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Medium 9788520436318

20. Controle do débito cardíaco e lei de Starling do coração

Jeremy Ward, Roger Linden Editora Manole PDF Criptografado

20 Controle do débito cardíaco e lei de Starling do coração

(a)

Controle do DC

Saída de sangue arterial

Entrada de sangue venoso

Pressão de enchimento do coração direito

(pré-carga)

Coração e pulmões

Simpático

Resistência ao fluxo que sai do ventrículo esquerdo (pós-carga)

Parassimpático

Estado funcional da unidade coração-pulmão (contratilidade e frequência)

(d)

Curvas de Starling ou curvas da função ventricular

Tônus simpático crescente

Efeito da pós-carga sobre o volume sistólico

(se a força cardíaca não aumentar)

Aumento da contratilidade

Volume sistólico

Volume sistólico

(b)

Normal

Insuficiência

Diminuição da contratilidade

Pós-carga

PDF

(c)

100

Tensão

(e)

Músculo cardíaco

Distendido: comprimento do sarcômero

~2,4 µm

50

Diagrama resumido dos fatores que afetam o débito cardíaco

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Medium 9788527735742

13 Cavidade Oral

Peter REHER, Lucilia Maria de Souza TEIXEIRA, Vanessa Goulart Sampaio REHER Grupo Gen ePub Criptografado

Lucilia Maria de Souza Teixeira  •  Peter Reher

A cavidade oral consiste na porção inicial do tubo digestório, sendo o local onde o alimento é ingerido e preparado para a digestão no estômago e intestino delgado. Nela o alimento é triturado pelos dentes e umidificado pela saliva, proveniente das glândulas salivares, de maneira a formar o bolo alimentar macio. É na cavidade oral que se inicia a deglutição.

É limitada anteriormente pelos lábios, lateralmente pelas bochechas, superiormente pelo palato e inferiormente pela língua e demais estruturas do assoalho bucal. Comunica-se com o meio externo através da rima oral (abertura entre os lábios) e com a faringe por meio do istmo orofaríngeo ou istmo das fauces.

A cavidade oral é dividida pelos arcos dentais em duas porções, uma anterior, o vestíbulo oral, e a outra posterior, a cavidade oral propriamente dita. Na região de transição entre o vestíbulo oral e a cavidade oral propriamente dita, localizam-se os arcos dentais e a região mucogengival. Na posição de repouso da mandíbula, um espaço de 1 a 3 mm (espaço funcional livre) entre as superfícies oclusais dos dentes possibilita a comunicação dessas duas porções. Em oclusão, faz-se a comunicação apenas entre os espaços interdentais e pelo espaço posterior aos molares: o espaço retromolar.

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Medium 9788520450987

8. Reabilitação para retornar ao jogo em condições ideais

Brian Cole, Rob Panariello Editora Manole PDF Criptografado

capÍtUlo

Reabilitação paRa RetoRnaR ao jogo em condições ideais

8

P

or conta das lesões variarem em gravidade e existir a possibilidade de lesão anatômica associada ou patologia preexistente, você deve solicitar o parecer de um médico especialista antes de iniciar um programa de reabilitação ou continuar o treinamento para melhoria do desempenho.

Este capítulo discute os ambientes de assistência para patologias no tornozelo, joelho e ombro.

Entorses de tornozelo

Na população, as entorses ligamentares de tornozelo ocorrem a uma proporção de 30.000 por dia e são consideradas as lesões mais comuns do tornozelo e do pé relacionadas com o basquete. A maioria das entorses envolve o ligamento talofibular anterior (LTFA), o ligamento calcaneofibular (LCF) e o ligamento talofibular posterior (LTFP) (Fig. 8.1). Um mecanismo típico de lesão se dá pelo movimento combinado de flexão plantar do tornozelo e inversão do pé, que pode ser observado em uma aterrissagem sobre o pé do adversário. Essa posição vulnerável do pé e do tornozelo pode ser verificada durante a corrida e o salto, assim como em movimentos de corte. Sempre que acontecer uma entorse de tornozelo, um médico especialista deve avaliar a lesão e indicar o tratamento.

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Medium 9788582714621

Capítulo 17. Princípios de física

James Manica Grupo A PDF Criptografado

Anestesiologia

17.

Princípios de física

Rogean Rodrigues Nunes

Germano P. Medeiros

A prática anestesiológica segura e otimizada envolve a utilização de uma enorme gama de dispositivos, além do manejo de muitas variáveis fisiológicas. O conhecimento dos aspectos físicos a eles relacionados, além da otimização das condutas, leva ao entendimento de limitações, resultando em uma prática segura.1

O objetivo deste capítulo é discutir princípios físicos básicos que podem ajudar no manejo e no entendimento de situações clínicas comuns.

Anestesia inalatória e sistema respiratório

Estados da matéria

O entendimento da anestesia inalatória passa pela compreensão dos processos físicos que regem o comportamento dos anestésicos. A matéria, constituída por diminutas partes

(átomos, moléculas, íons), pode encontrar-se em três estados físicos – sólido, líquido e gasoso –, dependendo das forças de repulsão ou de atração atuantes entre essas pequenas partes.

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Medium 9788520438978

3. Ângulos articulares da coluna vertebral

Amélia Pasqual Marques Editora Manole PDF Criptografado

3

Ângulos articulares da coluna vertebral

3

Ângulos Articulares da Coluna Vertebral

Tabela 3.  Amplitude normal dos ângulos da coluna vertebral

Movimento

Coluna vertebral cervical

(graus)

Coluna vertebral lombar

(graus)

Flexão

0 a 65

0 a 95

Extensão

0 a 50

0 a 35

Flexão lateral

0 a 40

0 a 40

Rotação

0 a 55

0 a 35

Fonte: American Academy of Orthopaedic Surgeons, 1965.

60    Manual de Goniometria

Coluna vertebral lombar (região dorsolombar)

Movimento de flexão da região lombar (0 a 95°) (Figura 43)

Posição ideal: em pé, com os pés juntos e alinhados. A medida é feita na superfície lateral do indivíduo.

Braço fixo do goniômetro: perpendicular ao solo, no nível da crista ilíaca.

Braço móvel do goniômetro: ao completar o movimento de flexão do tronco, coloca-se ao longo da linha axilar média do tronco.

Eixo: espinha ilíaca anterossuperior.

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