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Medium 9788580555257

Capítulo 22 - Trabalho de Parto Normal

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Trabalho de Parto Normal

MECANISMOS DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . . . . . 433

POSIÇÃO FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 434

APRESENTAÇÃO OCCIPTOPÚBICA (OP) . . . . . . . . . . . . . . . . . 438

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DE

PARTO NORMAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 444

MECANISMOS DO TRABALHO DE PARTO

No início do trabalho de parto, a posição do feto em relação ao canal de parto é crucial para determinar o tipo de nascimento e, portanto, deve ser determinada logo de início. As relações importantes são situação, apresentação, atitude e posição do feto.

PRIMEIRO ESTÁGIO DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . 445

j Situação fetal

SEGUNDO ESTÁGIO DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . 447

A relação entre o eixo longitudinal fetal e o da mãe é denominada situação fetal, que pode ser longitudinal ou transversal. Em alguns casos, os eixos fetal e materno podem cruzar a um ângulo de 45 graus, constituindo a situação oblíqua. Essa situação é instável e, durante o trabalho de parto, torna-se longitudinal ou transversal. A situação longitudinal está presente em mais de 99% dos trabalhos de parto a termo. Entre os fatores que predispõem à situação fetal transversal estão multiparidade, placenta prévia, polidrâmnio e anomalias uterinas (Capítulo 23).

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Medium 9788580552980

Caso 31

Eugene C. Toy, Benton Baker III, Patti J. Ross, John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 31

Uma mulher de 45 anos foi submetida a uma histerectomia total por laparoscopia­ por endometriose sintomática há dois dias. No momento, ela queixa-se de início de dor no flanco direito. Ao exame, a temperatura é 38,8°C, a FC, 100 bpm e a PA, 130/90 mmHg. O exame do coração e dos pulmões é normal. O abdome está um pouco dolorido difusamente, com sons intestinais normais. As pequenas incisões parecem dentro dos limites normais. É observada sensibilidade no

ângulo costovertebral direito.

Qual seria o próximo passo diagnóstico?

Qual é o diagnóstico mais provável?

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TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

RESPOSTAS PARA O CASO 31:

Lesão ureteral após histerectomia

Resumo: Uma mulher de 45 anos submetida à histerectomia total por laparoscopia por endometriose sintomática há dois dias apresenta dor no flanco direito, febre e sensibilidade no ângulo costovertebral direito. As pequenas incisões parecem normais.

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Capítulo 56 - Distúrbios Hematológicos

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 56

Distúrbios Hematológicos

ANEMIA POR DEFICIÊNCIA DE FERRO . . . . . . . . . . . . . . . . . 1102

ANEMIA ASSOCIADA À DOENÇA CRÔNICA . . . . . . . . . . . . 1103

ANEMIA MEGALOBLÁSTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1104

ANEMIA HEMOLÍTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1104

ANEMIA APLÁSICA E HIPOPLÁSICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1106

POLICITEMIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1107

HEMOGLOBINOPATIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1107

SÍNDROMES DE TALASSEMIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1112

DISTÚRBIOS DE PLAQUETAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1113

DEFEITOS DE COAGULAÇÃO HERDADOS. . . . . . . . . . . . . . . 1117

DOENÇA DE VON WILLEBRAND . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1118

As gestantes são suscetíveis a anormalidades hematológicas que podem afetar qualquer mulher em idade reprodutiva. Essas incluem distúrbios crônicos, como anemias hereditárias, trombocitopenia imunológica e malignidades, incluindo leucemias e linfomas. Outros distúrbios surgem durante a gravidez devido

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Medium 9788582714096

Capítulo 22 - Indução do trabalho de parto

Sérgio H. Martins-Costa, José Geraldo Lopes Ramos, José Antônio Magalhães, Eduardo Pandolfi Passos, Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

22

Indução do trabalho de parto

Jaqueline Neves Lubianca

Teresinha Zanella

Maria Lúcia da Rocha Oppermann

Indução do trabalho de parto, ou simplesmente indução do parto, é a estimulação artificial da dinâmica uterina antes do início espontâneo do trabalho de parto com objetivo de atingir parto vaginal. A indução do parto é indicada quando os riscos maternos e/ou fetais de manter a gestação são superiores aos benefícios, na ausência de contraindicação ao parto vaginal. Estima-se que, mundialmente, 20 a

30% dos partos sejam induzidos.

A indução do parto é definida como eletiva quando uma indicação médica não for identificada. As induções eletivas antes de 39 semanas devem ser desencorajadas para redução da prematuridade tardia iatrogênica.1

A indução do parto determina risco aumentado de hemorragia materna intensa no pós-parto, quando comparado ao trabalho de parto espontâneo, sendo a cesariana de urgência após indução de parto o fator de risco mais importante; também se associa ao aumento do risco de endometrite e histerectomia.

