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Medium 9788536702056

Capítulo 6 - Amálgama dental

Marcelo Carvalho Chain Grupo A PDF Criptografado

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Amálgama dental

JOÃO ADOLFO CZERNAY

MARCELO CARVALHO CHAIN

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer a composição do amálgama e suas características

• Compreender as reações de presa do amálgama

• Conhecer as diferentes propriedades do amálgama

• Orientar a seleção e o uso do amálgama a partir de suas características e aplicações clínicas

LEMBRETE

O uso do amálgama está relacionado a uma menor recidiva das lesões de cárie, motivo pelo qual esse material é indicado especialmente para pacientes nos quais é difícil manter controle sobre os fatores de risco a essa doença.

Atualmente a conduta preventiva vem aos poucos dando lugar a materiais adesivos que conservam a estrutura dental e têm forte apelo estético. Apesar disso, o amálgama dental continua sendo utilizado na restauração de dentes posteriores, em virtude de sua facilidade de manipulação e dos ótimos resultados avaliados ao longo de 150 anos, além de seu baixo custo.

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Medium 9788536702018

Capítulo 4 - Tratamento das doenças periodontais

Rui Vicente Oppermann; Cassiano Kuchenbecker Rösing Grupo A PDF Criptografado

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Tratamento das doenças periodontais

SABRINA CARVALHO GOMES

PATRÍCIA DANIELA MELCHIORS ANGST

Objetivos de aprendizagem

• Determinar o prognóstico da doença periodontal

• Estabelecer um plano de tratamento adequado

O tratamento das doenças periodontais é um permanente desafio.

Para que o mesmo atinja sucesso, o planejamento do caso deve ser adequado, incluindo a determinação do prognóstico.

O objetivo desse capítulo é fazer uma reflexão sobre o processo de tratamento periodontal, de acordo com as evidências disponíveis.

Prognóstico e plano de tratamento em periodontia

Lembrete

O estabelecimento de um prognóstico adequado está na dependência de exame físico apropriado, entrevista dialogada profunda e exames adicionais, quando necessário. Essas informações, tomadas em conjunto, auxiliam na determinação do prognóstico, que pode ser mediato e/ou imediato.

O termo “prognóstico” é comumente definido como uma predição da evolução, da duração e do desfecho prováveis da doença. Em doenças crônicas, como a doença periodontal, o prognóstico é dinâmico e necessita de constante reavaliação. Isso se deve ao fato de o prognóstico poder ser alterado, ao longo do tempo, em decorrência de condições dos indivíduos, como condição ambiental e emocional, inserção social, exposição a medicações e ao tabagismo, diabetes, desregulação hormonal, entre outras.1 Por isso, a pessoa em tratamento periodontal necessita da atenção de um profissional que entenda o eixo agressão­‑resposta da sua doença como mutável e passível de grandes alterações.

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Medium 9788572888301

Capítulo 27 - Consertos e Rebasamentos

José Ceratti Turano, Luiz Martins Turano, Marcello Villas-Bôas Turano Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

27

Consertos e Rebasamentos

Consertos

Saizar1 já registrava que as próteses fraturam com muita frequência, com a particularidade, no dizer dos pacientes, de que os acidentes quase nunca se devem a quedas ou falta de cuidados; elas correm na boca, “ao morder alguma coisa mole, sem a menor violência”.

Sharry2 contou três histórias: a da senhora que, ao chamar os filhos do alto de uma janela, perdeu o controle da dentadura, que caiu lá de cima e espatifouse; a do senhor que enviou à lavanderia seu paletó com a dentadura no bolso e, finalmente, a do cachorro que mastigou a prótese de seu amo, deixando-a em pedacinhos. Essas e outras histórias nós também temos observado no decorrer desses anos de profissão.

Os danos são variadíssimos: rachaduras, fraturas separando em dois ou mais pedaços – às vezes não resta possibilidade de conserto –, e com mais frequência, fratura de dentes, principalmente dos incisivos e caninos. No

último caso, quando o dente fratura na sua base cervical, há possibilidade de se colocar o mesmo dente; mas quando a fratura se dá no meio, deve-se trocá-lo por outro.

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Medium 9788536702513

Capítulo 10 - Prevenção em prótese parcial removível

Sérgio Russi; Eduardo P. Rocha Grupo A PDF Criptografado

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Prevenção em prótese parcial removível

EDUARDO P. ROCHA

ANA PAULA MARTINI

RODOLFO BRUNIERA ANCHIETA

ERIKA O. ALMEIDA

A etapa prévia à finalização do tratamento demanda ações específicas para estabelecer conforto e segurança ao paciente e aumentar a previsibilidade de sucesso do tratamento. Ela é representada pelo processo de instalação e pelas instruções de higiene e proservação da prótese parcial removível (PPR). Desse modo, pode-se resumir essa etapa a dois aspectos principais:

• Tornar a prótese confortável e eficiente, por meio do ajuste da base de resina acrílica e do ajuste oclusal;

• Oferecer instruções sobre a forma de inserir e remover a PPR, os materiais e métodos disponíveis para a higienização dos dentes remanescentes e da PPR e a importância do controle dos índices de placa e cárie, bem como sobre a manutenção da integridade estrutural da PPR.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:

• Conhecer os fatores relacionados

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Medium 9788541202909

Capítulo 5 | Intervenções não farmacológicas para controle da dor em crianças

MARSILLAC, Mirian de Waele Souchois de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Intervenções não Farmacológicas para

Controle da Dor em Crianças

Gisele Moraes Abrahão e

Branca Heloísa de Oliveira Martins Vieira

A percepção dolorosa resulta de uma interação complexa entre fatores cognitivos, emocionais e sociais que afetam tanto a forma como o estímulo doloroso é reconhecido e interpretado no cérebro, quanto a maneira pela qual a dor é exteriorizada pelo indivíduo.23

Os agentes que atuam sobre o organismo produzindo estímulos dolorosos interferem com os mecanismos de regulação da homeostase, levando ao estresse que provoca tanto reações biológicas quanto psicológicas. Esse estresse ativa programas neurais e hormonais, bem como desencadeia atividades comportamentais, visando restabelecer a homeostase.23

As reações mentais e emocionais aos estímulos dolorosos são processos psicológicos importantes que contribuem para a modulação da dor. A indentificação dos mecanismos pelos quais esses processos psicológicos interferem na experiência dolorosa tem contribuído para o aperfeiçoamento das técnicas para a sua prevenção e controle. Alguns fatores podem predispor uma pessoa a sentir dor, e outros podem interferir no prognóstico do tratamento instituído para o alívio da dor.21

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