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Medium 9788582715369

Capítulo 177. Dislipidemia

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 177

Dislipidemia

Pedro Gomes Cavalcante Neto

Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro

Tatiana Monteiro Fiuza

Renan Montenegro Jr.

Aspectos-chave

► A dislipidemia não apresenta sintomas.

► É importante estratificar o risco da pessoa antes de intervir.

► Na avaliação laboratorial, devem ser solicitados exames de coleste-

► As metas a serem alcançadas devem ser reavaliadas periodicamente.

rol total (CT), lipoproteína de alta densidade (HDL) e triglicérides; a lipoproteína de baixa densidade (LDL) pode ser calculada pela fórmula de Friedwald.

► Para promover mudanças no estilo de vida, o ideal é o trabalho com

Caso clínico

José, 58 anos, casado, motorista, natural de Fortaleza (CE), procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Nunca havia consultado antes e estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido de infarto” recentemente.

José foi orientado a procurar o Centro de Saúde da Família Nova

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Medium 9788582714560

Capítulo 92. Se gritar “pega ladrão”, até eu corro

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

92

SE GRITAR “PEGA LADRÃO”,

ATÉ EU CORRO

Há coisa de uns 20 anos, época em que o escândalo do Collor veio à tona, culminando com seu processo de impeachment, lembro de ter ouvido a frase: “No Brasil, se gritar ‘pega ladrão’, só fica o Betinho”. Para os mais novos, Herbert de Souza, conhecido como Betinho (e como “irmão do

Henfil”), organizava, por aqueles tempos, uma das maiores campanhas contra a fome do País. “Quem tem fome, tem pressa”, dizia. Bons tempos.

Hoje tenho a sensação de que, se gritarem “pega ladrão”, “não fica um, meu irmão”, como cantava Bezerra da Silva.

A corrupção é generalizada. As figuras de poder, com autoridade outorgada pelo povo para agir em seu nome, chafurdam num oceano de sujeira que faz o “mar de lama” dos tempos do Collor parecer um ­córrego.

Como é possível que a corrupção não apenas persista, mas aumente tanto, a despeito da disseminada rejeição a ela? Não há quem defenda os maus-feitos, e, entretanto, eles se multiplicam a cada dia.

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Medium 9788582714201

Capítulo 34 - Anestesia para cirurgia torácica

Paul G. Barash; Bruce F. Cullen; Robert K. Stoelting; Michael K. Cahalan; M. Christine Stock; Rafael Ortega; Sam R. Sharar Grupo A PDF Criptografado

Anestesia para cirurgia torácica

Katherine Marseu

Peter Slinger

34

A indicação mais comum de cirurgia torácica é a neoplasia (1, 2, 3). Apesar disso, uma ampla variedade de patologias e procedimentos é encontrada comumente ao se anestesiar pacientes submetidos à cirurgia torácica. Como resultado, há um número importante de considerações anestésicas pré-operatórias, intraoperatórias e pós-operatórias para as cirurgias torácicas.

I. Avaliação pré-operatória

As complicações respiratórias e cardíacas são a principal causa de morbidade e mortalidade perioperatória na população submetida à cirurgia torácica. Assim, a avaliação pré-operatória desses pacientes se concentra na avaliação da função respiratória e na interação cardiopulmonar. Todos os pacientes submetidos à ressecção pulmonar devem fazer uma espirometria pré-operatória para determinar a preservação pós-operatória da função respiratória, que tem mostrado ser proporcional ao número de subsegmentos pulmonares remanescentes (lobos superior, médio e inferior direitos = 6, 4, 12 subsegmentos, respectivamente; lobos superior e inferior esquerdos = 10 subsegmentos cada, para um total de 42 subsegmentos). Os princípios discutidos nas seções a seguir também se aplicam aos pacientes submetidos a cirurgia torácica em que há ressecções pulmonares (1, 2).

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Medium 9788536327938

Introdução à validade e à confiabilidade baseadas em evidência dos procedimentos de exame físico

Joseph J Cipriano Grupo A PDF Criptografado

Introdução à validade e à confiabilidade baseadas em evidência dos procedimentos de exame físico

Os procedimentos do exame físico ortopédico e neurológico são uma parte integral do exame clínico. As queixas musculoesqueléticas e neurológicas são problemas comuns, frequentemente vistas em muitos consultórios médicos. Os procedimentos completos de anamnese e de exame físico são a base de qualquer avaliação musculoesquelética e neurológica. As modalidades avançadas de imagens também fazem parte integral do processo de avaliação. Devido à preferência das imagens avançadas como a imagem por ressonância magnética (IRM), os procedimentos de exame físico têm sido menos favorecidos em pesquisa do que os testes diagnósticos avançados. Se mais pesquisas fossem conduzidas sobre os procedimentos de exame clínico, muitas das provas diagnósticas atuais poderiam se tornar desnecessárias.

Devido a essa falta de pesquisa, a validade e a confiabilidade de muitos testes

­ortopédicos e neurológicos comuns não estão documentadas. A literatura é cheia de descrições de vários testes, mas pouco existe para guiar na orientação da validade e da confiabilidade da maioria dos procedimentos de teste. Quando há literatura sobre a validade e a confiabilidade dos testes comuns, os resultados variam muito de estudo para estudo.1 Infelizmente, não há um padrão ouro verdadeiro para avaliar os pro­ cedimentos de exame físico. Dito isso, tais procedimentos não devem ser desvalo­ rizados, mas mais pesquisas são necessárias para entender melhor cada teste e, em última instância, contribuir para uma padronização dos procedimentos de exame fí­ sico.

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Medium 9788582713785

Capítulo 6: Classificação em psiquiatria

Benjamin J. Sadock; Virginia A. Sadock; Pedro Ruiz Grupo A PDF Criptografado

6

Classificação em psiquiatria

Classificação é o processo pelo qual a complexidade dos fenômenos é reduzida por meio de sua organização em categorias de acordo com alguns critérios estabelecidos para um ou mais propósitos.

Atualmente, a classificação de transtornos mentais consiste em transtornos mentais específicos que são agrupados em várias classes com base em algumas características fenomenológicas compartilhadas. O objetivo final da classificação é melhorar os esforços de tratamento e prevenção. De maneira ideal, uma classificação de transtornos é baseada no conhecimento da etiologia ou da fisiopatologia porque isso aumenta a probabilidade de alcançar esse objetivo. Porém, os neurocientistas ainda não produziram dados suficientes para criar um sistema diagnóstico com biomarcadores que possibilitem aos diagnósticos psiquiátricos terem por base mais as causas do que os sintomas. Em vez disso, o diagnóstico de transtornos mentais é embasado em observações clínicas de agrupamentos de sinais e sintomas reunidos em transtornos ou síndromes que são, então, acordados por um consenso de psiquiatras e de outros profissionais da saúde mental.

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Medium 9788580550771

8. Intervenção Psicossocial nas Lesões e Doenças Esportivas

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

8

Intervenção Psicossocial nas

Lesões e Doenças Esportivas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Analisar a resposta psicológica do paciente à lesão.

• Reconhecer a importância do apoio social ao atleta lesionado.

• Explicar a relação entre estresse e overtraining no risco de lesões.

• Descrever o papel do fisioterapeuta esportivo como conselheiro do atleta lesionado.

• Identificar os fatores psicológicos importantes na reabilitação do atleta lesionado.

■ Sumário

• Comparar e contrastar as técnicas de treinamento mental usadas para controlar aspectos psicológicos relacionados à lesão.

• Reconhecer os diferentes transtornos mentais e as técnicas de tratamento e encaminhamento apropriadas.

■ Palavras-chave

A resposta psicológica à lesão 221

estresse

O atleta e a resposta sociológica à lesão 222

ansiedade

Indicadores de lesão 225

Como lidar com atletas lesionados 227

Fatores psicológicos no processo de reabilitação 228

Técnicas de treinamento mental 231

Transtornos mentais 235

Resumo 237

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Medium 9788582713761

Capítulo 51. Fraturas do terço distal do rádio

Sizínio K. Hebert; Tarcísio E. P. de Barros Filho; Renato Xavier; Arlindo G. Pardini Jr. Grupo A PDF Criptografado

1150

Ortopedia e traumatologia: princípios e prática

51

Fraturas do terço distal do rádio

Paulo Henrique Ruschel

Emygdio J. L. de Paula

11°

Figura 51.1 > A inclinação volar média do rádio é 11°.

As fraturas do terço distal do rádio são consideradas as mais frequentes do membro superior, correspondendo a cerca de um sexto de todas as fraturas atendidas em serviços de urgência. Descrita por Pouteau, em 1783, e Colles, em 1814, tornou-se a mais conhecida das lesões do membro superior. Durante quase um século, foi considerada fratura de bom prognóstico e de tratamento conservador e, a despeito de uma deformidade anatômica final, não haveria correlação com o resultado funcional. Nos últimos 30 anos, observou-se uma grande incidência de complicações resultantes do tratamento conservador, como consolidação viciosa e acometimento articular. Sendo assim, descobriu-se que fraturas decorrentes de traumatismos envolvendo alta energia cinética apresentam comportamento distinto das causadas por traumatismos de baixa energia cinética. Portanto, as fraturas do rádio distal não são benignas como um todo e exigem o conhecimento das inúmeras formas de tratamento adequadas para cada caso.

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Medium 9788536702643

Capítulo 24 - Utilização do hidróxido de cálcio na endodontiatécnico-biológica

Mario Roberto Leonardo; Renato de Toledo Leonardo Grupo A PDF Criptografado

24

CAPÍTULO

Utilização do hidróxido de cálcio na endodontia técnico-biológica

Endodontia minimamente invasiva ao nível apical/periapical, indolor e sem complicações locais e/ou sistêmicas

Mario Roberto Leonardo

O hidróxido de cálcio puro (em forma de pó) apresenta-se como massa branca que se transforma em óxido sob aquecimento. Quando em solução aquosa, sua solubilidade é de  1  g em 630 mL de água, a uma temperatura de 25 ºC, ocorrendo diminuição da solubilidade com o acréscimo da temperatura.1

O hidróxido de cálcio foi introduzido na odontologia por Hermann, em 1920,2 visando encontrar, para o “[...] tratamento biológico da polpa e para a obturação de canais radiculares, uma substância que possuísse as vantagens de um antisséptico forte sem ter os inconvenientes do mesmo”. Entretanto, coube a Rhoner, em 1940,3 o primeiro trabalho histológico realizado em dentes humanos que demonstrou, após a obturação de canais radiculares utilizando um produto comercial

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Medium 9788582711545

Capítulo 14 - Alterações de comportamento secundárias aos transtornos demenciais resistentes ao tratamento

André Férrer Carvalho; Antonio Egidio Nardi; João Quevedo Grupo A PDF Criptografado

ALTERAÇÕES DE

COMPORTAMENTO

SECUNDÁRIAS AOS

TRANSTORNOS

DEMENCIAIS RESISTENTES

AO TRATAMENTO

Gilberto Sousa Alves

Felipe Kenji Sudo

O aumento da expectativa de vida da população trouxe o aumento expressivo da prevalência de alterações neuropsiquiátricas associadas ao envelhecimento cerebral. Como parte desse fenômeno, as demências tornaram-se, no final do século XX, um grande problema de saúde pública. Entre as principais causas de demência, sobressai a doença de Alzheimer (DA), em que se observa a progressiva e inexorável atrofia do tecido cerebral. Outras causas menos prevalentes incluem quadros cerebrovasculares, traumatismos cranioencefálicos, doenças infecciosas (sífilis, HIV, doenças priônicas), carências vitamínicas.

O presente capítulo revisa de forma sucinta os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos das demências, tendo como principal objetivo auxiliar o raciocínio clínico no manejo das alterações comportamentais e psicológicas resistentes ao tratamento.