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Medium 9788527732390

27 - Fisiologia da Puberdade Feminina

Ricardo Bassil Lasmar, Ricardo Vasconcellos Bruno, Roberto Luiz Carvalhosa dos Santos, Bernardo Portugal Lasmar Grupo Gen PDF Criptografado

27

Fisiologia da

Puberdade Feminina

Ricardo Cristiano Leal da Rocha

j j j j

j j j

Introdução, 311

Aspectos neuroendócrinos, 312

Fisiologia, 314

Aspectos clínicos da puberdade normal, 315

Modificações morfofuncionais, 318

Variantes normais da puberdade, 320

Diagnóstico, 320

Lasmar - cap-27.indd 311

INTRODUÇÃO

Na língua portuguesa, puberdade é uma palavra que se originou a partir do latim pubertas, que, por sua vez, derivou de pubens. Este

último termo significa “coberto de pelos”. Ambos as expressões, no entanto, referem-se a pubes, que pode ser traduzido como “gente jovem” ou “juventude”. Puberdade, substantivo feminino, estado ou qualidade de púbere.

A puberdade é a fase do desenvolvimento humano a qual compreende o período de transição entre a infância e a vida adulta.

Nela, ocorrem as modificações neurológicas, hormonais e físicas que resultam na maturação sexual, possibilitando ao organismo alcançar sua forma e sua capacidade funcional de mulher adulta preparada para a reprodução.¹

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Medium 9788536326603

8. Abscesso subareolar crônico recidivante

Jorge V. Biazús, Ângela Erguy Zucatto, Márcia Portela de Melo Grupo A PDF Criptografado

8

Abscesso subareolar crônico recidivante

Esse tipo de abscesso acomete mulheres jovens e, em sua grande maioria, fumantes. É uma infecção, recorrente e crônica, subareolar que, com frequência, evolui para a formação de fístula. O tabagismo é duas vezes mais comum nessas mulheres. Acredita­‑se que o fumo possa exercer efeito irritativo direto sobre o epitélio ductal, induzindo à metaplasia escamosa e à obstrução do ducto com subsequente reação inflamatória e contaminação bacteriana por anaeróbios e Gram­‑negativos.

O diagnóstico é sempre clínico. As pacientes com mais de 35 anos devem submeter­‑se a mamografia e a ultrassonografia mamária, pois, raramente, pode­‑se encontrar infecções associadas a áreas de comedonecrose de um carcinoma intraductal.

Tratamento

Na fase aguda, deve­‑se utilizar anti­‑inflamatórios e antibióticos (metronidazol 500 mg, de 12 em 12 horas + cefalexina 500 mg, de 6 em

6 horas; ambos via oral por 7 dias).

Cerca de 50% dessas pacientes têm infecções recorrentes e o único tratamento efetivo a longo prazo é a exérese total dos ductos terminais.

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Medium 9788582714072

Capítulo 35 - Abortamento de repetição

Eduardo Pandolfi Passos, José Geraldo Lopes Ramos, Sérgio H. Martins-Costa, José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke, Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

35

Abortamento de repetição

Eduardo Pandolfi Passos

Mona Lúcia Dall’Agno

Ivan Sereno Montenegro

O aborto clinicamente diagnosticado ocorre em cerca de 15 a 25% das gestações. Se as perdas pré-clínicas forem incluídas, as taxas de abortamento podem chegar a 57%.1 A maioria das perdas esporádicas, antes de 10 semanas de gestação, ocorrem principalmente devido a erros aleatórios numéricos de cromossomos, especificamente trissomia, monossomia e poliploidia.2,3 A incidência de aborto aumenta com a idade da mulher, de forma que mulheres com menos de 35 anos de idade têm risco de 9 a 12% de perda espontânea no primeiro trimestre, mas esse risco aumenta para 50% em mulheres com 40 anos ou mais.1 Em contrapartida, o aborto recorrente é uma doença distinta, definida por dois ou mais abortos consecutivos. Estima-se que menos de 5% das mulheres sofrem dois abortos consecutivos, e apenas 1% das mulheres terão três ou mais.4

Para efeitos de investigação, o aborto é definido como a perda de uma gravidez clínica documentada por ultrassonografia (US) ou exame histopatológico. Idealmente, para estudos epidemiológicos, deve-se considerar a perda de três ou mais gestações, enquanto a

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Medium 9788527732574

13 - Mecanismo do Parto

Carlos Antonio Barbosa Montenegro, Jorge de Rezende Filho Grupo Gen PDF Criptografado

