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Medium 9788520441053

11. Intolerância à lactose e alergia à proteína do leite

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

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INTOLERÂNCIA À LACTOSE E

ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE

Mauro Fisberg

Mauro Batista de Morais

Renata Rodrigues Cocco

INTRODUÇÃO

A ingestão de determinados alimentos pode culminar em reações adversas das mais diferentes etiologias1. Alterações nas características secundárias do alimento, deterioração, contaminação por metais pesados, presença de substâncias como toxinas de peixes, cafeína, álcool ou histamina são passíveis de desencadear sintomas clínicos de natureza tóxica ou farmacológica, independentemente da presença de mecanismos imunológicos ou de alterações físico-metabólicas do indivíduo (Quadro 1).

Por outro lado, a ausência de mecanismos imunológicos também pode estar associada à ingestão de alimentos nos casos de deficiências de enzimas específicas para digestão e outras condições associadas ao trato digestório.

O exemplo mais comum é a intolerância à lactose.

No caso das alergias alimentares, a presença de imunoglobulinas E (IgE) e/ou linfócitos específicos permeia o aparecimento dos sintomas observados, individuais e variáveis. Nesse contexto, o leite de vaca aparece como o alérgeno mais comum na infância, uma vez que é o primeiro alimento introduzido na dieta do lactente, como complemento ou substituto do leite materno.

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Medium 9788520450444

3. Evolução histórica da enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

Ilza Marlene Kuae Fukuda; Maguida Costa Stefanelli; Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

3

Evolução histórica da enfermagem em saúde mental e psiquiátrica

Evalda Cançado Arantes

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Descrever dados da evolução histórica da enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

2. Situar a enfermagem em saúde mental e psiquiátrica em diferentes

épocas.

3. Identificar a complementaridade dos serviços do continuum da assistência na área da saúde mental.

PALAVRAS-CHAVE

Enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica, história, evolução.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Antes de Florence Nightingale até 1880. Criação das escolas de enfermagem (1880-1930). Influências mundiais, leis e escolas (19301960). Da modernidade à contemporaneidade. Década do cérebro

(1990). Movimento que redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Continuum da assistência em saúde mental. Considerações finais.

Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Medium 9788520429297

Capítulo 3 - Vias aéreas artificias

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

3

Vias aéreas artificiais

S uely S ueko V iski Z anei

P ontos

a aprender

1. �As principais complicações relacionadas ao tubo traqueal e à traqueostomia.

2. �Os cuidados específicos do paciente traqueostomizado ou com intubação orotraqueal.

P alavras - chave

Intubação endotraqueal, traqueostomia, enfermagem, Unidade de Terapia

Intensiva.

E strutura

dos tópicos

O paciente intubado. O paciente traqueostomizado. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

O paciente Intubado

A ventilação mecânica (VM) invasiva pressupõe a utilização de uma via aérea artificial. Frequentemente, um tubo (Figura 3.1) é posicionado na traqueia pela cavidade oral (intubação orotraqueal­

– IOT). Os enfermeiros que prestam cuidados intensivos devem valorizar a presença do tubo, o qual, além de apresentar complicações inerentes ao dispositivo, está relacionado à a pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM).1-7 Entre as complicações associadas à presença do tubo orotraqueal, destacam-se:

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Medium 9788520448342

24. Redução da sedação profunda e analgesia segura

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Mariana Torre Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 24

Redução da sedação profunda e analgesia segura

Susana Arias-Rivera

INTRODUÇÃO

Em 1996, a American Pain Society (APS) introduziu a frase “a dor como quinto sinal vital”, enfatizando que a avaliação da dor é tão importante quanto a avaliação da temperatura, da frequência cardíaca, da pressão arterial ou da frequência respiratória. Do ponto de vista ético, os princípios de beneficência, não maleficência e justiça, obrigam os profissionais de saúde a proporcionar conforto e um manejo adequado da dor aos pacientes, apesar de existirem barreiras, como a impossibilidade de comunicação. Com base nesses princípios éticos, em 2010, a International Association for the Study of Pain

(IASP), na Declaração de Montreal, faculta a todas as pessoas o direito de que sua dor seja reconhecida e tratada adequadamente. Apesar de tudo isso, os pacientes continuam experimentando dor.

A dor contínua é uma das maiores preocupações dos pacientes internados na unidade de terapia intensiva (UTI), podendo produzir descanso inadequado ou estresse. Procedimentos habituais na UTI, como retirada do tubo endotraqueal, aspiração de secreções, mudanças de posição ou punção de veias periféricas, foram citadas como muito dolorosas.1 Essa dor aguda desencadeia respostas inflamatórias ao estresse, o que pode afetar a evolução do paciente.

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Medium 9788520456033

31. Modos básicos de ventilação mecânica

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 31

Modos básicos de ventilação mecânica

Renato Daltro de Oliveira

Camila Cristina Kukita

MENSAGENS RELEVANTES

��Compreender

o modo de ventilação mecânica permite otimizar a ventilação do paciente e atingir as metas preconizadas.

��Da equação do movimento, pode-se inferir que a pressão das vias aéreas resulta da interação entre componente elástico, resistivo e da pressão muscular exercida pelo paciente.

��Os parâmetros de disparo, limite e ciclagem coordenam as fases da ventilação mecânica e conhecê-los permite adequar os tempos inspiratórios e expiratórios do paciente.

��O método de disparo ideal está intrinsecamente relacionado com drive e força muscular do paciente.

��Não há diferença clínica entre os modos PCV (ventilação controlada a pressão) e VCV

(ventilação controlada a volume), devendo-se atentar às diferentes características que devem ser monitorizadas em cada modo.

��O modo SIMV (ventilação mandatória intermitente sincronizada) pode promover desconforto por conta da descoordenação entre ciclos mandatórios e espontâneos, não reduzindo o trabalho ventilatório.

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Medium 9788520436035

8. Emissões otoacústicas

LOPES FILHO, Otacílio; CAMPIOTTO, Alcione Ramos; LEVY, Cilmara Cristina Alves da Costa Editora Manole PDF Criptografado

Emissões otoacústicas 8

Rosimeire Cezar Carlos

Otacílio Lopes Filho

Introdução

Conhecer a parte e inseri‑la no todo na tentativa de desvendar os mistérios que envolvem a perfeita ativida‑ de da engrenagem que comanda a audição; compreen‑ der de que modo estruturas com características físicas particulares, envoltas por meios distintos, trabalham unidas, em consonância, empregando mecanismos de ajuste acurados na transformação e modulação da ener‑ gia que atinge a orelha externa e percorre a via auditiva, tornando possível a percepção do som com extrema precisão. Com essas metas, diante de observações e dú‑ vidas, com o auxílio da tecnologia e participação de profissionais de diversas áreas, estudiosos vêm descre‑ vendo, ao longo de décadas, o desempenho de um im‑ portante segmento da orelha interna, a cóclea.

A cóclea, durante muito tempo, foi entendida como uma estrutura de atuação passiva. Em um estudo com cadáveres, Von Békésy descreveu a “teoria das ondas viajantes” como um movimento sinusoidal que percor‑ re a membrana basilar, capaz de distribuir tonotopica‑ mente a energia mecânica, provocada pela estimulação sonora, ao longo das espiras da cóclea (Figura 1). Tal ordenação estaria diretamente relacionada às proprie‑ dades das estruturas envolvidas em conformidade com as do estímulo. Tratava‑se de uma onda que determina‑ va regiões na membrana basilar onde a amplitude de vibração seria mais intensa, ocorrendo aí, portanto, maior estimulação das células sensoriais. Essa distribui‑

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Medium 9788520429297

Capítulo 49 - Sistema de classificação de paciente críticos

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Sistema de classificação de pacientes críticos

S andra C ristine da S ilva

L eilane A ndrade G onçalves

P ontos

a aprender

1. �Índices de gravidade e carga de trabalho de enfermagem.

