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Medium 9788527732468

20- Farmacodermias

Rubem David Azulay, David Rubem Azulay, Luna Azulay-Abulafia Grupo Gen PDF Criptografado

20

Farmacodermias

Ciro M. Gomes

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David R. Azulay

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Rubem D. Azulay

Desde o século 19, Jadassohn e Almkvist já haviam obser‑ vado alterações cutâneas provocadas pelos mercuriais; do mesmo modo, Brocq e Naegeli haviam constatado as erupções fixas a certos medicamentos. Em 1920, Milian descreveu o bio‑ tropismo e o eritema do nono dia. Desde então, crescem, dia a dia, as publicações sobre reações medicamentosas adversas

(RMA); praticamente todos os medicamentos são capazes de produzir farmacodermias, pelos mais diversos mecanismos.

Em muitos países, foram criadas agências para receber notifi‑ cação voluntária de médicos. No início dos anos 1960, o grande trauma decorrente dos numerosos casos de teratogenicidade pro‑ vocados pela talidomida, bem como da possibilidade de outros fármacos também serem capazes de desencadeá‑la, levou vários países a criarem órgãos para o controle de medicamentos.

Nos EUA, a organização responsável pelo controle sobre a liberação de produtos farmacêuticos e alimentares é a

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Medium 9788580556025

Capítulo 159. Vasculite

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Vasculite

TRATAMeNTo

CAPÍTULo 159

1013

SÍNDRoMe ANTIFoSFoLIPÍDeo

• Após o primeiro evento trombótico, varfarina por toda a vida para manter um INR

(razão normalizada internacional) entre 2,5 e 3,5.

• Morbidade gestacional pode ser prevenida por heparina com ácido acetilsalicílico

80 mg/dia. Imunoglobulinas IV (IgIV) também podem evitar a perda gestacional.

Glicocorticoides são ineficazes.

• No caso de SAFC, considerar anticoagulação, glicocorticoides, plasmaférese e IgIV.

Para uma discussão mais detalhada, ver Hahn BH: Lúpus eritematoso sistêmico, Cap. 378, p. 2124; Shah A, St. Clair EW: Artrite reumatoide, Cap. 380, p. 2136; Varga J: Esclerose sistêmica (esclerodermia) e distúrbios correlatos, Cap. 382, p. 2154; Moutsopoulos

HM, Tzioufas AG: Síndrome de Sjögren, Cap. 383, p. 2166; Moutsopoulos HM, Vlachoyiannopoulos PG: Síndrome antifosfolipídeo,

Cap. 379, p. 2134, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

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Medium 9788536702353

Capitulo 40 - Afecções cutâneas relacionadas às drogas

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

40

Afecções Cutâneas

Relacionadas às Drogas

Assumem grande variedade de aspectos clínicos, de formas monossintomáticas a multissintomáticas, eventualmente graves e até fatais. Atualmente, devem-se salientar as interações medicamentosas responsáveis por inúmeros quadros, que podem piorar e levar à morte.

Ainda que reações adversas ocorram comumente na pele, qualquer órgão ou sistema pode ser comprometido simultaneamente.

Tais reações podem se relacionar a efeitos far­ macológicos da droga, predisposição constitucional, distúrbios enzimáticos ou imunológicos e interações medicamentosas.

É imprescindível, na prescrição de qualquer medicamento, excluir a possibilidade de interações com outros medicamentos em uso.

Manifestações clínicas

Uma droga pode causar qualquer tipo de erupção cutânea; por isso, a história é imprescindível, devendo ser pesquisado todo agente terapêutico ingerido, injetado, inalado ou tópico, usado na pele ou nas mucosas.

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Medium 9788527734110

86 - IPCA®, RFPM® e Peelings em Pele Étnica

LIMA, Emerson; LIMA, Mariana Grupo Gen PDF Criptografado

86

IPCA , RFPM e Peelings em Pele Étnica

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Emerson Lima

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Lima 86.indd 690

Introdução, 690

IPCA®, 691

RFPM®, 692

Peelings, 694

Bibliografia, 697

Introdução

A melanina é o maior determinante da cor da pele; sua concen‑ tração em melanossomos das peles morenas chega a ser o dobro em comparação a peles claras. Cogita‑se também um aumento da atividade da tirosinase, produzindo mais melanina e apresentando uma resposta par­ticular à exposição ultravioleta (UV).

Quando se faz uma intervenção em pacientes afrodescendentes, a diferença mais significativa em relação aos caucasianos, por exem‑ plo, corresponde à quantidade de melanina. Essa peculiaridade da pele étnica exige atenção especial do médico dermatologista ao escolher um tratamento para cicatrizes, estrias, celulite, rugas, fla‑ cidez e clareamento de manchas, assim como cuidados redobrados no preparo, durante o tratamento e no pós‑procedimento, a fim de evitar complicações. Vale salientar que em um paí­s miscigenado como o Brasil, em que a grande maioria da população apresenta multiplicidade étnica, as intervenções sempre estarão sujeitas a efei‑ tos inesperados, mesmo em peles consideradas menos suscetíveis a complicações.

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Medium 9788536702759

Capítulo 64 - Dermatoses por imunossupressão iatrogênica nos transplantados e em outras condições clínicas

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

Dermatoses por imunossupressão iatrogênica nos transplantados e em outras condições clínicas

CAPÍTULO 64

DERMATOSES POR IMUNOSSUPRESSÃO IATROGÊNICA NOS

TRANSPLANTADOS E EM OUTRAS CONDIÇÕES CLÍNICAS

O enorme progresso atingido pela medicina atual, ao lado dos benefícios aos doentes, trouxe novos problemas médicos que se relacionam não somente aos novos medicamentos introduzidos, mas também às novas técnicas de tratamento, como a introdução de cirurgias cada vez mais complexas, como os transplantes. Por outro lado, a utilização cada vez maior de aparelhos destinados ao controle das condições gerais do doente e de dispositivos destinados à introdução de medicamentos favorece as infecções.

Cada vez mais, utilizam-se, não somente para controle dos fenômenos de rejeição nos transplantes de órgãos, mas também para tratamento de grande número de afecções, fármacos com potente ação imunossupressora, como os citostáticos, a ciclosporina e os corticoides, que favorecem o desenvolvimento de afecções que podem ser consideradas decorrentes da imunossupressão iatrogênica.

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