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Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

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Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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Caso 1 - Impacto subacromial

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Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Caso 23 - Síndrome da dor patelofemoral

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Síndrome da dor patelofemoral

Robert C. Manske

CASO 23

Uma adolescente de 16 anos, jogadora de vôlei competitivo, com uma história de dor e edema intermitentes na face anterior do joelho direito, é encaminhada

à fisioterapia para avaliação e tratamento. Há seis semanas, ela fez uma cirurgia de desbridamento de coxim gorduroso e tem comparecido às sessões de fisioterapia desde então, em outra instituição ambulatorial. Cada vez que ela retorna ao vôlei, a dor e o edema reaparecem. As atividades necessárias para a prática desse esporte incluem correr, fazer cortadas, saltar e pivotar; todas essas atividades aumentam a dor. Durante os 2 anos anteriores à cirurgia, a dor era na face medial do joelho. Entretanto, desde a cirurgia, ela sente dor tanto na face medial como na face externa do joelho. Nas últimas 4 semanas, tem sentido dor e edema semelhantes aos que tinha antes da operação. Seja com o aumento da prática ou da frequência do jogo, a dor no joelho anterior aumenta até 8, em uma escala visual analógica (EVA) de dor que vai de 1 a 10.

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Caso 34 - Fibromialgia

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Fibromialgia

Jason Brumitt

CASO 34

Um médico clínico geral encaminhou uma mulher de 45 anos à fisioterapia com o diagnóstico de dor nas costas. A paciente relata que sente dor nas costas, mas também sente dor “em todo o corpo”. Além da dor, ela apresenta fadiga, dificuldade para dormir, memória ruim e cefaleias frequentes. Sua dor “nunca parece melhorar” e “fica pior com atividade prolongada”. Os sintomas começaram há cerca de quatro anos, depois que caiu dos degraus de uma escada. As radiografias da coluna torácica e lombar foram negativas para fraturas ou anormalidades ósseas que pudessem contribuir para seus sintomas. Intervenções prévias de fisioterapia (calor úmido, massagem, ultrassom, alongamento) não melhoraram seus sintomas. Sua história de saúde é significativa para síndrome do intestino irritável e dor abdominal (ambas começaram dois anos atrás). Ela trabalha como repórter de tribunal e descreve seu estilo de vida como sedentário. Com base na história da paciente, suspeita-se que ela pode ter a síndrome fibromiálgica (SFM).

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Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

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Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

316

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

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Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

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32

10

TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

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Caso 8 - Dor crônica cervical

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Dor crônica cervical

Jake Bleacher

CASO 8

Uma mulher com 43 anos de idade foi encaminhada, pelo médico da família, a uma clínica de fisioterapia, em razão de uma dor crônica no pescoço. Trabalha, há 20 anos, como assistente administrativa. A dor no pescoço surgiu dois anos antes do encaminhamento e aumentou, significativamente, nos últimos seis meses. Na escala analógica visual de dor, a paciente relatou um valor de 2/10 no começo do dia, com progressão para 10/10 no final do dia. Descreveu os próprios sintomas como “rigidez” e “dor generalizada” desde a escápula superior e o ombro até o pescoço e a área occipital. Além disso, a paciente relatou dores de cabeça recentes e uma dor “generalizada” que se irradia até o braço direito, dominante, principalmente no final do dia. A rotina dela consiste em trabalhar, no computador, sentada, 75% do tempo, usando o mouse durante

50% desse tempo. A carga horária de trabalho aumentou duas a três horas por dia (hora extra) devido à falta de funcionários nos últimos seis meses. Ela afirmou não ter nada notável em seu histórico de saúde nem trauma na coluna cervical, e os raios X cervicais não registraram alterações. A paciente disse que os sintomas reduziram um pouco na última semana, depois que começou a tomar um medicamento anti-inflamatório não esteroide e um relaxante muscular prescritos pelo médico da família. Acrescentou, ainda, que o seu nível de atividade física (p. ex., exercícios ou esportes de lazer) diminuiu nos últimos dois anos por falta de tempo.