2. �Principais objetivos dos índices de gravidade e carga de trabalho de enfermagem.

3. �Índices de classificação de pacientes mais utilizados em Terapia Intensiva.

P alavras - chave

Carga de trabalho de enfermagem, índices de gravidade, Unidade de Terapia

Intensiva.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Índices de gravidade. Instrumentos de medida da carga de trabalho de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

Introdução

A classificação dos pacientes da Unidade de Terapia Intensiva

(UTI) tem sido o objetivo de diversos estudos nas últimas décadas, a qual visa, em principal, melhorar a qualidade da assistência prestada.1 Dentre os parâmetros de interesse na classificação dos pacientes, a gravidade tem se mostrado um dos mais utilizados, uma vez que possibilita avaliar os custos e auxilia no estabelecimento de critérios de admissão e alta dos pacientes, entre outros benefícios.2

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Medium 9788520431306

9. Ventilação mecânica na asma brônquica pediátrica

SARMENTO, George Jerre Vieira Editora Manole PDF Criptografado

9

Ventilação Mecânica na

Asma Brônquica Pediátrica

Patrícia Angeli da Silva pigati

Amanda Beatriz Serio

I

NTRODUÇÃO

A asma é a doença alérgica crônica mais comum na infância, e traz, principalmente nos casos graves, repercussões sociais, pessoais e econômicas significativas. É considerada um sério problema de saúde mundial,1 responsável por absenteísmo escolar, visitas frequentes a pronto-socorros e hospitalizações, sendo o falecimento prematuro por insuficiência respiratória a complicação mais grave de todas.

No ano de 2008, foi registrado no Brasil um gasto de R$ 97.169.872,67 com internações e medicamentos para o tratamento dessa doença.2

O Brasil é o oitavo país do mundo no que diz respeito à quantidade de pessoas que apresentam sinais e sintomas de asma, e sua prevalência é de 20% para escolares entre 6 e 7 anos de idade e adolescentes entre 13 e 14 anos.3 Essa porcentagem demonstra que o índice é elevado para ambas as faixas etárias.4

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Medium 9788520442074

4. Exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular

Author: MARQUES, Amélia Pasqual; ASSUMPÇÃO, Ana; MATSUTANI, Luciana Akemi Editora Manole PDF Criptografado

4

Exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular

Ana Assumpção

Amélia Pasqual Marques

Luciana Akemi Matsutani

Os exercícios terapêuticos têm sido descritos como um dos principais recursos para manejo da fibromialgia, com fortes evidências científicas de melhora na dor, sintomas e qualidade de vida,1-4 como visto no capítulo anterior.

Nossa experiência clínica com pacientes com fibromialgia tratados com exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular mostra resultados positivos como melhora da intensidade da dor e qualidade de vida. Essas modalidades devem ser conduzidas com peculiaridade nos pacientes com fibromialgia.

Neste capítulo, apresentamos duas sugestões de séries de exercícios para pacientes com fibromialgia: alongamento e fortalecimento, bem como dicas e formas de realizar os exercícios terapêuticos com esses pacientes.

EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO

Como visto no capítulo anterior, os exercícios de alongamento são uma forma de abordagem fisioterapêutica para pacientes com fibromialgia. Eles promovem relaxamento muscular, aumento de flexibilidade e, quando bem orientados, melhoram o alinhamento postural. Nossa experiência clínica e de pesquisa reforça nossa indicação como modalidade terapêutica indicada.

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Medium 9788520433447

36. Distúrbios da tireoide

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Distúrbios da tireoide

capítulo

Kelb Bousquet Santos

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

II1

14

13

II2

16

II3

III

Alta

Moderada

14,16

13

Baixa

A

B

14

13

C

16

D

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

A tireoide (do grego thyreos, escudo, e eidos, forma) é uma glândula localizada no pescoço, anterior à traqueia, que é responsável pela produção dos hormônios tri-iodotironina (T3) e tiroxina (T4). A síntese de T3 e T4 ocorre a partir do aminoácido tirosina e do iodo, sendo estimulada pelo hormônio tireoestimulante ou tireotrofina (TSH). A

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428 Pollock: fisiologia clínica do exercício

regulação da produção ocorre por mecanismo de retroalimentação, dentro do eixo denominado hipotálamo-hipófise-tireoide1.

Os efeitos do T3 e do T4 incluem aumento da taxa metabólica basal e da produção de calor, estímulo à mobilização de gorduras, além de promoção da síntese proteica. Dessa forma, os hormônios tireoidianos atuam em praticamente todas as células do organismo e as alterações em seus níveis séricos provocam efeitos sistêmicos. Os distúrbios da tireoide resultam principalmente de processos autoimunes que estimu­ lam a produção excessiva (hipertireoidismo) ou a destruição glandular com produção deficiente dos hormônios tireoidianos (hipotireoidismo)1.

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Medium 9788520428078

8. Coluna torácica (dorsal)

MAGEE, David J. Editora Manole PDF Criptografado

C a p í t u l o

C h a p t e r

C oluna torácica ( dorsal )

A avaliação da coluna torácica inclui o exame da parte mais rígida da coluna vertebral, em decorrência do gradil costal associado. O gradil costal, por sua vez, proporciona proteção para o coração e os pulmões. Em geral, a coluna torácica, que é uma curva primária, apresenta uma discreta cifose (curvatura poste­rior); a coluna cervical e a coluna lombar, que são curvas secundárias, apresentam uma discreta lordose (curvatura anterior). Ao avaliar a coluna torácica, é essencial que o examinador avalie, ao mesmo tempo, as colu­ nas cervical e/ou lombar (Fig. 8.1, ver Fig. 3.7).

Anatomia aplicada

As articulações costovertebrais são articulações sino­ viais planas localizadas entre as costelas e os corpos verte­ brais (Fig. 8.2). Existem 24 articulações costovertebrais, que estão divididas em duas partes. A 1ª, 10ª, 11ª e 12ª costelas articulam-se com uma única vértebra. As outras articulações não possuem nenhum ligamento intra-articu­lar que divide a articulação em duas partes, de modo que, da 2ª à 9ª costela, a articulação ocorre com duas vérte­bras adjacentes e o disco intervertebral correspondente. O ligamento principal da arti­ culação costovertebral é o liga­mento radiado, que está ligado ao aspecto anterior da cabeça da costela e se irradia para os lados dos corpos ver­tebrais e discos. Ele se fixa nas costelas

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Medium 9788520454121

7. Recomendações de probióticos

Philippi, Sonia Tucunduva ; Aquino, Rita de Cássia de Editora Manole PDF Criptografado

7

Recomendações de probióticos

MARCELO ROGERO

ANDREA BONVINI

AUDREY YULE COQUEIRO

Introdução

A constante demanda por novas estratégias para promoção da saúde e aumento da expectativa de vida da população tem incentivado o aprofundamento no estudo das propriedades funcionais dos alimentos e no desenvolvimento de produtos que auxiliem na redução do risco e no tratamento de doenças. A nutrição é um dos principais pilares para alcançar tais objetivos e, por essa razão, as pesquisas nessa área investigam a atuação de nutrientes e compostos bioativos dos alimentos visando comprovar os seus efeitos e benefícios à saúde1.

Nesse contexto, surgem os alimentos funcionais, definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como todo alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido na dieta usual, produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica. Dentre eles, destacam-se os probióticos e os prebióticos, cuja premissa inicial é auxiliar na manutenção do equilíbrio e na recuperação da microbiota intestinal.

