11464 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527726504

8 - Lesões Erosivas e Ulcerativas da Mucosa Bucal

MARCUCCI, Gilberto (ed.) Grupo Gen PDF Criptografado

8

Lesões Erosivas e Ulcerativas da Mucosa Bucal

Fernando Ricardo Xavier da Silveira, Gilberto Marcucci, Ilan Weinfeld e Norberto Nobuo Sugaya

INTRODUÇÃO

As lesões erosivas e ulcerativas da mucosa bucal representam um capítulo bastante importante e extenso da

Estomatologia. Podem constituir manifestação primária ou se apresentarem secundariamente a vesículas ou bolhas. Neste livro, estas últimas serão estudadas em separado, no Capítulo 9. Também não se tratarão dos aspectos terapêuticos, que serão discorridos no Capítulo 14, de modo bastante amplo e didático.

As condições ou doenças traduzidas pela presença de úlceras ou ulcerações na mucosa bucal adquirem qualificação pelo estudo adequado de suas variáveis clínicas, o que possibilita a construção do diagnóstico diferencial, levando a um reduzido número de possibilidades, e permitindo, na maioria das vezes, a individualização de uma hipótese clínica. Desnecessário afirmar a importância dos dados colhidos durante a anamnese, que no caso específico das lesões ulcerativas quase sempre fornecem subsídios importantes para o julgamento do quadro clínico, após o exame físico do paciente. Por consequência, permitem ao profissional a indicação precisa, se houver necessidade, do exame ou exames complementares adequados e suficientes para obtenção do diagnóstico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728089

62 Lesão Induzida pelo Ventilador

VALIATTI, Jorge Luis dos Santos; AMARAL, José Luiz Gomes; FALCÃO, Luiz Fernando dos Reis Grupo Gen PDF Criptografado

62

Lesão Induzida pelo

Ventilador

Mauro Roberto Tucci, Marcelo Beraldo e Eduardo Leite Vieira Costa

■■

Introdução

A ventilação mecânica (VM) é usada para suporte ventilatório em diversas situações clínicas. A depender do modo como são feitos os ajustes do ventilador, sobretudo em pacientes com acometimento pulmonar prévio (p. ex., síndrome do desconforto respiratório agudo – SDRA

–, infecção e inflamação pulmonar causada por sepse), a VM pode levar à lesão pulmonar produzida pela ventilação mecânica (VILI, ventilator induced lung injury), caracterizada por dano pulmonar com produção local de citocinas, infiltrado inflamatório neutrofílico e quebra da barreira alvéo­lo-capilar.1 A VILI pode causar ou agravar um quadro de SDRA, que se caracteriza, segundo a definição de Berlim,2 por uma insuficiên­cia respiratória hipoxêmica [relação entre a pressão parcial de oxigênio (PaO2) e a fração inspirada de oxigênio (FiO2) £

300 mmHg] de início agudo, com infiltrados pulmonares bilaterais e não explicada totalmente por insuficiên­cia cardía­ca ou hipervolemia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788581141152

69 - Fígado e diabetes

LYRA, Ruy; CAVALCANTI, Ney Grupo Gen PDF Criptografado

69

fígado e diabetes

Fábio Marinho do Rêgo Barros § Lydia Falcão

InTroDução

O diabetes tipo 2 (DM2) é uma doença multifatorial que requer seu estudo de maneira multidisciplinar. Além das clássicas complicações relacionadas ao sistema cardio­ vascular, aos rins, aos olhos e aos membros inferiores, é preciso estar atento a sua relação íntima de causa e con­ sequência com o fígado. Esta relação é tão relevante que nesta sumária revisão tentaremos abranger as consequên­ cias do diabetes no fígado, notadamente sua cirrotiza­

ção e necessidade de transplante hepático. Existe ainda, a relação contrária, isto é, o desenvolvimento do diabetes como consequência da resistência insulínica observada no fígado, que não abordaremos neste capítulo.

A principal manifestação do DM2 no fígado é a do­ ença hepática gordurosa não alcoólica, e hoje pode ser considerada uma epidemia silenciosa, com gravidade considerável como veremos a seguir.

definições: doença hePáTiCa gordurosa não alCoóliCa

Ver todos os capítulos
Medium 9788527717175

17 HISTÓRICO DO PACIENTE: SISTEMA CARDIOVASCULAR

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen PDF Criptografado

Histórico do

Paciente: Sistema

Cardiovascular

5

17

P a t r i c i a G o n c e M o r t o n • K i m R e c k • Te r r y Tu c k e r •

K a t h r y n Vo n R u e d e n • J a n H e a d l e y

HISTÓRIA E EXAME FÍSICO CARDÍACOS

História

Queixa Principal e História da Doença Atual

História Patológica Pregressa

História Familiar

História Pessoal e Social

Revisão de Outros Sistemas

Exame Físico

Inspeção

Palpação

Percussão

Ausculta

EXAMES LABORATORIAIS CARDÍACOS

Exames Laboratoriais de Rotina

Exames Hematológicos

Exames de Coagulação

Bioquímica Sanguínea

Exames de Lipídios Séricos

Exames Enzimáticos

Creatina Cinase

Lactato Desidrogenase

Marcadores Bioquímicos: Proteínas Miocárdicas

Hormônios Neuro-humorais: Peptídio Natriurético do Tipo Cerebral

Marcadores Diagnósticos mais Modernos

EXAMES DIAGNÓSTICOS CARDÍACOS

Eletrocardiograma de 12 Derivações Padrão

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731195

29 - Alterações Cardiovasculares

VARELLIS, Maria Lucia Zarvos Grupo Gen PDF Criptografado

29

Alterações

Cardiovasculares

Maria Lucia Zarvos Varellis

Cardiopatias

O coração é responsável pelo fornecimento do fluxo de sangue oxigenado aos órgãos e tecidos do corpo, de modo a atender às necessidades metabólicas. A atividade elétrica é uma característica fundamental do coração, sendo o estímulo que desencadeia a contração cardíaca. Quando há alteração nas funções do coração, o indivíduo torna-se cardiopata.

Sintomas da cardiopatia

Dispneia

A dificuldade para respirar é o sintoma mais frequente da insuficiência cardíaca. Esse desconforto pode também ocorrer no indivíduo normal durante esforço físico ou ser sintoma de doença do sistema respiratório. Na dispneia de origem cardíaca, a respiração é rápida e superficial não conseguindo encher os pulmões de ar, diferente da respiração do indivíduo ansioso, que é profunda e suspirosa.

A evolução da dispneia no paciente cardiopata costuma ser lenta e progressiva, embora possa agravar-se subitamente diante de fibrilação auricular, infarto ou infecção pulmonar. Inicialmente, manifesta-se somente aos esforços, mas, à medida que o processo evolui, pode apresentar-se em estado de repouso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527730075

9. Sistema Nervoso

LAROSA, Paulo Ricardo R. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Sistema Nervoso

Paulo Ricardo R. Larosa

Introdução

O sistema nervoso coordena e integra as funções do corpo, armazena todas as informações e capacita o organismo a se adaptar às mudanças dos meios interno e externo, além de criar uma realidade sensorial e elaborar as respostas ao meio.

Aspectos embriológicos

Para melhor entendimento sobre o sistema nervoso, é necessária uma breve revisão da formação embriológica desse complexo sistema.

O sistema nervoso é um dos primeiros a começar sua formação, já a partir da gastrulação (13o dia da gestação), por meio de um grupo de células do ectoderma que aos poucos invade o mesoderma, formando, no seu interior, um tubo celular denominado tubo neural. Este tem desenvolvimento e crescimento celular irregulares, produzindo três dilatações assimétricas (ve­sículas primitivas) na região cefálica: prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. A porção caudal con­ti­nua com sua forma tubular.

Com o desenvolvimento, aproximadamente na 8a semana, o prosencéfalo dá origem a duas outras partes, o telencéfalo e o diencéfalo. O mesencéfalo con­ti­nua seu desenvolvimento com pouca alteração, enquanto o rombencéfalo dá origem às partes do metencéfalo e mielencéfalo. A porção tubular passa a formar a medula primitiva.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527718011

38 Dípteros Ciclorrafos: As Moscas

REY, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

38

Dípteros Ciclorrafos: As Moscas

DÍPTEROS CYCLORRAPHA: AS MOSCAS

Morfologia e biologia

Classificação dos Cyclorrapha

FAMÍLIA MUSCIDAE

Musca domestica e transmissão de doenças

Outros muscídeos

FAMÍLIA CUTEREBRIDAE

Dermatobia hominis e o berne

FAMÍLIA CALLIPHORIDAE

FAMÍLIA SARCOPHAGIDAE

AS MIÍASES HUMANAS

Classificação, etiologia e patologia

Diagnóstico e tratamento

Os dípteros de antenas curtas ou braquíceros, da subordem

Cyclorrapha (= Muscomorpha), têm papel saliente na produção ou na transmissão de doenças. Sua importância pode ser avaliada pelo fato de abrangerem espécies como a mosca doméstica, a mosca tsé-tsé, transmissora da doença do sono, assim como várias espécies cujas larvas produzem miíases, tais como a mosca do berne (Dermatobia hominis) e as produtoras de “bicheiras”.

No vértice da cabeça estão os ocelos ou olhos simples (geralmente três), situados em outro esclerito, a placa ocelar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788572888790

22 Otimizando o Comportamento Motor com o Uso da Abordagem de Terapia Ocupacional Orientada para a Tarefa

RADOMSKI, Mary Vining; LATHAM, Catherine A. Trombly Grupo Gen PDF Criptografado

598 SEÇÃO CINCO - Tratamento da função ocupacional

C

OBJETIVOS DO

APRENDIZADO

Após estudar este capítulo, o leitor será capaz de:

CAPÍTULO

1. I� dentificar os princípios de tratamento da abordagem de Terapia

Ocupacional orientada para a tarefa.

22

2. D

� iscutir fatores pessoais e ambientais que podem ter maior influência sobre o desempenho ocupacional.

3. D

� efinir os termos específicos para a abordagem de TO orientada para a tarefa.

4. E

� xplicar os papéis do paciente e do terapeuta na abordagem de TO orientada para a tarefa.

N

C

O

T

E

A

X

T

M

T

B

E

IE

X

N

T

IE

B

M

A

T

E

E

X

T

A

M

B

IE

N

T

E

C

O

N

M

B

IE

C

O

N

N

T

ONTEXTO AMBIENTE

AMBIENTE C

Ver todos os capítulos
Medium 9788581142944

1 - La visión de la belleza

SANDOVAL, Maria Helena; AYRES, Eloisa Grupo Gen PDF Criptografado

La visión de la belleza

Rellenos_parte1.indd 1

06/10/2014 10:10:51

Rellenos_parte1.indd 2

06/10/2014 10:10:51

1.1

La belleza a través de los tiempos

Érica de O. Monteiro

Introducción

Se hace cada vez más difícil disertar sobre “la belleza actual”. Sabemos que en la sociedad posmoderna, la belleza, la juventud y las apariencias son muy valoradas y que esto tiene un profundo impacto biopsicosocial en el individuo.

Por lo tanto, vamos a seguir el camino del “cuestionamiento” y no el de la “respuesta concluida” para tratar de imaginar lo que podría considerarse la “belleza actual”. Tendremos preguntas que provocarán dudas, indagaciones e incertidumbres en el estudioso de la dermatología, particularmente, en el área de la cosmiatría.