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Caso 4 - Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

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Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Laura Stanley

Ellen Shanley

CASO 4

Quatro meses atrás, um poliatleta (zagueiro e defensive back de futebol americano, shortstop e relief pitcher de beisebol) com 16 anos de idade, aluno do ensino médio, sofreu uma lesão em um jogo de futebol americano contra o time rival. Teve uma luxação glenoumeral quando foi atingido no braço por um defensive lineman na fase máxima do posicionamento final (cocking) do arremesso (90o de abdução e de rotação externa). Não conseguiu continuar no jogo e submeteu-se a uma redução da luxação na sala de emergência. Esse foi o seu segundo episódio de instabilidade. O diagnóstico indicou lesão de Bankart e Hill-Sachs no ombro direito (dominante). Dez dias após a luxação, o atleta passou por uma fixação artroscópica da lesão de Bankart, retensionamento da cápsula anterior e remplissage. O cirurgião ortopédico encaminhou o paciente a um fisioterapeuta no primeiro dia pós-operatório (PO 1). O paciente é o starting shortstop e o relief pitcher (arremessa com a mão direita e é um switch hitter)* do principal time de beisebol da universidade. Quer estar pronto para a temporada de beisebol; entretanto, o seu objetivo central é conquistar o papel starting na zaga na próxima temporada. O paciente encontra-se, agora, no quarto mês pós-operatório e já pode iniciar a reabilitação para retorno ao esporte.

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Caso 21 - Impacto femoroacetabular (IFA)

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Impacto femoroacetabular

(IFA)

Erik P. Meira

CASO 21

Uma mulher que joga futebol por esporte é encaminhada à fisioterapia por um clínico geral com um diagnóstico de “dor no quadril”. A paciente relata que tem sentido dor no quadril esquerdo, a qual vem aumentando progressivamente durante os últimos 4 anos. Ela informa que a localização da dor é na frente do quadril, com uma “sensação perfurante interna profunda” ocasional. A paciente não se recorda de uma lesão traumática específica da articulação, embora sua dor tenha piorado aproximadamente há dois meses, durante um jogo de futebol, quando seu quadril sofreu flexão extrema. Ela agora sente dor especialmente ao levantar a perna para sair da cama ou do carro. Além da intensificação da dor no quadril, nota uma sensação recente de “travamento” quando movimenta o quadril. A paciente não tem conseguido jogar futebol há dois meses e não percebe melhora de seus sintomas. Quando solicitada a mostrar a localização da dor, ela faz um “C” com seu polegar e demais dedos e segura o quadril, aprofundando seus dedos na parte anterior. Com base na história da paciente, o fisioterapeuta suspeita de impacto femoroacetabular com uma ruptura labral.

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Caso 24 - Tendinopatia patelar

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Tendinopatia patelar

Luke T. O’Brien

Thomas J. Olson

CASO 24

Um jogador de basquete de 17 anos foi encaminhado à fisioterapia por seu médico de família, para avaliação e tratamento de dor na parte anterior do joelho. Sua dor foi intermitente ao longo do último verão. Entretanto, desde o começo da temporada esportiva escolar do outono, a dor tem aumentado de intensidade e se tornou constante. A dor agora está limitando sua capacidade de treinar e jogar, bem como de subir e descer escadas e de ficar em pé após períodos longos sentado. O treinador disse que ele tem “joelho de saltador” e que deveria “arranjar uma bandagem e ficaria bem.” Radiografias simples não revelaram anormalidades ósseas, embora suas placas epifisárias tibiais e femorais estejam quase completamente ossificadas. Além disso, a história de saúde do paciente não apresenta outros problemas notáveis. Os sinais e sintomas são compatíveis com tendinopatia patelar. O paciente tem esperança de completar sua temporada de basquete e de estar pronto para o jogo na primavera.