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Medium 9788536324944

Capítulo 31. Tópicos metodológicos em epidemiologia reprodutiva

Kenneth Rothman; Sander Greenland; Timothy Lash Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

31

Tópicos metodológicos em epidemiologia reprodutiva

Clarice R. Weinberg e Allen J. Wilcox

Considerações gerais 726

Puberdade e menopausa

O ciclo menstrual

Mortalidade peso-específica 742

Peso ao nascer relativo 744

Sumário de peso ao nascer 744

729

729

Qualidade do sêmen

Mortalidade perinatal 745

730

Mortalidade peso-específica ao nascer ou por idade gestacional 745

Fertilidade 731

Estudos de tempo até engravidar

Perda da gravidez

732

Perda reconhecida 736

Perda da gravidez precoce (subclínica)

Complicações da gravidez 740

Peso ao nascer

Defeitos congênitos

735

738

746

Fatores genéticos em epidemiologia reprodutiva 747

Apêndice 750

741

Peso ao nascer dicotomizado

Paradoxos 742

741

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A epidemiologia reprodutiva abrange ampla variedade de tópicos, desde o desenvolvimento dos sistemas reprodutivos até concepção e gravidez, parto e saúde dos recém-nascidos e senilidade. O estudo epidemiológico da reprodução é dificultado por alguns problemas metodológicos importantes, que não são vistos frequentemente em outras áreas da epidemiologia. Nós começamos pela introdução de alguns dos principais tópicos práticos e conceituais.

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Medium 9788582712870

Capítulo 18 - Aplicação da teoria na prática de enfermagem

Melanie McEwen, Evelyn M. Wills Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

Aplicação da teoria na prática de enfermagem

Melanie McEwen

Emily Chan é uma enfermeira clínica especialista que coordena o programa de transplante hepático em um grande centro médico. No cargo, ela atua como gerente de caso para inúmeros indivíduos. Emily foi designada para trabalhar com Sarah

Bishop, uma professora do ensino médio, de 45 anos, que recebeu recentemente um novo fígado após contrair hepatite C em decorrência de uma transfusão sanguínea há mais de uma década. Sarah é casada e tem dois filhos adolescentes.

O controle de pacientes com transplante hepático é altamente complexo; é essencial considerar as múltiplas facetas do cuidado durante um período prolongado.

Ao formular um plano de cuidados para Sarah, Emily conduziu uma investigação detalhada. Ela ficou satisfeita em descobrir que a paciente era bem instruída e sabia muito sobre sua doença. Sarah fez muitas perguntas pertinentes e estava ansiosa em aprender tudo o que podia com Emily. Durante o tempo em que trabalhou com Sarah, Emily usou inúmeros princípios e teorias na prestação do cuidado. Explicou os princípios fisiológicos relacionados a doença hepática crônica e insuficiência hepática à Sarah e acrescentou a essa informação os princípios farmacológicos relativos ao grande número de medicamentos exigidos para evitar a rejeição. As complicações da doença e os efeitos colaterais dos medicamentos foram examinados em profundidade. Para os processos educativos, Emily aplicou vários princípios e teorias de aprendizado diferentes e incorporou uma série de técnicas de ensino, como tempo individualizado, material impresso, programas interativos de computador e vídeos.

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Medium 9788580552591

Caso 51

Eugene C. Toy; Terrence H. Liu; Andre R. Campbell Grupo A PDF Criptografado

CASO 51

Um homem de 45 anos, com história de 15 anos de retocolite ulcerativa (RCU), foi avaliado em ambulatório e vinha apresentando diarreia sanguinolenta crônica há seis semanas. Seus níveis de hemoglobina estavam em 11 g/dL. Como medicação, estava tomando prednisona e mesalamina (um derivado do 5-aminossalicilato). Há dois meses, o paciente concluiu um curso de ciclosporina que fora instituído para tratar um ataque de exacerbação da doença. No último ano, o paciente não conseguiu trabalhar em período integral, em razão das exacerbações da retocolite ulcerativa (RCU). Um exame prévio de colonoscopia mostrou que a doença havia se estendido do reto até o ceco.

O quê você deveria fazer a seguir?

 Qual é a melhor terapia?

452

TOY, LIU & CAMPBELL

RESPOSTAS PARA O CASO 51

Retocolite ulcerativa

Resumo: um homem de 45 anos sofre de RCU crônica pancolônica. A doença é refratária ao tratamento médico e causa incapacitação significativa.

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Medium 9788582714096

Capítulo 51 - Doença tromboembólica na gestação

Sérgio H. Martins-Costa; ; José Geraldo Lopes Ramos; ; José Antônio Magalhães; Eduardo Pandolfi Passos; Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

51

Doença tromboembólica na gestação

Edimárlei Gonsales Valério

Cristiano Caetano Salazar

Janete Vettorazzi

Samanta Schneider

José Geraldo Lopes Ramos

A gestação e o puerpério são fatores de risco bem-estabelecidos para tromboembolismo venoso (TEV). Entretanto, por terem uma apresentação clínica muitas vezes semelhante aos sinais e sintomas comuns da gestação, tanto a trombose venosa profunda (TVP) como a embolia pulmonar (EP) representam um desafio diagnóstico. Talvez isso determine que esse grupo de doenças potencialmente preveníveis ainda seja a sétima causa de morte materna no mundo.1

Epidemiologia

Estima-se que o tromboembolismo venoso

(TEV) afete uma em cada mil gestações, que seja aproximadamente 10 vezes mais comum do que na população não grávida e que seja responsável por cerca de 10 a 30% das mortes maternas.1-4 No puerpério, a incidência é de 2 a 5 vezes maior do que na gravidez. O aumento no risco de TEV no período gravidicopuerperal reflete um estado de hipercoagulabilidade que se inicia na concepção, quando vários

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Medium 9788582715116

Capítulo 6 - Terapias Cognitivo-Comportamentais: História, Evolução e Princípios Teóricos

Neide A. Zanelatto; Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

6

TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS:

HISTÓRIA, EVOLUÇÃO E PRINCÍPIOS

TEÓRICOS

 ELIANE MARY DE OLIVEIRA FALCONE

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� As terapias cognitivo-comportamentais (TCCs) têm sua origem na terapia comportamental tradicional, a qual integrou processos cognitivos a seus princípios teóricos de condicionamento.

�� Terapeutas de orientação psicodinâmica também aderiram ao modelo cognitivo-comportamental para a compreensão de problemas clínicos.

�� Os avanços das ciências cognitivas exerceram forte influência na transformação da terapia comportamental tradicional.

�� Embora apresentando divergências, as TCCs compartilham muitos aspectos e podem ser utilizadas de forma integrada.

�� As TCCs têm crescido em popularidade e são reconhecidas como mais apropriadas no tratamento de vários transtornos mentais.

�� Em sua versão mais recente, as TCCs têm explorado processos automáticos

(inconscientes) de cognições e apresentado maior foco nas emoções, bem como integração com outras orientações teóricas.

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Medium 9788536327549

8. O exame físico do paciente: aspectos psicológicos

De Marco, Mario Alfredo Grupo A PDF Criptografado

8

O exame físico do paciente: aspectos psicológicos

MARIO ALFREDO DE MARCO

Uma senhora de 72 anos está internada com câncer de útero em estágio avançado e inoperável. “Ela nunca foi ao ginecologista”, disse a neta, quando indagamos por que o diagnóstico não foi feito de forma mais precoce. “Sempre que tentamos levá-la”, acrescentou, “disse que preferia morrer a ter que expor suas partes íntimas”.

Um momento particularmente delicado da consulta é o da realização do exame físico. É uma situação crítica que promove a emergência de fantasias, temores e angústias, tanto no profissional como no paciente. Implica extrema vulnerabilidade para o paciente, que vai estar sujeito não só aos temores despertados por estar fisicamente exposto como à apreensão quanto ao que poderá ser descoberto pelo exame.

Todavia, o exame físico é uma excelente oportunidade para fortalecer o vínculo e o contato. O toque é um elemento muito poderoso, que pode produzir um efeito de bem-estar e tranquilidade para o paciente. Lembremos que ser tocado, de um ponto de vista metafórico, se refere a ser alcançado animicamente.

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