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Medium 9788582714706

Capítulo 11 - Estenose hipertrófica de piloro

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Letícia Feldens

Rogério Knebel

Jose Carlos Fraga

A estenose hipertrófica de piloro (EHP) é definida como a hipertrofia adquirida, sem hiperplasia, da musculatura circular pilórica, o que ocasiona a projeção do músculo espessado para o lúmen duodenal, com reflexão da mucosa e obstrução do esvaziamento gástrico. Então, o canal pilórico torna-se estreitado, alongado e espessado.

A incidência está em declínio em alguns países, situando-se entre 2 a 5 casos para cada 1.000 recém-nascidos vivos. Afeta entre 4 e 5 meninos para cada menina, geralmente ocorrendo em primogênitos (30%) e com mais frequência em indivíduos brancos. Das patologias cirúrgicas, é a causa mais comum de vômitos em recém-nascidos e lactentes. Pais afetados têm 6,9% de chance de terem filhos com essa doença. Em 7% das crianças, a EHP está associada a outras más-formações, como má-rotação intestinal, uropatias obstrutivas, atresia de esôfago, doença de Hirschsprung, anomalia anorretal, rim policístico e hérnias inguinal e hiatal.1-3 Algumas síndromes, como Smith-Lemli-Opitz, Cornélia de Lange e alterações cromossômicas, podem estar associadas à doença.

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Medium 9788582710043

Capítulo 9 - Dobramento Proteico, Dinâmica e Evolução Estrutural

Donald Voet, Judith G. Voet Grupo A PDF Criptografado

Dobramento Proteico,

Dinâmica e Evolução

Estrutural

CAPÍTULO 9

1

Dobramento proteico: teoria e experimentação

A. Renaturação proteica

B. Determinantes no dobramento proteico

C. Rotas de dobramento

2

Proteínas acessórias do dobramento

A. Proteína-dissulfeto-isomerase

B. Peptidil-prolil-cis-trans-isomerase

C. Chaperonas moleculares: o sistema GroEL/ES

3

Estrutura proteica: predição e engenharia

A. Predição da estrutura secundária

B. Predição da estrutura terciária

C. Engenharia proteica

4

5

Dinâmica proteica

Doenças conformacionais: amiloides e príons

A. Doenças causadas por amiloides

B. Doença de Alzheimer

C. Doenças causadas por príons

6

Neste terceiro, dos quatro capítulos sobre estrutura proteica, será considerado o comportamento temporal das proteínas. Inicia-se com o problema de como, especificamente, os polipeptídeos de estrutura espacial aleatória se dobram formando as suas respectivas estruturas nativas e como esse processo é facilitado por outras proteínas. Segue-se uma consideração do progresso alcançado na predição das estruturas proteicas com base nas sequências de aminoácidos e na compreensão das propriedades dinâmicas das proteínas, isto é, a natureza e o significado funcional dos movimentos internos das proteínas. Depois estudam-se as doenças causadas por alterações na conformação das proteínas. Finalmente discute-se sobre a evolução das proteínas, iniciada na Seção 7.3, mas em termos das suas estruturas tridimensionais.

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Medium 9788580552966

Capítulo 24 - Lombalgia na atenção primária: uma abordagem baseada em evidências

Jeannette South-Paul, Samuel C. Matheny M, Evelyn L. Lewis, Marcelo de Araújo Cosendey, José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF Criptografado

24

Lombalgia na atenção primária: uma abordagem baseada em evidências

Charles W. Webb, DO, FAAPF

Francis G. O’Connor, MD, MPH

䉴 Considerações gerais

Lombalgia (LA), desconforto, tensão, ou rigidez abaixo da margem costal e acima das pregas glúteas inferiores, é uma das condições mais comuns encontradas em atenção primária, secundária apenas ao resfriado comum. Sua incidência anual é de 5%, e a prevalência ao longo da vida de 60-90%. Nos EUA, é a principal causa de incapacidade em adultos com menos de 45 anos e também é responsável por um terço dos custos de indenizações a trabalhadores, e responde por custos médicos diretos de mais de 38 bilhões de dólares ao ano. A qualquer momento, 1% da população dos EUA está cronicamente incapacitado e outro

1% temporariamente incapacitado em decorrência de dorsalgia.

Diversos estudos relataram história natural favorável de LA aguda subaguda, com até 90% dos pacientes recuperando a função em 6 a 12 semanas com ou sem intervenção médica. Entretanto, estudos recentes sugerem que com frequência a dorsalgia é recorrente e cronicamente incapacitante. Cerca de 85% dos casos de dorsalgia não têm uma causa prontamente identificável, e até um terço de todos os pacientes desenvolverá LA crônica. Este capítulo faz uma revisão detalhada da abordagem da LA baseada em evidências, considerando a avaliação, o diagnóstico e o tratamento do paciente adulto com LA aguda, subagduda e crônica.

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Medium 9788536303086

Capítulo 1 - A lingüística e a língua de sinais brasileira

Ronice Müller de Quadros, Lodenir Becker Karnopp Grupo A PDF Criptografado

1

A LINGÜÍSTICA E A LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA

“A lingüística tem por único e verdadeiro objeto a língua encarada em si mesma e por si mesma.”

(Ferdinand Saussure)

O QUE É LINGÜÍSTICA?

A lingüística é o estudo científico das línguas naturais e humanas. As línguas naturais podem ser entendidas como arbitrária e/ou como algo que nasce com o homem. Essas duas correntes estão relacionadas aos pensamentos filosóficos que se originaram com Platão e Aristóteles. Este último era naturalista quanto às proposições e convencionalista quanto às palavras, pois considerava que as coisas eram infinitas e as palavras eram finitamente determinadas pelos seres humanos. Nesse sentido, a lingüística estruturalista se desenvolveu (Saussure, 1916).1

Por outro lado, Platão era naturalista quanto às palavras, assumindo que a linguagem nasce com o homem. Daí surge o famoso “Problema de Platão”, amplamente discutido nas versões mais atuais da lingüística: como sabemos tanto diante de tão pouca evidência? De forma ainda mais específica, como uma criança com tão pouca informação em tão pouco tempo é capaz de produzir a complexidade das línguas? Buscar saber sobre os princípios que constituem a faculdade da linguagem humana, possibilita o avanço em direção à solução do “Problema de Platão”. Faculdade da linguagem deve ser entendida aqui como um componente da mente humana. A natureza dessa faculdade é o objeto da teoria da estrutura lingüística que objetiva descobrir os princípios e os elementos comuns das línguas humanas. Essa teoria é chamada de gramática universal – GU. A GU é uma caracterização com princípios biologicamen-

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Medium 9788580555882

Capítulo 12 - Medula espinal e nervos espinais

Cinnamon VanPutte, Jennifer Regan, Andrew Russo Grupo A PDF Criptografado

12

❯ Aprenda a prognosticar

Javier já tinha pedido que seus filhos não deixassem brinquedos espalhados pelo chão muitas vezes, mas enquanto caminhava pelo corredor escuro no meio da noite, Javier pisou com seu pé direito sobre um carrinho de corrida. Ele imediatamente retirou seu pé do estímulo doloroso, mas então pisou sobre um segundo carrinho com seu pé esquerdo.

Felizmente, ele conseguiu deslocar o peso do seu corpo sobre o outro pé, evitando cair. Após ler este capítulo, explique os reflexos medulares que permitiram que Javier permanecesse em pé. Descrever esses reflexos exigirá seu conhecimento sobre a organização do sistema nervoso, discutida no Capítulo 11.

Fotografia: Microscopia eletrônica de varredura colorida de feixes de axônios em um nervo.

Medula espinal e nervos espinais

M

ais de 10 mil pessoas sofrem danos na medula espinal por ano, em geral homens no fim da adolescência e início da idade adulta. Conforme se aprende mais sobre a medula espinal, há uma esperança crescente por terapias melhores para esse tipo de lesão. A medula espinal e os nervos espinais associados desempenham um papel central na comunicação entre o encéfalo e o resto do corpo.

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Medium 9788582604038

Capítulo 6 - Conflito de interesse em periódicos médicos

Peter C. Gøtzsche Grupo A PDF Criptografado

6

Conflitos de interesse em periódicos médicos

Naquilo que tem sido chamado de era da responsabilidade, os editores continuam a ser tão irresponsáveis quanto os reis.

Todo o negócio dos periódicos médicos é corrupto porque os proprietários estão fazendo dinheiro a partir da restrição do acesso a pesquisas importantes, cuja maioria é financiada por dinheiro público.

Richard Smith, former editor, BMJ1,2

Em geral, um conflito de interesse é definido como “um conjunto de condições em que o julgamento profissional a respeito de um interesse primário (como o bem-estar de um paciente ou a validade de pesquisa) tende a ser influenciado de forma indevida por um interesse secundário (como um ganho financeiro)”.3

O Comitê Internacional de Editores de Periódicos Médicos declarou que “os pesquisadores não deveriam entrar em acordos que interferem no seu acesso aos dados e na sua habilidade de analisá-los de maneira independente, de preparar manuscritos e de publicá-los” e que “os editores podem optar por não considerarem um artigo se houver imposição de controle sobre o direito de publicação dos autores por um patrocinador”.4 Entretanto, apesar dessa declaração bem-intencionada, nossos periódicos ainda aceitam a falta praticamente completa de liberdade acadêmica em ensaios da indústria.

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Medium 9788565852630

49. Diverticulose e diverticulite

Luciano Fochesatto Filho, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

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Diverticulose e diverticulite

Franciele Debortoli

Raquel Scherer de Fraga

CASO CLÍNICO

Um paciente do sexo masculino, 60 anos, operário da construção civil, procura auxílio médico no serviço de emergência com ocorrências de dor abdominal, há dois dias, difusa, associada a vômitos e febre. O paciente relata apresentar constipação crônica e colonoscopia há cinco anos com divertículos de colo sigmoide. Ao realizar exame, verifica-se abdome distendido, doloroso à palpação difusa, principalmente no quadrante inferior esquerdo, com dor à descompressão brusca desse local. Os exames laboratoriais evidenciam leucocitose com desvio à esquerda. No raio X de abdome agudo, não há pneumoperitônio. Na tomografia computadorizada, de abdome, observa-se espessamento das paredes de colo sigmoide.

DEFINIÇÃO

A doença diverticular do colo é caracterizada por herniações na parede colônica em locais de penetração vascular (Fig. 49.1). Ela é uma doença comum em países desenvolvidos e há um aumento de sua prevalência com a idade do paciente.

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Medium 9788565852968

Capítulo 6 - Cronofarmacologia: uma ferramenta para prevenção de eventos adversos a medicamentos

Patricia de Carvalho Mastroianni, Fabiana Rossi Varallo Grupo A PDF Criptografado

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Cronofarmacologia: uma ferramenta para prevenção de eventos adversos a medicamentos

CLEOPATRA S. PLANETA

FABIANA ROSSI VARALLO

Os seres vivos estão submetidos a fenômenos ambientais periódicos e recorrentes, representados pelos ciclos geofísicos: as estações do ano, os ciclos lunares, as marés e o ciclo dia/noite. Os processos bioquímicos antecipatórios à flutuação ambiental permitem melhor adaptação ao meio ambiente e resultam na incorporação do ritmo ambiental. Os ritmos biológicos gerados endogenamente são sincronizados pelos ciclos ambientais que se constituem, originalmente, na pressão seletiva para a sua incorporação.

Dessa forma, os processos fisiológicos e bioquímicos da maioria dos animais, incluindo os seres humanos, apresentam ritmos biológicos e variações temporais periódicas e previsíveis dos fenômenos biológicos. Por exemplo, as concentrações plasmáticas de cortisol variam ao longo das 24 horas, sendo que a concentração máxima é observada, aproximadamente,

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Medium 9788580552942

Capítulo 2 - Testes rápidos e microscopia realizada pelo prestador

Diana Nicoll; Chuanyi Mark Lu; Michael Pignone; Stephen J. McPhee Grupo A PDF Criptografado

2

Testes rápidos e microscopia realizada pelo prestador

Chuanyi Mark Lu, MD, e Stephen J. McPhee, MD

Este capítulo apresenta informação sobre os testes rápidos (TRs), também conhecidos como point-of-care tests, e os procedimentos de microscopia executados pelo prestador (PMEPs).

Os testes tipo TR são definidos como testes clínicos realizados perto ou no local onde o paciente é tratado. Os TRs são realizados fora de um laboratório clínico central, utilizando dispositivos portáteis e manuais, bem como cartuchos ou kits de teste. Os PMEPs consistem em exames microscópicos realizados por um prestador de assistência médica durante a consulta ao paciente. Os PMEPs envolvem o uso de amostras lábeis e de difícil transporte, ou amostras para as quais o atraso em realizar o teste pode comprometer a acurácia do resultado do exame.

Os TRs são considerados uma parte integral do serviço de laboratório clínico e estão sob a direção do laboratório central. A interpretação do médico dos achados dos PMEPs (p. ex., preparação a fresco direta e preparação de

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Medium 9788582713808

Capítulo 31 - Antimicóticos

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

282

31.1 Fármacos para tratamento de infecções por fungos

31 ANTIMICÓTICOS

Fármacos para tratamento de infecções por fungos

As infecções por fungos, em geral, são confinadas à pele ou às membranas mucosas: micoses locais. Contudo, em condição de imunodeficiência, os órgãos internos também podem ser atingidos: micose sistêmica.

Mais comumente, as micoses são decorrentes de dermatófitos, que afetam a pele, pelos e unhas em consequência de contaminação externa. A Candida albicans é uma levedura que, em geral, já se encontra na superfície do organismo e que pode causar infecção das membranas mucosas, menos frequentemente da pele ou de órgãos internos quando as defesas naturais estão debilitadas (imunossupressão ou eliminação da flora bacteriana intestinal pelos antibióticos de amplo espectro).

Os derivados imidazólicos inibem a síntese de ergosterol, um constituinte essencial das membranas das células dos fungos e equivalente ao colesterol dos pacientes. Os fungos param de crescer (efeito fungistático) ou morrem (efeito fungicida). O espectro dos fungos atingidos é muito amplo. Como são pouco absorvidos e mal tolerados sistemicamente, a maioria dos imidazóis apenas é adequada para uso tópico (clotrimazol, econazol, oxiconazol e sertaconazol).

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Medium 9788580551082

11. Fígado, trato biliar e pâncreas

Michael Y. M. Chen, Thomas L. Pope, David J. Ott Grupo A PDF Criptografado

Fígado, trato biliar e pâncreas

Melanie P. Caserta, MD

Fakhra Chaudhry, MD

Robert E. Bechtold, MD

Técnicas e anatomia normal

Seleção da técnica

Doença hepatocelular difusa

Doenças hepáticas focais

Trauma abdominal

Neoplasia ou inflamação pancreática

Preparação do paciente para as técnicas radiográficas

Conflitos entre os exames

O diagnóstico das doenças do fígado, do trato biliar e do pâncreas depende dos dados clínicos e radiográficos. Para que o diagnóstico seja feito de maneira mais eficiente, entender o uso adequado desses dados e solicitar os estudos radiográficos na sequência ideal é muito importante. Com frequência, a apresentação clínica e os exames laboratoriais associados fornecem grande parte das pistas para o diagnóstico. O exame físico, a história e os valores laboratoriais pertinentes são muitas vezes úteis na conclusão do diagnóstico ou, pelo menos, na produção de indicações para a seleção dos estudos radiográficos ideais. Se as informações clínicas não forem suficientes ou se houver necessidade de confirmação radiográfica, as radiografias simples e os exames com contraste podem ser realizados. Radiografias em posição ortostática e em decúbito dorsal são válidas para a detecção de ar livre, de calcificações e de outras anormalidades. Os estudos com contraste como colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), colangiopancreatografia por

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Medium 9788582713808

Capítulo 40 - Doenças relacionadas ao SNC

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

334

40.1 Doença de Parkinson

40 DOENÇAS RELACIONADAS AO SNC

Fármacos antiparkinsonianos

Ao desejar realizar um movimento, impulsos originados no córtex motor se deslocam por meio da medula espinal até os músculos correspondentes. Ao mesmo tempo, são encaminhados impulsos por meio de diversos segmentos cerebrais para a coordenação do padrão de movimento e que enviam respostas de volta ao córtex cerebral. Um desses entroncamentos motores desloca-se por meio do cerebelo e outro pelos gânglios da base. Um distúrbio localizado nos gânglios da base é denominada doença de

Parkinson (“paralisia vacilante”). Os sinais e sintomas dessa doença, que ocorre geralmente em uma idade avançada, são tremores em repouso, rigidez muscular (rigor), sedentarismo (acinesia) e crescente comprometimento da qualidade de vida.

O distúrbio primário é a degeneração de células ganglionares na substância negra, cujos neurônios dopaminérgicos se projetam

(via nigro-estriatal) para o corpo estriado (especificamente o núcleo caudado e o putame) e exercem influência inibidora. É nesse ponto também que terminam os neurônios colinérgicos estimulantes.

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Medium 9788536702179

Capítulo 4 - Estomatologia aplicada à odontopediatria

Isabela de Almeida Pordeus, Saul Martins de Paiva Grupo A PDF Criptografado

4

Estomatologia aplicada

à odontopediatria

Patricia Maria Zarzar

Fernanda Bartolomeo Freire-Maia

Paula Cristina Pelli Paiva

Maria Cássia Ferreira de Aguiar

Neste capítulo, serão apresentadas as principais manifestações de doenças e alterações bucais na infância, com o objetivo de ressaltar a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento dessas condições na clínica odontopediátrica.

A identificação das principais manifestações clínicas das doenças, alterações e anomalias bucais é feita com base nos conceitos, nas características clínicas e no diagnóstico diferencial. Como desfecho, serão tecidas considerações para servir como um guia na condução do plano de tratamento.

As seções abordam:

condições de normalidade da cavidade bucal do bebê e da criança; alterações nas estruturas bucais; anomalias de desenvolvimento dentário; anomalias de irrupção dentária; anomalias de forma; doenças bucais mais prevalentes na infância e seu tratamento; lesões de tecidos moles orais.

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Medium 9788582715277

Capítulo 12. Terapia racional-emotiva, cognitiva e do esquema

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

Terapias racional-emotiva, cognitiva e do esquema

12

Bernard Rangé

Conceição Reis de Sousa

Eliane Mary de Oliveira Falcone

Este capítulo tem como objetivo abordar três métodos psicoterápicos desenvolvidos a partir dos modelos cognitivos, ou seja, cuja base é a noção de que são as interpretações que os pacientes fazem que estão na origem de suas perturbações emocionais, seus comportamentos problemáticos e seu funcionamento desajustado.

A primeira versão de um modelo cognitivo foi a de Epicteto, no século I d.C., que afirmava que os homens se perturbam não pelos fatos em si, mas pelas opiniões que têm sobre os fatos. Já a primeira versão moderna de um modelo cognitivo foi a de Albert Ellis, que, desencantado com a psicanálise, concebeu um modelo de psicoterapia que se baseava em conceitos de crenças racionais versus irracionais, envolvendo uma distinção entre exigências e preferências.

A segunda versão foi a de Aaron T. Beck. Ele criou um modelo cognitivo para o tratamento da depressão que depois passou a ser aplicado em outros quadros clínicos, como transtornos de ansiedade, transtornos alimentares, esquizofrenia, etc. Jeffrey Young desenvolveu um modelo integrativo derivado do modelo de Beck e fortemente calcado no conceito de esquema, ao qual deu o nome de terapia do esquema, que, no início, foi usado em transtornos da personalidade, mas hoje pode ser aplicado em uma variedade de condições mentais. Este capítulo abordará esses três modelos de terapia cognitiva.

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Medium 9788582715291

Anfetamina (d)

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

ANFETAMINA (D)

TERAPÊUTICA

Marcas �• Dexedrine

• Dexedrine Spansules

• Zenzedi

• ProCentra

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: inibidor da recaptação e liberador de dopamina e norepinefrina (IRLDN)

• Estimulante

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

(TDAH) (acima dos 6 anos e acima dos 3 anos, dependendo da formulação)

• Narcolepsia (acima dos 12 anos ou acima dos 6 anos, dependendo da formulação)

• Depressão resistente ao tratamento

• Continuar o tratamento até que todos os sintomas estejam sob controle ou a melhora esteja estável e, depois, continuá-lo indefinidamente enquanto persistir a melhora

• Reavaliar periodicamente a necessidade de tratamento

• Tratamento para TDAH iniciado na infância pode precisar continuar na adolescência e na idade adulta, se for documentado benefício contínuo

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