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Medium 9788527734066

10 - Terapias Adjuvantes

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

10

Terapias Adjuvantes

Maria Virginia Thomazini de Figueiredo  •  Fabrício Palermo Brenelli  • 

Mariana Maia Freire de Oliveira  •  Maria Salete Costa Gurgel

Introdução

O câncer de mama (CM) deve ser abordado por uma equipe multiprofissional com o objetivo de oferecer um tratamento integral para a paciente. A combinação das terapias locorregionais (cirurgia e radioterapia) e terapia sistêmica (quimioterapia, hormonoterapia e terapia-alvo específica) no tratamento do

CM visa a erradicar a doen­ça residual ou reduzir volumes tumorais existentes, repercutindo em melhor sobrevida.1-3

Tratamento local

Radioterapia

É utilizada com o objetivo de erradicar as células neoplásicas remanescentes após a ressecção (cirurgia conservadora ou mastectomia), reduzindo os riscos de recorrência e de morte por CM.1-3

A radiação danifica o ácido desoxirribonucleico (DNA), os cromossomos e a membrana plasmática das células, o que

é transmitido à divisão celular, havendo, portanto, acúmu­lo dessas alterações, que conduz à morte celular ou à lenta progressão. As células cancerosas se reproduzem mais, porém têm menor capacidade de reparar danos em comparação às células sadias.

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Medium 9788520428078

11. Quadril

MAGEE, David J. Editora Manole PDF Criptografado

C a p í t u l o

111

Q uadril

A arti­cu­la­ção do qua­dril é uma das maio­res e mais está­veis do corpo. Quando essa articulação é lesa­da ou apre­sen­ta uma pato­lo­gia, a lesão é, em geral, per­cep­tí­vel duran­te a mar­cha. Como a dor do qua­dril pode ser refe­ ri­da para as arti­cu­la­ções sacroi­lía­cas ou para a colu­na lom­ bar, exceto quan­do exis­tem evi­dên­cias de trau­ma dire­to do qua­dril, é impe­ra­ti­vo que essas arti­cu­la­ções sejam exa­mi­na­ das com o qua­dril.

Articulação do quadril

Posição de repouso: �30° de flexão, 30° de abdução, discreta rotação lateral

Posição de congruência máxima:

Extensão, rotação medial e abdução

Padrão capsular: �Flexão, abdução, rotação medial (a ordem pode variar)

Anatomia aplicada

A arti­cu­la­ção do qua­dril é uma arti­cu­la­ção esfe­roi­dal mul­ tia­xial (tipo bola e soque­te) que pos­sui esta­bi­li­da­de máxi­ma por causa da inser­ção pro­fun­da da cabe­ça do fêmur no ace­ tá­bu­lo (Fig. 11.1). Além disso, o qua­dril, como o ombro, pos­sui um lábio, que ajuda a apro­fun­dá-lo e a esta­bi­li­zá-lo.1,2

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Medium 9788520432334

17. Abordagem motora da criança

PRADO, Cristiane do; VALE, Luciana Assis Editora Manole PDF Criptografado

17

Abordagem motora da criança

Naiana Valério

Fátima Cristina Martorano Gobbi

Introdução

O desenvolvimento motor na infância caracteriza‑se pela aquisição de um amplo espectro de habilidades motoras que possibilita à criança um domínio do próprio corpo em diferentes posturas estáticas e dinâmicas.

Durante anos, atribuiu‑se o desenvolvimento motor apenas à maturação do sistema nervoso central (SNC); porém, atualmente, esse processo está interli‑ gado ao desenvolvimento dos demais sistemas orgânicos (cardiorrespiratório, musculoesquelético, etc.) e também ao ambiente. São as experiências iniciais da vida com o meio externo que estruturam o SNC, transformando atividades re‑ flexas em habilidades motoras refinadas.

Durante a infância, especialmente no primeiro ano de vida, se o bebê for privado desses estímulos e/ou sofrer alterações no processo de maturação do SNC, o desen‑ volvimento neuropsicomotor pode ficar comprometido.

A intervenção precoce respeita a ordem cronológica das fases do desenvolvi‑ mento motor para reconhecer os desvios da normalidade. Por isso, a avaliação deve ser primorosa e criteriosa, e o terapeuta tem a responsabilidade de conhecer o processo do desenvolvimento motor infantil.

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Medium 9788527713078

P

LOPES, Atilio Grupo Gen PDF Criptografado

Paciente

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Panarício

P

Paciente doente, enfermo; pessoa que padece de algum mal ou doença.

Padrão áureo medida (precisa e aceita) de determinado fenômeno, podendo servir como uma norma de verificação para outras medidas.

Padrão capsular padrão característico de restrição da osteocinemática secundário à fibrose da cápsula articular, resultando na perda de sua flexibilidade e extensão; é acompanhado por um prejuízo na artrocinemática.

Padrão da unidade motora simples padrão de interferência registrado sob máximo esforço, quando potenciais de unidade motora isolados podem ainda ser identificados.

Padrão de EMG com três TENS seqüência de atividade muscular agonista-antagonista que está associada com um movimento unidirecional para um alvo.

Padrão de fadiga padrão característico de exaustão que ocorre à tarde, decorrente da esclerose múltipla.

Padrão de interferência 1. EMG não processada que envolve a sobreposição de centenas de potenciais de ação das fibras musculares. É algumas vezes chamado EMG bruta; 2. atividade elétrica registrada de um músculo durante o esforço voluntário máximo em que não é possível a identificação de cada um dos potenciais de unidade motora contributivos.

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Medium 9788527732642

14 - Saúde Bucal e Gestação

BARACHO, Elza Grupo Gen PDF Criptografado

14

Saúde Bucal e

Gestação

Marília Buscacio Paolucci

Introdução

Mudança de paradigma

O acompanhamento odontológico durante a gravidez não deve ser praticado de maneira isolada. Por isso, um novo modelo com base em ações mais integradas, com equipes de trabalho sempre atentas ao momento em que uma especiali‑ dade deve complementar a outra, traz grande contribuição ao atendimento à gestante. Assim, deixa‑se de adotar uma práti‑ ca individualista, abrindo espaço para uma atuação mais am‑ pla, com o envolvimento do indivíduo para que ele também assuma o seu papel de colaborador na luta pela promoção da própria saúde.

Novos horizontes se abrem para a atuação neste cenário de tão grande dimensão: o desabrochar de uma nova vida. A odontologia que busca promover a saúde do bebê inicia‑se no pré‑natal odontológico dirigido às gestantes e aos familiares, e deve ser fundamentada nos conceitos de educação em saúde.

Profissionais que têm o privilégio de interagir com a mulher nesse processo devem atuar em um contexto de companheiris‑ mo e cumplicidade.

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