644 capítulos
Medium 9788582715512

Capítulo 12. Sherlock Holmes, de Conan Doyle

Táki Athanássios Cordás, Daniel Martins de Barros, Michele de Oliveira Gonzalez Grupo A PDF Criptografado

12

SHERLOCK HOLMES

DE

CONAN DOYLE

Eduardo Wagner Aratangy

Táki Athanássios Cordás

Os locais de residência do médico escocês e escritor Sir Arthur Ignatius

Conan Doyle são visitados por poucos, mas, todos os dias, longas filas de visitantes postam-se na porta da Baker Street 221B, onde morava o extraordinário detetive Sherlock Holmes. Aliás, cumpre lembrar que esse endereço era fictício, já que a rua acabava no número 85 quando

Holmes era vivo. Aqui começa a confusão... quem era vivo: Holmes ou

Conan Doyle?

Conan Doyle tentou se livrar do gigante que criara e que o colocara na sombra de todos os modos; para tanto, criou o irascível professor Challenger, escreveu contos, romances históricos, poesias, libelos espiritualistas, tentou matar Holmes em O problema final, tudo em vão. Um brilhante caso em que a criatura engoliu o criador. Prova disso é que, se verificarmos a Merriam Webster’s Encyclopedia of Literature, veremos que o verbete de Holmes é aproximadamente do mesmo tamanho do espaço dedicado a seu autor.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714959

Capítulo 41. Dor De Garganta

Alberto Augusto Alves Rosa, José Luiz Möller Flôres Soares, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

DOR DE GARGANTA

DOR DE GARGANTA

CAPÍTULO 41

OTAVIO B. PILTCHER

DENISE MANICA

CONCEITOS E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS ► O termo dor de gar-

ganta refere-se a qualquer sensação dolorosa na faringe ou próximo a ela, enquanto odinofagia se refere à dor com a deglutição. A dor pode ser intensa a ponto de causar disfagia (dificuldade para engolir).

A faringe é um órgão com alta concentração de tecido linfoide, e é um local compartilhado pelos tratos respiratório e digestivo. Por isso, está muito propensa a respostas reacionais, especialmente contra organismos patogênicos.

Esses processos inflamatórios infecciosos caracterizam as faringotonsilites, causadas mais frequentemente por vírus, seguidos por bactérias (especialmente o estreptococo β-hemolítico do grupo A [EBHGA]) e, mais raramente, por fungos. As faringotonsilites serão o foco deste capítulo, mas outras causas de dor de garganta não infecciosas também serão citadas.

A dor de garganta, uma das queixas mais frequentes entre pacientes que procuram o serviço de emergência, é frequentemente tratada de maneira inadequada com antibióticos. Há o receio, pelos médicos e pelos pacientes, de deixar de tratar uma infecção estreptocócica, para a qual o antibiótico definitivamente está indicado. No entanto, a faringotonsilite estreptocócica é responsável por apenas 15 a 20% dos casos de faringotonsilite aguda dos 5 aos 15 anos de idade (idade do pico de prevalência do estreptococo). Devese ter em mente que o tratamento com antibióticos eleva os custos, provoca efeitos colaterais desnecessários e – o mais importante e mais grave – faz surgir cepas bacterianas cada vez mais resistentes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714096

Capítulo 12 - Gestação múltipla

Sérgio H. Martins-Costa, José Geraldo Lopes Ramos, José Antônio Magalhães, Eduardo Pandolfi Passos, Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

12

Gestação múltipla

José Antônio Magalhães

Janete Vettorazzi

Chrystiane da Silva Marc

José Geraldo Lopes Ramos

Edimárlei Gonsales Valério

A incidência de gestação múltipla vem aumentando no mundo nos últimos anos, principalmente em virtude da idade materna avançada e da utilização das técnicas de reprodução assistida. Dados indicam aumento da taxa de recém-nascidos gemelares de

19:1.000 nascidos vivos em 1980 para

32:1.000 nascidos vivos em 2006.1 No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de

Geografia e Estatística (IBGE), em 10 anos

(2004-2014) o número de nascimentos de gêmeos aumentou 28,5%, sendo que no Sul e no Sudeste a taxa de nascimentos múltiplos é de 22:1.000 habitantes.*