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Caso 13 - Espondilolistese em um atleta jovem

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Espondilolistese em um atleta jovem

Danny J. McMillian

CASO 13

Um jogador de futebol americano de 18 anos, estudante do Ensino Médio, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia após a avaliação de uma dor lombar central persistente. O ortopedista estabeleceu o diagnóstico de espondilolistese tipo IIB, de grau II, em L5/S1. O paciente não relatou histórico de trauma específico. A dor agrava-se quando o jogador está de pé ou caminha, levanta peso

(especialmente com os braços estendidos acima da cabeça), inclina-se para trás ou faz a rotação do corpo. Quando ele fica sentado ou deitado, com os quadris e joelhos dobrados, a dor diminui. Fora isso, o seu histórico de saúde não apresenta nada de notável. O objetivo do paciente é voltar à prática de futebol americano o mais cedo possível.

Quais são as prioridades do exame?

No exame, que sinais podem ser associados a esse diagnóstico?

 Com base no diagnóstico do paciente, o que se pode antecipar a respeito dos fatores que contribuíram para essa condição?

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Caso 3 - Instabilidade aguda no ombro

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Instabilidade aguda no ombro

Thomas J. Olson

Paul E. Westgard

CASO 3

Com um diagnóstico de dor no ombro direito, uma instrutora de snowboard com 22 anos de idade foi encaminhada de um centro médico a uma clínica de fisioterapia para tratamento sem internação. Ela caíra três dias antes, quando praticava o snowboard, e relatou que o ombro “saiu do lugar e voltou de novo”.

Tentou dar aula hoje, mas teve de parar por causa da dor e da sensação de que o ombro ia “sair do lugar de novo” caso tentasse ajudar um dos alunos a se levantar após uma queda. Imagens “de raio-X” feitas na clínica não mostraram anormalidade óssea evidente; não foi realizada nenhuma imagem adicional.

Além disso, não há nada notável na história médica da paciente. Os sinais e sintomas são consistentes com luxação anterior do ombro. O objetivo da paciente é continuar praticando e ensinando snowboard até o final da temporada.

Quais sinais podem ser associados com esse diagnóstico no exame?

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Caso 14 - Dor lombar: manipulação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Dor lombar: manipulação

Carl DeRosa

CASO 14

Um homem de 52 anos procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia para avaliar e tratar dor lombar (DL). Ele relata que tem tido surtos recorrentes de dor lombar nos últimos 12 meses e, na maior parte desses episódios, a dor tende a sumir por si só. Ocasionalmente, precisava procurar o médico da família devido aos episódios que não passavam. Na maioria das vezes, davam-lhe medicação anti-inflamatória não esteroide e um pequeno folheto com descrições de exercícios para a lombar. Ele estava percebendo que as exacerbações da dor agora duravam mais, e os surtos pareciam mais frequentes. O episódio de dor nas costas mais recente acontecera sete dias antes da visita à clínica. Ele é professor universitário e quer evitar que o episódio atual o impeça de trabalhar, como aconteceu em várias outras vezes.

 Quais

são as perguntas-chaves para esclarecer as queixas do paciente e obter orientação para o exame?

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Caso 33 - Fascite plantar

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Fascite plantar

Casey A. Unverzagt

Kyle Botten

Caryn Gehrke

CASO 33

Um homem de 45 anos procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia, relatando dor no calcanhar esquerdo nos últimos meses. Ele nega qualquer trauma específico e não sente dor no calcanhar ou no pé direito.

Relata que ibuprofeno diminui a dor de forma temporária, mas que, no geral, ela está piorando. O paciente relata que a dor é pior pela manhã e no final da tarde e que tem sido necessário interromper a rotina de caminhada por causa dela. Sua meta é eliminar a dor e voltar a caminhar 1,5 a 3 km por dia, quatro a cinco vezes por semana.

Com base no relato subjetivo do paciente e no provável diagnóstico de fascite plantar, quais seriam os possíveis fatores para sua condição?

 Que sinais do exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as medidas de resultado da fisioterapia mais apropriadas para avaliar a capacidade funcional do paciente?

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