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Medium 9788582715512

Capítulo 29. Otelo, o Mouro de Veneza, de William Shakespeare

Táki Athanássios Cordás; Daniel Martins de Barros ; Michele de Oliveira Gonzalez Grupo A PDF Criptografado

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OTELO, O MOURO DE VENEZA

DE

WILLIAM SHAKESPEARE

Zacaria Borge Ali Ramadam

Michele de Oliveira Gonzalez

William Shakespeare nasceu em Stratford-upon-Avon, Inglaterra, em abril de 1564. Filho de John Shakespeare, subprefeito de Stratford, e de Mary

Arden, foi agraciado com uma boa educação até a decadência financeira da família. Foi poeta, dramaturgo e ator, sendo ainda hoje considerado um dos maiores escritores de língua inglesa. Aos 18 anos, casou-se com Anne

Hathaway, e tiveram três filhos: Susanna e os gêmeos Hamnet e Judith.

Em 1586, mudou-se para Londres, que, na época, vivia um período de intensa atividade cultural sob o reinado de Elizabeth I. Foi um dos proprietários da companhia de teatro chamada Lord Chamberlain’s Men, mais tarde conhecida como King’s Men, na qual teve uma carreira bem-sucedida como escritor e ator. Shakespeare produziu sonetos e poemas narrativos, mas foram as peças de teatro que o colocaram em posição de destaque artístico. Entre elas, destacam-se as tragédias Romeu e Julieta,

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Medium 9788527732611

8 - Anaeróbios

Reinaldo Salomão Grupo Gen PDF Criptografado

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Anaeróbios

Antonia M. O. Machado  André Mario Doi 

Agda do Carmo P. Vinagre Braga

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Introdução

As bactérias anaeróbias são importantes patógenos oportunistas que colonizam o corpo humano, principalmente o trato gastrintestinal, e que também estão amplamente distribuídas no meio ambiente. Ao contrário das bactérias aeróbias, têm como característica diferencial o fato de não crescerem na presença de oxigênio.

O oxigênio é tóxico para este grupo diverso de bactérias, sendo que, diferentemente das bactérias aeróbias, dependem de outros compostos que não o oxigênio como aceptores de elétrons terminais na fase final do metabolismo. Geralmente o metabolismo é fermentativo e reduz compostos orgânicos disponíveis no meio em ácidos orgânicos e alcoóis.

Muitas bactérias que compõem a flora bacteriana do corpo humano são anaeróbias, incluindo cocos e bacilos Gram-negativos, cocos e bacilos Gram-positivos e espiroquetas (Tabela 8.1). Essas bactérias colonizam, principalmente, regiões em que a oferta de oxigênio é baixa, tais como cólon, fendas gengivais, criptas tonsilares, fossas nasais, folículos pilosos, uretra, região vaginal e dentes.

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Medium 9788527732611

47 - Síndrome Exantemática

Reinaldo Salomão Grupo Gen PDF Criptografado

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Síndrome Exantemática

Maria Isabel de Moraes Pinto

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Introdução

Exantema é uma erupção cutânea que ocorre em consequência de doenças agudas provocadas por vírus, protozoários ou bactérias.

Diversas doenças infecciosas apresentam manifestação cutânea cujas características podem, muitas vezes, sugerir sua etiologia.

As manifestações exantemáticas de doenças infecciosas têm sido descritas desde a Antiguidade. Entretanto, foi só a partir do século 17 que as diversas doenças começaram a ser distinguidas entre si.

No início do século 20, os exantemas maculopapulares eram frequentemente citados por números. Assim, sarampo e escarlatina eram as duas primeiras doenças e a rubéola, a terceira doença.

Há dúvidas sobre o que se chamou de “quarta doença” – algo com características de escarlatina e de rubéola. O eritema infeccioso foi comumente referido como a quinta doença e o exantema súbito – ou roséola – como a sexta.

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Epidemiologia

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Medium 9788582714096

Capítulo 29 - Parto, encefalopatia neonatal e paralisia cerebral no recém-nascido

Sérgio H. Martins-Costa, José Geraldo Lopes Ramos, José Antônio Magalhães, Eduardo Pandolfi Passos, Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

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Parto, encefalopatia neonatal e paralisia cerebral no recém-nascido

Sérgio H. Martins-Costa

Marcelo Marsillac Matias

Raquel Camara Rivero

Rita C. Silveira

A crença de que o trabalho de parto e o parto difíceis são causa frequente de dano neurológico, em especial de paralisia cerebral (PC) no recém-nascido (RN), tem se perpetuado ao longo dos anos. A primeira vez que se correlacionou o modo de nascimento com a PC foi em 1862, quando o ortopedista inglês William John

Little1 sugeriu que as causas mais frequentes de

PC eram a prematuridade, a asfixia perinatal e o trauma de parto. Naquela época, em que a cesariana era um procedimento raro, quase sempre fatal para a mulher, os trabalhos de parto prolongados e os partos difíceis acompanhados de extrações fetais cruentas eram comuns.

Baseado na hipótese de Little, era de se esperar que o progresso da obstetrícia e da neonatologia – como a utilização dos testes de avaliação da saúde fetal anteparto, o desenvolvimento das unidades de tratamento intensivo

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Medium 9788580556025

Capítulo 154. Cirrose e doença hepática alcoólica

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Cirrose e doença hepática alcoólica

CAPÍTULo 154

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ANORMALIDADES SOROLÓGICAS

Hipergamaglobulinemia, fator reumatoide positivo, anticorpo antimúsculo liso (40 a 80%), FAN (20 a 50%), anticorpo antimitocôndria (10 a 20%), anti-HCV falso-positivo por imunoensaio enzimático, porém não costuma haver HCV RNA, p-ANCA atípicos. Tipo II: anticorpo anti-LKM.

TRATAMeNTo

HePATITe AUToIMUNe

Indicado para doença sintomática com evidência na biópsia de hepatite crônica grave

(necrose em ponte), grandes elevações das aminotransferases (5 a 10 vezes) e hipergamaglobulinemia. Prednisona ou prednisolona, 30 a 60 mg/dia VO com redução para 10 a 15 mg/dia no transcorrer de várias semanas; com frequência, azatioprina, 50 mg/dia

VO também é administrada a fim de permitir utilizar doses mais baixas de glicocorticoides e evitar os efeitos colaterais dos esteroides. Monitorar as PFH mensalmente. Os sintomas podem melhorar rápido, porém a melhora bioquímica pode levar semanas ou meses e a melhora histológica subsequente (para a lesão da hepatite crônica leve ou biópsia normal) pode levar entre 18 e 24 meses. A terapia deve ser contínua por pelo menos 12 a 18 meses. A recaída ocorre em pelo menos 50% dos casos (repetir o tratamento). Para as recaídas subsequentes, pensar em terapia de manutenção com pequenas doses de corticosteroides ou azatioprina 2 mg/kg/dia.

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