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Medium 9788565852715

Capítulo 2. Hipertrofia e dilatação do coração

Thaler, Malcolm S. Grupo A PDF Criptografado

2. Hipertrofia e dilatação do coração

Neste capítulo, você irá aprender:

acontece com uma onda no ECG quando um átrio se dilata

1 | Oouque um ventrículo se hipertrofia significado do eixo elétrico e a sua importância no diagnóstico de

2 | Ohipertrofia e dilatação critérios para diagnóstico eletrocardiográfico de dilatação atrial

3 | Os direita e esquerda critérios para o diagnóstico eletrocardiográfico de hipertrofia

4 | Os ventricular direita e esquerda

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Sobre os casos de Mildred W. e Tom L., que irão testar a sua capacidade de reconhecer as alterações eletrocardiográficas de hipertrofia e dilatação

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Malcolm S. Thaler

Definições

O termo hipertrofia se refere a um aumento na massa muscular. A parede de um ventrículo hipertrofiado é grossa e potente. A maioria das hipertrofias é causada por sobrecarga de pressão, quando o coração é forçado a bombear sangue contra uma resistência aumentada, como nos pacientes com hipertensão sistêmica ou estenose aórtica. Assim como os halterofilistas desenvolvem músculos peitorais potentes à medida que trabalham com pesos progressivamente mais pesados, do mesmo modo o músculo cardíaco se torna mais grosso e mais forte à medida que lhe é solicitado ejetar mais sangue contra uma resistência crescente.

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Medium 9788520457511

Comentários – Prova de 2016

Francisco Maia da Silva; José Maria Peixoto Editora Manole PDF Criptografado

COMENTÁRIOS

PROVA DE

2016

1 Os critérios clínicos são amplamente utilizados para definir reperfusão após a administração de trombolíticos. Os parâmetros utilizados são: melhora súbita do desconforto torácico ou equivalente (e não lenta e gradativa conforme relatada na alternativa a, portanto incorreta), arritmias de reperfusão, principalmente as arritmias ventriculares (não se utilizada isoladamente a fibrilação atrial como um dos parâmetros – alternativa b incorreta) e resolução do supradesnivelamento do segmento ST ou redução em 50% na derivação com maior supradesnivelamento (alternativa d incorreta). Esses três critérios clínicos quando associados aumentam a acurácia para o diagnóstico de reperfusão coronariana farmacológica bem-sucedida; portanto, a alternativa e é a correta.

Resposta: e

2 A pericardite constritiva é consequência da inflamação crônica do pericárdio, que se torna espessado e calcificado, ocasionando restrição do enchimento diastólico dos ventrículos, de modo que, no momento em que se abrem as válvulas atrioventriculares, ocorrem rápido enchimento dos ventrículos e aumento abrupto da pressão diastólica. Não há alteração estrutural inicial relacionada ao miocárdio e a cardiomiopatia restritiva caracteriza-se por redução do enchimento diastólico e/ou distensibilidade ventricular, com fração de ejeção preservada, volumes diastólicos normais ou diminuídos, espessura ventricular normal ou aumentada e dilatação atrial, sendo a fisiopatologia principal relacionada ao acometimento miocárdico. As duas condições apresentam diagnóstico diferencial difícil, pois os quadros clínicos e hemodinâmicos são semelhantes. A

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Medium 9788580556025

Capítulo 162. Artrite reativa

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Artrite reativa

162

CAPÍTULo 162

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Artrite reativa

DEFINIÇÃO

Artrite reativa (ARe) refere-se à artrite não supurativa aguda decorrente de infecção em outro local no organismo. O termo tem sido usado sobretudo para referir-se às espondiloartrites após as infecções entéricas ou urogenitais.

PATOGÊNESE

Bactérias identificadas como sendo desen cadeadores definitivos de artrite reativa incluem microrganismos entéricos das espécies Shigella, Salmonella, Yersinia, Campylobacter; e infecções geniturinárias por Chlamydia trachomatis; também há evidências implicando Clostridium difficile, determinadas cepas toxigênicas de Escherichia coli e possivelmente outros agentes.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

A média de idade dos pacientes é de 18 a 40 anos. A razão homens:mulheres após infecção entérica é de 1:1, mas a artrite reativa devido à infecção geniturinária é observada de modo predominante em homens jovens. Na maioria dos casos, a anamnese evidencia sintomas de infecção geniturinária ou entérica 1 a 4 semanas antes do início das outras manifestações.

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Medium 9788527718424

Capítulo 3 – Métodos e Técnicas Ecocardiográficos Especializados

ARMSTRONG, William F.; RYAN, Thomas; FEIGENBAUM, Harvey (eds.) Grupo Gen PDF Criptografado

T

Capítulo 3

Métodos e Técnicas Ecocardiográficos Especializados

Os princípios básicos da interação do ultrassom com o tecido e o sangue e os mecanismos básicos por meio dos quais uma imagem

é criada são discutidos no Capítulo 2. A ecocardiografia consiste em vários “domínios” ou metodologias de aquisição de imagens.

Os domínios comumente usados na aquisição clínica de imagens são listados no Quadro 3.1. Cada uma dessas metodologias ultrassônicas tem forças e fraquezas específicas, bem como há questões clínicas específicas nas quais uma técnica pode ter um papel singular ou predominante. Cada modalidade de aquisição de imagens usa o mesmo princípio básico de reflexão do som na faixa de frequência ultrassônica para registrar dados, transmitir informações acerca da presença e localização de uma fronteira refletiva ou direção e velocidade de um alvo em movimento como hemácias ou tecido.

⏐Dispositivos e Métodos de Aquisição

T de Imagens

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Medium 9788580556025

Capítulo 44. Linfadenopatia e esplenomegalia

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Linfadenopatia e esplenomegalia

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CAPÍTULo 44

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Linfadenopatia e esplenomegalia

LINFADENOPATIA

A exposição ao antígeno por meio de ruptura na pele ou mucosa faz o antígeno ser captado pela célula apresentadora de antígeno e carreado através dos canais linfáticos para o linfonodo mais próximo. Os canais linfáticos circulam por todo o corpo, com exceção do cérebro e dos ossos. A linfa entra no linfonodo através do vaso aferente e sai dele pelo vaso eferente. À medida que as células apresentadoras de antígeno passam através dos linfonodos, elas apresentam o antígeno aos linfócitos que aí residem.

Os linfócitos existentes em um linfonodo são constantemente substituídos por linfócitos livres de antígeno provenientes do sangue. Eles são retidos no linfonodo por receptores originais especiais. As células B povoam os folículos linfoides no córtex; as células T povoam as regiões paracorticais. Quando uma célula B encontra um antígeno ao qual poderá fixar sua imunoglobulina de superfície, permanece no folículo por alguns dias e forma um centro germinativo onde o gene da imunoglobulina sofre mutação na tentativa de produzir um anticorpo com afinidade mais alta pelo antígeno. A seguir, a célula B migra para a região medular, diferencia-se em plasmócito e secreta imunoglobulina para dentro da linfa eferente.

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