174 capítulos
Medium 9788580555875

Seção 17 - Infecções Causadas por Protozoários e Helmintos: Considerações Gerais

Dennis L. Kasper; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Joseph Loscalzo Grupo A PDF Criptografado

1362

QUADRO 244.2

PROFILAXIA DA PNEUMOCISTOSE

Fármaco(s)

Dose, via

Comentários

1 comprimido (concentração dupla ou simples) ao dia, VO

A incidência de hipersensibilidade é alta.

Reintroduzir em caso de hipersensibilidade não potencialmente fatal; considerar protocolo de escalonamento da dose.

Primeira opção

SMX-TMP

Agentes alternativos

PARTE 8

Dapsona

50 mg, 2x/dia, ou 100 mg/dia, VO

A hemólise está associada a deficiência de

G6PD.

Dapsona mais

Pirimetamina mais

Leucovorina

(ácido folínico)

50 mg/dia, VO

A leucovorina melhora a citopenia devido à pirimetamina.

Dapsona mais

Pirimetamina mais

Leucovorina

200 mg/semana, VO

Pentamidina

300 mg/mês via nebulizador com Respirgard II

O aerossol pode causar broncospasmo. A pentamidina provavelmente é menos efetiva do que os esquemas com SMX-TMP ou dapsona.

Atovaquona

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Seção 2 - Doenças do Sistema Nervoso Central

Dennis L. Kasper; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Joseph Loscalzo Grupo A PDF Criptografado

2542

PARTE 17

SEÇÃO 2

DOENÇAS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

445

Crises epilépticas e epilepsia

Crise

Daniel H. Lowenstein

Distúrbios neurológicos

Um

Uma ma crise cris cr isee epiléptica is epilililép ep

é tica (do inglês ing seizure e do latim sacire, “ser invadido”,

“ser

“s ser ppossuído”) o suído”) é um evento os event paroxístico causado por uma atividade neuronal n ne uron o al anormal, excessiva ou sincrônica no cérebro. De acordo com a distribuição distri rriibuição das descargas, essa e atividade cerebral anormal pode ter várias i manifestações, if t õ que variam i desde uma atividade motora dramática até fenômenos sensoriais dificilmente discerníveis por um observador.

Embora diversos fatores influenciem a incidência e prevalência de crises epilépticas, cerca de 5 a 10% da população apresentarão pelo menos uma crise epiléptica, sendo as maiores incidências verificadas no início da infância e na idade adulta avançada.

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Medium 9788582712337

Capítulo 6 - Cardiopatia isquêmica no diabetes melito

Sandra Pinho Silveiro, Fabíola Satler Grupo A PDF Criptografado

6

Cardiopatia isquêmica no diabetes melito

Luciana V. Viana

Marina Verçoza Viana

Mirela Jobim de Azevedo

Jorge Luiz Gross

Introdução

O diabetes melito (DM) está entre as doenças crônicas mais frequentes no mundo, sendo a doença cardiovascular (DCV) uma de suas principais comorbidades e a principal causa de mortalidade nesses pacientes, especialmente na forma de doença arterial coronariana (DAC), incluindo também doença cerebrovascular, insuficiência cardíaca e doença arterial periférica. Além disso, a DCV colabora direta e indiretamente com os custos relacionados ao DM. Um em cada três pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA) apresenta DM, e a presença de DM está associada a um risco 2 a 5 vezes maior de insuficiência cardíaca (IC) quando comparado a indivíduos sem DM. Pacientes com DM que apresentam

SCA evoluem para piores desfechos do que pacientes sem DM. Em pacientes com DM tipo 1

(DM1), a DCV ocorre mais cedo e é mais frequente do que em indivíduos sem DM.

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Medium 9788580555875

Seção 3 - Distúrbios do Pâncreas

Dennis L. Kasper; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Joseph Loscalzo Grupo A PDF Criptografado

biliar de alto grau (com estreitamentos dominantes), a dilatação por balão ou a colocação de endoprótese (stent) podem ser apropriadas. Apenas raramente é indicada uma intervenção cirúrgica. Entretanto, os esforços para a realização de anastomose bilioentérica ou colocação de endoprótese podem ser complicados pela colangite recorrente e progressão adicional do processo estenosante. O prognóstico é desfavorável, com sobrevida me-

DISTÚRBIOS DO PÂNCREAS

DIS

370

Abor

Abordagem ao paciente com doen doença pancreática

Darw

Darwin win L. Conwell, Norton J. Greenberger,

Peter AA. Banks

EXAMES ÚTEIS NO DIAGNÓSTICO DE DOENÇA PANCREÁTICA

Vários exames demonstraram ser valiosos na avaliação da doença pancreática. O Quadro 370.1 e a Figura 370.1 fornecem um resumo de exemplos de exames específicos e sua utilidade no diagnóstico de pancreatite aguda e crônica. Em algumas instituições, os exames da função pancreática estão disponíveis e são realizados se o diagnóstico de doença

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Medium 9788527727907

Seção 1 | Adrenal

Cintia Cercato, Alfredo Halpern, Patricia Sales Grupo Gen PDF Criptografado

Seção

Adrenal

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Patrícia Sales

Augusto Santomauro

Marina Cunha Silva

Paula Pires

Tassiane Alvarenga

Larissa Pereira Marcon

CRUZ - CAP 001.indd 1

3/16/16 1:50 PM

CRUZ - CAP 001.indd 2

3/16/16 1:50 PM

1

Esteroidogênese Adrenal

Anatomia das adrenais

As adrenais são glândulas piramidais com cerca de

4 g e aproximadamente 4 cm de comprimento, 2 cm de altura e 1 cm de espessura. Elas estão localizadas repousadas sobre o rim, em sua face posteromedial, e são divididas em córtex (porção mais periférica), deri‑ vado do tecido mesodérmico, e medula adrenal (por‑

ção mais interna), derivada da crista neural. O córtex adrenal é dividido anatomicamente em três camadas:

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Zona glomerulosa: localiza‑se abaixo da cápsula e corresponde a 15% do córtex, podendo variar de tamanho conforme a ingesta de sal do pacien‑ te. Esta camada contém células em formato espi‑ ral e é responsável pela produção de aldosterona

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