61 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788565852845

Capítulo 1 - Introdução aos fármacos e à farmácia

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO I

INTRODUÇÃO AOS FÁRMACOS, FORMAS

FARMACÊUTICAS E SISTEMAS DE LIBERAÇÃO

CAPÍTULO

1

Introdução aos fármacos e à farmácia

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever o desenvolvimento e a finalidade da United States Pharmacopeia

(USP) e do National Formulary (NF)

2. Descrever as principais características de uma monografia de fármacos típica.

3. Avaliar e comparar as leis federais* de controle e regulamentação de fármacos e medicamentos e seu impacto na Farmácia.

4. Explicar o conceito de atenção farmacêutica.

5. Resumir o código de ética para farmacêuticos da American Pharmacists

Association.

6. Resumir o código de ética da American Association of Pharmaceutical

Scientists (AAPS).

Um medicamento é definido como um agente destinado a diagnóstico, mitigação, tratamento, cura ou prevenção de doenças em humanos ou animais (Food, Drug and Cosmetic Act, 1938).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 6 - Capsulite adesiva – diagnóstico

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Capsulite adesiva – diagnóstico

Jason Brumitt

CASO 6

Por iniciativa própria, após dois meses de dores no ombro direito (dominante), uma mulher com 36 anos procurou uma clínica de fisioterapia para tratamento.

Relatou que, no início, sentia dores ao fechar o sutiã e disse não ter sofrido nenhum trauma. Essa era a primeira vez que precisava de atendimento devido a uma lesão no ombro. A intensidade da dor vinha aumentando desde o início e, regularmente, afetava o sono quando se deitava do lado direito. Além da dor, a paciente relatou ter dificuldades para limpar a casa, estender os braços acima da cabeça e levar a mão às costas. Seus sinais e sintomas, no momento que procurou a clínica, eram consistentes com capsulite adesiva primária no ombro direito.

 Baseando-se

nesse possível diagnóstico da paciente, o que se poderia antecipar como fatores que contribuíram para a condição?

 Quais sintomas estão associados a esse diagnóstico?

 Quais testes são mais apropriados no exame?

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 5 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

5

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de absorção de fármacos a partir de uma forma farmacêutica.

2. Explicar como a dissolução afeta a absorção do fármaco.

3. Descrever como a estrutura química do fármaco pode afetar sua absorção nas várias vias de administração.

4. Descrever as características físicas e químicas do fármaco que afetam sua dissolução a partir de diferentes formas farmacêuticas.

5. Resumir as vantagens e desvantagens das diferentes vias de administração parenteral.

6. Desenvolver vários cálculos farmacocinéticos básicos.

7. Listar os fatores que o farmacêutico precisa considerar na definição do regime de dosagem para determinado paciente.

Conforme abordado no Capítulo 4, a resposta biológica é o resultado de uma interação entre a substância ativa e os receptores celulares ou sistemas enzimáticos funcionalmente importantes. A resposta é decorrente da alteração nos processos biológicos presentes anteriormente à administração do medicamento. A magnitude da resposta está relacionada à concentração do fármaco que alcança o sítio de ação. Essa concentração depende da dose administrada, da extensão da absorção, da distribuição do fármaco e da velocidade e da extensão de sua eliminação do organismo. As características físicas e químicas da substância ativa

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

316

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 6 - Pós e grânulos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO III

FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS E SISTEMAS DE

LIBERAÇÃO MODIFICADA DE FÁRMACOS SÓLIDOS

CAPÍTULO

6

Pós e grânulos

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar um pó de um grânulo.

2. Explicar como o tamanho de partícula de um fármaco influencia as formas farmacêuticas nas quais ele será administrado.

3. Definir a física das partículas, o ângulo de repouso, a levigação, a espatulação e a trituração.

4. Comparar e diferenciar os vários tipos de pós medicinais, por exemplo, a granel ou divididos.

5. Fornecer exemplos de pós medicinais utilizados em produtos que necessitam ou não de prescrição médica.

6. Diferenciar entre os métodos de fusão e de granulação de via úmida para a preparação de sais granulados efervescentes.

A maioria das matérias-primas farmacêuticas ativas e inativas existe como sólidos amorfos ou cristalinos, apresentando várias estruturas morfológicas. O termo pó tem mais de uma conotação em Farmácia. Ele pode ser empregado para descrever a forma física de um material, ou seja, uma substância seca constituída de partículas finamente divididas ou para designar um tipo de preparação farmacêutica, isto é, um pó medicamentoso destinado a uso interno (p. ex., pó oral) ou externo

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 17 - Soluções e suspensões especiais

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

17 Soluções e suspensões especiais

Após a leitura deste capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever a liberação de fármacos pelas vias oftálmica, nasal e por inalação.

