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Medium 9788520432938

3. Como a pelve se move?

Blandine Calais-Germain, Núria Vives Parés Editora Manole PDF Criptografado

3

Como a pelve se move?

Os movimentos intrínsecos

54 Elementos de metodologia para descrever os movimentos da pelve

55 Movimentos intrínsecos e extrínsecos

56 Os movimentos intrínsecos sagitais entre os ossos da pelve

58 A nutação do sacro ou nutação sacral

60 A nutação do ilíaco ou nutação ilíaca

62 A contranutação do sacro ou contranutação sacral

64 A contranutação do ilíaco ou contranutação ilíaca

66 Os movimentos intrínsecos da pelve nos planos frontal e transversal

67 Introdução

68 Movimentos no plano frontal: abdução do ilíaco

69 Movimentos no plano frontal: adução do ilíaco

70 Movimentos no plano transversal: rotação medial do ilíaco

71 Movimentos no plano transversal: rotação lateral do ilíaco

72 Os movimentos intrínsecos da pelve no plano combinado frontotransversal

73 Introdução

74 Movimentos combinados no plano frontotransversal: supinação do ilíaco

75 Movimentos combinados no plano frontotransversal: pronação do ilíaco

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Medium 9788520450444

25. Assistência de enfermagem à pessoa com manifestações de comportamento decorrentes de transtorno do humor: episódio depressivo

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

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Assistência de enfermagem à pessoa com manifestações de comportamento decorrentes de transtorno do humor: episódio depressivo

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Evalda Cançado Arantes

Maguida Costa Stefanelli

PON­TOS A APREN­DER

1.

2.

3.

4.

5.

Caracterizar o episódio depressivo.

Discorrer sobre os diagnósticos de enfermagem.

Listar os resultados esperados.

Descrever as intervenções de enfermagem.

Discorrer sobre a tentativa de suicídio em pessoas com episódio depressivo, destacando os pontos centrais.

PALAVRAS-CHAVE

Episódio depressivo, distimias, psicose pós-parto, enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Caracterização do episódio depressivo. Outros transtornos do humor. Tratamento. Assistência de enfermagem. Avaliação inicial. Diagnósticos de enfermagem. Intervenções de enfermagem.

Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Medium 9788520461105

26. Atuação da terapia ocupacional em caso de complicações do diabetes melito

Luma Carolina Câmara Gradim, Tamara Neves Finarde Pedro, Débora Couto de Melo Carrijo Editora Manole ePub Criptografado

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Fundamentação teórico-prática

O diabetes melito (DM) é considerado uma das linhas de cuidado da saúde pública. O tratamento da pessoa com DM tem como objetivo o controle metabólico e a prevenção das complicações associadas, levando em consideração o grau de risco para cada pessoa. A base do tratamento e da prevenção de complicações consiste no estímulo à adoção de hábitos de vida mais saudáveis, quase sempre acrescido de tratamento farmacológico.1

Uma das complicações associadas ao DM é a retinopatia diabética. Esta complicação pode decorrer do mau controle da glicemia e afeta a área dos olhos, com sintomas que variam de uma mancha escura na visão até cegueira. Outras complicações que podem estar associadas ao DM são o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC), provocados por problemas cardiovasculares presentes em pessoas com a doença.1

Nos seres humanos, a compreensão da realidade depende em grande parte da informação visual. A visão é um dos sentidos em que a integração sensóriomotora é mais observada, em virtude da associação de movimentos oculares com o meio, os objetos e o ambiente. A perda da capacidade visual pode causar problemas psicológicos, sociais, econômicos, funcionais e de qualidade de vida, além de provocar perda de autoestima, autonomia e restrições ocupacionais.

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Medium 9788520438558

73. Prevenção de quedas

Arlete M. M. Giovani, Camila F.S. Rodrigues, César da S. Leite, Cláudia C. S. Meireles, Márcia K. de Carvalho, Simone L. Bezerra Fernandes, Thaís Q. Santolim, Vanessa C. Dias Editora Manole PDF Criptografado

Prevenção de quedas

73

Vanessa Cristina Dias

OBJETIVO

■■

Monitorar os fatores predisponentes de risco para quedas e implementar medidas para a prevenção de quedas em pacientes.