La matemática y el arte

En la Antigüedad, la civilización griega dejó un gran legado artístico, con pinturas, esculturas, arte en cerámicas, entre otros. Los templos fueron dedicados a los dioses, y construidos bajo una fuerte influencia divina, organizados sobre las estructuras simétricas, basadas en los estudios de la Geometría.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728126

Capítulo 76 - Noções Básicas da Angioplastia Transluminal Percutânea e da Angioplastia Aortoilíaca

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 76

Noções Básicas da Angioplastia

Transluminal

Percutânea e da Angioplastia

Aortoilíaca

Regina Moura, Marcone Lima Sobreira e Matheus

Bertanha

Introdução

A angioplastia transluminal percutânea (ATP) é um proce‑ dimento de rotina no tratamento de doenças ateroscleróticas e faz parte do cotidiano do cirurgião vascular. Isto se deve ao fato de ser este um procedimento de baixo risco, pouco invasivo e com possibilidade de ser feito mais de uma vez. O desenvol‑ vimento dos materiais como fios‑guia, cateteres-balão e stents representou um avanço importante na técnica da angioplastia transluminal percutânea, tornando o procedimento possível mesmo em situações anatômicas complexas, seja pelo tipo de lesão ou mesmo pelo calibre do vaso.

A ATP teve seu início em 1964, quando Dotter realizou uma angioplastia na artéria poplítea de uma paciente com gangrena. Na época, ele usou um sistema coaxial de cateteres, com diferentes diâmetros, que colocado sucessivamente na luz da artéria, conseguiu aumentar progressivamente a circunfe‑ rência interna do vaso, na qual se localizavam as lesões estenó‑ ticas, promovendo a sua dilatação.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788527726412

CAPÍTULO 21 – Voz em Câncer de Cabeça e Pescoço

MARCHESAN, Irene Queiroz; JUSTINO, Hilton; TOMÉ, Marileda Cattelan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2 1

Voz em Câncer de Cabeça e Pescoço

K a t ia N e m r

Ca r l o s N e u t z l i n g L e h n

Introdução

O câncer de cabeça e pescoço ocorre mais frequentemente nas vias respiratórias digestivas superiores. O câncer de laringe tem predominância no sexo masculino e é um dos mais comuns, pois representa cerca de 25% dos tumores que acometem esta área e 2% de todas as doenças malignas. A estimativa para 2012 foi de 6.110 novos casos A ocorrência pode se dar em uma das três porções em que se divide o órgão: laringe supraglótica, glote e subglote. Aproximadamente dois terços dos tumores se localizam na glote, e um terço acomete a laringe supraglótica (acima das pregas vocais). O tipo histológico mais prevalente, em mais de 90% dos pacientes, é o carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular)1. Sendo a região glótica normalmente a mais acometida o seu principal sintoma é a disfonia que se caracteriza por qualquer alteração que impeça a produção natural da voz.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527726573

Capítulo 7 - Diagnóstico e Intervenção Nutricional – Processo de Assistência Nutricional

BON, Avany M. Xavier Grupo Gen PDF Criptografado

7

Diagnóstico e

Intervenção

Nutricional

Processo de

Assistência

Nutricional

Dith Medeiros de Mesquita

83

bom_CAP007_2ªemenda.indd 83

27/08/2014 18:06:24

84

Atendimento Nutricional a Crianças e Adolescentes | Visão Prática

A avaliação do estado nutricional é uma etapa fundamental no atendimento de nutrição de crianças/adolescentes, uma vez que, por meio dela, é possível acompanhar o crescimento e o desenvolvimento e verificar se estes estão se afastando do padrão esperado, seja por doen­ças e/ou condições sociais desfavoráveis.

