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Medium 9788527732901

5 - Osteointegração

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

Osteointegração

Jan Lindhe,1 Tord Berglundh1 e Niklaus P. Lang2,3

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at

University of Gothenburg, Gotemburgo, Suécia

2

Department of Periodontology and Fixed Prosthodontics, School of Dental Medicine,

University of Berne, Berna, Suíça

3

Center of Dental Medicine, University of Zurich, Zurique, Suíça

1

Introdução

��

O local completamente cicatrizado da crista edêntula (ver

Capítulo 3) é, na maioria das vezes, recoberto por mucosa mastigatória com aproximadamente 2 a 3 mm de espessu­ ra. A mucosa mastigatória é coberta por epitélio queratini­ zado e contém tecido conjuntivo rico em fibras colágenas e fibroblastos, firmemente aderidos ao osso pelo periósteo. As paredes externas da crista edêntula, as lâminas corticais, são constituídas por osso lamelar e circundam o osso trabecular

(esponjoso), o qual contém trabéculas de osso lamelar inte­ gradas à medula óssea. A medula óssea contém numerosas estruturas vasculares, assim como adipócitos e células me­ senquimais indiferenciadas.

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Medium 9788527731096

28 - Técnica de Restauração de Cavidade de Classe IV e Fratura de Ângulo Incisal

MONDELLI, José Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

28

Técnica de Restauração de Cavidade de Classe IV e Fratura de Ângulo Incisal

Materiais e instrumentos necessários yy Toalha plástica para bancada

yy Cimento de hidróxido de cálcio convencional

yy Pinça clínica

ou fotopolimerizável yy Cimento ionomérico para forramento yy Instrumento para aplicação de cimento yy Kit de resina composta com sistema adesivo yy Lâmina de bisturi no 12 yy Tiras de lixa para acabamento de resina composta yy Brocas multilaminadas de 12 e 30 lâminas no 7664 yy Pontas diamantadas de granulação fina nos 3203 e 3118 yy Pontas para acabamento de resinas yy Pasta para polimento de resina composta

yy Sonda exploradora

no

5

yy Espelho clínico plano yy Lençol de borracha yy Arco de Young yy Perfurador de borracha de Ainsworth yy Pinça porta-grampo tipo Palmer yy Grampos para pré-molares no 206 a 209 yy Espátula metálica para inserção de resina

composta yy Cunhas de madeira

Técnica de restauração

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Medium 9788541203111

Capítulo 18 – Anestésicos Locais

RIBEIRO, Francisco José Barata Grupo Gen PDF Criptografado

Anestésicos Locais

Introdução

Segundo Malamed,1 os anestésicos locais (AL) são as medicações mais seguras e efetivas no controle da dor em Medicina e Odontologia, sendo administradas em procedimentos odontológicos ou mesmo em departamentos médicos de emergência. O uso de uma infiltração de anestésico local

é um componente necessário e essencial em Odontologia e Medicina. Nos Estados Unidos, são administrados, anualmente, cerca de 300 milhões de tubetes anestésicos; no Canadá, algo em torno de

1.800 tubetes são administrados, anualmente, por cirurgião-dentista,2 algo próximo de 11 milhões de tubetes. No Brasil, estima-se que sejam vendidos, anualmente, cerca de 150 milhões de tubetes. No entanto, poucos eventos adversos são relatados, reafirmando que os AL são seguros em Odontologia.

Apesar disso, os AL podem ser tóxicos quando o uso não for apropriado, e os pacientes podem experimentar situações indesejadas. As manifestações de toxicidade associadas ao uso de AL em Odontologia serão discutidas, bem como o seu tratamento.

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Medium 9788536701912

Capítulo 12. Imunopatologia das lesões periapicais

Denise M. Palomari Spolidorio; Cristiane Duque Grupo A PDF Criptografado

12

Imunopatologia das lesões periapicais

CLEVERTON ROBERTO DE ANDRADE

JOÃO ANTONIO CHAVES DE SOUZA

YONARA MARIA FREIRE SOARES MARQUES

Objetivos de aprendizagem

• Citar e descrever os mecanismos fisiopatológicos das lesões inflamatórias periapicais

• Discutir o papel da microbiota e do hospedeiro na patogênese das lesões periapicais

• Descrever o mecanismo de reabsorção do tecido ósseo

Cisto epitelial

Cavidade pavimentada por epitélio que contém, na maioria das vezes, líquido no seu interior.

Muitas são as patologias que acometem a região periapical de um dente, sendo reconhecidas cinco classes:

cistos epiteliais; neoplasias e outros tumores; lesões não neoplásicas; lesões inflamatórias; doenças metabólicas.

Neste capítulo iremos discorrer sobre os mecanismos fisiopatológicos das lesões inflamatórias periapicais. Nesse contexto, a integridade da polpa dentária tem grande importância; de fato, os processos patológicos que acometem a polpa, discutidos em capítulo anterior, são absolutamente relacionados às entidades patológicas periapicais.

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Medium 9788527732901

55 - Implantes na Região Posterior

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 55

Implantes na

Região Posterior

Ronald E. Jung,1 Daniel S. Thoma1 e Urs C. Belser2

Clinic of Fixed and Removable Prosthodontics, Center of Dental and Oral Medicine and Cranio-Maxillofacial Surgery,

University of Zurich, Zurique, Suíça

2

Department of Prosthetic Dentistry, School of Dental Medicine, University of Geneva, Genebra, Suíça

1

As taxas gerais favoráveis de sobrevida e sucesso, a longo prazo, relatados na literatura para os implantes osteointegrados no tratamento de vários tipos de edentulismo (Brånemark et al., 1995; Jemt et al., 1996; Lindquist et al., 1996; Buser et al., 1997; Anderson et al., 1998a; Buser et al., 1998a; Eckert e Wollan, 1998; Lindh et al., 1998; Mericske-Stern, 1998; ten

Bruggenkate et al., 1998; Wyatt e Zarb, 1998; Gunne et al.,

1999; Lekholm et al., 1999; Van Steenberghe et al., 1999; Wismeijer et al., 1999; Behneke et al., 2000; Hosny et al., 2000;

Hultin et al., 2000; Weber et al., 2000; Boioli et al., 2001;

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