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Caso 33 - Fascite plantar

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fascite plantar

Casey A. Unverzagt

Kyle Botten

Caryn Gehrke

CASO 33

Um homem de 45 anos procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia, relatando dor no calcanhar esquerdo nos últimos meses. Ele nega qualquer trauma específico e não sente dor no calcanhar ou no pé direito.

Relata que ibuprofeno diminui a dor de forma temporária, mas que, no geral, ela está piorando. O paciente relata que a dor é pior pela manhã e no final da tarde e que tem sido necessário interromper a rotina de caminhada por causa dela. Sua meta é eliminar a dor e voltar a caminhar 1,5 a 3 km por dia, quatro a cinco vezes por semana.

Com base no relato subjetivo do paciente e no provável diagnóstico de fascite plantar, quais seriam os possíveis fatores para sua condição?

 Que sinais do exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as medidas de resultado da fisioterapia mais apropriadas para avaliar a capacidade funcional do paciente?

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Caso 29 - Lesão do menisco do joelho

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lesão do menisco do joelho

Jason Brumitt

CASO 29

Uma mulher de 24 anos lesionou seu joelho direito há dois dias durante um jogo de basquete da liga municipal. Ela não conseguiu continuar jogando e precisou de “uma pequena” ajuda de uma colega de time para chegar a seu carro.

Foi avaliada por seu médico clínico geral no dia seguinte. O médico recomendou o uso de medicação anti-inflamatória não esteroide adquirida sem prescrição e encaminhou a paciente à fisioterapia. Cinco dias depois da lesão, a paciente relatou ao fisioterapeuta que a lesão ocorreu quando firmou sua perna direita e girou para a direita para evitar uma defensora. Ela nega ter ouvido um estalo; entretanto, refere que a dor imediata foi intensa (nível 8 em uma escala visual analógica até 10). Seu nível de dor atual é de 5/10. A dor da paciente e o mecanismo da lesão são compatíveis com uma lesão de menisco.

Que sinais ao exame podem estar relacionados à suspeita diagnóstica?

Quais os testes e exames mais apropriados?

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Capítulo 14 - Sistemas dispersos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

14 Sistemas dispersos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar entre uma suspensão, uma emulsão, um gel e um magma.

2. Comparar os diferentes sistemas dispersos e listar vantagens e desvantagens de cada sistema.

3. Comparar e diferenciar as seguintes teorias da emulsificação: tensão superficial, cunha orientada e filme interfacial.

4. Definir e diferenciar os seguintes termos: liofóbico, liofílico, hidrofílico, hidrofóbico, anfifílico, embebimento, intumescimento, sinerese, tixotropia e xerogel.

5. Avaliar e selecionar um sistema disperso adequado e a forma de administração para determinada finalidade, população de pacientes e/ou situação.

Este capítulo trata dos principais tipos de preparações líquidas contendo fármacos não dissolvidos ou imiscíveis que se encontram uniformemente distribuídos em veículo. Nessas preparações, a substância que se encontra distribuída é conhecida como fase dispersa, e o veículo é denominado fase dispersante, ou meio dispersante. Em conjunto, produzem um sistema disperso.

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Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Capítulo 2 - Desenvolvimento e processo de aprovação de novos medicamentos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

2

Desenvolvimento e processo de aprovação de novos medicamentos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar uma petição de medicamento sob investigação (IND, do inglês

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

investigational new drug application) de uma petição para registro de medicamento novo (NDA, do inglês new drug application).

Diferenciar entre estudos clínicos de fase 1, fase 2, fase 3 e fase 4.

Dar exemplos de fontes de novos fármacos.

Diferenciar os vários métodos de descoberta de novos fármacos.

Delinear as circunstâncias em que um fármaco antigo pode ser classificado como “novo”.

Definir farmacologia, metabolismo de fármacos e toxicologia.

Explicar um tratamento IND.

Definir medicamento órfão.

Definir bula e informações que devem conter nela.

O Federal Food, Drug and Cosmetic Act, conforme regulamentado pela Edição 21 do U.S. Code of

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Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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Caso 8 - Dor crônica cervical

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Dor crônica cervical

Jake Bleacher

CASO 8

Uma mulher com 43 anos de idade foi encaminhada, pelo médico da família, a uma clínica de fisioterapia, em razão de uma dor crônica no pescoço. Trabalha, há 20 anos, como assistente administrativa. A dor no pescoço surgiu dois anos antes do encaminhamento e aumentou, significativamente, nos últimos seis meses. Na escala analógica visual de dor, a paciente relatou um valor de 2/10 no começo do dia, com progressão para 10/10 no final do dia. Descreveu os próprios sintomas como “rigidez” e “dor generalizada” desde a escápula superior e o ombro até o pescoço e a área occipital. Além disso, a paciente relatou dores de cabeça recentes e uma dor “generalizada” que se irradia até o braço direito, dominante, principalmente no final do dia. A rotina dela consiste em trabalhar, no computador, sentada, 75% do tempo, usando o mouse durante

50% desse tempo. A carga horária de trabalho aumentou duas a três horas por dia (hora extra) devido à falta de funcionários nos últimos seis meses. Ela afirmou não ter nada notável em seu histórico de saúde nem trauma na coluna cervical, e os raios X cervicais não registraram alterações. A paciente disse que os sintomas reduziram um pouco na última semana, depois que começou a tomar um medicamento anti-inflamatório não esteroide e um relaxante muscular prescritos pelo médico da família. Acrescentou, ainda, que o seu nível de atividade física (p. ex., exercícios ou esportes de lazer) diminuiu nos últimos dois anos por falta de tempo.