As informações obtidas a partir de estudos dietéticos, bioquí­micos, antropométricos e clínicos são os principais métodos para avaliar o estado nutricional e são usadas para determinar o estado de saú­de da criança/adolescente influenciado pela ingestão e utilização de nutrientes. A importância da avaliação nutricional é evidente ao considerar que o diagnóstico nutricional é estabelecido a partir dela.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716482

Capítulo 25 - Neoplasias da Pele

MÉLEGA, José Marcos; VITERBO, Fausto; MENDES, Flávio Henrique Grupo Gen PDF Criptografado

169

CAPÍTULO 25    Neoplasias da Pele

25

Neoplasias da Pele

Carcinomas

Darwin Pinheiro Machado Zacharias  •  Ivan Dunshee de Abranches Oliveira Santos

O carcinoma de pele é frequente na maioria da população branca, e isso se deve a determinadas influências genéticas e ambientais, bem como a costumes sociais (exemplo: o

“bronzeado”, como padrão de beleza). Tais fatores têm contribuído para o crescente aumento de sua incidência e atinge números cada vez mais elevados entre as pessoas de pele e olhos claros.

Estima-se que aproximadamente 50% das pessoas com mais de 65 anos desenvolverão câncer de pele, e 25% terão mais de um câncer desse tipo. Assim, o médico, em diversas ocasiões ao longo de sua carreira, será solicitado para tratar de um câncer de pele e, portanto, deve aprender a identificar lesões suspeitas. Deve também ensinar seus pacientes a reconhecer essas lesões.

XX

Epidemiologia e Etiologia

A energia solar é composta por um grande número de radiações. O raio ultravioleta (UV) é o que mais agride a pele humana, através de dois componentes principais, chamados

Ver todos os capítulos
Medium 9788527733977

66 - Monoartrite Aguda

LIU, Davi Jing Jue; LEAL, Ricardo; VENDRAME, Letícia Sandre Grupo Gen PDF Criptografado

66

Monoartrite Aguda

Erika Yuki Yvamoto  •  Marcos Alexandre Frota da Silva

Introdução

A monoartrite aguda é considerada uma situação de emergência clínica. O correto atendimento, assim como o diagnóstico etiológico, assegura o rápido tratamento e pode evitar sequelas como a destruição ar­ticular e perda funcional.

História e exame físico são importantes para delinear as possíveis etiologias da dor monoar­ticular, sendo essencial a avaliação da presença ou não de derrame ar­ticular ou sinovite.

A ultrassonografia ar­ticular tem maior sensibilidade do que o exame físico para detectar sinovite. Também pode ser utilizada para guiar a aspiração do líquido sinovial. Os principais locais de punção ar­ticular dentro de um serviço de emergência são: joelho, ombro, tornozelo, cotovelo e, em alguns casos, o quadril.

Artrocentese é geralmente necessária para o diagnóstico definitivo, principalmente se a causa é incerta, podendo classificar o líquido como não inflamatório, inflamatório, hemorrágico ou séptico, conforme demonstrado na Tabela 66.1.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731645

29 - Parasitos de Peixes

MONTEIRO, Silvia Gonzalez Grupo Gen PDF Criptografado

Parasitos de Peixes

José Luis Fernando Luque Alejos

Introdução

Nas últimas décadas, tem aumentado consideravelmente a relevância dos estudos relacionados com parasitos e outros patógenos de organismos aquá­ticos, principalmente de hospe‑ deiros com potencial para o cultivo e para a comerciali­zação, em razão do aumento significativo dessas atividades no Brasil e no mundo. Parte‑se do princípio de que, à semelhança de outros tipos de hospedeiros vertebrados, os peixes apresentam fauna parasitária própria, que inclui numerosas espécies orga‑ nizadas nos principais grupos. Além disso, o estudo dos para‑ sitos de peixes (ou ictioparasitologia) tem sido, de certo modo, pouco mencionado nos cursos de graduação das universi‑ dades brasileiras. Considerando essas premissas, este capítulo apresenta uma revisão sumária de aspectos gerais da biologia, epidemiologia e controle de parasitos de peixes, com ênfase nas espécies que ocorrem com maior fre­quência no Brasil.

29

Ver todos os capítulos

Carregar mais