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Capítulo 106. Infecções fúngicas

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 7

DOENÇAS INFECCIOSAS

por HIV transmitida de modo heterossexual em homens. Além disso, mostrou-se que a profilaxia pré-exposição com TARV em HSH e em homens e mulheres heterossexuais com comportamentos de risco, é uma medida efetiva para a prevenção. Por fim, o tratamento do parceiro infectado por HIV em casais heterossexuais discordantes provou-se altamente efetivo para prevenir a transmissão do HIV para o parceiro não infectado.

Para uma discussão mais detalhada, ver Fauci AS, Lane HC:

Doenças causadas por vírus da imunodeficiência humana: Aids e distúrbios relacionados, Cap. 226, p. 1215, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

106

Infecções fúngicas

CONSIDERAÇÕES GERAIS

• As leveduras (p. ex., Candida,

Candida Cryptococcus) aparecem, ao exame microscópico, como formas germinadas e arredondadas; os fungos filamentosos (p. ex., Aspergillus, Rhizopus), como formas filamentosas, denominadas hifas; e os fungos dimórficos (p. ex., Histoplasma) são esféricos nos tecidos, porém aparecem como fungos filamentosos no ambiente.

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Capítulo 171. Distúrbios da glândula suprarrenal

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Distúrbios da glândula suprarrenal

CAPÍTULo 171

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recidiva, usando-se um nível completamente suprimido naqueles com alto risco de recidiva. No último caso, o T4 livre deve ser monitorado para evitar a dosagem excessiva.

As cintilografias e a determinação dos níveis séricos de tireoglobulina (que funcionam como marcador tumoral em pacientes sem tireoide) para acompanhamento devem ser efetuadas em intervalos regulares após a interrupção do hormônio tireoidiano ou administração de TSH humano recombinante.

O tratamento do carcinoma medular da tireoide é cirúrgico, visto que esses tumores não captam o iodo radioativo. Deve-se efetuar um teste para mutações RET, para avaliar a presença de NEM 2, e a família deve ser rastreada se o teste for positivo. Após a cirurgia, a elevação da calcitonina sérica fornece um marcador de doença residual ou recorrente.

Para uma discussão mais detalhada, ver Jameson JL, Mandel SJ,

Weetman AP: Distúrbios da glândula tireoide, Cap. 405, p. 2283, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

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Medium 9788580555875

Seção 5 - Distúrbios do Metabolismo Intermediário

Dennis L. Kasper; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Joseph Loscalzo Grupo A PDF Criptografado

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dos osteoblastos, resultando em menor síntese de osso novo; (2) estimulação da reabsorção óssea, provavelmente como um efeito secundário;

(3) comprometimento da absorção intestinal de cálcio, provavelmente por um efeito que independe da vitamina D; (4) aumento na perda urinária de cálcio e talvez indução de um certo grau de hiperparatireoidismo secundário; (5) redução dos androgênios suprarrenais e supressão da secreção ovariana e testicular de estrogênios e androgênios e (6) indução da miopatia devida aos glicocorticoides, que pode exacerbar os efeitos sobre o esqueleto e a homeostase do cálcio, além de aumentar o risco de quedas.

PARTE 16

AVALIAÇÃO DO PACIENTE

Por causa da prevalência da perda óssea induzida por glicocorticoides, coides, é importante avaliar o estado do esqueleto em todos os pacientes qque u irão ue iniciar ou já estejam sob terapia com glicocorticoides de longo prazo.

Oss razo. O fatores de risco modificáveis devem ser identificados, incluindo aqueles relacionados com as quedas. O exame deve incluir a determinação ação da altura e da força muscular. A avaliação laboratorial deve incluir uma determinação do cálcio urinário de 24 horas. Todos os pacientes que ue estão recebendo glicocorticoides de longo prazo (mais de três meses)) devem ter sua massa óssea medida tanto na coluna vertebral quanto no quadril utilizando DEXA. Se puder ser medida apenas uma única área esquelétisquelética, é preferível avaliar a coluna nos indivíduos com menos de 60 anos e o quadril naqueles com mais de 60 anos.

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Medium 9788580556025

Capítulo 133. Trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

870

Seção 9

Pneumologia

lactamase. Após a melhora clínica, o paciente pode passar para um esquema oral

(clindamicina, 300 mg 4 x/dia; ou amoxicilina/clavulanato).

• Nos abscessos pulmonares secundários, a cobertura antibiótica deve ser direcionada contra o patógeno identificado.

• A continuação do tratamento é recomendada até que os exames de imagem mostrem que o abscesso pulmonar desapareceu ou ficou reduzido a uma pequena cicatriz.

• Os pacientes que continuam a ter febre ≥7 dias após o início dos antibióticos e aqueles cujos exames diagnósticos iniciais não identificaram outro patógeno tratável podem necessitar de ressecção cirúrgica ou drenagem percutânea do abscesso.

Para uma discussão mais detalhada, ver Mandell LA, Wunderink

RG: Pneumonia, Cap. 153, p. 803; Baron RM, Baron Barshak M:

Abscesso pulmonar, Cap. 154, p. 813; e Baron RM, Baron Barshak

M: Bronquiectasias, Cap. 312, p. 1694, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

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Medium 9788527732253

25 - Doenças Valvares

CARVALHO, Antonio Carlos; KAWAKAMI, Suzi Emiko; PEREIRA, João Batista Saúd Grupo Gen PDF Criptografado

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Doenças Valvares

Raphael Marion Pesinato e Daniela F. A. Hemerly

Introdução

Mesmo apresentando uma incidência menor do que outras doen­ças cardiovasculares, cada vez mais se torna essencial o reconhecimento e o manejo das doen­ças orovalvares, tanto pela mudança do perfil dos pacientes, com o aumento da incidência/prevalência da estenose aó­rtica degenerativa, quanto pelas novas abordagens diagnósticas e, principalmente, pela terapêutica medicamentosa, com os novos anticoagulantes e intervenções, como a troca valvar aó­rtica percutâ­nea.

Para o bom entendimento dessas patologias, é essencial conhecer o ciclo cardía­co e as conse­quências das sobrecargas de pressão e de volume ao sistema cardiovascular. Por se tratar de doen­ça com lenta evolução e grande latência entre o início da lesão estrutural e o aparecimento dos sintomas, tornam-se fundamentais a anam­ne­se, o exame físico e a confirmação da sintomatologia do paciente como decorrente da valvopatia. Quatro questões devem ser feitas:

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