812 capítulos
Medium 9788520432334

6. Recursos e técnicas respiratórias

PRADO, Cristiane do; VALE, Luciana Assis Editora Manole PDF Criptografado

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Recursos e técnicas respiratórias

Michele Chiacchio Choukmaev

Olivia de Maio Lenzi Cerri

Introdução

Tradicionalmente, a fisioterapia respiratória auxilia no tratamento preventivo e curativo de diversas doenças pulmonares. Com essa finalidade, várias técnicas fisioterapêuticas específicas são utilizadas, visando a otimizar a higiene brônquica, melhorar a ventilação e a homeostase, prevenir a obstrução e o acúmulo de secreção brônquica, melhorar a endurance muscular, reduzir os gastos energéticos durante a respiração, manter ou melhorar a mobilidade da caixa torácica e promover maior efetividade da tosse.1

A fisioterapia respiratória pediátrica começou a se desenvolver entre os anos de

1950 e 1960, em função das epidemias de poliomielite. Naquele período, as técnicas utilizadas eram uma adaptação dos métodos anglo-saxões aplicados em adultos, como a tapotagem (percussão) e a drenagem postural.2,3 A partir da década de

1960, novas técnicas baseadas na modulação do fluxo expiratório foram descritas.4

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Medium 9788527724982

65 - Lesão da Mão de um Marceneiro: A Reconstrução de uma Vida

WILLARD, Helen S.; SPACKMAN, Clare S.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell; COHN, Ellen S.; SCHELL, Barbara Grupo Gen PDF Criptografado

Lesão da Mão de um Marceneiro:

A Reconstrução de uma Vida

65

KAREN GARREN

E

u fiquei chocada ao ouvir que o sogro de uma mulher que trabalhava em nosso edifício havia ferido gravemente a mão em uma serra elétrica. Quando ele chegou à clínica, meu coração se encheu de tristeza. Don é um bom marceneiro, que constrói sancas e armários embutidos elaborados e maravilhosos em casas luxuosas. Ele havia cortado a mão esquerda com uma serra de mesa dez dias antes. Eu acabara de receber um telefonema do cirurgião de mão do andar superior dizendo-me que estava enviando Don para uso de órtese e início imediato da terapia. A cirurgia não havia sido realizada por esse médico;

Don fora levado às pressas para um hospital próximo a seu trabalho, e lá foi operado por um cirurgião plástico. O relatório cirúrgico não estava disponível, mas, pelo que o médico conseguiu descobrir, Don havia cortado a parte proximal da palma da mão, seccionado os tendões flexores dos dedos médio e anular, amputado o dedo mínimo na articulação metacarpofalângica (MCF) e lacerado os nervos para todos os dedos. O médico não tinha certeza sobre o acometimento do polegar e do indicador. Don chegara ao consultório com um curativo, protegido apenas por um suporte no punho, com movimentação livre dos dedos nas articulações interfalângicas proximais (IFP), o que não era bom.

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Medium 9788570066107

Capítulo 22 - Abordagem Fisioterapêutica em Home Care

ULTRA, Rogério Brito Grupo Gen PDF Criptografado

Abordagem Fisioterapêutica em Home Care

22

ROGÉRIO BRITO ULTRA

HUGO ZAMPONI

O termo Home Care se refere aos “cuidados no lar ou cuidados domiciliares”e hoje significa uma das formas mais abrangentes de cuidados extra-hospitalares.

Quando se trata de atendimento domiciliar a condição clínica ou enfermidade do paciente é parte de um plano de tratamento global integrado, com objetivo de atuação preventiva, de cura e/ou paliativa especializada.

O fisioterapeuta é parte desse processo, cabendo a sistematização de ações que permitam a execução desse cuidado e principalmente enfoquem o binômio paciente/família.

Umas das mais remotas referências na medicina descrevem cuidados domiciliares e hospitalares, iniciado por um médico chamado Imhotep, a qual na terceira dinastia do Egito Antigo (século XIII a.C.) prestava atendimento domiciliar como em um “consultório/hospital”. Na Grécia antiga, o médico Asklépios, atendia na residência do paciente. No século V antes de Cristo, Hipócrates descreve em Tratado sobre os ares, às águas e os lugares a eficiência de atender-se no domicílio, pois tal cuidado propiciava um bom êxito, segundo suas observações.

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Medium 9788527713078

I

LOPES, Atilio Grupo Gen PDF Criptografado

Iatrogenia

122

Impactação

I

Iatrogenia 1. nome dado a todo procedimento médico, independente da obtenção de resultados esperados;

2. erro; procedimento realizado, porém com efeitos adversos.

Iatrogênico diz-se de um efeito colateral ou resultado indesejável causado pelo médico ou pelo tratamento que ele prescreveu; alteração ou doença provocada pela medicação prescrita.

Icterícia cor amarelada da pele e dos tecidos, causada pela dificuldade de excretar altas concentrações de bilirrubina, um produto da degradação dos eritrócitos. Essa condição é comum em recém-nascidos e pode ser perigosa se as concentrações de bilirrubina forem muito elevadas.

Idade de desenvolvimento idade em que a criança testada ou observada realiza tarefas de desenvolvimento de modo similar a outras da mesma idade, independentemente de sua idade cronológica.

Idiopático 1. diz-se de um processo ou doença que surge espontaneamente ou que tem causa obscura ou desconhecida; 2. relativo a uma doença de causa desconhecida.

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Medium 9788520434178

12. Isocinética na reabilitação

VOIGHT, Michael L.; HOOGENBOOM, Barbara J.; PRENTICE, William E. Editora Manole PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1 2

Isocinética na reabilitação

Kevin Robinson

O B J E T I V O S

Após ler este capítulo, o fisioterapeuta deverá ser capaz de:

Descrever o conceito de resistência isocinética.

Identificar as vantagens e as desvantagens do exercício isocinético.

Descrever os parâmetros de teste associados ao teste isocinético e fazer escolhas fundamentadas.

Interpretar os dados utilizando uma variedade de métodos (comparação bilateral, torque para peso corporal, etc.).

Determinar quando e como os sistemas multiarticulares devem ser incorporados ao processo de reabilitação.

Aplicar princípios ao tratamento de um paciente com reconstrução de ligamento cruzado anterior, entorse lateral de tornozelo e instabilidade de ombro.

• Familiarizar-se com os avanços na apresentação dos dados isocinéticos.

Embora equipamentos com angulação constante tenham sido usados para determinar a função muscular por mais de 70 anos,44 Hislop e Perrin descreveram, pela primeira vez, o conceito de isocinética em 1967.17 O conceito isocinético é baseado no princípio de que a velocidade angular de um membro em movimento pode ser mantida constantemente, alterando-se a força gerada por um dispositivo que resista ao movimento pretendido.

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