jj Complicações, 724 jj Tratamento, 725 jj

Rezendinho - CAP-44.indd 718

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Distocias do Trajeto

As muitas considerações patológicas do canal do parto dificultam a evolução do trabalho e constituem as distocias do trajeto, que ocorrem nas partes moles (distocia do trajeto mole) ou no arcabouço ósseo da pelve (distocia do trajeto duro – vícios pélvicos).

Distocias do trajeto mole

Podem ser ocasionadas pelas anomalias localizadas em qualquer uma das porções do canal do parto (colo, vagina, vulva) e por tumorações prévias, genitais ou extragenitais.

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Medium 9788582714072

Capítulo 4 - Imagem em ginecologia

Eduardo Pandolfi Passos, José Geraldo Lopes Ramos, Sérgio H. Martins-Costa, José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke, Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

4

Imagem em ginecologia

José Antônio Magalhães

Daniela Vanessa Vettori

Ana Lúcia Letti Müller

Maria Teresa Pedrazzi Chaves

Os exames de imagem são solicitados pelos ginecologistas para auxiliar no diagnóstico e na definição de conduta a ser adotada na prática diária. A ultrassonografia (US) é uma das técnicas auxiliares de diagnóstico mais utilizadas em ginecologia. Neste capítulo, o exame ginecológico é sistematizado e o estudo ultrassonográfico é descrito, complementado pela possibilidade de técnicas diagnósticas adicionais. Em todo exame de imagem, devem constar o nome da paciente, a data de realização, o número de registro e o médico solicitante. Os médicos executores devem ser informados sobre o motivo da solicitação do exame e os resultados anteriores relacionados.

Aspectos técnicos do exame ultrassonográfico e indicações

A US ginecológica deve iniciar por via transabdominal, com a bexiga cheia até uma capacidade cômoda, o que permite investigar a pelve superior e o abdome, as grandes massas

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