42 capítulos
Medium 9788582715611

Capítulo 2 - Identificação das vias aéreas difícil e falha

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Identificação das vias aéreas difícil e falha

2

C apítulo 2  Identificação das vias aéreas difícil e falha     9

Calvin A. Brown III e Ron M. Walls

INTRODUÇÃO

Embora ambas as vias aéreas difícil e falha sejam discutidas neste capítulo, os dois conceitos são distintos. Uma via aérea difícil é aquela em que atributos anatômicos identificáveis predizem dificuldade técnica para garantir a via aérea. Uma via aérea falha é aquela para a qual a técnica escolhida falhou e deve-se tentar alguma técnica de resgate. Obviamente, elas sobrepõem-se, mas é importante manter distintas as duas opções.

Além disso, pode-se pensar sobre a dificuldade da via aérea em duas categorias: uma via aérea anatomicamente difícil e uma via aérea fisiologicamente difícil. A primeira apresenta barreiras anatômicas ou logísticas para o manejo bem-sucedido da via aérea, enquanto a última necessita que o operador otimize o manejo global do paciente no contexto de saturação de oxigênio e pressão arterial criticamente baixas ou desequilíbrios metabólicos, como a acidose metabólica grave. Este capítulo se concentra nos problemas anatômicos relacionados ao manejo da via aérea e o termo “via aérea difícil” ao longo do manual se refere a vias aéreas com dificuldades anatômicas ou logísticas para o manejo da via aérea. O Capítulo 32 discute a abordagem do paciente fisiologicamente comprometido, o que alguns autores chamam de via aérea fisiologicamente difícil.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715611

Capítulo 28 - Introdução ao manejo da via aérea em serviços médicos de emergência

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Introdução ao manejo da via aérea em serviços médicos de emergência

28

C apítulo 28  Introdução ao manejo da via aérea em serviços médicos de emergência     331

Frederick H. Ellinger Jr., Michael Keller e Darren A. Braude

DESAFIO CLÍNICO

O ambiente pré-hospitalar apresenta desafios únicos para todos os cuidados com o paciente e não apenas no manejo da via aérea. O processo de doença do paciente costuma ser indiferenciado, os recursos e os equipamentos podem ser mais limitados do que no ambiente hospitalar e pode haver problemas relacionados a acesso ao paciente, iluminação, clima adverso, espaço confinado, turbulência e vibrações da estrada e segurança do profissional, entre outros. Quando esses fatores são considerados em conjunto, não é razoável esperar que o manejo da via aérea fora do hospital seja idêntico ao manejo da via aérea dentro do hospital. Além disso, o manejo da via aérea não parecerá o mesmo nos dois sistemas de serviços médicos de emergência (SME)* devido a diferenças nos níveis de treinamento do profissional, escopo da prática, direção médica, diretrizes de tratamento, tempos de transporte, equipamentos e disponibilidade de retaguarda, incluindo o transporte aeromédico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715611

Capítulo 24 - Aspectos diferenciais da via aérea pediátrica

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Aspectos diferenciais da via aérea pediátrica

24

C apítulo 24  Aspectos diferenciais da via aérea pediátrica     283

Robert C. Luten e Nathan W. Mick

DESAFIO CLÍNICO

O manejo da via aérea na população pediátrica apresenta muitos desafios potenciais, incluindo a dosagem de fármacos e o tamanho dos equipamentos relacionados à idade, bem como as variações anatômicas que evoluem continuamente ao longo do desenvolvimento da infância à adolescência e a ansiedade que invariavelmente acompanha a reanimação de uma criança criticamente enferma. A habilidade no manejo da via aérea de uma criança criticamente enferma ou com trauma requer a apreciação de fatores relacionados com a idade e o tamanho, além de um grau de familiaridade e conforto com os fundamentos da abordagem das emergências pediátricas.

Os princípios do manejo da via aérea em crianças e em adultos são os mesmos. Os medicamentos usados para facilitar a intubação, a necessidade de técnicas alternativas de manejo da via aérea e a abordagem básica para a realização do procedimento são semelhantes independente de o paciente ter 8 ou 80 anos de idade. Porém, existem algumas diferenças importantes que devem ser consideradas. Essas diferenças são maiores nos primeiros 2 anos de vida, após os quais a via aérea pediátrica gradualmente evolui para características da via aérea adulta.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715611

Capítulo 15 - Dispositivos ópticos e guiados por luz

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Dispositivos ópticos e guiados por luz

15

C apítulo 15  Dispositivos ópticos e guiados por luz     175

Julie A. Slick

INTRODUÇÃO­

Os laringoscópios tradicionais exigem que o operador obtenha uma linha de visão direta até a glote alinhando os eixos oral, faríngeo e laríngeo (Cap. 13). Os videolaringoscópios tiram proveito de uma câmera de vídeo, a qual é acoplada em uma lâmina rígida para que não haja a necessidade de uma linha direta de visão, oferecendo visualizações melhores da glote e do espaço ao redor (Cap. 14). Os dispositivos ópticos são aqueles laringoscópios que permitem que o operador visualize a glote sem criar uma linha reta de visão, mas sem o uso de vídeo ou de tecnologia de fibra óptica. A visualização

óptica é obtida com o uso de instrumentos ópticos menos caros que consistem em uma combinação de prismas, espelhos e lentes. O custo relativamente pequeno da tecnologia é um dos principais benefícios desses dispositivos em comparação com aqueles mais caros de fibra óptica ou vídeo. Muitos desses dispositivos também oferecem capacidades de vídeo por meio de câmeras de vídeo acopláveis. A adição de capacidades de vídeo oferece uma visualização melhor da glote e melhora o recurso de ensino ao permitir que outros profissionais visualizem o que o operador da via aérea está observando. Há apenas dois dispositivos verdadeiramente ópticos relevantes no manejo da via aérea de emergência, o Airtraq e o Truview.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715611

Capítulo 27 - Corpo estranho na via aérea pediátrica

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Corpo estranho na via aérea pediátrica

27

C apítulo 27  Corpo estranho na via aérea pediátrica     323

Robert C. Luten e Joshua Nagler

VISÃO GERAL

A aspiração de corpo estranho (ACE) é uma causa comum de morbidade e mortalidade em crianças. Milhares de crianças são atendidas em departamentos de emergência (DEs) todos os anos por episódios relacionados a sufocação, e essa é a principal causa de morte nas crianças menores. A faixa etária de maior risco é entre 1 e 3 anos de idade. Essas crianças podem sofrer sufocação por alimentos devido a dentição incompleta, coordenação de deglutição imatura e tendência para a distração durante as refeições. Além disso, lactentes e crianças menores recém começaram a andar e têm a tendência a colocar tudo na boca, o que aumenta o risco de eventos de aspiração não testemunhada. As crianças maiores mais comumente aspiram objetos pequenos, como tampas de caneta, que tenham colocado na boca.

APRESENTAÇÃO

As crianças com aspiração de material estranho podem se apresentar agudamente após um evento testemunhado ou relatado. Os familiares costumam relatar um episódio de sufocação ou engasgo. Tal evento, seguido pelo início súbito de tosse com sibilos unilaterais ou redução da aeração, representam a clássica tríade diagnóstica da ACE no brônquio principal ou inferior. Quando o corpo estranho fica alojado mais proximalmente, a obstrução parcial da via aérea superior pode causar rouquidão ou estridor. A obstrução completa da traqueia ou da laringe pode ocorrer por bloqueio mecânico ou por indução de laringospasmo.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos