8638 capítulos
Medium 9788582715079

Capítulo 3 - A família como parte importante da equipe: do diagnóstico à intervenção precoce da criança com transtorno do espectro autista

Newra Tellechea Rotta, Cesar Augusto Nunes Bridi Filho, Fabiane Romano de Souza Bridi Grupo A PDF Criptografado

3

A FAMÍLIA COMO

PARTE IMPORTANTE

DA EQUIPE: DO

DIAGNÓSTICO À

INTERVENÇÃO

PRECOCE DA

CRIANÇA COM

TRANSTORNO DO

ESPECTRO AUTISTA

ADRIANA LATOSINSKI KUPERSTEIN

FABIANE DE C. BIAZUS

LUCIANA C. VIECELLI S. PIRES

U

m dos momentos mais marcantes para quem está sendo atendido por um especialista do neurodesenvolvimento é quando a família recebe o diagnóstico. Imagine a cena em que os pais estão diante do médico, e este afirma: “seu filho tem transtorno do espectro autista”.

Para algumas famílias, tal confirmação pode ser devastadora, sinalizando um futuro desconhecido e assustador – ao mesmo tempo um final e um começo: um final para tudo aquilo que se supunha até então a respeito do filho, mas um começo de uma nova trajetória de vida, com muitos aprendizados e desafios.

O presente capítulo procura fornecer às famílias e aos leitores que sentem afeto e se preocupam com os indivíduos com transtorno do espectro autista (TEA) estratégias para agir e intervir precocemente no seu desenvolvimento, desde o momento do diagnóstico, propiciando assim a base do que hoje conhecemos como plasticidade cerebral: os estímulos do ambiente e as percepções sensoriais podem modificar e moldar o sistema nervoso central, e isso ocorre em todo momento em que há uma aprendizagem nova.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714560

Capítulo 41. O elogio do fracasso

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

41

O ELOGIO DO FRACASSO

O ser humano adora um vencedor. Parece que viemos com algum software mental pré-instalado que nos leva a incensar o mais forte, o mais rápido, o mais hábil. De repente passamos na frente da televisão e está passando luta greco-romana, Estônia contra Irã, e, no instante seguinte, lá estamos nós, torcendo por um deles, desejando o sucesso.

Essa palavra, no entanto, é uma das mais traiçoeiras da nossa era. Nós medimos o sucesso pelo que foi conquistado, pelo que se ganhou, o que se alcançou. A medalha de ouro. A promoção. O primeiro milhão. O casamento. O sucesso. No entanto, tudo tem um preço, e vendo a vida dos atletas, a dedicação, a abnegação, a busca pelo limite, me pergunto se o preço não é tão alto a ponto de tornar o fracasso uma alternativa atraente.

Não para os torcedores, é claro, essa massa implacável que só se interessa pela vitória, mas para os próprios esportistas. Lembro de uma entrevista em que César Cielo contava o que precisou fazer para chegar ao alto do pódio na natação mundial. Afastou-se da família. Não tinha tempo para namorar. Abriu mão de uma infinidade de lazeres e prazeres em função de seu objetivo. Conquistou o sucesso. Segundo seus parâmetros, pelo menos.

Porque, se invertermos o olhar, poderíamos medir o sucesso não apenas pelo que foi obtido, mas também pelo que foi sacrificado. Para ficar

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852739

Capítulo 3 - Outros testes

John B. West Grupo A PDF Criptografado

3

OUTROS

TESTES

Nos Capítulos 1 e 2, concentramo-nos em dois testes simples da função pulmonar, porém informativos: a expiração forçada e a gasometria arterial. Neste capítulo, serão abordadas rapidamente outras formas de medir a função pulmonar. Entre os numerosos testes que vêm sendo realizados, deteremo-nos somente nos mais úteis, salientando mais os princípios que os regem do que a sua utilização.

Volumes Pulmonares

Estáticos

Medida

Interpretação

Elasticidade Pulmonar

Medida

Interpretação

Resistência das Vias Aéreas

Medida

Interpretação

Controle da Ventilação

Medida

Interpretação

Testes de Exercício

Medida

Interpretação

Dispneia

Diferenças regionais da Função Pulmonar

Medida

Interpretação

Valor dos Testes de

Função Pulmonar

OUTROS TESTES

47

VOLUMES PULMONARES ESTÁTICOS

Medida

A medida da capacidade vital com um espirômetro simples foi descrita no

Ver todos os capítulos
Medium 9788536322711

Capítulo 12 - Mobilizações Neurodinâmicas

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 12

MOBILIZAÇÕES

NEURODINÂMICAS

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Resumir os vários tipos de exames neurodinâmicos e técnicas de mobilização.

2. Descrever os mecanismos propostos para os exames neurodinâmicos e as técnicas de mobilização.

3. Aplicar o conhecimento das várias técnicas de mobilização neurodinâmica no planejamento de programas amplos de reabilitação.

4. Reconhecer as manifestações de tensões nos tecidos nervosos anormais e desenvolver estratégias usando as técnicas de mobilização neurodinâmica para o tratamento das anormalidades.

5. Avaliar a eficácia das técnicas de mobilização neurodinâmica quando usadas como intervenções diretas.

VISÃO GERAL

O sistema nervoso é uma estrutura elétrica, química e mecânica com sequência lógica entre suas duas subdivisões: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico (ver Cap.

2). Além de possibilitar a comunicação inter e intraneural através de toda a rede, o sistema nervoso é capaz de suportar tensões mecânicas, como resultado de suas características mecânicas únicas. O tecido nervoso, que é um tipo de tecido conjuntivo, é viscoelástico. A viscoelasticidade permite a transferência de tensões mecânicas para todo o sistema nervoso durante os movimentos do tronco ou dos membros. Essa adaptação resulta de mudanças no comprimento da medula espinal1 e da capacidade de adaptação dos nervos periféricos a diferentes posições. Os nervos periféricos adaptam-se por meio de movimentos passivos em relação ao tecido circundante, por intermédio de um dispositivo deslizante em torno do tronco nervoso.2,3 Três mecanismos desempenham papéis fundamentais nesse processo de adaptabilidade:3

Ver todos os capítulos
Medium 9788580553505

Capítulo 12 - Abordagem do paciente com dor no joelho

John Imboden, David Hellman, John Stone Grupo A PDF Criptografado

12

Abordagem do paciente com dor no joelho

Andrew Gross, MD

C. Benjamin Ma, MD

A dor no joelho é um problema comum, sendo responsável por 1,9 milhões de consultas com profissionais de cuidados primários e 1 milhão de consultas em serviços de emergência anualmente.

Seguindo uma abordagem sistemática na avaliação da dor no joelho

(que inclui a obtenção de uma historia completa e dirigida), focalizando questões específicas, usando o exame físico (por vezes, com o auxílio de exames diagnósticos) e compreendendo a anatomia do joelho (Figura 12-1), os médicos são capazes de fazer o diagnóstico correto e formular uma estratégia terapêutica apropriada.

RESUMO DA AVALIAÇÃO CLÍNICA

O primeiro passo para a avaliação da dor no joelho é uma história completa, que inclui os elementos principais descritos no

Quadro 12-1. Durante a obtenção da história, devem ser abordadas as seguintes questões-chave:

mento, palpação, exame procurando por um derrame no joelho e testes de estabilidade. Depois que esses exames forem feitos e considerando a história do paciente, o médico pode elaborar um diagnóstico diferencial e desenvolver o trabalho diagnóstico de acordo.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos