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Capítulo 25. Corrimento Vaginal

Alberto Augusto Alves Rosa; José Luiz Möller Flôres Soares; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

CORRIMENTO VAGINAL

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Brill JR. Diagnosis and treatment of urethritis in men. Am Fam Physician. 2010;81(7):873-8.

Centers for Disease Control and Prevention. 2015 sexually transmitted diseases treatment guidelines: disease characterized by urethritis and cervicitis. Atlanta: CDC; 2015 [capturado em 20 out. 2017]. Disponível em: https://www.cdc.gov/std/tg2015/urethritis-and-cervicitis.htm

CAPÍTULO 25

CORRIMENTO VAGINAL

SAMANTA SCHNEIDER

JOSÉ GERALDO LOPES RAMOS

CONCEITOS ► Sintomas vaginais são comuns e representam uma das

principais causas de consulta ao ginecologista. Entretanto, nem sempre a secreção vaginal aumentada representa uma patologia.

O corrimento vaginal fisiológico é formado a partir de secreções de glândulas sebáceas e sudoríparas vulvares, secreção das glândulas de Bartholin e Skene, esfoliação de células vaginais e cervicais e microrganismos. Ele sofre influências hormonais e orgânicas, podendo variar conforme os níveis hormonais. O tecido descamado é composto por células epiteliais vaginais, e depende da quantidade de estrogênio. Células superficiais predominam em mulheres na menacme devido à estimulação estrogênica, enquanto células parabasais profundas predominam em mulheres no período pós-menopausa.

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Medium 9788527711234

Capítulo 10 Métodos de Diagnóstico por Imagem em Hematologia

Lorenzi, Therezinha Ferreira Grupo Gen PDF Criptografado

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Mauro Miguel Daniel • Manoel de Souza Rocha

VISÃO GERAL DOS MÉTODOS DE

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

A radiologia oferece hoje uma grande diversidade de métodos de diagnóstico por imagem, que têm ampla aplicação na avaliação das doenças hematológicas. A interação entre o hematologista e o radiologista na escolha do exame a ser feito e na interpretação dos seus resultados ante os dados do quadro clínico é a melhor maneira de usufruir desse moderno arsenal diagnóstico.

Mesmo com o desenvolvimento de novas metodologias, a radiologia convencional ainda desempenha um papel importante na avaliação de diversas condições clínicas hematológicas, especialmente no estudo do comprometimento ósseo, seja ele neoplásico, infeccioso ou reacional aos processos anêmicos. Embora a cintilografia óssea e a ressonância magnética (RM) permitam um estudo global de todos os segmentos ósseos, a alta definição espacial da radiologia convencional ainda permanece necessária, como o único método ou como referencial, quando da interpretação de exames mais complexos.

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Medium 9788580556230

Seção 25 - Colonizações e infecções bacterianas da pele e dos tecidos moles

Klaus Wolff, Richard Allen Johnson, Arturo P. Saavedra, Ellen K. Roh Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 25

COLONIZAÇÕES E INFECÇÕES

BACTERIANAS DA PELE E DOS

TECIDOS MOLES

A microbiota, ou microbioma, humana é constituída por diversas espécies de vírus, bactérias, fungos e outras espécies que vivem na superfície da pele e dentro do corpo humano. Elas fazem parte do organismo, assim como o ser humano também faz parte desse complexo ecossistema. O corpo humano contém mais de 10 vezes mais células microbianas do que células humanas. A pele sustenta uma variedade de comunidades microbianas que habitam nichos distintos. A colonização microbiana da pele

é mais densa nas áreas intertriginosas úmidas e ocluídas, como as axilas, a região anogenital e os espaços interdigitais dos pés. O estrato córneo intacto representa a mais importante defesa contra a invasão de bactérias patogênicas.

Os estafilococos coagulase-negativos normalmente colonizam a pele pouco depois do nascimento e não são considerados patógenos quando isolados em culturas de amostras da pele.

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Medium 9788580556230

Seção 16 - Doenças genéticas

Klaus Wolff, Richard Allen Johnson, Arturo P. Saavedra, Ellen K. Roh Grupo A PDF Criptografado

S E Ç Ã O 16

DOENÇAS GENÉTICAS

PSEUDOXANTOMA ELÁSTICO  CID-10: Q82.8

��O pseudoxantoma elástico (PXE) é um distúrbio hereditário grave do tecido conectivo, que acomete o

tecido elástico na pele, nos vasos sanguíneos e nos olhos. Herança autossômica recessiva (mais comum) e autossômica dominante. Incidência: 1:40.000 a 1:100.000.

��Etiologia e patogênese: Mutação patogênica no gene ABCC6, que codifica MRP6, um membro da família de proteínas transportadoras transmembrana dependentes de ATPase. A MRP6 pode atuar como bomba de efluxo para o transporte de conjugados de glutationa de pequeno peso molecular, podendo facilitar a calcificação das fibras elásticas. Acredita-se também que a MRP6 seja importante para a desintoxicação celular.

��As principais manifestações cutâneas consistem em um padrão característico de superfície em casca de laranja, produzido por grupos estreitamente reunidos de pápulas amarelas (“pedras de calçamento”) com padrão reticular na região cervical, nas axilas e em outras dobras do corpo (Fig. 16-1).

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Medium 9788582714959

Capítulo 102. Perda Auditiva

Alberto Augusto Alves Rosa; José Luiz Möller Flôres Soares; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PERDA AUDITIVA

de polineuropatia fica evidente. As características da evolução do quadro favorecem determinada etiologia. Nos casos de parestesias ascendentes associadas à paresia progressiva, também ascendente, em evolução aguda, deve-se suspeitar da síndrome de Guillain-Barré. A evolução subaguda ou crônica de um quadro semelhante tem diagnóstico diferencial mais amplo, que envolve causas metabólicas, inflamatórias e autoimunes, demandando abordagem com exames laboratoriais e realização de eletroneuromiografia.

Em geral, a eletroneuromiografia mostra alterações somente após 2 semanas do início dos sintomas, não devendo ser utilizada na fase aguda.

TRATAMENTO ► Tendo em vista as inúmeras etiologias possíveis para as

parestesias, não é possível resumir o tratamento a uma abordagem única.

O tratamento das parestesias varia de acordo com a causa, assim como o prognóstico.

REFERÊNCIAS ►

Bähr M, Frotscher M, Duus P, Spitzer G, Gay B. Duus’ topical diagnosis in neurology: anatomy, physiology, signs, symptoms. 5th ed. Stuttgart: Thieme; 2012.

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