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Caso 30 - Fratura por estresse da tíbia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fratura por estresse da tíbia

Michael D. Rosenthal

Shane A. Vath

CASO 30

Um bombeiro sem experiência prévia em corridas planeja participar de uma maratona que ocorrerá em sete meses. Ele tem 28 semanas para treinar, de modo que começa a correr 1,5 km em dias alternados. Adiciona 1,5 km semanalmente, para garantir que será capaz de progredir sua distância de corrida para 40 km em tempo para a maratona. Depois de três semanas de corrida, percebeu dor na parte medial da canela, que ocorria perto do fim de suas corridas ou durante seu período de caminhada para recuperação. Após o paciente se sentar e descansar por poucas horas, a dor na perna se dissipava e não estava presente ao despertar ou durante o próximo dia. Ele continuou seu treinamento, o que resultou em um aumento gradual e início mais precoce da dor. O paciente sentia dor na perna ao começar as corridas, que melhorava com a continuação do exercício. Ignorou a dor e continuou seu programa de corrida. Após seis semanas de treinamento, sua dor na perna ocorria no início das corridas e não mais cessava com a continuação. Ele começou a tomar medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que possibilitaram completar mais uma semana de treinamento doloroso. Entretanto, a dor aumentou com a continuação das corridas, apesar do uso de AINEs. O paciente agora tem dor na perna em repouso, que aumenta ao se levantar e em atividades de deambular. Depois de se sentar por período prolongado, os sintomas melhoravam, mas permaneciam presentes. O paciente ficou frustrado e preocupado com sua capacidade para correr na maratona local, de modo que procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia para avaliação e tratamento. No momento da avaliação, o paciente relatou não ter corrido nos dois dias anteriores. Enquanto ele estava em pé na sala de espera e andando no consultório do fisioterapeuta, sua marcha era notavelmente antálgica, com uma inclinação exagerada para o lado mais envolvido. Os testes de força e amplitude de movimentos (ADMs), assim como a inspeção visual foram todos normais. Dor difusa na parte medial da tíbia foi reproduzida com os testes de ADM e de força. O achado mais significativo no exame foi dor à palpação localizada, de cerca de 2 cm de comprimento, ao longo da parte medial da tíbia (maior no lado direito que no esquerdo). A dor à palpação localizava-se na junção do terço médio com o distal das tíbias.

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Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

486

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

6

7

5

17

8

14

11

19

12

13

4

33

34

30

21

1

3

29

27

25

26

28

15

18

16

20

9

2

23

22

31

24

32

10

TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

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Caso 19 - Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Michael D. Ross

Kristi A. Greene

CASO 19

Uma garota de 11 anos, com história de piora progressiva de dor no joelho direito nos últimos cinco meses, foi encaminhada ao fisioterapeuta. A paciente tem um índice de massa corporal de 24 kg/m2 e um histórico de saúde anterior sem fatos notáveis. Ao ser avaliada pelo fisioterapeuta, ela apresentou um padrão de marcha antálgica, com o membro inferior direito em leve rotação externa. No exame do joelho, não se observaram dados excepcionais, e o teste não reproduziu a queixa principal de dor. Entretanto, a paciente sentiu dor anterolateral durante o exame do quadril direito. Foi observada limitação na amplitude de movimento da flexão e da rotação interna do quadril direito tanto em situação ativa quanto passiva, e esses movimentos reproduziram a dor no quadril e no joelho. Com base no histórico e no exame físico, o fisioterapeuta ficou preocupado com uma possível epifisiólise proximal do fêmur.

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Caso 13 - Espondilolistese em um atleta jovem

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Espondilolistese em um atleta jovem

Danny J. McMillian

CASO 13

Um jogador de futebol americano de 18 anos, estudante do Ensino Médio, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia após a avaliação de uma dor lombar central persistente. O ortopedista estabeleceu o diagnóstico de espondilolistese tipo IIB, de grau II, em L5/S1. O paciente não relatou histórico de trauma específico. A dor agrava-se quando o jogador está de pé ou caminha, levanta peso

(especialmente com os braços estendidos acima da cabeça), inclina-se para trás ou faz a rotação do corpo. Quando ele fica sentado ou deitado, com os quadris e joelhos dobrados, a dor diminui. Fora isso, o seu histórico de saúde não apresenta nada de notável. O objetivo do paciente é voltar à prática de futebol americano o mais cedo possível.

