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26. PARASITOSES INTESTINAIS

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26

PARASITOSES INTESTINAIS

Charbell Miguel Haddad Kury

  OBJETIVOS

✓ Reconhecer as principais entidades mórbidas responsáveis pela causalidade de sinais e sintomas do parasitismo.

✓ Entender os mecanismos de agressão das parasitoses intestinais.

✓ Permitir atualização sobre os novos métodos no diagnóstico laboratorial das infecções parasíticas intestinais.

✓ Atualizar o profissional de saúde nas principais formas de tratamento e prevenção das parasitoses intestinais.

INTRODUÇÃO

A relação de parasitismo é uma associação desarmônica em que o hospedeiro oferece abrigo e alimento ao parasita, e este consequentemente leva à agressão e à geração de comemorativos clínicos deletérios ao hospedeiro.1 O reconhecimento das origens dessa relação ecológica foi essencial na linha do tempo da humanidade para conhecer e analisar a ancestralidade humana pelo estudo dos parasitas humanos em sítios arqueológicos e paleontológicos, ciência nomeada

Paleoparasitologia.2

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42. Visão geral do sistema imune e distúrbios imunológicos

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C A P Í T U L O 42

Visão geral do sistema imune e distúrbios imunológicos

Richard A. McPherson MD, Davis Massey MD PhD

Células linfoides

907

Células não linfoides

909

Linfócitos T

907

Linfócitos B

908

Células apresentadoras de antígeno

908

Células natural killer 909

Neutrófilos e eosinófilos

Basófilos e mastócitos

PONTOS-CHAVE

• O sistema imune é constituído pelos componentes celular e humoral, que defendem o corpo contra microrganismos invasores. A deficiência de fatores individuais do sistema imune pode tornar um indivíduo suscetível a diferentes infecções.

• As células linfoides do sistema imune são as células T, que atacam diretamente os antígenos estranhos, e as células B, sintetizadoras de imunoglobulinas que se combinam a tais antígenos. As células apresentadoras de antígeno são cruciais para a comunicação célula-célula que direciona as respostas imunes.

• Os mecanismos pelos quais os linfócitos se diferenciam em células T e B envolvem o rearranjo de genes codificadores do receptor de antígeno da célula T, e dos genes das imunoglobulinas, respectivamente.

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11. Pancreatite Aguda

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Caso 11

Casos de Pacientes Críticos

Pancreatite Aguda

Maria de Fátima Corrêa Paula

Denis Faria Moura Júnior

José Francisco de Mattos Farah

Silvana Maria de Almeida

Paciente

A.M.T.S.P., 1º dia de internação por pancreatite aguda (PA), sexo feminino, 45 anos, ensino superior completo, católica, casada e dois filhos. Informou que veio para o hospital por causa de dor abdominal aguda acompanhada de náuseas e vômitos que não aliviavam a dor.

Apresentava antecedentes pessoais de colelitíase, dislipidemia, depressão e tabagismo há mais de 20 anos. Ao exame físico, encontrava-se: consciente, orientada, inquieta, com dor abdominal de forte intensidade (escore 10) na região mesoepigástrica com irradiação para flanco e dorso, assumindo posição no leito com as pernas fletidas de encontro ao tórax; dispneica; na ausculta pulmonar, crepitações finas e difusas; ausculta cardíaca com bulhas rítmicas, hipofonéticas nos dois tempos; distensão abdominal importante; sonda nasogástrica (SNG) aberta; débito de líquido esverdeado 300 ml/6 horas; ruídos hidroaéreos (RHA) diminuídos e som maciço, abdome doloroso à palpação superficial; acesso venoso periférico instalado na veia cubital esquerda, pele fria e úmida; diurese por SVD evoluindo com oligúria; hábito intestinal normal, porém referiu esteatorreia na última evacuação. Medicações em uso no domicílio: fluoxetina 20 mg/manhã e sinvastatina 20 mg/dia. Sinais vitais: frequência cardíaca (FC) = 100 bpm, dispneia com frequência respiratória (FR) = 28 rpm, saturação de O2 =

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Sopros Cardíacos

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1199

Espécies Canina e Felina

Sopros Cardíacos

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Vibrações provocadas por distúrbio do fluxo sanguíneo.

Sincronização dos Sopros

• Sopros sistólicos ocorrem entre S1 e S2 (sístole).

• Sopros diastólicos ocorrem entre S2 e S1

(diástole).

• Sopros contínuos e tipo vaivém ocorrem por todo o ciclo cardíaco ou em grande parte dele.

• Os sopros contínuos geralmente são acentuados próximos a S2, enquanto os sopros de vaivém costumam estar ausentes próximos a S2.

Escala de Graduação para os Sopros

• Grau I — escassamente audível.

• Grau II — suave, porém facilmente auscultado.

Não se propaga para longe do ponto de intensidade máxima.

• Grau III — sonoridade intermediária; auscultado com maior facilidade a certa distância a partir do ponto de intensidade máxima do tórax; a maior parte dos sopros relevantes do ponto de vista hemodinâmico é no mínimo de grau III.

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31. Hipertermia Maligna

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capítulo

31

Hipertermia Maligna

Helga Cristina Almeida da Silva

definição

Hipertermia maligna (HM) é uma reação hipermetabólica grave que ocorre em pacientes geneticamente suscetíveis após a administração de anestésicos inalatórios halogenados e relaxantes musculares despolarizantes do tipo succinilcolina.1

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

A frequência da crise de hipertermia maligna anestésica é estimada em 1:14.000 anestesias pediátricas e 1:50.000 a 100.000 procedimentos anestésicos em adultos.2 Possivelmente, essa incidência é subestimada, visto que há relatos de pacientes que foram submetidos, sem intercorrências, a vários procedimentos anestésicos com halogenados ou despolarizantes, antes de apresentarem crise de HM anestésica.3

A HM anestésica afeta mais frequentemente crianças, adolescentes e adultos jovens, predominando no sexo masculino.4 Apesar de a maior parte dos pacientes ser de origem racial caucasiana, a síndrome também ocorre nas raças negra e oriental.4

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Gastrenterite Eosinofílica

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564

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Gastrenterite Eosinofílica

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Doença inflamatória do estômago e do intestino, caracterizada por infiltração de eosinófilos, em geral na lâmina própria, embora ocasionalmente envolva as camadas submucosa e muscular.

FISIOPATOLOGIA

• Os antígenos ligam-se à IgE na superfície de mastócitos, resultando em degranulação dessas células.

• Alguns dos produtos liberados são potentes quimiotáticos de eosinófilos.

• Os eosinófilos contêm grânulos com substâncias que lesam diretamente os tecidos circundantes.

• Os eosinófilos também podem ativar diretamente os mastócitos, desencadeando um ciclo vicioso de degranulação e destruição tecidual.

G

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Gastrintestinal — geralmente acomete o estômago e o intestino delgado, mas o intestino grosso também pode ser acometido.

• Em gatos, a síndrome hipereosinofílica pode envolver o trato gastrintestinal, o fígado, o baço, os rins, as adrenais e o coração. Também há relatos raros em cães, particularmente na raça Rottweiler.

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94. Nutrição em lesões por queimaduras

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94

Nutrição em lesões por queimaduras*

Marc G. Jeschke, Celeste C. Finnerty, Rachael A. Harrison e David N. Herndon

Resposta catabólica e hipermetabólica pós-queimadura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Atenuação da resposta hipermetabólica. . . . . . . . . . .

Modalidades não farmacológicas . . . . . . . . . . . . . . . . .

Modalidades farmacológicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Atenuação da hiperglicemia pós-queimadura. . . . . . .

Insulina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Metformina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Novas opções terapêuticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Considerações finais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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21. Vasos sanguíneos

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21 Vasos sanguíneos

(a)

(b)

Estrutura da parede de um vaso sanguíneo

Fibra elástica

(camada longitudinal)

Feixes de colágeno

Fibroblasto

Estrutura do capilar

Sinusoide ou capilar descontínuo

Nervo não mielinizado

Vaso sanguíneo

Capilar fenestrado

Glóbulos vermelhos

Fibrilas de colágeno

Camada adventícia

Lâmina elástica externa

Moléculas lipofóbicas grandes

Placa elástica pequena

Camada média

Camada

íntima

Lâmina elástica interna

(fenestrada)

