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Medium 9788580552713

Capítulo 6 - Iontoforese

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

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Iontoforese

William E. Prentice

O B J ET I VO S

Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: k diferenciar iontoforese e fonoforese; k explicar os mecanismos básicos da transferência de íons; k estabelecer procedimentos e técnicas de aplicação de iontoforese específicos; k identificar os diferentes íons mais comumente utilizados na iontoforese; k escolher as aplicações clínicas apropriadas para se empregar uma técnica de iontoforese; k estabelecer precauções e preocupações para a utilização do tratamento com iontoforese.

Iontoforese é uma técnica terapêutica que envolve a introdução de íons dentro dos tecidos cor1 porais por meio de uma corrente elétrica contínua. Originalmente chamada de transferência de íons, ela foi descrita pela primeira vez por LeDuc em 1903 como uma técnica de transporte de substâncias químicas através de uma membrana utilizando-se corrente elétrica como força

2 motriz. Desde então, o uso e a popularidade da iontoforese têm variado. Recentemente, tem sido dada nova ênfase sobre a iontoforese e ela tem se tornado uma técnica comumente utilizada em cenários clínicos. A iontoforese tem várias vantagens como uma técnica de tratamento visto que ela é uma técnica não invasiva, estéril e indolor para introduzir íons específicos dentro de um

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Medium 9788570066107

Capítulo 5 - Interpretação de Exames Laboratoriais

ULTRA, Rogério Brito Grupo Gen PDF Criptografado

Interpretação de Exames

Laboratoriais

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THIAGO REIS COELHO PIRES

ROGÉRIO BRITO ULTRA

A busca sobre a análise e interpretação de exames complementares de laboratório tem sido cada vez mais enfatizada na prática diária fisioterapêutica.

Deve-se destacar que por muitas vezes a complexidade destes tipos de exames torna sua interpretação não-patognomônica, fazendo com que seja indispensável a utilização de outros tipos de exames para um diagnóstico melhor e fidedigno.

Assim, a incumbência principal do fisioterapeuta intensivista é ter que tomar decisões racionais na assistência ao paciente crítico. O ambiente de terapia intensiva propicia uma melhor análise da situação clínica a fim de não colocar em risco o indivíduo tratado.

HEMATOLOGIA E IMUNOEMATOLOGIA

Hemograma

O corpo humano possui em seu sistema circulatório um líquido sanguíneo circulante em torno de 5 l, dos quais 3 l são compostos de plasma e 2 l por células. Na hematologia dá-se maior ênfase aos três elementos celulares do sangue, que são os eritrócitos (hemácias ou células vermelhas), leucócitos (células brancas) e plaquetas (trombócitos). São essas células que iremos abordar para interpretação.

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Medium 9788527730617

28 - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e o Desenvolvimento Motor

TANI, Go Grupo Gen PDF Criptografado

28

Transtorno de Déficit de

Atenção e Hiperatividade e o Desenvolvimento Motor

Juliana Barbosa Goulardins, Roseane Oliveira do Nascimento e Jorge Alberto de Oliveira

Considerações iniciais

Ao contrário do propagado pela visão tradicional, a de que a cognição subordinaria os processos motores, a ação motora pode ser considerada essencial ao processo de evolução humana, já que modera processos psicológicos, em vez de ser apenas uma ferramenta que serve à vontade, à emoção ou à cognição. Os movimentos controlados são os únicos meios de que o ser humano dispõe para a manutenção da postura contra a gravidade, movimentação no espaço, mudanças no ambiente e comunicação por voz e gestos. A percepção dos movimentos é a única fonte de conhecimento concreto sobre o que os outros estão fazendo, pensando ou sentindo.1

Dessa maneira, o desenvolvimento motor é parte integrante do desenvolvimento humano como um todo, sendo um fenômeno que possibilita a realização de habilidades motoras e atividades diárias, com padrões de movimento caracterizados pelo aumento da diversificação e da complexidade que são adquiridos ao longo da vida. Independentemente do referencial teórico adotado, os estudiosos da área invariavelmente interpretam o processo de desenvolvimento motor como um fenômeno determinado por múltiplos fatores, no qual as contínuas interações entre o indivíduo, o ambiente no qual ele está inserido e as próprias características dos movimentos que ele executa formam a base do processo de integração entre suas funções sensoriais e motoras, determinando os aspectos fundamentais de seu desenvolvimento motor, social e cognitivo.

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Medium 9788520432488

34. Uso da robótica para locomoção

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Uso da robótica para locomoção

Fernanda Pupio Silva Lima

Paulo Roberto Garcia Lucareli

Mario Oliveira Lima

INTRODUÇÃO

No âmbito da neurorreabilitação, a inovação tecnológica inclui a robótica no tratamento de disfunções do aparelho locomotor em razão de sua fácil aplicabilidade, confiabilidade e capacidade de estabelecer parâmetros relacionados à intensidade dos exercícios.

Sua utilização tem sido promissora no tratamento de desordens da marcha decorrentes de lesões neurológicas, por permitir controle da velocidade, melhora da coordenação e simetria do movimento.

A locomoção envolve a interação entre a manutenção do controle postural e equilíbrio para que haja capacidade de realizar a transferência e o apoio do peso corporal aos membros inferiores durante as fases da marcha.

O treinamento por tempo prolongado por meio de tarefas específicas impacta positivamente a reabilitação de pacientes com lesões encefálicas ou medulares, por estimular o reparo e a reorganização de áreas corticais. A repetição contínua de movimentos promove aumento das aferências sensoriais, favorecendo a aprendizagem e a melhora do controle motor. Assim, o foco da intervenção utilizando a robótica é o estímulo da plasticidade neuronal para facilitar o ato motor.

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Medium 9788580552713

Capítulo 7 - Biofeedback

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

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Biofeedback

Wiliam E. Prentice

O B J ET I VO S k k k k

k k

Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: definir biofeedback e identificar seus usos em um cenário clínico; contrastar os vários tipos de instrumentos de biofeedback; explicar fisiologicamente como a atividade elétrica gerada por uma contração muscular pode ser medida utilizando-se um eletromiógrafo (EMG); desmembrar como a atividade elétrica colhida pelos eletrodos

é amplificada, processada e convertida a uma informação significativa pela unidade de biofeedback; diferenciar entre feedback visual e de áudio; realçar a disposição do equipamento e as aplicações clínicas para o biofeedback.

Biofeedback eletromiográfico é uma modalidade que aparentemente está aumentando em popularidade nos cenários clínicos. Ele é um procedimento terapêutico que emprega instrumentos eletrônicos ou eletromecânicos para se medir, processar e fornecer com precisão um feedback,

1 reforçando a informação via sinais visuais ou de áudio. Na prática clínica, ele é utilizado para se auxiliar o paciente a desenvolver um controle voluntário maior em termos de relaxamento neu32 romuscular ou reeducação muscular após a lesão.

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