ABRANGÊNCIA

■■

Este POP abrange todos os pacientes que recebem assistência de enfermagem na instituição, ou seja, em toda e qualquer unidade em que o paciente for assistido: PS, ambulatório, UI, UTI, CC, RA,

HD e centro diagnóstico.

EXIGÊNCIA E JUSTIFICATIVA1,2

■■

■■

A queda do paciente é um tema de investigação em saúde. Estudos têm sido desenvolvidos a fim de identificar os principais fatores de risco, incidências e consequências.

Quedas em hospitais são apontadas como responsáveis por dois em cada cinco eventos indesejáveis relacionados à segurança do paciente.

492

Procedimentos de enfermagem IOT-HC-FMUSP

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■■

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No ambiente hospitalar, a queda de pacientes pode aumentar o tempo de internação, aumentar o custo do tratamento e causar desconforto ao paciente e à família, bem como comprometer a imagem institucional, do serviço médico e de enfermagem, relacionada à qualidade da assistência prestada e à responsabilidade profissional.

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Medium 9788520448342

47. Efeitos da privação do sono na unidade de terapia intensiva

Renata Andréa Pietro Pereira Viana, Mariana Torre Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 47

Efeitos da privação do sono na unidade de terapia intensiva

Mariana Torre

INTRODUÇÃO

A falta de sono é um problema comum nos pacientes em estado crítico. Nas unidades de terapia intensiva (UTI), o padrão de sono se caracteriza por despertares frequentes e observa-se que aproximadamente 50% do tempo líquido de sono ocorre durante as horas do dia. Em diversos estudos, os pacientes muitas vezes reportam piora na qualidade de sono na UTI em comparação com o sono em casa e a falta de sono como uma importante fonte de ansiedade e estresse relacionada à UTI.1,2,5-7

Ainda que se possa atribuir o sono de má qualidade a fatores variáveis como o ruído, a luz, as intervenções para o atendimento ao paciente e a alguns medicamentos, estudos em grande escala procuraram definir fatores de melhora do sono na UTI; mas se depararam com dificuldades para medir os desajustes. No entanto, o interesse por melhorar a qualidade do sono na UTI tem crescido em decorrência de sua possível associação com o delirium na UTI e de sequelas neuropsicológicas pós-UTI. Os esforços para fazer frente a essas sequelas atualmente incluem evitar a sedação profunda, a prevenção do delirium, a introdução de reabilitação física precoce e algumas intervenções no ambiente com o fim de melhorar a qualidade do sono.3,4,8-10

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Medium 9788520434567

9. Exercícios de movimentação

E. Paul Roetert, Mark S. Kovacs Editora Manole PDF Criptografado

CApÍtulo

EXERCÍCios dE moVimEntAÇÃo

9

omo todo bom tenista sabe, não importa quão bem você consiga bater na bola se não conseguir alcançá-la. Habilidades de movimentação apropriadas são de vital importância para o sucesso nas quadras de tênis. Esse esporte requer movimentação em todas as direções; pode ser preciso correr para a frente para alcançar uma deixada, voltar para trás para um smash ou se movimentar de um lado para o outro para alcançar forehands e backhands abertos. O sucesso no tênis se resume a ser capaz de realizar breves explosões de movimento em múltiplas direções, por um período de tempo prolongado. Tudo isso deve ser realizado enquanto se mantém equilíbrio e controle sobre seu corpo e se prepara os seus golpes. Os exercícios de movimentação descritos neste capítulo reproduzem padrões de movimento específicos para o tênis.

Anatomia da movimentação

Antes de qualquer golpe de tênis, com exceção do saque, é preciso estar em uma boa posição de expectativa (Fig. 9.1). Essa postura ajuda no seu equilíbrio e permite que você se mova com rapidez em qualquer direção. Na posição de expectativa, você estará na ponta dos pés, com os joelhos e quadris levemente flexionados e a raquete para fora, em frente ao corpo, com os cotovelos flexionados, porém relaxados. A posição de expectativa coloca seus músculos em alerta para que seja possível movimentar-se rapidamente para onde a bola for batida.

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Medium 9788520432938

2. Algumas palavras-chave para ajudar na compreensão

Blandine Calais-Germain, Núria Vives Parés Editora Manole PDF Criptografado

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Algumas palavras­

‑chave para ajudar na compreensão

44 Pelve menor, pelve maior - 45 Estreito superior

46 Estreito médio - 47 Estreito inferior

48 Os três estreitos - 49 A cavidade pélvica

50 A cabeça fetal “roda” na pelve menor - 51 Algumas definições

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Pelve

menor, pelve maior

A pelve interna apresenta duas partes que parecem superpostas uma sobre a outra. Existe a pelve maior, formada sobretudo pelas asas dos ilíacos. Ela é larga e aberta anteriormente e contém as vísceras inferiores do abdome.

E existe a pelve menor, formada pelo sacro e pelas metades inferiores dos ossos ilíacos. Ela é aproximadamente duas vezes menor que a pelve maior.

Ela é uma estrutura óssea mais fechada e contém as vísceras da pelve menor.

© B. Calais-Germain

No momento do parto, o feto atravessa a pelve menor.

+

Durante a gestação, o feto que cresce repousa, inferiormente, sobre a pelve maior. Ele não vai até a pelve menor.

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Medium 9788520435700

1. Aspectos metodológicos

Augusto Uchida, Alexandre Murad Neto, William Azem Chalela, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

1

Aspectos metodológicos

Augusto Uchida

Alexandre Murad Neto

Rodrigo Imada

SUMÁRIO

Indicações do teste ergométrico

Contraindicações do teste ergométrico

Ergômetros e protocolos

Critérios para interrupção do exercício

Derivações e sistemas de registro eletrocardiográfico

Sintomas e sinais

INTRODUÇÃO

O teste ergométrico é um exame que avalia de forma não invasiva o comportamento do sistema cardiovascular diante do esforço físico, sob monitorização clínica, eletrocardiográfica e hemodinâmica.

O indivíduo é submetido a um estresse físico programado com o objetivo de se avaliar as reservas coronária, cronotrópica, dromotrópica, inotrópica e funcional. Estresse físico é um estado de esforço de adaptação quando se rompe a homeostase orgânica. O estresse representa o esforço que o organismo realiza para reagir e adaptar-se a uma situação de desequilíbrio.

Trata-se de um exame seguro com baixas taxas de complicações. Óbito e/ou infarto agudo do miocárdio

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Medium 9788520429297

Capítulo 40 - Incompatibilidades de medicamentos no âmbito da UTI

Katia Grillo Padilha, Maria de Fátima Fernandes Vattimo, Sandra Cristine da Silva, Miako Kimura Editora Manole PDF Criptografado

40

Incompatibilidades de medicamentos no âmbito da uti

S ilvia R egina S ecoli

P ontos

a aprender

1. �Como e quando podem ocorrer incompatibilidades de medicamentos.

2. �Os fatores relacionados a incompatibilidades dos medicamentos.

3. As consequências das incompatibilidades na segurança do pa­ciente.

4. �As compatibilidades de diluentes, materiais e outros medicamentos em relação aos bloqueadores neuromusculares, sedativos e vasoativos.

5. �As estratégias utilizadas para prevenir a ocorrência de incompatibilidade nos grupos dos bloqueadores neuromusculares, sedativos e vasoativos.