Células endoteliais

Fluxo

Difusão

Difusão muito lenta: muito rápida: moléculas gases, moléculas lipofóbicas grandes lipofílicas

Difusão lenta de moléculas lipofóbicas pequenas

Células musculares lisas (arranjo circular)

Tecido conjuntivo subendotelial

Moléculas lipofóbicas pequenas

Membrana basal

Glicocálice

Junções oclusivas (particularmente estreitas no encéfalo = barreira hematoencefálica)

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5. Vitamina A

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5

Vitamina A

Fernanda Cobayashi

Camila Longhi Macarrão

INTRODUÇÃO

A vitamina A (lipossolúvel) desempenha diversas funções no organismo, sendo essencial para o crescimento e desenvolvimento, a manutenção da integridade epitelial, o sistema imunológico e a reprodução (Mason et al.,

2001; Underwood e Arthur, 1996). Além disso, destaca-se o seu papel na visão, cujas manifestações clínicas como cegueira noturna e manchas de Bitot indicam quadros de deficiência de vitamina A sistêmica moderada a grave

(WHO, 1996).

A Organização Mundial de Saúde considera a deficiência de vitamina A como problema de saúde pública leve: quando a prevalência no país for ≥ 2 e

≤ 10%; moderada: > 10 e < 20%; e grave: ≥ 20% (WHO, 1996).

A deficiência de vitamina A é prevalente particularmente em países em desenvolvimento. No Brasil, por exemplo, a deficiência é considerada um problema moderado de saúde pública (WHO, 2009). De acordo com a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), realizada em 2006, das 3.499 amostras de sangue de crianças menores de 5 anos e das 5.698 amostras de mulheres de 15 a 49 anos, a prevalência de deficiência encontrada foi de 17,4 e 12,3%, respectivamente. E as maiores prevalências foram encontradas nas regiões Nordeste (21,6%) e Sudeste (19,0%) (Brasil, 2009).

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Capítulo 7 - Membros inferiores: isolamento muscular

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7

MEMBROS INFERIORES: ISOLAMENTO MUSCULAR

O

s membros inferiores, incluindo os quadris, realizam a força propulsora fundamental do ciclismo. Como os músculos bem definidos de um cavalo de corrida puro sangue, os membros inferiores de um ciclista exibem anos de treinamento e condicionamento árduos. Ciclistas profissionais cuidam de seus membros inferiores como uma mercadoria valiosa, não somente dedicando-se ao desenvolvimento da força e da potência na academia, mas também assegurando a recuperação adequada após o treinamento. Alongamento, meias elásticas, massagem e elevação são utilizados para prevenir lesões e obter o máximo do treinamento.

No decorrer dos capítulos anteriores, discutimos a importância de outros grupos musculares do corpo para o desempenho do ciclista. Contudo, nenhum grupo muscular é tão importante para o ciclista como o dos membros inferiores. Com todos os outros músculos do corpo desempenhando papel de “elenco de apoio”, os membros inferiores são indiscutivelmente as “estrelas do show”. O corpo inteiro do ciclista está centrado no objetivo principal de prover potência máxima às pedivelas. Os exercícios deste capítulo o levarão a desenvolver mais força e boa forma nos membros inferiores – e assim mostrar a você o caminho para o melhor desempenho no ciclismo.

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Seminoma

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1154

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Seminoma

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Tumor solitário, unilateral, geralmente benigno dos testículos, embora haja raros relatos de variantes malignas.

• Em geral, tem <2 cm de diâmetro; frequentemente difícil de palpar no início da evolução da doença.

• Representa o segundo tipo de tumor testicular mais comum em cães.

• Pode ser diagnosticado em 1 de cada 9 cães com

>4 anos de idade; 71% não são detectados pelo exame físico.

• Surgem dos túbulos seminíferos e costumam ser clinicamente silenciosos.

• Um terço é encontrado em testículo criptorquídico; tumores extraescrotais mais comuns no testículo direito.

IDENTIFICAÇÃO

• Geralmente, acomete cães machos idosos.

• Idade média, 10 anos.

• Sem predisposição racial.

• Gatos — extremamente raro.

SINAIS CLÍNICOS

• Geralmente ausentes, embora possa haver o sinal de dor causada pela compressão de um tumor em expansão.

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2. Sistematização da assistência de enfermagem na unidade de cardiologia

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Sistematização da assistência de enfermagem na unidade de cardiologia

Alexandre Pazetto Balsanelli

Introdução

O processo de enfermagem (PE) é a dinâmica das ações sistematizadas e inter-relacionadas que viabiliza a organização da assistência de enfermagem. Representa uma abordagem de enfermagem ética e humanizada, dirigida à resolução de problemas, atendendo às necessidades de cuidados de saúde e de enfermagem de uma pessoa. No Brasil, esta atividade é regulamentada pela Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, constituindo, portanto, uma ferramenta de trabalho do enfermeiro. Na literatura, podem-se encontrar outras denominações para o

PE, como a sistematização da assistência de enfermagem (SAE).1-4

Alguns autores apresentam diversas etapas do PE, mas as mais comuns entre eles são: histórico, diagnóstico, planejamento, implementação e evolução. Além disso, os conceitos empregados para definir a dinâmica do cuidado variam de acordo com o modelo teórico adotado por cada um dos autores para o desenvolvimento da prática de enfermagem.2,4 O Conselho Federal de Enfermagem afirma que a SAE

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23. Articulações sem eixo definido

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23

Articulações sem eixo definido

Em biomecânica, existe um tipo de articulação sem eixo definido cujo funcionamento se baseia no jogo mecânico e que por isso não existe na mecânica industrial, pois, como fator de desgaste, o jogo mecânico é o inimigo, mas as articulações vivas, por sua vez, podem se reconstruir.

Essas articulações se chamam planas; apesar da nomenclatura, raramente elas possuem uma forma totalmente plana. Elas são muito comuns no sistema musculoesquelético: com efeito, são dotadas de grandes possibilidades de mobilidade, embora seus movimentos sejam de pouca amplitude.

Definição

As articulações planas são formadas por duas faces articulares em contato uma com a outra. Essas faces são geralmente pequenas, planas ou ligeiramente convexas ou côncavas. Muitas têm forma ovalada, mas algumas delas podem, como veremos, ser mais extensas e apresentar formas mais complexas.

Sua principal característica é que elas só funcionam graças ao jogo mecânico, isto é, à não concordância de suas superfícies. Esse jogo é viabilizado pela frouxidão da cápsula e dos ligamentos dessas articulações e se torna aceitável, e até vantajoso, nas articulações vivas graças à permanente reconstrução das superfícies cartilagíneas, que compensa o desgaste provocado pelo jogo, o que não ocorre na mecânica

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Parte 1. Aspectos Gerais

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parte

1

Aspectos Gerais

CAPÍTULO

1

Trauma –

Algumas Palavras de História

DARIO BIROLINI

A história do trauma confunde-se com a história do homo sapiens. Consequência de acontecimentos intencionais ou não, o trauma faz parte da história da humanidade e da seleção natural da espécie humana. Ainda que responsável por sofrimentos, sequelas e mortes, o trauma contribuiu, ao longo dos milênios, para a lenta, mas progressiva, incorporação ao patrimônio genético da espécie humana de características altamente favoráveis para sua própria defesa e sobrevivência. Não é por acaso que o ser humano adquiriu a capacidade de reagir de forma coerente e eficaz à agressão, por meio de uma série de mecanismos hemodinâmicos, endócrinos e metabólicos de adaptação.

Essa capacidade foi reconhecida e descrita, inicialmente, por Walter Bradford Cannon, nas décadas de 1920 e 1930, como fight-or-flight reaction. O conceito foi ampliado, dez anos mais tarde, por Hans Hugo Bruno Selye, que elaborou a teoria da general adaptation syndrome. Finalmente, em 1959, Francis D. Moore, em seu monumental texto Metabolic care of the surgical patient, contribuiu para ampliar esses conhecimentos e os incorporou definitivamente à prática da cirurgia. Em termos práticos, entretanto, o atendimento às vítimas do trauma mereceu pouca atenção durante séculos. Somente nas últimas décadas, a história do trauma foi substancialmente modificada. Por um lado, houve aumento exponencial das lesões traumáticas, em grande parte como subproduto dos progressivos avanços tecnológicos que foram incorporados à vida do ser humano, mas também em

3

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4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

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04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

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