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Medium 9788582715369

Capítulo 260. Febre amarela e leptospirose

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 260

Febre amarela e leptospirose

Yuji Magalhães Ikuta

Paulo Humberto Mendes de Figueiredo

Aspectos-chave

► As transformações ambientais relacionadas à poluição, aos des-

► O diagnóstico é principalmente clínico e epidemiológico (entrada em

matamentos, a migrações, ao uso de armas nucleares, biológicas e químicas e ao aquecimento global provocam a emergência e a reemergência de diversas doenças infecciosas.

zonas de floresta na febre amarela e contato com águas contaminadas com urina de roedores na leptospirose) e, para confirmação e pesquisa, laboratorial.

► Elas podem evoluir para duas fases clínicas: a inicial aguda (prodrô-

► O tratamento, na febre amarela, é de suporte e, na leptospirose,

mica) e a tardia (fenômenos icteremorrágicos e com alta letalidade). O quadro clínico da febre amarela caracteriza-se por mialgia generalizada, icterícia verdínica e sinal de Faget. O quadro clínico da leptospirose, por mialgia na panturrilha, icterícia rubínica, sufusões hemorrágicas conjuntivais e síndrome de Weil.

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Medium 9788527723473

70 - Exame Clínico

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

70

Exame Clínico

Luiz Vieira Pinto

CC

Introdução

As manifestações clínicas das afecções da cavidade bucal e de seus anexos são muito variadas, em função da complexi‑ dade estrutural desta região.

A idade, o sexo, os antecedentes pessoais e familiares, os hábitos de vida, as condições socioeconômicas e culturais são itens importantes e devem ser investigados na anam­ne­se.

CC

Anamnese

Dentre os sintomas, destacam‑se a dor e a halitose. Outras manifestações clínicas serão analisadas no capítulo em que são descritas as infecções da cavidade bucal, das glândulas saliva‑ res e da ar­ticulação temporomandibular.

CC Dor. As causas mais comuns de dor de dente são as cáries dentárias em suas diversas fases, as alterações pulpares e as periodontais.

A perda do esmalte do dente provocada por cárie dentária, abrasão, erosão ou traumatismo expõe a dentina, que é sen‑ sível ao frio, calor, ácidos e doces, surgindo dor aguda, loca‑ lizada, de curta duração e que desaparece quando se retira o estímulo.

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Medium 9788527713382

Capítulo 4 - Diarréia Crônica

FILGUEIRA, Norma Arteiro; COSTA Jr., José Iran; LEITÃO, Clezio Cordeiro de Sá et al. Grupo Gen PDF Criptografado

33

DIARRÉIA CRÔNICA

CAPÍTULO

4

Diarréia Crônica

Norma Arteiro Filgueira e Antonio Carlos Bacelar Nunes Filho

INTRODUÇÃO

Apesar de ser um dos mais freqüentes sintomas da prática clínica (3–5% da população), a diarréia ainda está longe de possuir uma definição de consenso. Teoricamente se considera diarréia quando ocorre aumento anormal na freqüência das evacuações (acima de três evacuações ao dia) ou na fluidez das fezes. Entretanto, os próprios pacientes geralmente não referem diarréia quando ocorre aumento apenas na freqüência, preferindo valorizar as perdas fecais liquefeitas. Alguns autores preferem utilizar o peso fecal maior que 200 g nas 24 h como definição de diarréia crônica, principalmente como padronização em ensaios clínicos.

Como o trânsito rápido aumenta o percentual de água nas fezes, a consistência das fezes correlaciona-se bem com o trânsito intestinal. A viscosidade das fezes é crítica, já que fezes aquosas são difíceis de reter e o contato do ânus com fezes líquidas causa extrema urgência. Portanto, a maioria dos autores prefere conceituar diarréia como aumento da fluidez, e não da freqüência de evacuações.

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Medium 9788582714959

Capítulo 125. Inferiores

Alberto Augusto Alves Rosa; José Luiz Möller Flôres Soares; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

VARIZES DE MEMBROS INFERIORES

Há vários estudos de fármacos alternativos para o tratamento da urticária crônica, seja em forma combinada com anti-histamínicos ou em monoterapia, porém, em geral, com baixa evidência científica. São exemplos: cetotifeno, montelucaste, varfarina, nifedipino, ácido tranexâmico, colchicina, dapsona, sulfassalazina, metotrexato, plasmaférese, imunoglobulina intravenosa, hidroxicloroquina, agentes biológicos, danazol/estanozolol e ciclofosfamida, entre outros.

REFERÊNCIAS ►

Mion O, Di Francesco RC, Amato FS, Sakai APC. Rinite alérgica. RBM. 2014;71(12):86-94.

Zuberbier T, Aberer W, Asero R, Bindslev-Jensen C, Brzoza Z, Canonica GW, et al. The EAACI/GA(2) LEN/EDF/

WAO Guideline for the definition, classification, diagnosis, and management of urticaria: the 2013 revision and update. Allergy. 2014;69(7):868-87.

LEITURAS RECOMENDADAS ►

Criado PR, Criado RF, Maruta CW, Reis VM. Chronic urticaria in adults: state-of-the-art in the new millennium.

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Medium 9788582714249

Capítulo 17 - Medindo as percepções do cuidado centrado na pessoa

Moira Stewart; Judith Belle Brown; W. Wayne Weston; Ian R. McWhinney; Carol L McWilliam; Thomas R.Freeman Artmed PDF Criptografado

17 Medindo as percepções do cuidado centrado na pessoa

Moira Stewart, Leslie Meredith, Bridget L. Ryan e Judith Belle Brown

INTRODUÇÃO

Formas de medir as percepções do cuidado centrado na pessoa foram desenvolvidas para complementar as medições comportamentais (MCCP) descritas no próximo capítulo. Pedir que a própria pessoa descreva sua experiência da consulta com o médico, de maneira formal e estruturada, parece ser a abordagem mais centrada na pessoa que se pode imaginar. As formas de medição, descritas neste capítulo, foram usadas para pesquisas, mas também para fins educacionais, por meio do fornecimento de informações sobre as percepções das pessoas para os médicos que participaram desses estudos.

Medidas de percepção das pessoas têm sido cada vez mais usadas para avaliar a assistência médica desde o artigo seminal de Rosenthal e Shannon (1997). Questionários padronizados para analisar as visões que as pessoas têm de si mesmas ou sua satisfação com o cuidado, que incluem comparações implícitas entre as percepções e as expectativas quanto ao cuidado, não são tópicos deste capítulo, que cobre apenas os relatos sobre suas experiências recentes de cuidado. Outros pesquisadores escolheram o mesmo foco para avaliar o cuidado primário em geral (Starfield,

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