450 capítulos
Medium 9788582714706

Capítulo 22 - Acalásia e outras doenças motoras do esôfago

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Antonio Carlos Grüber

Carlos Cauduro Schirmer

André Ricardo Pereira da Rosa

Richard Ricachenevsky Gurski

Disfagia e dor torácica são sintomas frequentemente encontrados na prática clínica. Quando episódios de dor torácica são acompanhados de disfagia e quando causas cardíacas são afastadas, o esôfago torna-se o foco de investigação. Algumas vezes, a doença do refluxo gastresofágico (DRGE) pode estar implicada como causa desses sintomas. O diagnóstico diferencial deve ser feito com doenças motoras do esfíncter esofágico inferior (EEI) e com doenças espásticas do corpo esofágico. A característica comum dos distúrbios motores do esôfago é a alteração da função do músculo liso esofágico, tanto do peristaltismo do corpo esofágico quanto da pressão e/ou do relaxamento do EEI. Esses distúrbios diferenciam-se em primários (QUADRO 22.1), os quais não estão associados a nenhuma outra situação que possa ser sua causa, e secundários (QUADRO 22.2), que aparecem no contexto de outra enfermidade.

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Medium 9788580556025

Capítulo 116. Doença pericárdica

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Doença pericárdica

CAPÍTULo 116

771

Exames laboratoriais

A isoenzima CK-MB e as troponinas cardíacas podem estar elevadas na ausência de

IAM. Os títulos de anticorpos antivirais convalescentes podem sofrer elevação.

ECG

Revela anormalidades transitórias do segmento ST-T.

Radiografia de tórax

Mostra cardiomegalia.

Ecocardiograma e RM cardíaca

Revelam função VE deprimida; derrame pericárdico se houver pericardite associada.

A RM mostra realce da porção média da parede pelo gadolínio.

TRATAMeNTo

MIoCARDITe

Repouso; tratar como na insuficiência cardíaca (Cap. 124); não foi demonstrada a eficácia da terapia imunossupressora (p. ex., esteroides), exceto em condições isoladas como sarcoidose e miocardite de células gigantes. Nos casos fulminantes, pode-se indicar o transplante cardíaco.

Para uma discussão mais detalhada, ver Lakdawala NK, Stevenson LW, Loscalzo J: Miocardiopatia e miocardite, Cap. 287, p. 1553, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

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Medium 9788580556025

Capítulo 132. Pneumonia, bronquiectasia e abcesso pulmonar

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

860

Seção 9

Pneumologia

por inalador com dosímetro pode ser obtida com sucesso graças ao treinamento apropriado do paciente e da equipe médica.

Glicocorticoides Os esteroides sistêmicos aceleram a resolução dos sintomas, bem como reduzem as recidivas e as subsequentes exacerbações por até 6 meses. A posologia ainda não foi bem esclarecida, porém a dose padronizada é de 30 a 40 mg de prednisona/dia (ou o equivalente IV), com uma sequência total de 10 a 14 dias. A hiperglicemia é a complicação relatada mais comumente, devendo ser monitorada. oxigênio Com frequência, a hipoxemia piora durante as exacerbações da DPOC. O O2 suplementar deve ser administrado para manter uma Sao2 ≥ 90%. Uma administração muito alta de O2 pode agravar a hipercarbia, principalmente por causa do aumento no desequilíbrio ventilação-perfusão. Entretanto, o fornecimento de O2 suplementar, a fim de obter uma saturação de cerca de 90%, constitui o objetivo-chave. Por isso, o fornecimento de O2 suplementar deve ter como meta proporcionar a oxigenação adequada sem atingir saturações de O2 desnecessariamente altas. Os pacientes podem ter que utilizar O2 suplementar após a alta hospitalar até a resolução completa da exacerbação.

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Capítulo 104. Infecções virais transmitidas por insetos e animais

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Infecções virais transmitidas por insetos e animais

CAPÍTULo 104

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para áreas endêmicas ou forem expostos ao poliovírus do tipo selvagem em suas comunidades ou locais de trabalho.

– Os adultos sob maior risco de exposição que receberam a sua série primária de vacinação devem receber uma dose única de VPI.

Para uma discussão mais detalhada, ver Cohen JI: Infecções por enterovírus, parechovírus e reovírus, Cap. 228, p. 1289, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

104

Infecções virais transmitidas por insetos e animais

RAIVA

Microbiologia

A raiva é uma zoonose geralmente transmitida a humanos pela mordedura de um animal raivoso e causada pelo vírus da raiva – um vírus RNA não segmentado de fita simples e senso negativo, da família Rhabdoviridae. Cada reservatório animal abriga variantes distintas do vírus da raiva.

Epidemiologia

No mundo inteiro, a raiva canina é responsável por cerca de 55.000 mortes de humanos ao ano, em sua maior parte nas populações rurais e em crianças na Ásia e África.

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Medium 9788527718349

101 Esquistossomose Mansônica

DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo Friche Grupo Gen PDF Criptografado

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Esquistossomose Mansônica

Guilherme Santiago Mendes

A esquistossomose, entidade patológica descrita pela primeira vez em 1852, por Teodore Bilharz, no Cairo, é uma endemia que, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, acomete cerca de 200 milhões de pessoas em 74 países, especialmente no mundo tropical. Das seis espécies reconhecidas que podem causar doença no homem, o Schistosoma mansoni foi o

único que se desenvolveu no continente americano. Acredita-se que a doença tenha chegado ao Brasil com os escravos africanos, mas somente em 1907 o parasito foi reconhecido pelo cientista

Manuel Augusto Pirajá da Silva, na Bahia. Do litoral, onde primeiramente se estabeleceu, a esquistossomose expandiu-se pelo país através dos movimentos migratórios e hoje ocorre em 19

Estados da Federação, especialmente na região Nordeste e em

Minas Gerais. Embora não haja inquéritos definitivos, estima-se que cerca de sete milhões de pessoas estejam parasitadas, fato que posiciona a esquistossomose mansônica como a segunda endemia brasileira, atrás apenas da malária.

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