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Medium 9788520428306

10. Choque Cardiogênico com Uso do Balão Intra-aórtico

MOHALLEM, Andréa Gomes da Costa; FARAH, Olga Guilhermina Dias; LASELVA, Cláudia Regina Editora Manole PDF Criptografado

Caso 10

Casos de Pacientes Críticos

Choque Cardiogênico com Uso do Balão Intra-aórtico

Rita de Cássia Fernandes Grassia

Rita de Cássia Ribeiro de Macedo

Ivanise Maria Gomes Amorim

Gustavo Faissol Janot de Matos

Paciente

O.V.P., sexo masculino, casado, 62 anos. Admitido na sala de emergência referindo pre­ cordialgia há cerca de 1 hora, sem irradiação, acompanhada de náusea e episódios de vômito. A dor referida apresentava escore 8 na escala numérica. Portador de hiperten­ são arterial há 10 anos, dislipidemia há 5 anos e ex-tabagista (parou de fumar há 1 ano).

Em uso de atorvastatina, atenolol, ranitidina e captopril. O paciente apresentou-se consciente, orientado, com palidez cutânea e diaforese profusa. À ausculta cardíaca, bulhas rítmicas normofonéticas em dois tempos sem sopros. Ausculta pulmonar: mur­ múrios vesiculares presentes sem ruídos adventícios. Sinais vitais: frequência cardíaca

(FC) = 105 em ritmo regular, pressão arterial (PA) em membro superior direito (MSD)

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Medium 9788520432235

10. Tratamento dos linfonodos inguinais e suas regiões tributárias

FÖLDI, Michael Editora Manole PDF Criptografado

Tratamento dos linfonodos inguinais e suas regiões tributárias

10

10.1  Princípios anatômicos

Grupos de linfonodos e regiões (ver Fig. 10.1)

Os linfonodos inguinais são diferenciados entre profundos e superficiais. Para o tratamento, no entanto, essa diferenciação não tem grande relevância.

O mais importante é a divisão dos linfonodos inguinais em duas partes principais, que formam os “linfonodos inguinais-T” (ver Fig. 10.2):

■■

■■

um grupo superior com trajeto paralelo ao ligamento inguinal (praticamente horizontal); um grupo inferior com trajeto vertical, situado na região medial do triângulo da coxa (trígono femoral medial).

Ambos os grupos se esvaziam por meio de vias linfáticas que trafegam sob o ligamento inguinal, em direção cranial para os linfonodos pélvicos.

!

Uma classificação exata das regiões captadoras desses dois grupos de

Atenção linfonodos inguinais nem sempre é possível, uma vez que os coletores de uma região de captação também podem conduzir a linfa para vários grupos de linfonodos. Além disso, os linfonodos estão interligados por uma rede de vasos linfáticos. Por esse motivo, sempre é necessário um tratamento abrangente dos grupos de linfonodos.

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Medium 9788520427644

20. Anestesia para Transplante Pulmonar

AMARAL, José Luiz Gomes do; GERETTO, Pedro; TARDELLI, Maria Angela Editora Manole PDF Criptografado

cap í t u l o

20

Anestesia para

Transplante Pulmonar

R o g é r i o F e rr e i r a F r a n ç a

introdução

O transplante pulmonar é o tratamento definitivo para a doença pulmonar em estágio terminal nos pacientes refratários à terapia clínica. A indicação mais comum para esse procedimento é a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), responsável pelo diagnóstico de mais de 1/3 de todos os receptores, e a fibrose pulmonar idiopática (FPI) corresponde aos outros 19%.1 Outras indicações comuns incluem fibrose cística, enfisema secundário

à deficiência de alfa-antitripsina, hipertensão pulmonar primária e sarcoidose.

O primeiro transplante pulmonar foi realizado em 1963, na Universidade de Mississipi.2 O paciente em questão evoluiu para óbito, devido à insuficiência renal, dezoito dias após a cirurgia. Durante os vinte anos seguintes, somente 40 transplantes foram registrados. O tempo de sobrevida para esses pacientes foi curto, com apenas um paciente sobrevivendo por mais de um mês.3

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