635 capítulos
Medium 9788536326207

9. Células-tronco

Sonia M. Lauer Garcia, Casimiro G. Fernández Grupo A PDF Criptografado

Embriologia 146

1. Células-tronco

O conceito de células-tronco (CT) em si tem mais de

100 anos, e muito da biologia e do potencial terapêutico dessas células tem sido explorado nas últimas três décadas. Entretanto, sua verdadeira natureza ainda não é completamente compreendida. Operacionalmente, as CT são definidas como células com potencial prolongado ou ilimitado de autorrenovação, bem como com capacidade de originar pelo menos um tipo de célula diferenciada.

As CT estão presentes em todas as fases do desenvolvimento, desde o zigoto, na massa interna no embrião, passando pelo estágio fetal e permanecendo nos tecidos adultos. A potencialidade dessas células é maior na fase embrionária, diminuindo até a fase adulta. São classificadas em relação à sua plasticidade como CT totipotentes, pluripotentes e multipotentes e também, conforme sua origem, em CT embrionárias ou adultas.

O conceito de totipotência pode ser aplicado à capacidade de uma única célula de se dividir e originar todas as células especializadas de um organismo. O zigoto é totipotente, porque nele todas as células possuem essa característica, formando todos os tecidos necessários para o desenvolvimento fetal. A pluripotência é o termo usado para descrever as células que conseguem diferenciar-se em tecidos de qualquer um dos três folhetos embrionários: endoderma, mesoderma ou ectoderma.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527733786

Neuroanatomia

Michael Schünke, Erik Schulte, Udo Schumacher Grupo Gen ePub Criptografado
Medium 9788582714621

Capítulo 92. Dor crônica

James Manica Grupo A PDF Criptografado

Dor crônica

92.

Dor crônica

João Batista Santos Garcia

Érica Brandão de Moraes

A dor é uma experiência vivenciada por quase todos os seres humanos, pois constitui um instrumento de proteção que possibilita a detecção de estímulos físicos e químicos nocivos.

O fenômeno doloroso é complexo e multifatorial, envolvendo componentes fisiológicos, sensoriais, afetivos, cognitivo-comportamentais e socioculturais. De acordo com a International

Association for the Study of Pain (IASP),1 dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos.

É possível haver dor na ausência de dano tecidual, o que enfatiza a experiência emocional como um importante fator na fisiopatologia da dor. Se o indivíduo considerar sua experiência como dor e se houver relato similar à dor causada por danos nos tecidos, deve ser aceita como dor. Essa definição ampla da IASP evita exclusividade da associação da dor ao estímulo.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788527733786

Apêndice

Michael Schünke, Erik Schulte, Udo Schumacher Grupo Gen ePub Criptografado

Referências

Agur AMR. Grants Anatomie. Lehrbuch und Atlas. Stuttgart: Enke; 1999

Anschütz F. Die körperliche Untersuchung. 3. Aufl. Heidelberg: Springer; 1978

Aumüller G, Aust G, Doll A et al. Anatomie. Duale Reihe. Stuttgart: Thieme; 2007

Bähr M, Frotscher M. Duus’ Neurologisch-topische Diagnostik. 8. Aufl. Stuttgart: Thieme; 2003

Becker C. CT-Diagnostik der koronaren Herzkrankheit. Teil I: Indikation, Durchführung und Normalbefundung der CT-Koronarographie. Radiologie up2date 2008; 1: 55-67; DOI 10.1055/s-2007-995498

Behrends JC, Bischofberger J, Deutzmann R et al. Physiologie. Duale Reihe. 2. Aufl. Stuttgart: Thieme; 2012

Block B, Meier PN, Manns MP. Lehratlas der Gastroskopie. Stuttgart: Thieme; 1997

Block B, Schachschal G, Schmidt H. Der Gastroskopie-Trainer. Stuttgart: Thieme; 2003

Brambs H-J. Pareto-Reihe Radiologie. Gastrointestinales System. Stuttgart: Thieme; 2007

Claussen CD, Miller S, Fenchel M et al. Pareto-Reihe Radiologie. Herz. Stuttgart: Thieme; 2007

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429693

7. Lesões dos punhos e antebraços

WALKER, Brad Editora Manole PDF Criptografado

Lesões dos punhos e antebraços

7

86

Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DOS PUNHOS E ANTEBRAÇOS

Úmero

Crista supracondilar lateral

Processo do olécrano (ulna)

Epicôndilo lateral

Ligamento colateral radial

Ligamento anular

Rádio

Ulna

Tubérculo dorsal

Membrana interóssea

Processo estiloide

Semilunar

Escafoide (navicular)

Piramidal

Pisiforme

Hamato

Trapézio

Metacarpais

Trapezoide

Falanges proximais

Falanges mediais

Falanges distais

Capitato

Figura 7.1: Ossos do antebraço e mão direitos, vista posterior.

Articulações intermetacarpais

Ligamentos interósseos metacarpais

Trapézio

Primeiro osso metacarpal

Articulação carpometacarpal do dedo mínimo

Articulação carpometacarpal do polegar

Hamato

Articulação mediocarpal

Articulações intercarpais

Trapezoide

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos