8222 capítulos
Medium 9788582713938

Herniorrafia Incisional

Antônio V. Macedo; Vladimir Schraibman Grupo A PDF Criptografado

HERNIORR AFIA INCISIONAL

A herniorrafia incisional é realizada com paciente em decúbito dorsal horizontal. Após a realização do pneumoperitônio, iniciamos o procedimento com cautela, com a lise de bridas. Após a identificação do saco herniário, realizamos a correção da hérnia incisional; quando este é muito volumoso, ressecamos.

Partimos para fixação da tela ocluindo o defeito herniário, que pode ser feita com pontos separados de fio inabsorvível utilizando porta-agulhas e contra porta-agulhas laparoscópicos, com pontos transparietais aplicados por agulha do tipo Endoclose® através da pele, também com fio inabsorvível ou com grampos (tit nio ou absorvíveis) de 5 mm.

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PROCEDIMENTO

200 Cirurgia Gastrointestinal

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Capítulo 12 - Atividade física e reabilitação cardíaca

Salvador Ramos; Euler Manenti; Maurício André G. Friedrich; Eduardo K. Saadi Grupo A PDF Criptografado

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ATIVIDADE FÍSICA E

REABILITAÇÃO CARDÍACA

Felix Albuquerque Drummond

Salvador Ramos

?

POR QUE O PROGRAMA DE

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REABILITAÇÃO CARDÍACA (PRC)

DEVE TER INÍCIO

PRECOCEMENTE

NO HOSPITAL OU

LOGO APÓS A ALTA

HOSPITALAR?

A mobilização precoce – através de exercícios de mobilidade articular, saída do leito o mais breve possível para sentar e/ou caminhar – dimi-

nui os riscos de complicações pós-evento cardíaco. Os exer-

cícios respiratórios diminuem os riscos de infecção e preparam para o treino da musculatura inspirató-

ENTENDENDO AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES ATIVIDADE FÍSICA E REABILITAÇÃO

82 ria, importante componente do PRC. Estudos científicos demonstram que quanto mais precoce o início do PRC menores os riscos de complicações, com redução das reinternações e o alcance mais rápido de uma condição de saúde muito próxima à normalidade para uma vida ativa social e laboral.

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Medium 9788580555967

37. Hormônios hipotalâmicos e hipofisários

Bertram G. Katzung; Anthony J. Trevor Grupo A PDF Criptografado

S

E

Ç

Ã

O

VII

Fármacos endócrinos

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C A P Í T U L O

Hormônios hipotalâmicos e hipofisários

Roger K. Long, MD, e Hakan Cakmak, MD

esTuDo De CAso

Um menino de três anos (altura de 85 cm, –3 desvios-padrão [DP], peso de 13 kg, aproximadamente 10º percentil) apresenta baixa estatura. A revisão da história pregressa e da tabela de crescimento demonstra peso e comprimento ao nascer normais, porém com queda progressiva da velocidade de crescimento em relação à faixa normal para a idade a partir dos seis meses. O exame físico revela baixa estatura e discreta obesidade generalizada. O exame genital mostra testículos descidos, porém pequenos, e comprimento do pênis de –2 DP. A avaliação laboratorial

O controle do metabolismo, do crescimento e da reprodução é mediado por uma combinação dos sistemas neural e endócrino localizados no hipotálamo e na hipófise. A hipófise, cujo peso é de cerca de 0,6 g, repousa na base do cérebro, na sela turca óssea, próximo ao quiasma óptico e aos seios cavernosos. A hipófise é constituída por um lobo anterior (adeno-hipófise) e por um lobo posterior (neuro-hipófise) (Figura 37-1). A glândula está conectada ao hipotálamo sobrejacente por um pedículo de fibras neurossecretoras e vasos sanguíneos, incluindo um sistema venoso portal, que drena o hipotálamo e irriga a adeno-hipófise. O sistema venoso portal transporta pequenos hormônios reguladores

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Medium 9788582712221

Apêndice 1 - Listas de verificação para encontrar, analisar e implementar evidências

Trisha Greenhalgh Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 1

Listas de verificação para encontrar, analisar e implementar evidências

A menos que seja referido o contrário, estas listas podem ser aplicadas a ensaios clínicos randomizados, a outros ensaios clínicos controlados, a estudos de coorte, a estudos de caso-controle ou a qualquer outra evidência de pesquisa.

Minha prática é baseada em evidências? – lista de verificação relacionada ao contexto de consultas clínicas individuais

(ver Cap. 1)

1. Identifiquei e priorizei os problemas clínicos, psicológicos, sociais e outros, levando em conta a perspectiva do paciente?

2. Realizei um exame suficientemente bem feito e completo para estabelecer a probabilidade dos diagnósticos diferenciais?

3. Considerei problemas e fatores de risco adicionais que possam requerer eventual atendimento?

4. Quando necessário, busquei evidências (de revisões sistemáticas, diretrizes, ensaios clínicos e outras fontes) pertinentes aos problemas?

5. Avaliei e levei em conta a totalidade, a qualidade e o poder das evidências?

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Medium 9788536324845

Capítulo 4.6 - Tumores da Coluna Vertebral

Sizínio K. Hebert; Luiz José M. e Alimena Grupo A PDF Criptografado

4 COLUNA VERTEBRAL

CAPÍTULO 4.6

TUMORES DA

COLUNA VERTEBRAL

SÉRGIO ZYLBERSZTEJN

PABLO MARIOTTI WERLANG

ALDEMAR ROBERTO MIERES RIOS

NILSON RODNEI RODRIGUES

CESAR DALL BELLO

As lesões tumorais da coluna vertebral podem ser divididas em primárias e metastáticas. As primárias compreendem em torno de 0,04% de todos os tumores e cerca de 10% dos tumores ósseos.

Elas podem se classificar, ainda, em tumores extradurais (benignos, malignos e lesões pseudotumorais), tumores intradurais extramedulares (benignos, malignos, cistos) e tumores intramedulares.

INFORMAÇÕES GERAIS

Algumas informações clínicas permitem a caracterização do tipo de lesão, sendo que a idade do paciente apresenta correlação com sua natureza benigna ou maligna. Os tumores benignos ocorrem em indivíduos mais jovens (menos de 21 anos), enquanto 70% dos malignos são encontrados em pacientes com mais de

21 anos. A localização do tumor também pode sugerir um processo maligno ou benigno. A maioria dos tumores malignos está localizada no corpo vertebral, já os benignos tendem a ocorrer nos elementos posteriores.

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