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Medium 9788580551167

22. Tratamento dos distúrbios degenerativos do sistema nervoso central

Laurence L. Brunton, Bruce A. Chabner, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

22

Capítulo

Tratamento dos distúrbios degenerativos do sistema nervoso central

David G. Standaert e Erik D. Roberson

Os distúrbios degenerativos caracterizam-se pela perda progressiva e irreversível dos neurônios localizados em regiões específicas do cérebro. Os protótipos dos distúrbios neurodegenerativos são as doenças de Parkinson

(DP) e de Huntington (DH), nas quais a perda dos neurônios das estruturas dos gânglios basais causa anormalidades no controle dos movimentos; doença de Alzheimer

(DA), na qual a perda dos neurônios do hipocampo e do córtex causa déficit de memória e disfunção cognitiva; e esclerose lateral amiotrófica (ELA), na qual a fraqueza muscular resulta da degeneração dos neurônios motores espinais, bulbares e corticais.

Como grupo, esses distúrbios são relativamente comuns e acarretam problemas médicos e sociais significativos. Eles incidem predominantemente nos estágios avançados da vida e ocorrem em in di ví duos neurologicamente normais, embora todas estas doenças também tenham apresentações que começam na infância. A DP é detectada em mais de 1% da população com mais de 65 anos (Tanner, 1992), enquanto a DA afeta cerca de 10% dos indivíduos desta faixa etária

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Medium 9788582713266

Capítulo 1 - Satisfazendo as necessidades de saúde das pessoas

Michael Kidd Grupo A PDF Criptografado

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Satisfazendo as necessidades de saúde das pessoas

Apesar dos importantes avanços na ciência e tecnologia médica, mais de um bilhão de pessoas no mundo todo não têm acesso a serviços básicos de saúde.1–4 Assim, mais de uma em cada sete pessoas vive diariamente com a ameaça de morbidade e mortalidade prematuras causadas por doenças que poderiam ser tratadas ou prevenidas.

Esse incomensurável sofrimento humano supera a nossa compreensão, levanta graves questionamentos humanitários e éticos e evoca um desejo profundo de abordagens mais efetivas para oferecer atenção à saúde de qualidade para a população mundial.

Os desafios para garantir acesso consistente à atenção à saúde de alta qualidade para toda a população não se limitam aos países de baixa renda. Os países de renda média e alta estão lidando com custos insustentáveis, turbinados pelo envelhecimento das populações, rápidos aumentos na prevalência de doenças não transmissíveis e fragmentação, duplicação e má distribuição dos serviços de saúde com consequente falta de acesso especialmente em comunidades rurais e de baixa renda. As potentes forças que movem a medicina em direção à especialização e ao reducionismo acentuam a correspondente necessidade de complementar e integrar mais estreitamente os esforços orientados para o foco das especialidades com uma abordagem que se concentre no paciente como um todo dentro de um sistema de saúde com atenção integral. A atenção primária à saúde, reforçada pela medicina de família, oferece o modelo necessário para alcançar essa síntese.5

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Medium 9788582715512

Capítulo 24. História do Cabelo, de Alan Pauls

Táki Athanássios Cordás, Daniel Martins de Barros, Michele de Oliveira Gonzalez Grupo A PDF Criptografado

24

HISTÓRIA DO CABELO

DE

ALAN PAULS

Maria José Azevedo de Brito

Táki Athanássios Cordás

Tatiana Dalpasquale Ramos

Lydia Masako Ferreira

Alan Pauls, escritor argentino, escreve de forma pessoal e íntima ao conectar o mundo secreto com uma dimensão pública e histórica muito acentuada. Nesse sentido, aponta e nivela a loucura do ser humano à da sociedade em que vive. A trama de História do dinheiro encerra a trilogia que teve início com História do pranto (2008) e História do cabelo (2011).

Nos três volumes, Pauls disseca a sociedade argentina a partir de três elementos que estamos fadados a perder: as lágrimas, o cabelo e o dinheiro.

POR QUE LER?

História do cabelo traz uma personagem obcecada por cabelo: “o louco do cabelo”, como é chamada. Suas preocupações ocorrem em um contexto ritual do corpo – um homem que vaga por Buenos Aires, entrando e saindo de salões, em uma espécie de suspensão, como uma promessa, momento esse provocador de tensão por ficar nas mãos do outro, que tem como falho, mas também por não saber o que fazer com a falta da crítica do estado mórbido, condenado a pensar no cabelo, se deve cortar muito, pouco, deixar crescer, não cortar mais, raspar, rapar a cabeça para sempre.

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Medium 9788536314471

9. Leveduras

José Francisco Höfling, Reginaldo Bruno Gonçalves Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Leveduras objetivos

Observar células leveduriformes in vivo.

Reconhecer as células em divisão (brotamento).

Saber sobre a morfologia e a estrutura celular dessas células.

A morfologia celular das leveduras é muito variável. Geralmente, são unicelulares, apresentando forma oval ou cilíndrica (Figura 9.1). Outras formas podem ser encontradas, como esférica, elíptica, elipsóide ou filamentosa (pseudomicélio constituído por células unidas entre si).

As leveduras apresentam membrana celular bem definida e pouco espessa em células jovens. Em células adultas, essa membrana é rígida de constituição variável, com predominância de hidratos de carbono e menor quantidade de proteínas e ácidos graxos. Principalmente em células em fase de reprodução, o núcleo é bem definido: pequeno, esférico, de localização variável, associado ao vacúolo nuclear (Figura 9.2).

As leveduras são classificadas como fungos pertencentes à divisão Eumycota (Eumicetos) e às classes Ascomicetos, Basidiomicetos e Deuteromicetos.

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Medium 9788582710883

Transtornos da Eliminação

Aristides Volpato Cordioli, Cristiano Tschiedel Belem da Silva, Ives Cavalcante Passos, Christian Kieling, Mário Tregnago Barcellos Grupo A PDF Criptografado

Transtornos da

Eliminação

Os transtornos da eliminação envolvem a eliminação inapropriada de urina ou fezes e são habitualmente diagnosticados pela primeira vez na infância ou na adolescência. Esse grupo de transtornos inclui enurese, a eliminação repetida de urina em locais inapropriados, e encoprese, a eliminação repetida de fezes em locais inapropriados. São previstos subtipos para diferenciar micção noturna de diurna (i.e., durante as horas de vigília) para enurese e a presença ou ausência de constipação ou incontinência fecal para encoprese. Embora seja exigida uma idade mínima para o diagnóstico de ambos os transtornos, ele se baseia na idade do desenvolvimento, e não exclusivamente na idade cronológica. Os dois transtornos podem ser voluntários ou involuntários.

Embora costumem ocorrer separadamente, também podem ser observados concomitantemente.

Enurese

Critérios Diagnósticos

307.6 (F98.0)

A. Eliminação repetida de urina na cama ou na roupa, voluntária ou involuntária.

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