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Medium 9788581142159

Apêndice A e B

TSCHIEDEL, Balduino; PUÑALES, Marcia. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice A

Tabela com perfil de ação das diferentes insulinas disponíveis no mercado brasileiro

Insulina

Início de ação

Pico de ação

Duração de ação

Ultrarrápida

Lispro

5 min-15 min

30 min-90 min

3 h-5 h

Asparte

5 min15 min

30 min-90 min

3 h-5 h

Glulisina

5 min-15 min

30 min-90 min

3 h-5 h

2 h-3 h

5 h-8 h

4 h-10 h

10 h-16 h

Rápida

Regular

30 min-60 min

Intermediária

NPH

2 h-4 h

Ação prolongada

Glargina

2 h-4 h

-

20 h-24 h

Detemir

2 h-4 h

-

16 h-20 h

Pré-misturas

Humana 70/30

(NPH 70%, regular 30%)

30 min-60 min

Dual

10 h-16 h

Lispro 70/25

(NPL 75%, lLispro 25%)

5 min-15 min

Dual

12 h-20 h

Asparte 70/30

(Asparte protamina 70%, asparte 30%)

5 min-15 min

Dual

12 h-20 h

Lispro 50/50

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Medium 9788581141152

54 - Hipoglicemia e acidose lática

LYRA, Ruy; CAVALCANTI, Ney Grupo Gen PDF Criptografado

54

Hipoglicemia e acidose lática

Ruy Lyra § Valdecira Lilioso de Lucena § Maria José Marques Couti nho e Souza 

Bruna Burkhardt Costi 

hiPoglicEmia introdução

É fato bem estabelecido que o controle glicêmico seja condição essencial para indivíduos portadores de diabetes, uma vez que a manutenção de um bom perfil metabólico previne ou retarda as complicações microvasculares e macrovasculares em ambos, diabéticos dos tipos 11 e 2.2-3 Entretanto, há a possibilidade do aparecimento da hipoglicemia como consequência do tratamento; a hipoglicemia iatrogênica (HI) é, portanto, fator limitante para o adequado manuseio glicêmico.4 A ocorrência de eventos hipoglicêmicos sucessivos pode determinar uma deterioração dos mecanismos contrarreguladores, levando a um ciclo vicioso de hipoglicemia, que pode causar morbidade recorrente e até mesmo episódios fatais.

Os clínicos têm convivido com o problema da hipoglicemia iatrogênica desde o início do uso da insulina, em 1922.5 Esse quadro foi ainda mais valorizado após a detecção de sua maior frequência de apresentação, quando da busca por um melhor controle glicêmico nos estudos Diabetes Control and Complications Trial

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Medium 9788581141565

23 - Indicações e técnica do esvaziamento do compartimento central do pescoço no câncer de tireoide

VOLPI, Erivelto; STECK, José Higino Grupo Gen PDF Criptografado

23

Indicações e técnica do esvaziamento do compartimento central do pescoço no câncer de tireoide

Luis Soto Diaz � José Higino Steck

INTRODUÇÃO

O esvaziamento do compartimento central (ECC) do pescoço é uma técnica cirúrgica utilizada como parte do tratamento das metástases linfáticas do carcinoma diferenciado da tireoide (CDT), do carcinoma medular da tireoide (CMT)1 e do carcinoma anaplásico (quando é ressecável).2

A cirurgia é o primeiro tratamento destes cânceres e tem objetivos muito bem definidos:

� Ressecar a doença na tireoide e nos linfonodos que estiverem afetados no pescoço.

� Permitir um estadiamento pós-cirúrgico seguro, com base no exame histopatológico.

� Facilitar os tratamentos posteriores com iodo radioativo, no caso do câncer diferenciado.

� Permitir o seguimento do câncer diferenciado, seja com cintilografia, com ultrassom e/ou tireoglobulina, e assim definir o paciente com sobrevida livre de doença ou com possível recidiva que deve ser estudada e tratada.

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Medium 9788581142692

18 - Infecção no paciente diabético

MILECH, Adolpho Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

18

Infecção no paciente diabético

Fernanda Vaisman

Mario Vaisman

Melanie Rodacki

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus (DM) é considerado um fator de risco para o desenvolvimento de infecções. São diversos os mecanismos propostos para essa associação.1-6

Sabe-se que o paciente com DM apresenta:

Depressão da atividade dos polimorfonucleares neutrófilos.

Alteração na aderência, quimiotaxia e opsonização leucocitária.

Resposta imune celular ineficiente e retardada aos agentes nocivos (a função humoral, por outro lado, parece estar preservada).

Alteração dos sistemas antioxidantes e menor produção de interleucinas (IL-2).

Redução da resposta vascular a mediadores inflamatórios, como histamina e bradicinina, diminuição da ligação proteica com consequente edema, redução da degranulação dos mastócitos e piora da oxigenação tecidual.

Todas essas anormalidades parecem contribuir para a suscetibilidade a infecções em pacientes com DM e estariam direta ou indiretamente relacionadas com a hiperglicemia crônica.3 Parece que a duração da hiperglicemia é mais importante que o valor absoluto dos níveis de glicose plasmática para aumentar o risco de infecções no paciente com DM. Sendo assim, um dos principais fatores de risco para um paciente diabético desenvolver infecção é a longa duração do diabetes mal controlado.

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Medium 9788527730884

5 - Nefropatia e Retinopatia Diabéticas

Francisco Bandeira Grupo Gen PDF Criptografado

5

Nefropatia e Retinopatia Diabéticas

Alyne Diniz Loureiro | Vanessa Leão de Medeiros | Maria Elba Bandeira de Farias

Nefropatia

A nefropatia é uma complicação crônica microvascular do diabetes caracterizada por hiperfiltração glomerular, aumento da excreção urinária de albumina (EAU), declínio da taxa de filtração glomerular (TFG), hipertensão e elevadas morbidade e mortalidade cardiovasculares. É uma das principais causas de insuficiên­cia renal dialítica.

Etiologia

Acomete 30 a 40% dos diabéticos tipo 1 e cerca de 33%  do tipo 2. Sua prevalência vem aumentando na proporção do aumento do diabetes, apesar do surgimento de novos fármacos.

Fatores de risco

São fatores de risco controle glicêmico inadequado, duração do diabetes, hipertensão arterial sistêmica (HAS), tabagismo, hipercolesterolemia, obesidade, fatores genéticos e altos níveis séricos de proteí­na amiloide.

Apresentação clínica

A nefropatia pode ser classicamente dividida em microalbuminúria (EAU entre 30 e

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