13

Mecanismo do Parto jj

Rezendinho - CAP-13.indd 257

Tempos do mecanismo do parto, 258

04/10/2017 11:15:23

PARTE 2

Ciclo Gestatório Normal

Sob o ponto de vista do mecanismo do parto, o feto é o móvel ou objeto que percorre o trajeto (bacia), impulsionado por um motor (contração uterina). Na sua atitude habitual de flexão da cabeça sobre o tronco e de entrecruzamento dos membros, que também se dobram, o móvel assemelha-se a um ovoide – o ovoide fetal (Figura 13.1). Este, por sua vez, é composto por dois segmentos semidependentes: o ovoide cefálico (cabeça) e o córmico (tronco e membros). Embora o ovoide córmico seja maior, seus diâ­me­tros são facilmente redutíveis, tornando o polo cefálico mais importante durante a parturição. O estudo da mecânica do parto, na generalidade dos casos, e em essência, analisa os movimentos da cabeça, sob ação das contrações uterinas, a transitar pelo desfiladeiro pelvigenital.

O trajeto, ou canal da parturição, estende-se do útero à fenda vulvar (Figura 13.2). Constituí­ do por formações de diversas naturezas, partes moles do canal do parto (segmento inferior, cérvice, vagina, região vulvoperineal), o canal da parturição é sustentado por cintura óssea, também chamada de pequena pelve, pequena bacia ou escavação.

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Medium 9788580552980

Caso 60

Eugene C. Toy, Benton Baker III, Patti J. Ross, John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 60

Uma mulher que já teve filhos de 51 anos queixa-se de história de prurido vaginal há quatro anos. Ela coça a área diariamente e refere que o prurido

é pior à noite. Ela tem diabetes bem controlado, está na pós-menopausa há três anos, nega história de DST ou esfregaço de Papanicolaou anormal e tem quatro crianças nascidas de parto vaginal. A inspeção e o exame da genitália feminina externa revela: aspecto atrófico, tecido sobre os lábios menores fino e esbranquiçado, clitóris de difícil avaliação, escoriações nos lábios maiores bilateralmente e algumas contusões no introito vaginal. Ela é muito sensível ao exame e a inserção do espéculo é difícil, já que o introito parece estenosado.

O colo uterino é visualizado e não há secreção. O exame bimanual revela útero pequeno e ausência de massas anexiais.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Qual é o próximo passo no diagnóstico?

 Qual é a terapia mais provável?

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Capítulo 12. Teratologia, Teratógenos e Agentes Fetotóxicos

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Teratologia, Teratógenos e

Agentes Fetotóxicos

TERATOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240

CRITÉRIOS PARA DETERMINAR A TERATOGENICIDADE. . . . 242

ACONSELHAMENTO DEPOIS DA EXPOSIÇÃO A

UM TERATÓGENO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243

SUSCETIBILIDADE GENÉTICA E FISIOLÓGICA

AOS TERATÓGENOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244

TERATÓGENOS CONHECIDOS E SUSPEITOS . . . . . . . . . . . . . 245

As anomalias congênitas são comuns – 2 a 3% de todos os recém-nascidos têm alguma malformação congênita significativa detectável ao nascer (Cragan, 2009; Dolk, 2010). Em torno da idade de cinco anos, outros 3% são diagnosticados com malformação, e mais 8 a 10% têm uma ou mais anormalidades funcionais ou de desenvolvimento em torno dos 18 anos. É importante ressaltar que cerca de 70% das anomalias congênitas não têm causa evidente e, entre as que têm causa identificada, a malformação tem probabilidade muito maior de ter etiologia genética do que teratogênica (Schardein, 2000; Wlodarczyk, 2011).

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Caso 58

Eugene C. Toy, Benton Baker III, Patti J. Ross, John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 58

Uma mulher de 50 anos, G5P5, queixa-se de perda sanguínea pós-coital nos

últimos seis meses. Mais recentemente, ela queixa-se de secreção vaginal fétida. Ela afirma que teve sífilis no passado. Os partos foram todos vaginais e sem complicação. Ela fuma um maço de cigarros por dia há 20 anos. Ao exame, a

PA é 100/80 mmHg, a temperatura é 37,2°C e a frequência cardíaca (FC) é

80 bpm. O exame do coração e dos pulmões está dentro dos limites normais.

O abdome não revela massas, ascite ou sensibilidade. O exame das costas é normal e não há sensibilidade do ângulo costovertebral. O exame pélvico revela genitália externa feminina normal. O exame especular revela lesão exofítica de 3 cm na borda anterior do colo uterino. Não há outras massas palpáveis.

Qual é o próximo passo?

Qual é o diagnóstico mais provável?