P alavras - chave

Incompatibilidade de medicamentos, soluções farmacêuticas, enfermagem, sedativos e hipnóticos, vasoativos.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Fatores relacionados à incompatibilidade. (In)compatibilidade de medicamentos. Estratégias de prevenção de incompatibilidade. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Medium 9788520433058

10. Dor: percepção e mecanismos

David J. Magee, James E. Zachazewski, William S. Quillen Editora Manole PDF Criptografado

c ap í t u l o

10

Dor

Percepção e mecanismos

Marie K. Hoeger Bement e Kathleen A. Sluka

Introdução

Este capítulo revisa a neurobiologia da dor. Por ser um assunto complexo, o capítulo somente esclarece os pontos principais. Para obter informações mais profundas sobre a neurobiologia da dor e seu manejo, consulte os seguintes textos: Sensory Mechanisms of the Spinal Cord, terceira edição;1 The Textbook of Pain, quarta edição;2 e Bonica’s Management of Pain, terceira edição.3 Além disso, quando apropriado, revisões e livros-texto serão citados para oferecer fontes adicionais de informações.

A dor é a razão mais comum pela qual os pacientes buscam assistência médica. No entanto, a dor é subtratada e seu manejo é difícil, particularmente quando crônica. A Associação Internacional para o Estudo da Dor

(International Association for the Study of Pain, IASP) define a dor como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada com dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos desse dano (Tab. 10.1).4

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Medium 9788520461358

1. EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS ONCOLÓGICAS NO BRASIL

HERON R. S. RACHED, MIGUEL ANTONIO MORETTI, MARCELO DANTAS TAVARES DE MELO, MARIA VERÔNICA CÂMARA DOS SANTOS, RODRIGO SANTUCCI Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS

ONCOLÓGICAS NO BRASIL

FAU Z I A D E FÁT I M A N A I M E

HÉZIO JADIR FERNANDES JUNIOR

INTRODUÇÃO

A população está envelhecendo e aumentando no mundo todo, fatos que merecem destaque como causas do aumento da mortalidade por câncer, assim como o merecem também as mudanças na prevalência e na distribuição dos principais fatores de risco da doença.1,2

O câncer tem se destacado como a principal causa de morte decorrente, em parte, dos declínios acentuados nas taxas de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e doença arterial coronariana (DAC).

Dados recentes compilados do Cancer Incidence in Five Continents

(CI5), elaborado pela International Agency for Research on Cancer

(IARC), mostraram que, em 2010, aproximadamente 15% da população mundial teve câncer de alta qualidade, com menores registros na

América do Sul (7,5% do total da população), Ásia (6,5%) e África (1%).3

O cálculo da estimativa tem estreita relação com as informações de mortalidade; portanto, quanto melhor a qualidade dessas informações, mais acurada é a estimativa da incidência de câncer. No

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Medium 9788520436035

48. Avaliação vocal

Otacílio Lopes Filho, Alcione Ramos Campiotto, Cilmara Cristina Alves da Costa Levy, Maria do Carmo Redondo, Wanderlene Anelli Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação vocal 48

Wanderlene Anelli

Roberta Busch

Paula Lavaissiéri

André de Campos Duprat

Claudia Alessandra Eckley

Samantha Ferrari Dutra Bannwart

Introdução

Nos primórdios do desenvolvimento filogenético, o esboço de laringe surge como um dispositivo de prote‑

ção das vias aéreas inferiores, à medida que os seres aquáticos preparam sua migração para o meio terrestre, necessitando, dessa forma, da separação das vias aérea e digestiva. Ao longo da evolução, muitos animais aprimo‑ raram a laringe para a produção e emissão de sons, no entanto o desenvolvimento cortical nos seres humanos transformou a voz em um instrumento da linguagem.

A função esfinctérica da laringe protege as vias aéreas inferiores durante a deglutição e participa das atividades de força, à medida que cria pressão subglótica e suporte diafragmático. Como um órgão gerador de voz, tem uma estrutura muscular específica que define movimentos de abertura e fechamento glótico, dando as características dos sons surdos e sonoros, bem como estiramento e encur‑ tamento das pregas vocais, que promovem os sons agudos e graves. Durante a expiração do ar, as pregas vocais se fe‑ cham, a mucosa de cobertura vibra e o som produzido passa pelo trato vocal, que poderá amplificá‑lo ou aba‑ fá‑lo. A voz produzida terá características próprias, de‑ pendente da fonte glótica, das estruturas que compõe o trato vocal, o que inclui os órgãos fonoarticulatórios e de aspectos socioemocionais.

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Medium 9788520429297

Capítulo 44 - Terapêutica transfusional

Katia Grillo Padilha, Maria de Fátima Fernandes Vattimo, Sandra Cristine da Silva, Miako Kimura Editora Manole PDF Criptografado

44 tERAPÊUTICA tRANSFUSIONAL

C amila L essio

V era T hânia A lves S iqueira

P ontos

a aprender

1. As indicações para o uso da terapêutica transfusional.

2. �Conceito de hemoterápicos e cuidados de enfermagem na sua administração.

3. Cuidados de enfermagem na administração de sangue.

4. �Identificação das reações imediatas e tardias relacionadas à terapia terapêutica transfusional.

P alavras - chave

Terapia transfusional, concentrado de hemácias, crioprecipitado, plasma fresco.

E strutura

dos tópicos

Hemoterápicos e sua utilização. Processo de administração de sangue.

Reações transfusionais. Reações imediatas. Reações tardias. Resumo.

Referên­cias bibliográficas.

Hemoterápicos e sua Utilização

A terapêutica transfusional consiste em administrar sangue total e seus derivados (hemácias, plaquetas, plasma, crioprecipitados etc.) para o restabelecimento do volume sanguíneo circulante ou a reposição de componentes específicos, conforme a necessidade de cada paciente.

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Medium 9788520437636

41. Epigenética

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

41

Epigenética*

Paul Haggarty

Revisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Saúde e doença. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Efeitos nutricionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Janelas de sensibilidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Epidemiologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Maré epigenética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ecos de exposição precoce . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A promessa da epigenética nutricional. . . . . . . . . . . . .

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535

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Revisão

O genoma humano contém informações que não estão totalmente descritas somente pela sequência do DNA. Essas assim chamadas informações epigenéticas (do grego έπί, que significa “sobre” ou “acima”) encontram-se depositadas sobre as informações genéticas no genoma. Tais informações epigenéticas afetam basicamente o modo pelo qual as informações contidas na sequência no DNA são utilizadas, além de serem essenciais para a identificação (fenótipo) e o funcionamento saudável das células. Os processos epigenéticos estão associados a uma ampla gama de alterações no estado de saúde, incluindo câncer, doença cardiovascular, diabetes e funções reprodutiva e cognitiva; além disso, nosso entendimento do efeito de fatores ambientais, como dieta e estilo de vida, sobre o estado epigenético, está crescendo rapidamente.

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Medium 9788520440360

2. Exame físico do cotovelo

Stanley Hoppenfeld Editora Manole PDF Criptografado

Exame físico do cotovelo

Inspeção

Ângulo de carga

Edema

Cicatrizes

Palpação dos ossos

Epicôndilo medial

Crista supraepicondilar medial do úmero

Olécrano

Margem ulnar

Fossa do olécrano

Epicôndilo lateral

Crista supraepicondilar lateral do úmero

Cabeça do rádio

Palpação dos tecidos moles

Zona I – Face medial

Zona II – Face posterior

Zona III – Face lateral

Zona IV – Face anterior

Amplitude de movimento

Testes para a amplitude de movimento ativa

Flexão: 135° ou +

Hoppenfeld Cap. 02.indd 33

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Extensão: 0° a 5°

Supinação: 90°

Pronação: 90°

Testes para a amplitude de movimento passiva

Flexão e extensão

Supinação e pronação

Exame neurológico

Testes musculares

Pesquisa de reflexos

Reflexo do bíceps – C5

Reflexo do braquiorradial – C6

Reflexo do tríceps – C7

Testes de sensibilidade

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