553 capítulos
Medium 9788527731430

Parte 5 - Seção 9 | 39 - Nervos Espinais do Tronco

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Grupo Gen PDF Criptografado

Nervos Espinais do Tronco

39

Caso 39.1  Herpes-zóster intercostal

Mulher, 58 anos, deu entrada no ambulatório de clínica médica com queixa de dor torácica tipo “pontada” há 3 dias, com aparecimento posterior de “feridas” na pele. Ao exame físico, apresentou área de erupção vesicobolhosa na região anterolateral do hemitórax direito, logo abaixo da mama (Figura 39.1.1), compatível com herpes-zóster. Foram receitados corticoides (para diminuir a nevralgia), analgésico, antiviral e limpeza diária das vesículas.

Figura 39.1.1 Imagem do hemitórax direito da paciente, a qual apresenta lesões vesiculadas agrupadas em faixa, abaixo da mama.

Questões

A) O herpes-zóster é uma doença viral que invade o nervo e chega à pele no dermátomo relacionado com o nervo acometido, formando vesículas agrupadas locais. Explique o que é um dermátomo.

■■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara

Koogan, 2017. p. 38-9.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714621

Anexo 2. Ilustrações e fotos coloridas

James Manica Grupo A PDF Criptografado

Ilustrações e fotos coloridas

ANEXO 2

Ilustrações e fotos coloridas

Figura 15.5  É necessário conciliar as exigências tecnológicas da assistência médica moderna na sala de cirurgia com as habilidades físicas do profissional necessárias para que exerça os seus cuidados. O anestesiologista deve ter a visão ampla dos monitores e o espaço para os movimentos adequados para exercer a sua função.

Esta imagem é uma reprodução colorida da figura da página 196.

Figura 31.2  Diagrama do aparelho de anestesia com as fontes de gases (O₂, N2O, ar), seção de fluxo contínuo com vaporizador, ventilador (delimitado em azul), sistema respiratório circular com absorvedor de CO2 e sistema de exaustão de gases. O ventilador (com fole e propulsionado pelo oxigênio da rede) está integrado ao sistema e passa a funcionar pelo acionamento de uma chave (balão/ventilador).

Fonte: Adaptada de Center for safety, simulation and advanced learning technologies.7

Esta imagem é uma reprodução colorida da figura da página 456.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714621

Capítulo 14. Gestão de qualidade e segurança do paciente em anestesiologia

James Manica Grupo A PDF Criptografado

168

Anestesiologia

14.

Gestão de qualidade e segurança do paciente em anestesiologia

Haino Burmester

José Luiz Gomes do Amaral

Este capítulo descreve a forma como se aplicam conceitos do chamado movimento da qualidade a um serviço de anestesiologia. “Qualidade” é atitude a ser compartilhada por todos os membros da organização (instituição de saúde, no caso), baseada em ações positivas direcionadas a mudanças e mais focalizada nos processos, e não em exortações ou ameaças às pessoas.

É difícil entender qualidade como algo isolado em um serviço de anestesiologia, independente dos outros setores da instituição. É preciso que o serviço seja considerado como parte de um todo maior – a instituição de saúde em que está inserido

(em geral um hospital). A natural interação entre os diversos serviços faz da qualidade consequência da integração da ação gerencial, sistêmica e coerente, criando condições para que a assistência atinja níveis de excelência em todo o hospital, e não apenas em alguns setores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731430

Parte 2 - Seção 1 | 2 Cabeça e Pescoço

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Grupo Gen PDF Criptografado

2

Se­ção 1 | OSTEOLOGIA

Cabeça e Pescoço

Caso 2.1  Traumatismo craniano

Homem, 24  anos, após ­queda de moto sem capacete, sofreu traumatismo em região lateral da cabeça.

Chegou inconsciente ao serviço de emergência, onde foi rea­li­zada tomografia computadorizada (TC) de crânio. O exame evidenciou hematoma epidural com efeito de mas­sa, e fratura craniana (Figura 2.1.1).

Encaminhado para cirurgia de emergência, foi rea­li­zada craniotomia, cauterização de vaso arterial local

(Figura 2.1.2) e drenagem do hematoma (Figura 2.1.3).

Músculo temporal

Dura-máter

Figura 2.1.1 TC de crânio, corte axial, evidenciando

­área hiperdensa cor­respondente ao hematoma epidural (linha tracejada).

Figura 2.1.2 Imagem do ato operatório após craniotomia, com v­ isua­lização da dura-máter e da artéria comprometida (setas).

Figura 2.1.3 Imagem de fragmento do os­so temporal (seta) durante ato operatório, em que se observa grande hematoma aderido ao osso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429303

3. O Crânio

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

3

O Crânio

O crânio é composto de duas partes, o neurocrânio (cranium significa “capacete” em grego) e o viscerocrânio (ossos da face). O neurocrânio abriga o encéfalo e os órgãos que proporcionam mecanismos de equilíbrio, também fornece aberturas para as orelhas (órgãos da audição) e uma estrutura para a articulação da mandíbula; já o viscerocrânio concede uma estrutura para a boca e a mandíbula e inclui os músculos da face (mímicos), órbitas para os olhos e as cavidades nasais.

O crânio é formado por ossos muito complexos. Para propostas de estudo, é importante analisá-lo utilizando um modelo real, visto que seus ossos são tridimensionais, com formas variadas, ou seja, um verdadeiro desafio para a descrição.

O neurocrânio é constituído por seis ossos: frontal, parietal, temporal, esfenoide, etmoi­de e occipital. Os ossos parietais (paries significa “uma parede”) formam as paredes laterais e superior do crânio. O osso frontal (frons, a fronte) compõe não só a fronte, como também, o teto das órbitas e da cavidade nasal. O osso esfenoide (que significa “uma cunha”) forma a parte anterior da base do crânio e articula-se com os outros ossos do neurocrânio. O etmoide (palavra grega que significa “peneira”) constitui parte da base do crânio e da cavidade nasal. Os ossos temporais (tempus, tempo), mais comumente conhecidos como têmporas, formam as laterais e o restante da base do crânio. E o osso occipital (do grego ob, caput, “contra a cabeça”), a parte posterior e a base do crânio (Fig. 3.1).

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos