48 capítulos
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Capítulo 16 - Instrumentação não convencional de canais radiculares: sistema Genius®

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Instrumentação não convencional de canais radiculares: sistema Genius®

Renato de Toledo Leonardo

Carlos Alberto Spironelli Ramos

Renato Miotto Palo

Fabricante: Ultradent – Estados Unidos

Bernardo Cesar Costa

À etapa do tratamento endodôntico, responsável pela formatação e limpeza do sistema de canais radiculares, denomina-se preparo biomecânico. Constituída de instrumentos e instrumentação, soluções irrigadoras e irrigação/ aspiração, tal etapa demanda conhecimento do diagnóstico, da anatomia do canal radicular, dos instrumentos endodônticos, da cinemática operatória, etc.1

Assim, o domínio da técnica aliado a informações de cunho biológico é requisito básico para a eficácia e a previsibilidade do preparo biomecânico. Desde o fim do século XIX, utilizam-se instrumentos (limas) de variadas ligas metálicas e cinemáticas para se formatar o canal radicular de forma adequada. No entanto, quando se dá forma ao canal radicular, ocorre também uma produção indesejável de resíduos que, somados à infecção preexistente, podem prejudicar ou mesmo comprometer a reparação periapical pós-tratamento.2 Em clássico artigo publicado em 1974, Herbert

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Capítulo 28 - Aspectos biológicos do clareamento dentário

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

28

CAPÍTULO

Aspectos biológicos do clareamento dentário

Marcia Carneiro Valera

Renato Miotto Palo

O clareamento dentário é um procedimento de grande popularidade por ser um método simples e conservador de melhorar a cor de dentes descoloridos, quer por problemas endodônticos, quer por outros fatores endógenos ou exógenos. De acordo com Ten Bosch e Coops,1 a cor natural dos dentes é influenciada pelas propriedades de reflexão e transmissão da luz nos tecidos duros dentários, sendo determinada mais especificamente pelas propriedades ópticas da dentina, podendo, assim, ser modificada por fatores endógenos e exógenos.

CAUSAS DO ESCURECIMENTO

DENTÁRIO

O escurecimento dentário pode ser causado por fatores intrínsecos (endógenos) ou por fatores extrínsecos (exógenos). Os fatores endógenos correspondem às alterações sistêmicas, ao uso de medicamentos e a causas acidentais ou iatrogênicas. As alterações sistêmicas mais relatadas como causadoras de alteração de cor nos dentes são a porfiria congênita, eristroblastose fetal, icterícia, amelogênese ou dentinogênese imperfeita e hipocalcificação ou hipoplasia do esmalte. Entre os medicamentos de uso sistêmico, destacam-se a tetraciclina, flúor e ferro que são potencialmente críticos podendo levar a alterações de cor dos dentes. Ainda como fatores intrínsecos, há os manchamentos por amálgama, tratamento endodôntico ou ainda os traumatismos dentários, que podem levar à calcificação distrófica da polpa ou a hemorragias intrapulpares, em que produtos sanguíneos como hemoglobina se depositam no interior dos túbulos dentinários e, após processo de degradação, geram compostos de coloração escura. Em dentes tratados endodonticamente, as alterações de cor resultam da permanência de teto durante a abertura coronária, de medicamentos e de restos de materiais obturadores deixados na câmara pulpar, de

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Capítulo 12 - Instrumentação não convencional de canais radiculares: sistema TF® Adaptive

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Instrumentação não convencional de canais radiculares: sistema

TF® Adaptive

Fabricante: SybronEndo KaVo Kerr – México

Marco Aurélio Gagliardi Borges

A grande maioria das limas dos sistemas em NiTi é confec­ cionada em torno que desgasta e usina secções trans­ versais e longitudinais de fios em NiTi, porém limita possí­ veis formas e designs, assim como cria microfraturas na porção ativa, as quais atuam como ponto de concentração de estresse.

O sistema TF Adaptive (FIG. 12.1) é uma evolução do Twis­ ted® File a partir de uma liga torcida de NiTi. Isso é possível por meio de um tratamento térmico, obtendo-se uma fase intermediária de cristal, entre as fases Austenita e Marten­ sita, denominada Rhombohedral (R). Essa fase R é estrutural e cristalina e, com ela, é possível torcer o instrumento, criando estrias e dentes de corte sem provocar as microfra­ turas. Assim, a fase R confere ao instrumento um ganho em flexibilidade e resistência à fadiga por torção.

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7 | Uso de Antibióticos Tópicos

SOUSA, Ezilmara Leonor Rolim de; TORINO, Gabriela Garcia; MARTINS, Gabriela Bülow Grupo Gen PDF Criptografado

7

Uso de Antibióticos Tópicos

Ezilmara Leonor Rolim de Sousa, Gabriela Garcia Torino e Gabriela Bülow Martins

O controle microbiano em Endodontia representa um desafio na solução de infecções refratárias quando procedimentos químicos e cirúrgicos não conduzem ao controle da infecção, embora, na maioria dos casos, o preparo químico-mecânico seja eficaz na obtenção do sucesso clínico e reparo dos tecidos periapicais. Diversos agentes antimicrobianos tópicos têm sido empregados para eliminar as bactérias e produtos bacterianos do sistema de canais radiculares. Esses agentes são utilizados principalmente como irrigantes durante a instrumentação dos canais radiculares; e pastas, géis ou cimentos impregnados atuam como medicação temporária entre as sessões clínicas.

É constante a busca por um agente antimicrobiano com amplo espectro de ação e relativamente não tóxico. Sob essa perspectiva, antibióticos são historicamente atraentes devido à sua ação antibacteriana e seu baixo grau de toxicidade

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Capítulo 27 - Técnicas não convencionais de obturação dos canais radiculares: emprego de novos materiais obturadores

Mário Roberto Leonardo, Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

27

CAPÍTULO

Técnicas não convencionais de obturação dos canais radiculares: emprego de novos materiais obturadores

Renato de Toledo Leonardo

Mario Tanomaru Filho

A obturação dos canais radiculares visa ao preenchimento do sistema de canais radiculares, da maneira mais completa possível, empregando materiais com propriedades físico-químicas, mecânicas e biológicas adequadas, impedindo a reinfecção e permitindo ou estimulando o reparo dos tecidos periapicais.

O mercado odontológico dispõe de cimentos endodônticos com diferentes formulações, como descrito no Capítulo 25, classificados em cimentos à base de óxido de zinco e eugenol (OZE), cimentos que contêm hidróxido de cálcio, cimentos à base de ionômero de vidro, cimentos resinosos, à base de silicone e, mais recentemente, os cimentos que contêm mineral trióxido agregado (MTA) ou silicato de cálcio.

Por serem materiais mais recentes e com várias propostas experimentais, este capítulo abordará dois tipos de materiais obturadores com classificação e características específicas:

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