Quais são as prioridades do exame?

No exame, que sinais podem ser associados a esse diagnóstico?

 Com base no diagnóstico do paciente, o que se pode antecipar a respeito dos fatores que contribuíram para essa condição?

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Capítulo 3 - Boas práticas de fabricação e manipulação

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CAPÍTULO

OBJETIVOS

3

Boas práticas de fabricação e manipulação

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar termos comumente utilizados nas Boas Práticas de Fabricação (BPF) de produtos farmacêuticos acabados.

2. Descrever a organização e o pessoal requeridos pelas BPF.

3. Descrever a intenção e a importância dos procedimentos que compõem as BPF.

4. Descrever os diversos tipos de embalagens que permitem a visualização da violação do medicamento e dar um exemplo de produtos que as contenham.

5. Diferenciar entre produção farmacêutica industrial e manipulação extemporânea.

6. Descrever o Capítulo 795 da United States Pharmacopeia (USP).

7. Descrever o Capítulo 797 da USP.

BOAS PRÁTICAS DE

FABRICAÇÃO

As regulamentações acerca das BPF* são estabelecidas pela Food and Drug Administration

(FDA) para assegurar que padrões mínimos de qualidade sejam seguidos na produção dos medicamentos nos Estados Unidos. As primeiras regulamentações das BPF foram promulgadas

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Seção I - Introdução

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SEÇÃO I

Introdução

2

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

Encontram-se à disposição dos fisioterapeutas numerosas opções de tratamento passivo e ativo que podem ser administradas, praticadas ou prescritas para pacientes com lesão musculoesquelética. Entretanto, nessa época de prática profissional baseada em evidências, é preciso justificar o uso da intervenção a partir dos melhores resultados de pesquisas, da experiência clínica dos próprios fisioterapeutas (seleção da intervenção segundo uma sólida análise clínica) e dos valores individuais do paciente. O propósito deste livro

é mostrar como os princípios da prática baseada em evidências servem de guia para o exame, a avaliação e o tratamento de pacientes que sofrem algum tipo de disfunção ortopédica.

Os textos contêm 34 casos de ortopedia escolhidos em uma seleção internacional feita por alguns dos melhores fisioterapeutas, pesquisadores, educadores e médicos. Os casos abrangem grande variedade de diagnósticos, incluindo condições pediátricas, lesões esportivas, condições crônicas e dores nas costas. Cada caso apresenta os melhores padrões médicos, sustentados por sólida pesquisa disponível, para controle de condições musculoesqueléticas ortopédicas comuns. Alguns deles podem desafiar as noções de fisioterapeutas experientes a respeito da adequação de suas estratégias e práticas atuais. Em um texto, discute-se, por exemplo, se a imobilização articular na articulação glenoumeral

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Caso 28 - Lesão do ligamento cruzado posterior (LCP) do joelho

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lesão do ligamento cruzado posterior (LCP) do joelho

Matt Mymerm

Laurie Griffin

CASO 28

Um rapaz de 24 anos foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia depois de sofrer uma lesão do joelho direito jogando futebol, há 6 dias. O paciente relata que a lesão ocorreu quando outro jogador lhe “deu um carrinho”. Ele descreve o impacto como uma força direcionada no sentido posterior e lateral à parte medial da tíbia. Desde o incidente, relata dor para caminhada prolongada e dificuldade em descer escadas. O paciente relata nenhuma a mínima instabilidade do joelho. A medicação anti-inflamatória diminui a dor e permite que ele desça escadas sem dificuldade. O paciente relata uma história de tendinite patelar direita. Sua história de saúde não apresenta nada notável.

Que sinais de exame podem estar associados à suspeita diagnóstica?

Quais são os testes mais apropriados?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

392

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Capítulo 5 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

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CAPÍTULO

OBJETIVOS

5

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de absorção de fármacos a partir de uma forma farmacêutica.

2. Explicar como a dissolução afeta a absorção do fármaco.

3. Descrever como a estrutura química do fármaco pode afetar sua absorção nas várias vias de administração.

4. Descrever as características físicas e químicas do fármaco que afetam sua dissolução a partir de diferentes formas farmacêuticas.

5. Resumir as vantagens e desvantagens das diferentes vias de administração parenteral.

6. Desenvolver vários cálculos farmacocinéticos básicos.

7. Listar os fatores que o farmacêutico precisa considerar na definição do regime de dosagem para determinado paciente.

Conforme abordado no Capítulo 4, a resposta biológica é o resultado de uma interação entre a substância ativa e os receptores celulares ou sistemas enzimáticos funcionalmente importantes. A resposta é decorrente da alteração nos processos biológicos presentes anteriormente à administração do medicamento. A magnitude da resposta está relacionada à concentração do fármaco que alcança o sítio de ação. Essa concentração depende da dose administrada, da extensão da absorção, da distribuição do fármaco e da velocidade e da extensão de sua eliminação do organismo. As características físicas e químicas da substância ativa

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