2. Listar os fármacos que são geralmente administrados por cada um desses sistemas de liberação.

3. Explicar as vantagens/desvantagens do uso de cada um desses sistemas de liberação em relação à administração oral.

4. Descrever o uso de vários adjuvantes farmacêuticos que são empregados no desenvolvimento dessas formas farmacêuticas.

5. Diferenciar entre os vários tipos de lentes de contato e os produtos para os cuidados que são empregados para cada uma delas.

6. Explicar a administração adequada de cada um desses sistemas de liberação de fármacos.

7. Explicar como os pacientes podem utilizar de modo inadequado esses produtos intencionalmente ou não.

As formas farmacêuticas e os sistemas de liberação de fármacos aplicados topicamente nos olhos, no nariz ou nos ouvidos podem incluir soluções, suspensões, géis, pomadas e implantes. O conteúdo deste capítulo está embasado nas considerações gerais sobre soluções e suspensões apresentadas nos Capítulos 13 e 14 para descrever as exigências adicionais para essas formas farmacêuticas, quando desenvolvidas especificamente para uso oftálmico, nasal ou otológico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 25 - Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: diagnóstico

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: diagnóstico

Mark V. Paterno

CASO 25

Uma atleta de 17 anos relatou ter lesionado seu joelho enquanto participava de um jogo de futebol. No campo, ela tentou executar uma manobra de dar um corte quando uma oponente colidiu levemente com seu tronco e a fez perder o equilíbrio. Ela sentiu um “estalo” em seu joelho direito e uma sensação imediata de que o joelho havia “cedido”. Não conseguiu continuar jogando e foi retirada do jogo. Na linha lateral, observou-se derrame significativo na região suprapatelar. A paciente relata dificuldade para apoiar o peso na extremidade inferior direita devido à dor e à falta de controle muscular.

Com base na suspeita diagnóstica da paciente, quais poderiam ser os fatores que contribuem para a condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a este diagnóstico?

360

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

DEFINIÇÕES-CHAVE

INSTABILIDADE FUNCIONAL: sensação de estar “cedendo” devido ao excesso de movimento e/ou translação dentro da articulação do joelho, ou estabilidade neuromuscular inadequada na extremidade inferior.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 19 - Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Michael D. Ross

Kristi A. Greene

CASO 19

Uma garota de 11 anos, com história de piora progressiva de dor no joelho direito nos últimos cinco meses, foi encaminhada ao fisioterapeuta. A paciente tem um índice de massa corporal de 24 kg/m2 e um histórico de saúde anterior sem fatos notáveis. Ao ser avaliada pelo fisioterapeuta, ela apresentou um padrão de marcha antálgica, com o membro inferior direito em leve rotação externa. No exame do joelho, não se observaram dados excepcionais, e o teste não reproduziu a queixa principal de dor. Entretanto, a paciente sentiu dor anterolateral durante o exame do quadril direito. Foi observada limitação na amplitude de movimento da flexão e da rotação interna do quadril direito tanto em situação ativa quanto passiva, e esses movimentos reproduziram a dor no quadril e no joelho. Com base no histórico e no exame físico, o fisioterapeuta ficou preocupado com uma possível epifisiólise proximal do fêmur.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 19 - Produtos biotecnológicos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

19 Produtos biotecnológicos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar as várias técnicas que usam organismos vivos na produção ou modificação de produtos biotecnológicos.

2. Descrever a classificação dos produtos biotecnológicos usados na clínica.

3. Fornecer exemplos de medicamentos para cada classe de fármaco biotecnológico.

4. Resumir os conceitos importantes associados a manipulação, armazenamento e administração de produtos biotecnológicos.

5. Descrever a missão do Escritório de Produtos Biotecnológicos (do inglês,

Office of Biotechnology Products) da Food and Drug Administration (FDA) e sua estrutura.

6. Explicar o papel do farmacêutico em assegurar que o paciente receba o máximo benefício de seu produto biotecnológico prescrito.

O termo biotecnologia abrange qualquer técnica que utilize organismos vivos (i.e., microrganismos) na produção ou modificação de produtos. O exemplo clássico de fármacos biotecnológicos são proteínas obtidas pela tecnologia do ácido desoxirribonucleico recombinante (DNAr). Contudo, a biotecnologia atual compreende o uso de cultura de tecidos, células vivas ou enzimas celulares para a obtenção de um produto específico. As tecnologias do DNAr e de anticorpos monoclonais

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 9 - Reabilitação pós-cirúrgica/pós-dissecção do pescoço em caso de câncer

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Reabilitação pós-cirúrgica/ pós-dissecção do pescoço em caso de câncer

Douglas Lauchlan

CASO 9

Um cirurgião especializado em cabeça e pescoço pediu a avaliação de um carpinteiro autônomo, com 46 anos e destro. O paciente queixava-se de aumento de dor na região do ombro direito desde que fora submetido a uma dissecção no lado direito do pescoço há três meses. Havia sido diagnosticado com carcinoma celular escamoso na parte interna da mucosa da cabeça e do pescoço seis meses antes e passara por intervenção para tratar essa condição. Houve liberação cirúrgica dos níveis I a IV do triângulo posterior do pescoço, e o paciente completou cinco semanas de radioterapia diária na região. Além disso, não há nada notável na história médica do paciente. Entre várias questões, ele se queixava de não conseguir erguer inteiramente o membro superior direito desde a cirurgia. Também, o aumento da dor estava perturbando o sono. O paciente reconhecia “ter perdido a força” do membro superior direito para uma série de atividades da vida diária (AVDs). Relatou que, em virtude de encontros com outros indivíduos submetidos a cirurgias na cabeça e no pescoço, tinha medo de que o seu funcionamento físico continuasse a se deteriorar e preocupava-se com a sua qualidade de vida no futuro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 33 - Fascite plantar

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fascite plantar

Casey A. Unverzagt

Kyle Botten

Caryn Gehrke

CASO 33

Um homem de 45 anos procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia, relatando dor no calcanhar esquerdo nos últimos meses. Ele nega qualquer trauma específico e não sente dor no calcanhar ou no pé direito.

Relata que ibuprofeno diminui a dor de forma temporária, mas que, no geral, ela está piorando. O paciente relata que a dor é pior pela manhã e no final da tarde e que tem sido necessário interromper a rotina de caminhada por causa dela. Sua meta é eliminar a dor e voltar a caminhar 1,5 a 3 km por dia, quatro a cinco vezes por semana.

Com base no relato subjetivo do paciente e no provável diagnóstico de fascite plantar, quais seriam os possíveis fatores para sua condição?

 Que sinais do exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as medidas de resultado da fisioterapia mais apropriadas para avaliar a capacidade funcional do paciente?

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 26 - Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: tratamento não operatório

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: tratamento não operatório

Mark V. Paterno

CASO 26

Uma jogadora de futebol feminino de 17 anos apresentou-se à clínica de fisioterapia com um diagnóstico de ruptura aguda do ligamento cruzado anterior

(LCA) direito. Ela relata ter lesionado seu joelho enquanto participava de um jogo de futebol, há uma semana. Na ocasião, estava correndo para a frente no campo e tentou executar uma manobra de drible, quando uma oponente colidiu levemente com seu tronco, desequilibrando-a. Ela sentiu um “estalo” no joelho e uma sensação imediata de que seu joelho estava “cedendo”. Não conseguiu continuar jogando e buscou atenção médica imediata. A ressonância magnética de seu joelho direito, obtida no atendimento médico, demonstrou uma ruptura aguda completa do LCA, sem dano concomitante de menisco ou cartilagem articular. Ela está no último ano do Ensino Médio, e esta lesão ocorreu no seu primeiro jogo do campeonato.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Caso 24 - Tendinopatia patelar

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tendinopatia patelar

Luke T. O’Brien

Thomas J. Olson

CASO 24

Um jogador de basquete de 17 anos foi encaminhado à fisioterapia por seu médico de família, para avaliação e tratamento de dor na parte anterior do joelho. Sua dor foi intermitente ao longo do último verão. Entretanto, desde o começo da temporada esportiva escolar do outono, a dor tem aumentado de intensidade e se tornou constante. A dor agora está limitando sua capacidade de treinar e jogar, bem como de subir e descer escadas e de ficar em pé após períodos longos sentado. O treinador disse que ele tem “joelho de saltador” e que deveria “arranjar uma bandagem e ficaria bem.” Radiografias simples não revelaram anormalidades ósseas, embora suas placas epifisárias tibiais e femorais estejam quase completamente ossificadas. Além disso, a história de saúde do paciente não apresenta outros problemas notáveis. Os sinais e sintomas são compatíveis com tendinopatia patelar. O paciente tem esperança de completar sua temporada de basquete e de estar pronto para o jogo na primavera.

Ver todos os capítulos

Carregar mais