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Medium 9788520436318

35. Regulação da osmolalidade do plasma e do volume de líquidos

Jeremy Ward, Roger Linden Editora Manole PDF Criptografado

35 Regulação da osmolalidade do plasma e do volume de líquidos

(d)

(a)

Controle do volume

Controle da osmolalidade

Hipotálamo–osmorreceptores

Volume

Osmolalidade

(b)

PA

Sede

ADH plasmático

(mg/L)

PVC

Hipófise

Barorreceptores

(seio carótico)

7

0

280

290

300

Osmolalidade plasmática (mosmol/kg)

Receptores atriais

ADH

(c)

1.400

Reabsorção de Na+

Secreção de K+ e H+

Osmolalidade da urina

Descarga simpática

5

Vasoconstrição

RPT

60

0

ADH plasmático

(µg/L)

7

Aldosterona

4

Vasoconstrição renal

Glândula suprarrenal

1

Estimulação das células granulares

Vasoconstrição

Aparelho justaglomerular e mácula densa

6

Angiotensina II

Arteríola aferente

Renina

2

Reabsorção de

3

Na+

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Medium 9788520436752

52. Esteroides anabolizantes e a saúde reprodutiva e sexual masculina

Marcia Daskal Hirschbruch Editora Manole PDF Criptografado

Esteroides anabolizantes e a saúde reprodutiva e sexual masculina

52

Guilherme Leme de Souza

Patricia de Campos Pieri

Jorge Hallak

INTRODUÇÃO

Desde seu isolamento e caracterização, em 1935, a testosterona (assim denominada pelos radicais de testículo e esterol e o sufixo de ketona) tem sido estudada por vários pesquisadores independentes no mundo todo. Foram sintetizados inúmeros derivados com propriedades diferentes da molécula original, como uma atividade in vivo mais prolongada, administração oral e um perfil de

“melhoramento esportivo”. Esses derivados são chamados esteroides androgênicos anabolizantes (EAA) ou, mais popularmente, esteroides anabolizantes. Inicialmente, o uso dessas substâncias era restrito a atletas de alto desempenho e fisiculturistas profissionais. Aos poucos, foram se tornando populares entre os atletas recreacionais e, o mais preocupante, entre adolescentes e mulheres.

As estimativas atuais indicam que existem 3 milhões de usuários de EAA nos Estados Unidos, e quase 3% dos jovens americanos informaram ter usado esteroides pelo menos uma vez na vida. Curiosamente, dois terços dos usuários norte-americanos são fisiculturistas não competitivos, ou seja, não são atletas profissionais e apenas usam essas substâncias para fins estéticos. Dados recolhidos no Reino Unido indicam o abuso de esteroides por mais de 1 milhão de indivíduos, e nos últimos 5 anos esse número duplicou entre jovens. De acordo com o Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas

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Medium 9788520430637

Capítulo 8 - Relação entre exercício físico e transtornos alimentares

Sonia Tucunduva Philippi, Marle Alvarenga, Fernanda Baeza Scagliusi, Sonia Tucunduva Philippi Editora Manole PDF Criptografado

8

Relação entre Exercício Físico e Transtornos Alimentares

Descritores exercício físico, atleta, dismorfia muscular, tríade da mulher atleta, exercício compulsivo

Paula Costa Teixeira

Viviane Ozores Polacow

Gisele Kawamura de Oliveira Queiroz

Marle Alvarenga

sumário

Introdução, 135

Transtornos alimentares em atletas: exercício como fim ou meio?,135

A prática de exercícios físicos em pacientes com TA, 140

Conclusão, 143

Referências, 143

r e l a ç ã o e n t r e e x e r c í c i o f í s i c o e t r a n s t o r n o s a l i m e n ta r e s

135

Introdução

O exercício físico possui uma relação intrigante com os transtornos alimentares (TA). Para facilitar a abordagem e a didática do assunto a ser discutido, faremos uma divisão em duas correntes:

1. Transtornos alimentares em atletas – exercício como fim ou meio?

2. A prática de exercícios físicos em pacientes com TA.

Transtornos alimentares em atletas: exercício como fim ou meio?

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Medium 9788520450987

4. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de tração

Brian Cole, Rob Panariello Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE SUPERIOR

DO CORPO: EXERCÍCIOS DE TRAÇÃO

4

E

xercícios de tração são um componente importante no treinamento de basquete. Esse tipo de exercício cria equilíbrio ao complementar outros do tipo empuxo, realizados durante o treinamento. Exercícios de tração também desenvolvem potência nos ombros, parte superior do dorso e membros superiores. Os músculos posteriores envolvidos com esse tipo de exercício são o latíssimo do dorso, trapézio, romboide maior, romboide menor, redondo maior, redondo menor, deltoide (parte espinal), tríceps braquial, supraespinal e infraespinal. Os músculos do grupo anterior envolvidos em alguns exercícios de tração são o braquial, braquiorradial, ancôneo, deltoide (parte clavicular), peitoral maior, peitoral menor e oblíquo externo do abdome. Esses grupos musculares são importantes no rebote, arremesso, controle de bola ofensivo, estabelecimento de posições estratégicas ofensivas e defensivas em quadra e defesa contra os adversários.

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Medium 9788520435830

38. Estresse

Charlotte Michael Versagi, Rita D. Woods Editora Manole PDF Criptografado

38

DEFINIÇÃO

Conjunto de reações fisiológicas a eventos físicos, médicos, emocionais ou psicológicos, reais ou imaginários, normais ou extremos.

Estresse

Informações gerais

• Causas: ansiedade, incertezas, ou receio de ameaças reais ou imaginárias; eventos

únicos agudos; irritações constantes de baixo nível; problemas ou traumas médicos, emocionais ou psicológicos; doenças.

• Início: antes, ao longo, depois ou muito depois de qualquer uma das causas mencionadas acima.

• Curta ou longa duração.

• Experimentada de alguma forma por todos os indivíduos.

Morbidade e mortalidade

O estresse é considerado um grande problema de saúde nos Estados Unidos. Aproximadamente 33% dos americanos relatam viver em estresse extremo, e 48% declaram que seu estresse aumentou signifi cativamente nos últimos 5 anos. Apesar de a maioria dos americanos acreditarem que lidam bem com seus estresses, 77% relatam experimentar sintomas físicos, e 73% experimentam sintomas relacionados com o estresse psicológico. As condições de saúde e comorbidades associadas com o estresse podem afetar a todos os aspectos da vida de uma pessoa, incluindo-se seu bem-estar físico, emocional, psicológico, interpessoal e espiritual. O estresse prolongado e constante está clínica e psiquiatricamente ligado à ansiedade e à depressão.

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