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7/10/2013 10:16:41

486

TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

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Capítulo 21 - Fisiologia do Trabalho de Parto

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Fisiologia do Trabalho de Parto

FASES DA PARTURIÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408

FASE 1 DA PARTURIÇÃO: INATIVIDADE UTERINA E

AMOLECIMENTO CERVICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408

FASE 2 DA PARTURIÇÃO: PREPARAÇÃO PARA O

TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410

as espécies, sendo estas diferenças que complicam a elucidação dos fatores que regulam o parto humano. Quando a parturição não é normal, as consequências podem ser trabalho de parto prematuro, distocia ou gravidez pós-termo. Entre essas complicações, o trabalho de parto prematuro ainda é o principal contribuinte para os índices de morbidade e mortalidade neonatais nos países desenvolvidos.

FASE 3 DA PARTURIÇÃO: TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . 412

FASE 4 DA PARTURIÇÃO: PUERPÉRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 416

PROCESSOS FISIOLÓGICOS E BIOQUÍMICOS QUE

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Medium 9788536327341

10 | Alterações mamárias na infância e adolescência

Rosana Maria dos Reis, Flávia Raquel Rosa Junqueira, Ana Carolina Japur de Sá Rosa-e-Silva Grupo A PDF Criptografado

142

Reis § Junqueira § Silva

Não abordaremos neste capítulo as alterações mamárias de causa obstétrica, uma vez que as gestações podem ocorrer em qualquer momento durante o menacme.

�� EMBRIOLOGIA

Os primeiros sinais de desenvolvimento mamário aparecem em torno da quinta semana de vida intrauterina. No início da sexta semana ocorre a migração de células epidérmicas para o interior do mesênquima subjacente, produzindo as chamadas cristas lácteas ou linhas de leite. Essas linhas de leite localizam-se bilateralmente na parede ventrolateral do corpo do embrião, estendendo-se da região axilar até a região inguinal (Figura 10.1). Ao final da sexta semana, as extremidades dessas linhas começam a regredir, restando apenas um par na região peitoral, ao nível da quarta costela. As células do ectoderma primitivo proliferam e penetram mais profundamente no mesênquima subjacente, formando estruturas que darão origem às glândulas e ductos mamários. Nervos periféricos e vasos sanguíneos e linfáticos crescem no interior do mesênquima frouxo.

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Medium 9788580556124

Capítulo 19 - Anestesia da mulher grávida

Edward Yeomans, Barbara L. Hoffman, Larry C. Gilstrap, III, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Anestesia da mulher grávida

CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307

ANESTESIA PARA PARTO VAGINAL INSTRUMENTADO. . . . . . 309

ANESTESIA PARA PARTO CESÁREO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311

PARTO CESÁREO E HISTERECTOMIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 314

ANESTESIA PARA LIGADURA TUBÁRIA PÓS-PARTO. . . . . . . . 315

CIRURGIA FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316

RESUMO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316

A prática moderna da anestesia tem taxas de segurança excelentes para a parturiente. Nos Estados Unidos, a taxa de mortalidade materna relacionada à anestesia é estimada em 1 por 1 milhão de nascidos vivos (Hawkins, 2011). De fato, no último relatório do Centers for Disease Control and Prevention, Creanga e colaboradores (2015) citaram a anestesia como a causa de óbitos relacionados à gestação em apenas 0,7% das mortes maternas nos Estados Unidos de 2006 a 2010. Além disso, o relatório trienal de 2010 a 2012 do Reino Unido e da Irlanda descreveu uma taxa de mortalidade anestésica direta de 0,17 por 100 mil partos (Knight, 2014). Por fim, o Serious Complication Repository (SCORE) Project da Society for Obstetric

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Medium 9788582714072

Capítulo 22 - Propedêutica em mastologia

Eduardo Pandolfi Passos, José Geraldo Lopes Ramos, Sérgio H. Martins-Costa, José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke, Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

22

Propedêutica em mastologia

Andréa Damin

Carlos Henrique Menke

Camile Cesa Stumpf

Vívian Fontana

Heloise Zanelatto Neves

Nos últimos anos, houve grande evolução no diagnóstico das patologias mamárias com a introdução de exames de última geração, como mamografia digital, mamografia 3D

(ou tomossíntese) e ressonância magnética

(RM). A mamografia continua sendo o principal método de rastreamento do câncer de mama e, comprovadamente, reduz a mortalidade da doença em torno de 30%.1

Apesar de todo o avanço tecnológico na detecção do câncer de mama, a anamnese e o exame físico permanecem fundamentais, já que aproximadamente 5% dos carcinomas mamários são detectados apenas pelo exame físico.2 É crucial que o ginecologista seja capaz de avaliar as doenças da mama.

Anatomia da mama

A mama feminina estende-se, verticalmente, da segunda à sexta costela, medialmente, até a borda do esterno e, lateralmente, até a linha axilar média. Uma pequena porção do tecido mamário projeta-se para a região axilar, denominada cauda de Spence.2

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