Os fatores relacionados à ocorrência de gemelaridade são tratamento para infertilidade, hereditariedade (história familiar da mãe), idade materna e paterna (pico aos 37 anos) e fatores nutricionais.2

A gestação múltipla (também denominada gestação gemelar neste capítulo) está associada à ocorrência de complicações, levando ao aumento da morbimortalidade materna e fetal. As taxas de abortamento e malformações são maiores nas gestações múltiplas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556025

Capítulo 190. Esclerose múltipla

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

esclerose múltipla

190

CAPÍTULo 190

1197

esclerose múltipla

Caracteriza-se por inflamação crônica e destruição seletiva da mielina do SNC, poupando o sistema nervoso periférico. Patologicamente, as lesões cicatriciais multifocais da esclerose múltipla (EM) são denominadas placas. A etiologia é autoimune, com suscetibilidade determinada por fatores genéticos e ambientais. A EM afeta > 350 mil pessoas nos EUA e 2,5 milhões no mundo todo; seu surgimento se dá mais entre o início da idade adulta e a meia-idade, sendo as mulheres acometidas cerca de 3 vezes mais que os homens.

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS

O início pode ser abrupto ou insidioso. Alguns pacientes têm sintomas tão triviais que nem chegam a buscar atendimento médico durante meses ou anos. Ocorrem episódios recorrentes de disfunção neurológica focal, com duração típica de semanas a meses, seguidos de recuperação variável; alguns pacientes, no início, apresentam-se com deterioração neurológica lentamente progressiva. Os sintomas pioram transitoriamente com fadiga, estresse, exercício ou calor. As manifestações incluem fraqueza muscular e/ou sintomas sensoriais, dificuldades visuais, anormalidades da marcha e da coordenação, urgência urinária ou polaciúria e fadiga. O envolvimento motor pode apresentar-se como um membro pesado, rígido, fraco ou desajeitado. Formigamento localizado, sensação de “alfinetadas e agulhadas” e hipoestesias são comuns. A neurite óptica resulta em borramento visual monocular, sobretudo no campo central da visão, frequentemente associado a dor retro-orbitária acentuada, pelo movimento ocular. O envolvimento do tronco encefálico pode resultar em diplopia, nistagmo, vertigem ou dor, dormência, fraqueza, hemiespasmo ou mioquimia (contrações musculares ondulantes) faciais. Ataxia, tremor e disartria podem refletir envolvimento das vias cerebelares. O sintoma de Lhermitte, uma sensação momentânea semelhante a choque elétrico provocada por flexão do pescoço, indica doença na medula espinal cervical. Os critérios diagnósticos estão citados no Quadro 190.1; os distúrbios que podem simular a EM estão resumidos no Quadro 190.2.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714959

Capítulo 124. Urticária

Alberto Augusto Alves Rosa, José Luiz Möller Flôres Soares, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

URTICÁRIA

REFERÊNCIAS ►

Abbade, LPF. Afecções ulcerosas. In: Belda Junior W, Di Chiacchio N, Criado PR. Tratado de dermatologia. São

Paulo: Atheneu; 2014. p. 803-30.

Abbade LPF, Lastória S. Abordagem de pacientes com úlcera da perna de etiologia venosa. An Bras Dermatol.

2006;81(6):509-22.

Alavi A, Sibbald RG, Phillips TJ, Miller OF, Margolis DJ, Marston W, et al. What's new: management of venous leg ulcers: approach to venous leg ulcers. J Am Acad Dermatol. 2016;74(4):627-40; quiz 641-2.

Bolognia JL, Jorizzo JJ, Schaffer JV. Dermatology. 3rd ed. London: Elsevier; c2012.

Cooper MA, Qazi U, Bass E, Zenilman J, Lazarus G, Valle MF, et al. Medical and surgical treatment of chronic venous ulcers. Semin Vasc Surg. 2015;28(3-4):160-4.

Hafner A, Sprecher E. Ulcers. In: Bolognia JL, Jorizzo JJ, Schaffer JV. Dermatology. 3rd ed. London: Elsevier; c2012. p. 1729-46.

Kirsner RS, Vivas AC. Lower-extremity ulcers: diagnosis and management. Br J Dermatol. 2015;173(2):

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos