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Medium 9788520430002

9. Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Alcoolismo

Fernando Nobre Editora Manole PDF Criptografado

9

Prevenção, Diagnóstico e

Tratamento do Alcoolismo

Erikson Felipe Furtado

O médico, em seu consultório, recebe pacientes com as mais diversas queixas. Algumas parecem ser muito simples e sugerem uma abordagem apenas sintomática, como uma queixa de “queimação no estômago”. Ou, ainda, “falta de sono” ou “excesso de sonolência durante o dia”. Talvez também, algum homem, profissionalmente muito ativo, traga a queixa muito usual de “estresse”. Quantos e quais desses pacientes serão pacientes que têm hábito de consumir bebidas alcoólicas com certa regularidade e em um padrão de risco para sua saúde geral? E ainda, quantos dos que são atualmente tabagistas também abusam no consumo de álcool?

Ao se tocar na questão do consumo de bebidas alcoólicas entra-se em um território marcado por desinformação, informações conflitantes e muita polêmica envolvendo posições nem sempre técnicas, algumas vezes francamente moralistas e que afugentam o clínico de uma abordagem mais científica do tema.

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Medium 9788520437636

7. Cálcio

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

B. 

Minerais

7

Cálcio*

Connie M. Weave r e R o b e rt P. H e a n e y

Papéis biológicos do cálcio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cálcio e a célula. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ocorrência e distribuição na natureza. . . . . . . . . . . . . .

Metabolismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Regulação homeostática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Absorção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Excreção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Considerações dietéticas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fontes alimentares e biodisponibilidade. . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520434628

Megacólon

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

864

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Megacólon

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Condição de aumento persistente no diâmetro do intestino grosso, associado à constipação/ obstipação crônica e motilidade colônica baixa a ausente.

FISIOPATOLOGIA

• O megacólon adquirido origina-se da impactação fecal colônica crônica que leva à absorção excessiva de água das fezes e à formação de concreções fecais solidificadas.

• A distensão prolongada do cólon resulta em alterações irreversíveis na motilidade colônica, que leva à inércia colônica.

• A ausência congênita de células ganglionares colônicas (doença de Hirschsprung) não está claramente comprovada nos pequenos animais.

• A patogênese de megacólon idiopático em gatos provavelmente envolve um distúrbio da função normal da musculatura lisa do cólon.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

Gastrintestinal.

GENÉTICA

N/D.

INCIDÊNCIA/PREVALÊNCIA

Desconhecidas.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

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Medium 9788578681647

8. Sucesso e instituições

Protásio L. da Luz Editora Manole PDF Criptografado

8. SUCESSO E INSTITUIÇÕES

Bem, isto não é o fim. Não é nem mesmo o começo do fim. Mas é, talvez, o fim do começo. Winston Churchill, em discurso em Londres, em 9 de novembro de 1942, comentando a Batalha do

Egito, vencida pelas forças aliadas.

Você pode enganar parte do povo, todo o tempo. Pode enganar todo o povo, parte do tempo. Mas não pode enganar todo o povo, todo o tempo. Abraham Lincoln

Tenho observado a trajetória de muitas instituições médicas no nosso país. Algumas atingiram graus de desenvolvimento notáveis, contribuindo para o progresso da Medicina brasileira, seja na assistência ao paciente, no ensino ou na geração de novos conhecimentos. Outras não. Algumas tiveram um brilho passageiro e, depois, sumiram. Outras nunca chegaram a ter brilho algum. Certamente, quem as criou imaginou para cada uma delas um futuro radiante. O que diferencia essas histórias?

O fenômeno não é só brasileiro. Trajetórias semelhantes também podem ser observadas no exterior. Instituições fortes, duradouras e criativas são fundamentais para o progresso do país, da ciência e para o desenvolvimento de sistemas de saúde que realmente beneficiem a população. Tendo trabalhado há anos em instituições norte-americanas e brasileiras, participando da condução de vários processos institucionais, adquiri certa experiência na área. Refletindo sobre esse tema, gostaria de compartilhar com os leitores alguns conceitos. Minha esperança é que a discussão sirva, de alguma maneira, para aqueles

211

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Medium 9788520431825

12. Avaliação física em enfermagem do sistema urinário

Loide Corina Chaves, Maria Belén Salazar Posso Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação física em enfermagem do sistema urinário

12

Simone Garcia Lopes

Isabel Cristine Fernandes

Maria Belén Salazar Posso

Objetivos de aprendizagem

DDAssociar aspectos da anatomia e da fisiologia do sistema urinário com as possíveis alterações apresentadas neste sistema.

DDRealizar o histórico de enfermagem: entrevista e avaliação física do sistema urinário.

DDObter aptidão para observação, identificação e compreensão da presença de alterações no sistema urinário.

Tópicos fundamentais de aprendizagem

DDPresença de deformidade nas regiões de flanco e fossa ilíaca, abaulamentos e/ou retrações.

DDFunções da bioquímica renal (filtração, reabsorção e secreção).

Tópicos abordados

DDAspectos anatômicos e fisiológicos gerais.

DDHistórico de enfermagem: entrevista e avaliação física.

ASPECTOS ANATÔMICOS E FISIOLÓGICOS GERAIS

O sistema urinário é composto pelos rins, ureteres, bexiga e uretra (Figura 1).

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Medium 9788520432938

6. Análise das principais posições de parto

Blandine Calais-Germain, Núria Vives Parés Editora Manole PDF Criptografado

6

Análise das principais posições de parto

116 Introdução

117 Parâmetros de observação das posições

118 Posições com a gestante deitada de costas

119 Apresentação das posições com a gestante deitada de costas - 120 Com uma pequena flexão dos fêmures

121 Posição semissentada - 122 Com grande flexão e rotação lateral dos fêmures

123 Com grande flexão e rotação medial dos fêmures

124 Posições com a gestante deitada de lado

125 Apresentação das posições com a gestante deitada de lado - 126 Com uma pequena flexão dos fêmures

127 Com assimetria dos membros inferiores

130 Posições com a gestante sentada

131 Sobre a parte anterior ou posterior dos ísquios - 132 Sobre um assento baixo - 133 Sobre uma bola de ginástica

134 Posições com a gestante apoiada sobre os joelhos e os braços (com apoio à frente)

135 Com as pernas paralelas e simétricas - 136 Com rotação medial/lateral dos fêmures

137 Com assimetria dos fêmures em flexão/extensão

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Medium 9788520434628

Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Felina

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

741

Espécies Canina e Felina

Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Felina

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Um retrovírus complexo que causa doença por imunodeficiência em gatos domésticos; mesmo gênero (Lentivírus) que o HIV, o agente causal da

AIDS em humanos.

FISIOPATOLOGIA

• A infecção compromete a função do sistema imune; a disfunção imunológica ocorre em função de alterações das citocinas, hiperativação inespecífica de linfócitos T e B, anergia imunológica e apoptose de células-T.

• A patogenicidade pode depender da cepa ou do subtipo viral; os subtipos A e B são mais comuns nos EUA.

• Infecção aguda — o vírus dissemina-se a partir do local de entrada para os tecidos linfáticos e o timo via células dendríticas, infectando primeiro os linfócitos-T e depois os macrófagos.

• O receptor primário é o CD134 felino; o vírus também utiliza receptores de quimiocinas como receptores secundários.

• Células CD4+ e CD8+ — ambas podem ser infectadas de forma lítica em cultura; o vírus diminui seletiva e progressivamente as células

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Medium 9788520427644

9. Anestesia Peridural

José Luiz Gomes do Amaral, Pedro Geretto, Maria Angela Tardelli, Flávia Ribeiro Machado, Américo Massafuni Yamashita, Nestor Schor Editora Manole PDF Criptografado

cap í t u l o

9

Anestesia Peridural

A m é r i c o Ma s s a f u n i Y a m a s h i t a

Jefferson clivatti

introdução

Em 1921, o cirurgião espanhol Fidel Pagés-Miravé introduziu a técnica da peridural lombar para anestesia cirúrgica, mas faleceu em um acidente antes de publicá-la.1 Dez anos depois, Archile Dogliotti descreveu uma técnica, reprodutível e de fácil aprendizado, de perda da resistência para localização do espaço peridural.2

Uma das limitações da anestesia espinhal era a curta duração. Em parte, a solução para esse problema ocorreu com a técnica contínua, descoberta pelo anestesiologista cubano Manuel Martins Cubelo, que, em 1947, utilizou um fino cateter ureteral no espaço peridural para administrar repetidas doses de anestésico local.3

A popularidade dos bloqueios espinhais diminuiu consideravelmente na década de

1950, devido aos avanços da anestesia geral e relatos de complicações neurológicas das técnicas espinhais. No entanto, graças à descoberta de anestésicos locais mais seguros e ao desenvolvimento de seringas, agulhas e cateteres, essa técnica tornou-se bastante segura. Essa segurança, aliada à importante proteção neuroendócrina, confere à anestesia regional grande popularidade atualmente.

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Medium 9788520437636

64. Nutrientes e regulação genética do metabolismo lipoproteico

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

Doenças cardiovasculares

B. 

64

Nutrientes e regulação genética do metabolismo lipoproteico*

Edward A. F is her, Ra a n a n S h a mir e R o b e rt A . H e g e le

Altos níveis plasmáticos de colesterol total e de colesterol de lipoproteína de baixa densidade. . . . . . 855

Hipercolesterolemia familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 856

Mutações em PCSK9 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 856

Apolipoproteína B defeituosa familiar. . . . . . . . . . . . . . . 856

Hipercolesterolemia recessiva autossômica . . . . . . . . . . . 856

Altos níveis plasmáticos de colesterol de lipoproteína de alta densidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 856

Deficiência de proteína de transferência de éster de colesterol. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 856

Lipase hepática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 857

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Medium 9788520434710

13. Exercício na altitude

W. Larry Kenney, Jack H. Wilmore, David L. Costill Editora Manole PDF Criptografado

C AP ÍT ULO

13

Exercício na altitude

Cap 13.indd 308

27/11/14 6:07 PM

Neste capítulo

Condições ambientais na altitude

310

Adaptações sanguíneas

321

Pressão atmosférica na altitude

311

Adaptações musculares

321

Temperatura e umidade do ar na altitude

311

Adaptações cardiovasculares

322

Radiação solar na altitude

312

Altitude: otimização do treinamento e desempenho

322

Respostas fisiológicas à exposição aguda à altitude

312

Respostas respiratórias à altitude

312

Respostas cardiovasculares à altitude

314

Respostas metabólicas à altitude

315

Necessidades nutricionais na altitude

316

Exercício e desempenho esportivo na altitude

Consumo máximo de oxigênio e a resistência aeróbia

316

317

Atividades anaeróbias de corrida em velocidade,­

salto e arremesso

Aclimatização: exposição crônica à altitude

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Medium 9788520434277

19. Desenvolvimento de produto

Geoffrey Campbell-Platt Editora Manole PDF Criptografado

19

Desenvolvimento de produto

Ray Winger

Pontos-chave

██

██

██

██

██

██

██

Todas as empresas devem inovar constantemente para sobreviver

– isto é o desenvolvimento do produto (DP) alimentício.

O DP é um curso essencial, que envolve a integração de todos os aspectos da ciência e tecnologia de alimentos.

O DP sistemático pode melhorar o sucesso de um produto, de 1 sucesso a cada 200-300 novos produtos para 1 sucesso a cada 5 novos produtos.

O DP é uma disciplina de ciência e negócios que, para ser efetiva, necessita de um enfoque diligente no contexto de uma cultura corporativa adequada.

Este capítulo destaca os principais aspectos de uma atividade de DP bemsucedida no ambiente de uma indústria alimentícia corporativa.

O DP proporciona às universidades a oportunidade de estabelecer uma ligação estreita com a indústria, propiciando aos estudantes um projeto industrial desafiador e estimulante, bem como expondo-os às ferramentas necessárias à inovação em um mundo comercial.

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Medium 9788520436219

4. O serviço de alimentação

Iracema de Barros Mezomo Editora Manole PDF Criptografado

4

O serviço de alimentação

Evolução do serviço de alimentação

Há pouco tempo, o serviço de alimentação (SA) era quase ou totalmente inexistente em hospitais. Existiam simplesmente cozinhas do tipo doméstico. Quanto às instalações – equipamentos e área física –, eram pequenas, desfalcadas dos recursos mínimos necessários (humano e material), apresentavam paredes encardidas de fuligem, bem como iluminação e ventilação deficientes.

Pequenos armários com cortinas rendadas e floridas, um fogão à lenha, uma pequena geladeira, talheres, panelas, tachos e caldeirões caracterizavam a cozinha hospitalar.

A responsável pela cozinha era uma cozinheira leiga “de mão cheia”, que entendia de comida para pessoas enfermas, pois tratou muito tempo dos avós e dos pais, quando necessitavam de “dietas”.

Recebia explicações do médico, enfermeira ou madre superiora encarregada da supervisão do serviço de alimentação.

Diariamente recebia uma listagem das dietas a serem preparadas, da seguinte maneira: para o Sr. Jorge, o fazendeiro viúvo, deveria ser preparada uma dieta com pouquíssimo sal; para a dona Josefa – que deu à luz

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Medium 9788520427644

24. Monitoração Respiratória

José Luiz Gomes do Amaral, Pedro Geretto, Maria Angela Tardelli, Flávia Ribeiro Machado, Américo Massafuni Yamashita, Nestor Schor Editora Manole PDF Criptografado

cap í t u l o

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Monitoração Respiratória

jorge luis dos santos valiatti

monitoração da oxigenação

A manutenção da oxigenação sanguínea é uma da principais metas durante o tratamento intensivo ou a anestesia. A presença de hipoxemia grave não detectada rapidamente tem efeitos deletérios, incluindo lesão neurológica irreversível e parada cardíaca.1

Assim, sua monitoração em diferentes locais, incluindo o circuito respiratório e os sangues arterial e venoso misto, é imperativa.

A medida do oxigênio no circuito dos ventiladores, recentemente incorporada, determina o oxigênio da mistura inalada utilizando polarógrafos ou galvanômetros. A monitoração contínua do pH e de gases arteriais, obtida diretamente da inserção de cateteres arteriais com dispositivos específicos, está restrita à investigação e não faz parte da rotina clínica. As vantagens potenciais dessa monitoração são a mais rápida otimização dos parâmetros respiratórios e a menor perda sanguínea.2

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Medium 9788520439265

5. Estudo radiológico do tórax

Denise Cardoso Ribeiro, Tathiana Santana Shiguemoto Editora Manole PDF Criptografado

5

estudo RADIOlógico do TÓRAX

G ualberto R uas mauricio jamami victor fernando couto

INTRODUÇÃO

A radiografia de tórax é um método muito utilizado na prática clínica e geralmente o primeiro e

único a ser utilizado, permitindo avaliar de forma rápida e segura os sistemas cardiovascular, respiratório e digestório.

INCIDÊNCIAS UTILIZADAS NO EXAME

DE TÓRAX

Posteroanterior (PA).

Anteroposterior (AP).

Perfil (P).

Oblíquas.

Apicolordotico.

Decúbito lateral com raios horizontais.

res, permitindo maior penetração dos raios no parênquima e menor absorção pelos arcos costais).

Anteroposterior

É utilizada em caso de pacientes acamados e com dificuldades de mobilização, por isso são radiografados nas posições supina, sentado e ortostática.

O RC entra em uma superfície anterior e sai posterior (Figura 2). Porém existem algumas limitações: a imagem fica menos nítida e magnificação da silhueta cardiomediatínica.

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Medium 9788520434628

Perfuração da Traqueia

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

1024

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Perfuração da Traqueia

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

A perfuração da traqueia corresponde à perda da integridade da parede traqueal, o que permite o extravasamento de ar para os tecidos circunjacentes, criando enfisema subcutâneo, pneumomediastino e, potencialmente, pneumopericárdio, pneumotórax e pneumorretroperitônio. Tal perfuração pode ser causada por traumatismos penetrante, intraluminal, ou rombo (cervical ou torácico). A gravidade pode variar desde uma perfuração pequena até a avulsão traqueal completa. Em pacientes com avulsão completa, os tecidos mediastínicos podem formar uma pseudomembrana para manter as vias aéreas desobstruídas.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Respiratório — decorrente do comprometimento das vias aéreas e do possível desenvolvimento de pneumotórax e pneumomediastino. • Cardiovascular — o pneumotórax e o pneumotórax de tensão podem causar o declínio no retorno venoso e no débito cardíaco. • Nervoso, musculosquelético — dependendo da gravidade da hipoxia. • Cutâneo

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